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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.442 da Mega-Sena, realizado na noite de sábado (08) em São Paulo. O prêmio acumulou e deve pagar R$ 11 milhões no próximo sorteio, na quarta-feira (12).

Veja as dezenas sorteadas:

02 - 07 - 09 - 25 - 41 - 49

  • A Quina teve 63 apostas ganhadoras e cada uma recebe R$ 31.638,77.
  • A Quadra teve 4.651 apostas ganhadoras e cada uma vai ganhar R$ 612,23.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

 

 

Por: G1

BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem (8) que não há decisão tomada sobre reajuste de servidores públicos. Ele destacou que não existe reajuste garantido para nenhuma categoria.

“Primeiramente, não está garantido o reajuste pra ninguém. Tem uma reserva de R$ 2 bilhões, que você pode usar. Poderia ser usado para PF [Polícia Federal], PRF [Polícia Rodoviária Federal] e também o pessoal do sistema prisional, mas não está nada garantido”, disse a jornalistas após participar de um almoço de aniversário do advogado-geral da União, Bruno Bianco. A comemoração ocorreu em uma casa no Lago Sul, bairro nobre de Brasília.

No final do ano passado, o Congresso Nacional aprovou o Orçamento de 2022 com reserva de R$ 1,7 bilhão para reajuste das forças federais de segurança e cerca de R$ 800 milhões para agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias. No entanto, o aumento reservado apenas para servidores da área de segurança pública desagradou outras categorias do Executivo federal, que ameaçam deflagrar uma greve nacional no serviço público.

Bolsonaro lembrou que os servidores estão sem reajuste há três anos e que reconhece que eles “perderam bastante poder aquisitivo”. No entanto, segundo ele, encontrar espaço fiscal para aumento de salário é muito difícil.

“Não tem espaço no orçamento no momento. Você vê a dificuldade que foi de negociar a questão dos precatórios para poder dar o auxílio emergencial de R$ 400 para quem ganhava, em média, R$ 190”, disse.

Reforma ministerial

Na conversa com jornalistas, Bolsonaro também confirmou uma grande reforma ministerial para o fim de março, quando 12 ministros deverão deixar seus postos para concorrerem a cargos nas eleições deste ano. A lei eleitoral exige que integrantes do Poder Executivo deixem seus cargos pelo menos seis meses antes do pleito eleitoral. Se isso se confirmar, quase metade do primeiro escalão do governo federal, atualmente com 23 ministros, será substituído de uma só vez.

“Já começamos a pensar em nomes pra gente substituir”, disse o presidente, sem citar possíveis substitutos. Os ministros que devem deixar os cargos para concorrer nas eleições são: Anderson Torres (Justiça e Segurança Pública), Tereza Cristina (Agricultura), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), João Roma (Cidadania), Fábio Faria (Comunicações), Marcelo Queiroga (Saúde), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Gilson Machado (Turismo), Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Flávia Arruda (Secretaria de Governo) e Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos).

Tragédia em Capitólio

No início da entrevista, Bolsonaro foi perguntado sobre o desabamento de uma rocha do cânion de Capitólio, em Minias Gerais, que deixou, pelo menos, cinco mortos e várias pessoas feridas.

O presidente ainda não havia visto as imagens do acidente e um dos seus assessores mostrou o vídeo. Em seguida, Bolsonaro classificou o incidente como uma tragédia e disse que mobilizaria a Marinha para prestar auxílio no caso. Em nota, a Marinha do Brasil informou que abriu investigação sobre o acidente.

 

 

Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

LÍBANO - A empresa pública de eletricidade do Líbano (EDL) anunciou no sábado (08), que suas centrais estavam paradas e culpou manifestantes que cortaram uma linha de alta tensão pelo blecaute.

Os libaneses já vivem pelo menos 20 horas por dia sem luz, devido à escassez de combustíveis causada pelo colapso econômico do país. Neste sábado, manifestantes exasperados com essa situação atacaram uma central de distribuição da EDL na região de Aramun, informou a empresa. "Isso interrompeu a rede elétrica e causou um apagão completo em todo o território libanês às 17h27", acrescentou.

O novo corte aumentará a pressão sobre os geradores privados, que, a duras penas, conseguem aliviar a paralisação quase completa do abastecimento estatal de energia.

A conta de luz de uma família libanesa que usa as redes privadas supera o salário mínimo do país, equivalente a 22 dólares. A comunidade internacional exige que as autoridades libanesas, acusadas de corrupção endêmica, realizem reformas com urgência, principalmente na gestão da EDL.

O Líbano negociou no outono local com Egito e Jordânia o envio de gás e eletricidade através da Síria, enquanto o movimento xiita Hezbollah anunciou várias entregas de combustível.

 

 

AFP

CAZAQUISTÃO - O ex-chefe da inteligência do Cazaquistão foi preso sob suspeita de traição, informou no sábado (08), a agência de segurança estatal, enquanto a ex-república soviética reprime uma onda de agitação e começa a atribuir culpa.

A detenção de Karim Massimov foi anunciada pelo Comitê de Segurança Nacional, chefiado por ele até ser demitido pelo presidente Kassym-Jomart Tokayev na quarta-feira, após protestos violentos que varrem o país da Ásia Central.

De acordo com o gabinete de Tokayev, ele teria dito por telefone ao presidente russo, Vladimir Putin, que a situação estaria se estabilizando.

"Ao mesmo tempo, persistem focos de ataques terroristas. Portanto, a luta contra o terrorismo continuará com total determinação", disse ele.

O Kremlin disse que Putin apoiou a ideia de Tokayev de convocar uma videochamada de líderes da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO), sob cujo guarda-chuva a Rússia e quatro outras ex-repúblicas soviéticas enviaram tropas ao Cazaquistão para ajudar a restaurar a ordem. Não estava claro quando isso aconteceria.

Dezenas de pessoas foram mortas, milhares foram detidas e prédios públicos em todo o Cazaquistão foram incendiados na semana passada na pior violência vivida no produtor de petróleo e urânio desde que se tornou independente, no início dos anos 1990, quando a União Soviética entrou em colapso.

 

 

Por Olzhas Auyezov e Tamara Vaal - Reuters

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