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Redação

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 Jornalista/Radialista

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IBATÉ/SP - O Hospital e Maternidade Municipal de Ibaté, que presta atendimento 100% SUS (Sistema Único de Saúde) à população ibateense, apresentou nesta quarta-feira, 25 de maio, um balanço dos atendimentos realizados pela unidade de saúde. 

Em quase três meses [março-abril-maio] foram realizados 20.428[vinte mil, quatrocentos e vinte e oito] atendimentos somente no pronto-atendimento do Hospital, onde o paciente passa por uma triagem para verificar sinais vitais (temperatura, oxigenação, pressão arterial, peso, estatura e principais queixas). Após esse pré-atendimento, ele é encaminhado ao consultório médico, sempre priorizando os casos mais graves, idosos, crianças e gestantes.

Vale destacar que a unidade está em pleno funcionamento 24 horas, 7 dias por semana, ininterruptamente, com atendimentos de urgência e emergência para toda a comunidade, inclusive, com internações e cirurgias de pequena e média complexidade. 

Nestas últimas semanas, os casos de Dengue no município cresceram bastante e, nos últimos dias, pacientes com sintomas gripas [Covid-19] também aumentaram a fila de atendimento médico hospitalar. “Esses últimos meses têm sido de intenso trabalho e desafios”, contou a secretária municipal da Saúde, Elaine Sartorelli Breanza.
Elaineressalta que o Hospital de Ibaté possui uma equipe especializada composta por 4 médicos (que trabalham em dupla em plantão de 12h), 11 enfermeiros, 35 auxiliares de enfermagem, 8 recepcionistas, 1 nutricionista, 1 farmacêutico, 2 auxiliares de farmácia, 5 técnicos de raio-x, 1 técnico de gesso, 14 na equipe de limpeza, e a vice-prefeita Ivani Almeida da Silva vai completar essa equipe para procurar a excelência no atendimento.

“Todos têm se dedicado ao máximo por cada cidadão que busca atendimento hospitalar. Infelizmente, uma certa parcela da população prefere utilizardas redes sociais para criticar o atendimento do nosso hospital, que é realizado por esses profissionais, ou seja, por pessoas. Sabemos que falhas acontecem, mas sempre que a gente toma conhecimento, procuramos apurar e saber o que de fato aconteceu e tomar todas as medidas cabíveis”, destacou Elaine. “O que não podemos é generalizar, afinal, todos os cidadãos que procuram por atendimento no hospital, são atendidos e ninguém fica sem ser medicado”, completou.

Elaine lembra que quando ocorre demora no atendimento é por conta de casos mais graves que estão sendo atendidos pelos profissionais. “Até em hospitais de excelência, esses de planos privados, esses fatos acontecem. As unidades de urgência e emergência são obrigadas a priorizarem casos mais graves. Recentemente, vimos hospital particular de São Carlos, com mais de 3:30 horas de espera por atendimento médico. Com a crescente no atendimento, isso é normal nos dias de hoje”, afirmou.

O prefeito de Ibaté, José Luiz Parella, ressalta que a prefeitura sempre investiu mais do que o dobro daquilo que a lei exige que seja investido na área da Saúde. “Sempre priorizamos a Saúde. Cada cidadão pode entrar no Portal da Transparência e ver que Ibaté investe quase 40% na saúde”, afirmou. 

O prefeito destaca que, atualmente,o cidadão ibateense conta com a Ouvidoria Pública Municipal, criada para facilitar a comunicação entre o Poder Público e a população, recebendo denúncias, reclamações, solicitações de providência por parte da Administração Municipal e representações sobre atos irregulares ou que violem os direitos individuais ou coletivos, praticados por servidores da Administração Pública Municipal Direta e Indireta. “Se não está sendo bem tratado, reclame no telefone 3343-9800, ramal 2099, por e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo site da prefeitura [www.ibate.sp.gov.br/ouvidoria]. Só ficar postando nas redes sociais não adianta. A população pode entrar em contato com a nossa Ouvidoria Municipal e nos ajudar a seguir melhorado o atendimento da saúde em nossa cidade”, finalizou.

BRASÍLIA/DF - Nova pesquisa eleitoral divulgada pelo PoderData na quarta-feira (25) mostra que o ex-presidente Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) estão estagnados há 1 mês. O petista contabiliza 43% das intenções de voto – ele subiu 1% em relação à pesquisa anterior, do início do mês –, enquanto Bolsonaro recebe 35%.

Realizada entre domingo de manhã e terça-feira (22), a pesquisa conseguiu captar um pouco do cenário sem João Doria (PSDB) na disputa. O tucano desistiu de sua candidatura na segunda-feira (23).

Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro com 5%, seguido por Andre Janones (Avante) com 3%, Simone Tebet (MDB) com 2% e o agora ex-candidato João Doria com 1%.

Segundo o instituto, a saída de Doria, que pontuava de 2% a 4% não gerou benefícios à campanha de Simone Tebet, neste momento a escolhida para representar uma terceira via na disputa com Ciro Gomes. A expectativa é de que um novo levantamento nas próximas duas semanas possa indicar o real impacto da saída do ex-governador de São Paulo da disputa.

Foram entrevistadas 3 mil pessoas por telefone em 27 unidades da federação entre os dias 22 e 24 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o intervalo de confiança da pesquisa é de 95%.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro sancionou na quarta-feira (25) o Projeto de Lei 3.188/2021, que que mantém recursos para garantir empréstimos a micro e pequenas empresas por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O texto foi aprovado em definitivo pelo Congresso Nacional no fim de abril.

A norma que agora entra em vigor adia para 2025 a devolução ao Tesouro Nacional de valores não utilizados de um fundo relativo a empréstimos do Pronampe. O programa foi criado em maio de 2020 para auxiliar financeiramente os pequenos negócios e, ao mesmo tempo, manter empregos durante a pandemia de covid-19. No ano passado, o Pronampe se tornou uma política pública permanente do governo federal.

A estimativa do governo é garantir pelo menos R$ 50 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas com o programa, através do sistema financeiro. A nova rodada do Pronampe vai abranger também microempreendedores individuais (MEIs), que somam cerca de 13 milhões de pessoas. Somando às mais de 5,5 milhões de micro e pequenas empresas, a nova fase do Pronampe tem o potencial de atender mais de 20 milhões de empresas e microempreendedores, que representam 98% das empresas do país.

Mudanças

A proposta sancionada torna permanente o uso de recursos do Fundo de Garantia de Operações (FGO) em operações não honradas. Uma das alterações aprovadas no Congresso dispensa as empresas de cumprirem cláusula de manutenção de quantitativo de empregados prevista nas contratações até 31 de dezembro de 2021. Essa regra só será restabelecida para empréstimos feitos a partir de 2022.

O texto também acaba com a data limite, estipulada até o fim de 2021, para que o governo aumente o aporte de recursos ao FGO para atender o Pronampe, pois o programa se tornou permanente. Caso esse aumento de participação da União aconteça por meio de créditos extraordinários, os valores recuperados ou não utilizados deverão ser destinados à amortização da dívida. Já outros valores utilizados pelo FGO para honrar prestações não pagas deverão ser direcionados para a cobertura de novas operações contratadas.

O nova lei ainda estabeleceu uma mudança no Programa de Estímulo ao Crédito (PEC) para ampliar o seu acesso a empresas com até R$ 300 milhões de receita bruta anual, consideradas de médio porte.

A legislação que criou o programa destinava o PEC somente a microempreendedores individuais (MEI), a micro e pequenas empresas, a produtores rurais e a cooperativas e associações de pesca e de marisqueiros com receita máxima de R$ 4,8 milhões. Para o público-alvo atual, o texto reserva 70% do valor total que pode ser contratado.

O programa permite aos bancos contarem com créditos presumidos de tributos federais a serem usados para diminuir o valor a pagar em troca de empréstimos feitos sob seu risco. As contratações de operações, cujo prazo de funcionamento tinha acabado em 2021, serão reabertas até dezembro de 2022.

Outra medida incluída na lei é a dispensa de exigência de apresentação de alguns tipos de certidões pelos interessados em obter empréstimo, como as de quitação eleitoral, comprovação do recolhimento do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) e Certificado de Regularidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, para as instituições que emprestarem por meio do PEC.

Veto

Por orientação da área jurídica, segundo o Palácio do Planalto, o presidente da República decidiu vetar os dispositivos da lei que dispensavam apresentação da Certidão Negativa de Débito (CND) relativa à Seguridade Social por meio do PEC.

Na avaliação do governo, a medida viola a Constituição Federal, que veda acesso a crédito e benefícios tributários de pessoa jurídica devedora da Previdência Social.

 

 

 Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil

LA PAZ - O governo boliviano disse nesta quarta-feira que busca negociar um preço melhor para o gás natural que entrega à estatal brasileira Petrobras, já que nas condições atuais o país andino só teria prejuízos.

A Petrobras paga entre 6 e 7 dólares por milhão de unidade térmica britânica (BTU, na sigla em inglês), mas há empresas privadas no Brasil interessadas em comprar esse recurso a preços que variam entre 15 e 18 dólares por milhão de BTU, revelou o ministro de Hidrocarbonetos e Energia da Bolívia, Franklin Molina.

"Tentamos de forma escrita e formal solicitar a renegociação do contrato com a Petrobras... a resposta não foi a esperada", disse ele em nota à imprensa.

Nas condições atuais “nossa empresa perde cerca de 70 milhões de dólares por ano e, se somarmos os baixos custos do gás, o resultado não é favorável para o país”, acrescentou Molina.

Por contrato, a Bolívia deve enviar no máximo 20 milhões de metros cúbicos por dia para o mercado brasileiro, mas nas últimas semanas os volumes foram reduzidos em 30%.

Segundo o governo brasileiro, a Bolívia reduziu a oferta de gás natural para entregá-lo à Argentina.

O critério para redirecionar parte do gás natural que é enviado ao Brasil é "puramente econômico" e responde aos interesses da Bolívia, explicou o gerente de Contratos de Exportação de Gás Natural da YPFB, Oscar Claros.

"O preço do gás com a Argentina, em primeiro lugar, é mais alto do que com o mercado brasileiro, mas também foi negociado um prêmio" e isso "nos permite cobrir mais do que qualquer possível penalidade ou contingência que tenhamos com o mercado brasileiro", disse.

A Bolívia está comprometida em entregar 14 milhões de metros cúbicos por dia ao mercado argentino durante a temporada de inverno, com possibilidade de expansão para 18 milhões. O preço médio do gás embarcado seria de 12 dólares por milhão de BTUs.

 

 

Reportagem de Daniel Ramos / REUTERS

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