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Premiada autora de "A Casa das Sete Mulheres", Letícia Wierzchowski apresenta em seu novo livro, "Estrelas fritas com açúcar", a emocionante trajetória de sucessos e dificuldades da fundadora da Dudalina

Por trás da empresa que mudou os paradigmas da moda no Brasil está uma mulher visionária e uma história de vida que agora é traduzida em um romance épico e cheio de coragem. Os passos de Adelina Clara Hess que, com seu marido Duda, fundou a marca de roupas Dudalina são contados em Estrelas fritas com açúcar: uma história de amor e de coragem, costurada pelas mãos de uma mulher visionária.

Escrito pela premiada autora Letícia Wierzchowski – de A Casa das Sete Mulheres, romance adaptado para a série homônima de TV em 2003 –, a obra baseada em fatos é “costurada” pela narrativa das moiras fiandeiras. Deusas primordiais responsáveis por fiar, tecer e cortar o fio da vida de mortais e de imortais, são elas que  apresentam a história de Adelina e Duda, tornando a narrativa fluida, quase etérea.

A homenagem póstuma à empresária percorre o tempo desde o início da Segunda Guerra Mundial até os dias atuais. Foi nessa época que a então jovem de 15 anos começava a vida profissional, com o primeiro emprego no armazém de secos e molhados dos pais, no município catarinense de Luiz Alves, próximo a Blumenau, onde Adelina viria a falecer aos 82 anos, em 2008.

Adelina já estava bastante atarefada àquela altura da manhã. Os
funcionários tinham trazido mais farinha do paiol, e ela mandara que
recolhessem o açúcar que já secara na eira, substituindo-o por nova leva,
ainda molhada, para aproveitar o calor daquele sábado.
(Estrelas fritas com açúcar, p. 14)

E foi assim, bem cedo, que a terceira filha do casal Hess descobriu seu talento para os negócios. Corajosa, ela deixou o colégio para se dedicar com mais afinco ao labor. Uma história repleta de sucessos, mas também de dor e de luta que se seguiu ao lado do marido e sócio, Duda. Juntos, os dois formariam uma família enorme, quase tão grande quanto o império que viriam a construir. Tiveram 16 filhos, dos 20 planejados.

Autora de outros 31 livros, editados em países como Itália, Espanha e Alemanha, Letícia Wierzchowski traduz todo esse amor ao detalhar os acontecimentos na vida de Adelina Hess como incontáveis peças de tecido abrindo-se diante dos olhos do leitor. Estrelas fritas com açúcar homenageia a força feminina na figura de uma mulher que mudou a história da moda no Brasil.

Ficha técnica
Livro:
 Estrelas fritas com açúcar: uma história de amor e de coragem, costurada pelas mãos de uma mulher visionária
Autora: Letícia Wierzchowski 
Editora: Planeta
Gênero: Romance histórico
Páginas: 352
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 978-65-5535-200-9
Preço: R$ 59,90
Links de venda: https://amzn.to/2IjZhdg

Sinopse: Letícia Wierzchowski, autora de grandes sucessos como A casa das sete mulheres e Sal, traz em Estrelas fritas com açúcar a história de uma família brasileira que, com amor e luta, fundou a marca de roupas Dudalina e mudou a história da moda no país.

Naquela cidadezinha do interior de Santa Catarina, havia uma venda familiar. Era dela que a família Hess tirava parte do seu sustento, comerciando os produtos mais variados, trazidos desde a distante São Paulo. E foi atrás daquele balcão que Adelina, a terceira filha do casal Hess, descobriu seu talento para os negócios. Trabalhadeira e corajosa, a moça deixou o colégio para se dedicar ao negócio da família. Embora vivesse atarefada demais, Adelina não deixou de sentir quando o amor colocou Duda em seu caminho. Juntos, os dois construiriam uma família enorme e também um império.

Esta história – repleta de sucessos, mas também de dor e de luta – é contada aqui com a ajuda das Três Moiras, as fiandeiras do Olimpo, responsáveis pelo destino de deuses e homens. São elas que fiam a história de Adelina e de Duda, percorrendo o tempo desde o início da Segunda Guerra Mundial até os dias atuais.

Sobre a autora: Letícia Wierzchowski nasceu em Porto Alegre e estreou na literatura com seu romance O anjo e o resto de nós, em 1998.  Com 32 livros publicados, em obras editadas na Itália, Portugal, Grécia, Espanha, Croácia, França, Alemanha, Sérvia e Montenegro.

Seu romance mais conhecido, A casa das sete mulheres, foi adaptado pela Rede Globo em 2003 para a série homônima, veiculada em mais de 40 países.

Redes sociais:
Facebook: planetalivrosbrasil
Instagram: @planetalivrosbrasil
Linkedin: Editora Planeta do Brasil

Site:
https://www.planetadelivros.com.br/ 

Matheus, de cinco anos, tem mais sete irmãos e todos vivem em situação de vulnerabilidade social; com ajuda de militares, família já conseguiu roupas, alimentos, produtos de limpeza, eletrodomésticos e outros materiais

 

CARAGUATATUBA/SP - Ser feliz com pouco parece uma frase clichê, mas resume perfeitamente a vida do Matheus, de cinco anos de idade, que mora na cidade de Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo. A criança, que vive com mais sete irmãos e os pais em uma situação de vulnerabilidade social, foi flagrada, na última segunda-feira (9), revirando o lixo à procura de livros. A cena foi vista por dois policiais militares em férias, que rapidamente se mobilizaram para ajudar o jovem e sua família.

O flagrante foi realizado pelo sargento André Pereira de Souza Pinto, integrante do 2º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), sediado em Araçatuba, e seu colega, o cabo Gláucio Oliveira Martins, que atua no 20º BPM/I, em Caraguatatuba.

"Nós dois estamos de férias e eu e minha família viemos visitar meu colega, que trabalha e mora na cidade [Caraguatatuba]. Quando flagramos o menino buscando livros que tinham acabado de ser descartados, ficamos comovidos e quisemos ajudar", relembrou o sargento.

Os dois militares auxiliaram a criança a levar os livros encontrados no lixo até sua casa. Lá, descobriram pela sua mãe que o jovem sempre faz isso porque gosta muito e vê nos livros uma forma de poder brincar com os irmãos, já que não possuem brinquedos ou outras alternativas de lazer.

Na residência da família, os policiais puderem perceber a situação precária em que vivem, o que os levou a tentar ajudá-los da forma que podiam. "Queríamos fazer algo, então fomos ao mercado para comprar roupas, brinquedos e comida. Depois, fizemos um vídeo, que publicamos nas redes sociais local com o objetivo de engajar outras pessoas a auxiliarem a família", explicou o sargento.

As imagens feitas pelos PMs logo viralizaram nas redes sociais e também entre amigos. Com isso, já foi possível arrecadar mais brinquedos, roupas, alimentos, produtos de limpeza, uma máquina de lavar, uma geladeira e até um videogame para a família. Além disto, a página "Razões para Acreditar" procurou os policiais para uma parceria e criou uma vaquinha virtual para ajudar Matheus: https://voaa.me/campanha-matheus-livros.

"Nossa intenção, com as imagens, foi mostrar que às vezes temos muito e não damos valor. Enquanto isso, outros, que não têm nada, são felizes com pouco", destacou o sargento.

 

Ajude você também!

Além da vaquinha virtual, é possível ajudar o Matheus e sua família ligando no telefone (12) 9 8226-4697 ou enviando doações para uma associação localizada na rua Irmã São Francisco, 190, Vila Nossa Senhora Aparecida, em Caraguatatuba, CEP 11660-540.

Vencedores serão divulgados em 26 de novembro

 

SÃO CARLOS/SP - Um livro publicado pela Editora da Universidade Federal de São Carlos (EdUFSCar) em 2019 está entre os finalistas do Prêmio Jabuti, o mais importante do mercado editorial brasileiro concedido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). A obra é "Potenciometria: aspectos teóricos e práticos", dos autores Tiago Almeida Silva, Orlando Fatibello-Filho, Fernando Cruz de Moraes e Bruno Campos Janegitz.
"É uma tremenda honra estarmos entre os 10 finalistas do Prêmio Jabuti 2020, na categoria Ciência, juntamente com colunistas de jornais e escritores renomados", afirmou Fatibello-Filho, docente do Departamento de Química (DQ) da UFSCar e que há mais de 30 anos oferece na graduação e na pós-graduação disciplinas de eletroanalítica, abordando aspectos da potenciometria.
A obra trata da potenciometria em suas dimensões teóricas e práticas e em linguagem voltada a estudantes de graduação, de pós-graduação e também a pesquisadores das áreas de Química, Biologia, Farmácia, Alimentos, Ambiental e correlatas.
Os métodos potenciométricos são aqueles baseados em medidas de tensão (ou da força eletromotriz - f.e.m.) de uma célula galvânica. Esta medida de tensão entre dois eletrodos imersos em uma solução (substância inorgânica ou orgânica a ser determinada) se dá em condições de passagem de corrente desprezível entre o eletrodo indicador e o eletrodo de referência. Em outras palavras, os métodos potenciométricos de análise baseiam-se na medida do potencial de uma célula eletroquímica na ausência de corrente.
O livro possui treze capítulos: os 11 primeiros abordam a história dos métodos potenciométricos, desde uma introdução teórica até aspectos práticos. O capítulo 12 traz 15 experimentos para laboratórios de ensino e o capítulo 13 oferece exercícios e sugestões de atividades. 
Neste ano, o Prêmio Jabuti recebeu 2.599 inscrições, número 20% maior do que a edição de 2019. A lista com os cinco finalistas em cada categoria será divulgada no dia 5 de novembro no site do prêmio (www.premiojabuti.com.br). Já os vencedores e o ganhador do Livro do Ano serão anunciados em uma cerimônia de premiação totalmente online, que será transmitida ao vivo nas redes sociais da CBL, no dia 26 de novembro. Mais informações sobre o livro podem ser obtidas no site da EdUFSCar (www.edufscar.com.br).

SÃO PAULO/SP - Um menino que faz muita gente se identificar com ele, sejam as crianças ou mesmo os adultos que lembram da infância. O certo é que o personagem central do livro O Menino Maluquinho se mantém presente na memória dos leitores, que se divertem ao ver as estripulias desse garoto, que foi criado por Ziraldo em 1980. E ele completou no sábado, 24, incríveis 40 anos desde de seu lançamento. Mesmo dia, aliás, que seu autor comemora seus 88 anos de vida.

Essa é a história de um menininho muito esperto, que tinha macaquinhos no sótão e fazia muita confusão. Ele tem uns 8 ou 9 anos, idade que não se tem parada mesmo. Criativo demais, tem ideias que sobram, sempre maquinando alguma travessura para fazer junto com os amigos.

Esse garotinho traquinas, que usa uma panela como chapéu, extrapolou as páginas do livro, virou série animada, gibi, peça de teatro e dois filmes. Não só isso, desde seu lançamento, teve 129 edições, que conquistaram mais de 10 países, vendendo cerca de 4 milhões de exemplares. Uma realização para Ziraldo, que sempre enfatiza a importância de os pais encherem suas casas de livros.

E tanto é seu sucesso com o público jovem, e que vem passando de geração em geração, que O Menino Maluquinho saltou das páginas do livro escrito por Ziraldo para as telas do cinema, os palcos dos teatros e para a tela da TV. Ganhou o formato de animação em 2006, direção de César Rodrigues e roteiro de Cao Hamburguer e Anna Muylaert. Foi transformado em filme, dois na verdade, protagonizado pelo então ator-mirim Samuel Costa. O primeiro foi dirigido por Helvécio Ratton, em 1995, e o outro contou com a direção de Fernando Meirelles e Fabrizia Pinto, e foi lançado em 1998. No teatro, chegou em formato de musical, em 2014, com o ator João Lucas Martins no papel do Maluquinho, contando com direção de Daniela Stirbulov.

Em 2018, foi lançado o livro MMMMM – Mônica e Menino Maluquinho na Montanha Mágica, que fazia um crossover dos personagens criados por Ziraldo e por Mauricio de Sousa, com história de Manuel Filho. “Ziraldo é para um leitor com uma outra cabeça, mas felizmente os nossos leitores se dão bem. A pegada do Ziraldo é um pouquinho mais avançada nos temas. A minha é mais ingênua, mais roceira aqui, simplesinha ali”, definiu Mauricio sobre o amigo, em entrevista ao Estadão, na época do lançamento.

E acaba de chegar ao mercado, uma edição especial de O Menino Maluquinho, limitada e de luxo, pela Editora Melhoramentos.

Trecho de abertura do livro 'O Menino Maluquinho':

Era uma vez

um menino maluquinho

Ele tinha o olho maior que a barriga

tinha fogo no rabo

tinha vento

nos pés

umas pernas enormes

(que davam para abraçar o mundo)

e macaquinhos no sótão

(embora nem soubesse

o que significava

macaquinhos no sótão).

 

 

*Por: Eliana Silva de Souza / ESTADÃO

Novo livro do autor carioca Márcio Musa traz conselhos diários para quem quer refletir e relaxar

O carioca e advogado Márcio Musa, o Musinha ou simplesmente “MM”, reuniu por quase cinco anos suas reflexões e dilemas em blocos de notas e cadernos. Em 2020, ele decidiu compartilhar seus pensamentos – thoughts – com o mundo.

E deste livro, lançado pela Litteris Editora, é possível extrair todos os dias uma pílula do saber. Aprenda um pouco mais com MM Thoughts:

1 – AMENITIES. “Surfe, sol e cervejinha. Tem coisa mais agradável e amena ao espírito?” Reflexão de 17 de maio de 2017, mas que pode ser encaixada em qualquer data e realidade. Quem irá discordar de Musinha?

2 – SIMPLIFIQUE. “Podendo simplificar, simplifique. A vida já tem complicações suficientes.” A curta é de 25 de setembro de 2019. Mas o conselho é perfeito para 2020.

3 – ALEGRIA DE VIVER. “Alegria de viver é primordial”. Precisa dizer mais?

4 – CAUTELA. “Um pouco de cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém.” Está aí um fato! Pode ser sopa de legumes também. Mas cautela, sempre.

5 – SAUDADE. “Saudade é o amor que fica.” E está sempre presente!

6 – SEMENTES DO BEM. “Plante sementes (seeds) do bem para colher frutos do bem, leve o tempo que levar.”

7 – ROSA PODE. “Você pode Rosa, porque você é poderosa.” Rosas, Marias, Claudias e todas.

8 – STAY COOL. Stay cool, under pressureTarefa Difícil, porém importante.” Não deixe a pressão te prejudicar.

9 – NOVO DIA. “Hoje, um novo dia recomeça. Você pode ser feliz agora, mesmo sem ter conquistado tudo o que você queria.” Este pode ser um mantra para a vida.

10 – LET IT FLOW. E assim: “Deixa fluir que a felicidade vem.” Ela está lá, pronta para acontecer!

11 – GRATIDÃO. “Gratidão é a memória do coração.” Tem melhor forma de definir?

12. LEVE. “Leve a vida mais leve, antes que a vida te leve”. A mensagem é o que fica!

 

Ficha técnica:
Título:  MM Thoughts
Autor: Márcio Musa
Editora: Litteris
ISBN: 978-65-5573-000-5
Páginas: 88
Tamanho: 18 x 18 cm
Preço: R$ 44 e R$ 12 (E-book Kindle)
Link de venda: https://amzn.to/3lWvHJI

Sinopse:
Pouco mais de quatro anos do lançamento da sua fábula infanto-juvenil “Canários Livres”, Márcio Musa traz, em seu segundo livro, um apanhado de pensamentos, ideias, conselhos e curtas histórias registradas ao longo de quase duas décadas.

Este livro, no entanto, não é para crianças. MM compartilha tiradas espirituosas e algumas inquietudes, mostrando que sobriedade e loucura precisam coexistir. A publicação ainda conta com ilustrações de João “100DENT” Martin.

 

 

Sobre o autor:
Márcio Xavier Ferreira Musa, mais conhecido como Márcio Musa, o “MM” ou simplesmente Musinha, tem 46 anos, é carioca e formado em Direito. Aos 19 anos, tomou gosto pela leitura de contos, crônicas e alguns clássicos da literatura brasileira, sendo admirador das obras de Machado de Assis.

Em 2016, lançou o seu primeiro livro (de bolso), a fábula “Canários Livres”.

Redes Sociais:
Instagram: @marciomusa
Facebook: MarcioMusa
Twitter: @musa_marcio

Livro de Luciana Romão ensina a lidar com o medo na hora de dormir, na figura de uma garotinha que tenta vencer os fantasmas atormentando seu sono

 

“Boa noite”, diz a mamãe. É aí que tudo começa! Afinal, quem nunca teve medo de dormir quando as luzes se apagaram? Quem nunca conferiu embaixo da cama para checar se não tinha nada assustador por lá, além de poeira? O livro SONO, lançamento da Saíra Editorial, dialoga com esse e outros medos, que todos temos.

O enredo narra a dificuldade para dormir de uma pequena garotinha, que passa a imaginar monstros na escuridão depois do beijinho de boa-noite da sua mãe. Ela precisa encontrar, dentro de si, uma forma de transpor a noite sem que o medo seja mais forte que a vontade de descansar e ter uma boa noite de sono e de sonhos.

SONO é um livro para ser lido e visto. As ilustrações complementam o que as palavras não dizem e vice-versa. As sensações e os sentimentos, tão protagonistas quanto a garotinha cuja história se conta, aparecem em ilustrações surpreendentes de Luciana Romão, também autora do texto.

A obra se apresenta como uma espécie de terror infantil – mas que, claro, não assusta ninguém. A história pode ser ouvida em leitura compartilhada por crianças a partir de dois anos, como uma forma de afastar medos sobre o escuro, sobre o dormir e, por que não, ajudar os pequenos a se livrarem de outros fantasmas.

Ficha técnica:
Título:  Sono
Autora: Luciana Romão
EditoraSaíra Editorial
ISBN: 978-65-86236-00-2   
Páginas: 40
Tamanho: 16x 16 cm
Preço: R$ 19,90
Link de venda: https://amzn.to/38JwLKR

Sinopse:
Fechar os olhos, relaxar e dormir. Pode parecer tão simples! Mas pode ser tão complexo! Sono é um livro sobre essa grande aventura. 

Sobre a autora:
Luciana Romão nasceu e viveu boa parte da vida em São Paulo. Desde criança gosta de ler e de rabiscar seus cadernos, o que a levou a escolher a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP) para formação profissional. Tímida e introspectiva, gosta de expressar seus sentimentos em textos e ilustrações.

Insegura e perfeccionista, sabe que tem um longo caminho de estudos e experimentações pela frente. Teimosa, não vai abrir mão do direito à arte, ao erro, às reformulações constantes, ao livre-pensamento e às ideias mais radicais de solidariedade em sua vivência cotidiana no mundo.

Além de ilustradora, atualmente trabalha com educação não formal em Artes e Tecnologias. 

 

Redes sociais:
Instagram: @luluromao

 

Na publicação, pesquisador destaca a importância do Centro Cultural Quilombaque, no bairro de Perus da capital paulista

 

SÃO CARLOS/SP - Há uma absoluta necessidade de que o Centro Cultural Quilombaque, localizado na região periférica de Perus, na cidade de São Paulo, continue existindo. A afirmação é do professor Cesar Alves Ferragi, do Departamento de Geografia, Turismo e Humanidades (DGTH-So) do Campus Sorocaba da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e que está atuando na campanha de preservação do local. "O Quilombaque é um centro cultural, um local de resistência, que hoje está sendo ameaçado de despejo por conta da especulação imobiliária na região. Ele promove a transformação social desse bairro periférico por meio da consciência que a arte propõe", afirma.
"O Quilombaque é um suspiro no modo de vida das pessoas da região e sua extinção pode ser evitada", defende Ferragi, que esteve no local algumas vezes, com alunos da UFSCar e visitantes estrangeiros, em especial da Universidade Breda de Ciências Aplicadas, da Holanda, parceira da UFSCar. 
Durante as visitas, professores, alunos e comunidade conversaram sobre o chamado Turismo de Resistência, termo cunhado por visitantes da Organização Mundial do Lazer que ali estiveram. "A capacidade - e a necessidade - de construir juntos é algo que tem dado o tom de inovação social do Quilombaque", afirma Ferragi. "As visitas ao Quilombaque foram uma experiência marcante a todos nós. Marcaram porque percebemos como as pessoas de Perus e região estão dando conta de lidar com os silenciamentos e distanciamentos simbólicos das periferias do Brasil. Principalmente em termos de sua relação com o território, com a terra, com a história do local e com a ancestralidade do povo que ali habita", relata. 
Segundo ele, Perus foi um bairro famoso por conta da antiga fábrica de cimento, hoje desativada. "O vazio provocado pela entrada e saída de uma grande empresa, pareceu-nos simbolicamente uma experiência de desterritorialização das pessoas, que aparece muito no corpo, na dança, no grito do Quilombaque. Amanhã, caso o Quilombaque desapareça, as pessoas não terão mais o lugar que constela todas as suas relações de familiares, amigos... de comunidade. Como alguém que mora na Consolação, centro de São Paulo, percebi em Perus um grau de território, de relação com as trilhas, com a história, que hoje nos bairros centrais mal temos. Com a sua extinção, o que está em jogo é a imposição de um espaço confinado nessas vidas ali do entorno, um atestado claustrofóbico de um espaço que acabará virando doença, dor e impossibilidade", aponta o professor.
De acordo com ele, "a realidade periférica de Perus não fica atrás das demais tragédias comumente reportadas na mídia. Observamos habitações irregulares por todos os lados, esgotos a céu aberto e pouco verde nas ruas. Existe o tráfico, sim. Ao mesmo tempo observamos algumas hortas comunitárias, parques de skate... e uma grande árvore, gigantesca, plantada no Quilombaque. Isso para mim foi importante, ao ver como uma comunidade se ergue, orgânica, ampla e abrangente como uma árvore; como uma possibilidade de pulsão de vida, em contraponto às pulsões de morte. Ele representa um lugar para que narrativas próprias falem, para que pessoas da comunidade falem por elas próprias. Isso é inovação social, e faz bem".
Mesmo com todas as violências, o Quilombaque, conta Ferragi, vibra uma narrativa que não é contada, e que vai contra uma narrativa hegemônica de periferia como um lugar hostil, triste e perigoso. "É importante saber dessa narrativa, que é a vivida pelo Quilombaque. A força das pessoas que sustentam o Quilombaque é o que mais inspira. Força interior para retomar a vida exterior, uma vontade de fazer esforço na direção oposta daquilo que mingua suas potências. Os corpos que ali dançam e se expressam, na batida do Jongo, são resistências vivas em oposição aos corpos confinados em quartos escuros e sem janela", salienta o professor.

Publicação
A atuação de Ferragi junto ao Centro Cultural Quilombaque deu origem aos capítulo "Placemaking, Social Constructionism and Global South" (em Português, "Placemaking, Construcionismo Social e Sul Global"), publicado no "Manual SAGE de Práticas Construcionistas Sociais" ("The SAGE Handbook of Social Constructionist Practices"), da editora inglesa SAGE. O capítulo, em Inglês, tem a coautoria da professora Celiane Camargo-Borges, da Universidade Breda de Ciências Aplicadas, da Holanda, e descreve práticas de turismo de base comunitária em torno do Quilombaque.
Para saber mais sobre ao assunto, acesse o artigo publicado por Cesar Ferragi no Linkedin (https://bit.ly/3jOI9dj). Acompanhe as novidades sobre o Centro Cultural Quilombaque nas páginas do Facebook (facebook.com/quilombaque) e Instragram (instagram.com/quilombaque).

Obra, de autoria de Piero Leirner, está disponível nos formatos impresso e digital

 

SÃO CARLOS/SP - Estamos em "guerra". Não aquela com bombas e fogos, mas uma com avalanche de informações causando dissonâncias e induções a comportamentos direcionados. Esse cenário está retratado no livro "O Brasil no espectro de uma Guerra Híbrida: militares, operações psicológicas e política em uma perspectiva etnográfica", de autoria de Piero Leirner, docente do Departamento de Ciências Sociais (DCSo) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e publicado pela Editora Alameda. 
A obra tem como base a tese de titularidade defendida por Leiner em 2019, porém é resultado de mais de 25 anos de pesquisas sobre militares e teoria da guerra, desde o mestrado do pesquisador, defendido em 1995, até hoje.
A Guerra Híbrida que está no título é um dos termos que apareceram no imaginário recente para definir os fatos políticos que transformaram o Brasil na última década. "O livro procura tratar do tema, elaborando tanto a ideia que está por trás dessa forma de guerra - seus conceitos, suas modalidades, sua operacionalidade - quanto o modo específico em que ela foi e é aplicada no Brasil", descreve o autor, que acrescenta que, utilizando-se de elementos da Antropologia, da política e das teorias militares, a publicação traz uma explicação para vários processos que comumente estão associados a uma "polarização" do País.
O livro contém prefácio escrito pelo professor Marco Antonio Gonçalves, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), introdução e quatro capítulos. O caso estudado e relatado na obra leva a um dos protagonistas principais dessa forma de guerra, a híbrida, e sua estratégia: um certo grupo de militares, operações psicológicas e o modo como isso se disseminou na política. 
O resultado, que vai muito além da eleição de 2018, é a dissonância generalizada que impera no Brasil hoje, que aqui segue um dos conceitos centrais da Guerra Híbrida - a cismogênese, ou seja, a criação de divisões sociais com o objetivo de impossibilidade de qualquer pacto social. "Quando pesquisamos o que aconteceu com os militares nos últimos 10 anos, culminando com sua presença no atual Governo, vemos vários elementos de guerras híbridas aparecerem", afirma Leirner.
O livro está disponível nos formatos impresso e digital e pode ser adquirido no site da Editora.(https://bit.ly/3jp3IAZ).

Livro de Luciana Romão ensina a lidar com o medo na hora de dormir, na figura de uma garotinha que tenta vencer os fantasmas atormentando seu sono

 

“Boa noite”, diz a mamãe. É aí que tudo começa! Afinal, quem nunca teve medo de dormir quando as luzes se apagaram? Quem nunca conferiu embaixo da cama para checar se não tinha nada assustador por lá, além de poeira? O livro SONO, lançamento da Saíra Editorial, dialoga com esse e outros medos, que todos temos.

O enredo narra a dificuldade para dormir de uma pequena garotinha, que passa a imaginar monstros na escuridão depois do beijinho de boa-noite da sua mãe. Ela precisa encontrar, dentro de si, uma forma de transpor a noite sem que o medo seja mais forte que a vontade de descansar e ter uma boa noite de sono e de sonhos.

SONO é um livro para ser lido e visto. As ilustrações complementam o que as palavras não dizem e vice-versa. As sensações e os sentimentos, tão protagonistas quanto a garotinha cuja história se conta, aparecem em ilustrações surpreendentes de Luciana Romão, também autora do texto.

A obra se apresenta como uma espécie de terror infantil – mas que, claro, não assusta ninguém. A história pode ser ouvida em leitura compartilhada por crianças a partir de dois anos, como uma forma de afastar medos sobre o escuro, sobre o dormir e, por que não, ajudar os pequenos a se livrarem de outros fantasmas.

 

Ficha técnica:
Título:  Sono
Autora: Luciana Romão
EditoraSaíra Editorial
ISBN: 978-65-86236-00-2   
Páginas: 40
Tamanho: 16x 16 cm
Preço: R$ 19,90
Link de venda: https://amzn.to/38JwLKR

Sinopse:
Fechar os olhos, relaxar e dormir. Pode parecer tão simples! Mas pode ser tão complexo! Sono é um livro sobre essa grande aventura. 

Sobre a autora:
Luciana Romão nasceu e viveu boa parte da vida em São Paulo. Desde criança gosta de ler e de rabiscar seus cadernos, o que a levou a escolher a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP) para formação profissional.

Tímida e introspectiva, gosta de expressar seus sentimentos em textos e ilustrações. Insegura e perfeccionista, sabe que tem um longo caminho de estudos e experimentações pela frente.

Teimosa, não vai abrir mão do direito à arte, ao erro, às reformulações constantes, ao livre-pensamento e às ideias mais radicais de solidariedade em sua vivência cotidiana no mundo. Além de ilustradora, atualmente trabalha com educação não formal em Artes e Tecnologias. 

 

Redes sociais:
Instagram: @luluromao

Obra, no formato digital, pode ser acessada gratuitamente

 

SÃO CARLOS/SP - "O Chihuahua Anão" é o título do livro de crônicas do antropólogo Igor José de Renó Machado, docente do Departamento de Ciências Sociais (DCSo) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O livro é a transposição de um blog que o autor manteve entre 2009 e 2015 e que levava o mesmo título da obra. "Era a ideia de um pequeno cachorro latindo para o mundo todo, como fazia Max, o meu chihuahua, que era realmente anão", explica Machado. 

"A intenção de transformar o conjunto de posts em crônicas estava rondando a minha cabeça desde 2016, mas apenas agora, em meio à pandemia, tive a chance de trabalhar em cima dos textos de forma cuidadosa. Então podemos dizer que o livro é, de certa forma, filho da pandemia", conta o professor.

Para ele, um dos desafios foi, justamente, o de transformar em crônicas os posts digitais, principalmente porque eles recorriam ao uso de imagens, que eram usadas livremente. "Assim, a passagem do blog ao livro é também uma espécie de tradução de uma linguagem mais 'digital' para uma mais 'livresca'", analisa.

O livro traz crônicas antropológicas ou antropologias crônicas. "São exercícios de produzir um olhar antropológico sobre tudo o que nos cerca no cotidiano, tentando produzir estranhamentos e também ideias a partir dessas reflexões. Os assuntos tratados abrem um grande leque: o crescimento dos filhos, música, análise política, críticas sociais, investigações variadas, insights inesperados, descrições de situações inusitadas", descreve o autor. Para a obra, Machado escreveu cinco crônicas inéditas, que versam sobre a vida no contexto da pandemia da Covid-19.

A coletânea é voltada a todos que se interessem por um olhar diferente sobre o cotidiano. "É um exercício de literatura simultâneo a um exercício de antropologia, então o público do livro é aquele que se vê pensando sobre a própria vida e no que ela significa", conclui Machado. O livro, no formato digital, está disponível gratuitamente e pode ser acessado neste link https://bit.ly/3jwuYwQ.

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