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Redação

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 Jornalista/Radialista

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JAPÃO - A seleção brasileira feminina de handebol derrotou a Hungria por 33 a 27, na madrugada desta terça-feira (27) no Ginásio Nacional Yoyogi, em jogo válido pela segunda rodada do Grupo B da Olimpíada de Tóquio (Japão).

Este é um resultado muito importante, especialmente após o empate, por 24 a 24, no jogo de estreia contra a equipe do Comitê Olímpico Russo. Com o triunfo, o time do Brasil soma 3 pontos na competição.

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O próximo compromisso da seleção feminina na competição será nesta quarta-feira (28), quando enfrenta a Espanha a partir das 23h (horário de Brasília).

 

 

*Por Agência Brasil

JAPÃO - O brasileiro Gustavo Tsuboi derrotou o nigeriano Quadri Aruna por 4 sets a 2, na noite de segunda-feira (26) no Ginásio Metropolitano de Tóquio, e garantiu a classificação para as oitavas de final do torneio de tênis de mesa da Olimpíada.

Com a atual campanha, Tsuboi já igualou Hugo Calderano e Hugo Hoyama com a melhor participação de um atleta do país em edições de Jogos Olímpicos no torneio individual.

“Procurei não pensar nesse tipo de coisa, como recordes e feitos históricos, pensei mais em como desenvolver meu jogo. Acho que essas coisas podem atrapalhar se você pensa muito nisso, mas, com certeza, agora, depois do jogo, mais relaxado, fico muito contente de contribuir para o meu país”, declarou o atleta ao Comitê Olímpico do Brasil (COB).

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Nas oitavas de final, na madrugada desta terça-feira (27), ele enfrenta o taiwanês Lin Yun Ju.

Calderano confirma favoritismo

Quem também venceu pelo tênis de mesa foi Hugo Calderano, que bateu o esloveno Bojan Tokicpor 4 sets a 1. Agora, nas oitavas, o carioca terá pela frente o coreano Woojin Jang.

 

 

*Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional

*AGÊNCIA BRASIL

SÃO PAULO/SP - Os anticorpos gerados pela CoronaVac, vacina contra covid-19 do laboratório chinês Sinovac, caem para um patamar inferior seis meses após a aplicação da segunda dose na maioria das pessoas, uma terceira dose possa ter um importante efeito de reforço, de acordo com um estudo realizado em laboratório.

Em publicação, pesquisadores chineses relataram as descobertas obtidas em um estudo de amostras de sangue coletadas de adultos saudáveis de idade entre 18 e 59 anos, mas ainda não revisada por outros cientistas.

De acordo com a publicação, para os participantes que receberam duas doses, com intervalo de duas ou quatro semanas entre elas, somente 16,9% e 35,2% respectivamente ainda tinham um nível de anticorpos neutralizantes acima da marca considerada importante seis meses após a segunda dose.

Essas leituras se basearam em dados de dois grupos envolvendo mais de 50 participantes cada, enquanto o teste aplicou uma terceira dose em 540 participantes no total.

Quando participantes de alguns grupos receberam a terceira dose, cerca de seis meses após a segunda, os níveis de anticorpos neutralizantes depois de um período adicional de 28 dias cresceram entre 3 e 5 vezes na comparação com os patamares vistos quatro semanas após a segunda dose, mostrou o estudo.

O estudo foi realizado por pesquisadores da autoridade de controle de doenças da província de Jiangsu, da Sinovac e de outras instituições.

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Os pesquisadores alertaram que o estudo não testou o efeito dos anticorpos sobre variantes mais transmissíveis e que mais pesquisa é necessária para determinar a duração dos anticorpos após a terceira dose.

 

 

*Por Reuters

*R7

SÃO PAULO/SP - Mesmo com a pandemia de covid-19 e desafios impostos por escassez e aumento nos custos do aço, a expectativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) para o crescimento do setor em 2021 subiu de 2,5% para 4%.

A projeção é do estudo Desempenho Econômico da Indústria da Construção do 2º Trimestre de 2021, realizado pela CBIC.

O setor da construção começou 2021 com expectativa de crescer 4% no ano. Com os desafios decorrentes da pandemia e a continuidade dos aumentos nos custos dos materiais, a previsão foi reduzida para 2,5%, em março. E agora voltou para 4%, o maior crescimento desde 2013.

O presidente da CBIC, José Carlos Martins, disse que a estratégia do setor para enfrentar a falta ou o custo de matéria-prima para os empresários da construção será “um choque de oferta por meio da importação de produtos”.

Ele acrescentou que a demanda consistente por imóvel, as baixas taxas de juros e o incremento do crédito imobiliário vão continuar ao final de 2021 e em 2022. Para Martins, com os juros baixos, a prestação pode até ser inferior a um aluguel.

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"Um ponto em relação à pandemia é que as pessoas ficaram atualmente mais em casa e perceberam a importância da residência e de ficar junto dos familiares. Isso gerou uma demanda enorme por novas moradias, inclusive moradias adequadas para o novo momento que estamos vivendo", disse Martins.

 

 

*Por Antônio Claret Guerra - Repórter da Agência Brasil

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