Jornalista/Radialista
O vereador também apresentou moções de congratulações ao delegado seccional Dejair Rodrigues e ao investigador José Donizete da Silva Sarrat
SÃO CARLOS/SP - O vereador Lucão Fernandes (MDB) apresentou na sessão desta terça-feira (31), Projeto de Decreto Legislativo para conceder o título de "Cidadão Honorário de São Carlos" ao Doutor Geraldo Souza Filho, delegado assistente da Delegacia Seccional da Polícia Civil de São Carlos.
Na mesma sessão, Lucão manifestou congratulação ao Delegado de Polícia Titular da Delegacia Seccional de Polícia de São Carlos, Dejair Rodrigues que completou nesta quarta-feira (01) um ano à frente do comando da Delegacia Seccional, desempenhando um trabalho essencial à justiça e à segurança pública de nosso município e região.
O parlamentar também manifestou congratulação ao Investigador de Polícia – Classe Especial, José Donizete da Silva Sarrat, por seus honrosos trabalhos indispensáveis à solução de conflitos e à garantia do bem estar coletivo e o respeito à dignidade da pessoa humana.
Geraldo Souza Filho - Nascido em São José do Rio Preto, mas criado em Ribeirão Preto onde se casou em 1988 constituindo família com esposa e dois filhos, o delegado Geraldo Souza Filho graduou-se como Bacharel em Direito pela Universidade de Ribeirão Preto, UNAERP em 1989 e foi aprovado no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no ano seguinte; ingressou mediante concursos públicos na Polícia Civil em julho de 1985 como investigador e em abril de 1993 como Delegado de Polícia. Chefiou as Delegacias dos municípios de Viradouro e Monte Azul Paulista, no período de 1993 a junho de 2006; em julho de 2006 foi designado para atuar em São Carlos sendo Delegado Titular nas seguintes unidades: 1° e 4° Distritos Policiais; Delegacia de Investigações Gerais (DIG); Diretor da 26ª Ciretran e Membro da Equipe Corregedora, desde o ano de 2013 é assistente da Delegacia Seccional de Polícia de São Carlos e responsável pelo Centro de Inteligência.
Paralelo à atividade policial, Geraldo foi professor de Processo Penal na Faculdade de Direito de São Carlos (FADISC) nos anos de 2007 e 2008, e Vice-Diretor da Faculdade em 2008. Ele é Pós-Graduado em Inteligência Estratégica pela Universidade Cândido Mendes-WPós no Rio de Janeiro em 2014.
Geraldo Souza Filho também foi presidente do Rotary Club de Viradouro 1995-1996; recebeu Título de Cidadão Monteazulense em 2006, recebeu moções de congratulações das Câmaras Municipais de Bebedouro e Catanduva SP por esclarecimentos de crimes de repercussão nacional e em janeiro deste ano foi homenageado pelo Governador João Dória com o Prêmio de “Policial Nota 10” pelo esclarecimento do homicídio do prefeito de Ribeirão Bonito.
“Nesta homenagem a esses valorosos delegados e policiais civis, quero homenagear cada delegado de nossa cidade, verdadeiros guerreiros que e suas delegacias e em suas ações, colocam suas vidas em risco para proteger nossa população. Esses policiais são verdadeiros gladiadores em defesa da população”, destacou Lucão.
RIO DE JANEIRO/RJ - Andressa Urach revelou o nome de seu segundo filho, fruto do relacionamento com o atual marido Thiago Lopes. A modelo contou que desejava que bebê se chamasse Bolsonaro, em homenagem ao presidente Jair Bolsonaro, mas aceitou o pedido de seu primogênito, Arthur, para dar o nome de Léon ao irmão.
“Eu queria Leão, leão da selva, mas o Thiago não deixou. [León] Significa valente como um leão, então quase ficou leãozinho”, disse ela em um vídeo no seu canal no YouTube.
Ela ainda contou que gostaria de outro nome para o filho: “Somos bolsonaristas assumidos. O Thiago fez uma brincadeira e, no fim, nossa, algumas pessoas não entenderam. Resultado da história, falando do nome do neném, já que chegamos a este ponto, queria que se chamasse Bolsonaro”.
*Por: Maria Luise Brey / METROPOLITANA
JAPÃO - Na estreia do tae-kwon-do nos Jogos Paralímpicos, o Brasil já foi bem. Nathan Torquato competiu na categoria até 61kg da classe K44 (atletas com limitações de apenas um lado do corpo, na perna ou braço) e deveria encarar Mohamed Elzayat, do Egito, na final. O adversário até tentou voltar após sofrer um golpe irregular na semi, mas não teve condições e o brasileiro foi declarado campeão.
Na semifinal, Elzayat sofreu um golpe irregular no rosto do russo Daniil Sidorov, teve que ser retirado de maca do tatame, foi para o hospital e tentou voltar para lutar, mas não conseguiu. O egípcio se apresentou para o combate, apenas para o juiz encerrar no primeiro segundo e declarar Nathan como medalhista de ouro.
Nathan estreou contra Parfait Hakizimana, atleta de Burundi que compete pelo Time de Refugiados, e venceu por 27 a 4. Na sequência, enfrentou o japonês Mitsuya Tanaka por 58 a 24, e avançou para a semifinal.
Na fase seguinte, encarou o italiano Antonino Bossolo e, em uma luta mais equilibrada, triunfou por 37 a 34. O brasileiro começou bem a luta, abrindo dois pontos de vantagem no primeiro round. No segundo foi onde conseguiu o seu maior estrago, colocando o placar em 24 a 13 entrando no período final. No último, o italiano reagiu e chegou a cortar a diferença para apenas um ponto, mas Nathan conseguiu segurar e sair com a vitória.
Nathan Torquato tem 20 anos e é de Praia Grande-SP. Ele começou a lutar taekwondo com apenas três anos e, apesar de ter dismelia (um movimento para fora do centro do corpo) no braço esquerdo, competiu no esporte olímpico até 2017, quando foi para o paralimpíco. Foi campeão parapan-americano em 2019, em Lima.
*Por: ESTADÃO
CAMPINAS/SP - Antes de chegar em nossas mesas, o mel que comemos precisa ser extraído das colmeias e processado. Mas durante o trajeto entre o apiário e a indústria, o lote de mel pode se cristalizar, gerando atrasos na produção porque o processo consolidado hoje no mercado para descristalização de mel leva dias. Uma alternativa para solucionar esse problema é um equipamento que utiliza um método descristalizador de mel desenvolvido e testado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ele agiliza esse processo a ponto de reduzir a espera em até 33 vezes.
A tecnologia que está disponível para licenciamento propõe, de acordo com seus inventores, diminuir o tempo de descristalização do mel para até cinco horas, o que otimiza a etapa de processamento industrial do alimento, enquanto da forma tradicional pode-se levar até sete dias. O pedido de patente foi depositado via Agência de Inovação da Unicamp (Inova) e concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
A cristalização do mel ocorre naturalmente por diversos motivos, que vão desde o tipo do mel ao clima ou do local de colheita ao tempo de armazenamento. Apesar de natural, causa problemas no processamento e envase, que passam por etapas de filtragem para remoção de restos de pólen, cera de abelha e outros resíduos que possam vir na colheita do produto.
A forma mais tradicional de descristalização envolve deixar os tambores, alguns com mais de 200 litros, que são usados no transporte do mel, numa espécie de sauna seca. O alimento é aquecido por convecção com corrente forçada de ar entre 45 e 58ºC. Uma operação demorada que pode levar de 4 a 7 dias dependendo do estágio da cristalização.
O novo método utilizado pelo descristalizador de mel desenvolvido na Unicamp associa tratamento térmico em banho de água quente com a agitação controlada dos tambores A água facilita a transferência de calor para o interior do latão que é mantido lacrado, assim o mel não tem contato direto com ela.
O movimento contínuo também acelera o retorno dos cristais de açúcar à forma líquida. Aumenta a eficiência, padroniza a descristalização, e, ainda, melhora os parâmetros de qualidade do mel, em função do aumento da velocidade de penetração do calor.
Outra vantagem do método desenvolvido na Unicamp está na etapa de filtração. A viscosidade do mel cai a temperaturas mais altas e isso melhora a fluidez, facilitando a operação de filtragem, blendagem quando for o caso e o posterior envase.
O emprego de altas temperaturas no mel é um problema tecnológico, pois pode alterar muitas das propriedades do alimento, como o aumento do hidroximetilfurfural (HMF) numa reação que causa escurecimento do produto em função da decomposição da glicose. Outro importante indicador de qualidade está relacionado à diminuição da enzima diastase, produzida pelas abelhas durante a digestão do pólen.
Ambos modificam o valor nutricional do produto e carregam teores, inclusive, fixados pela legislação. Os limites são usados como indicadores de processamento e armazenamento inadequados, envelhecimento ou mesmo adulteração do mel com xaropes e, por isso, a temperatura ideal é uma preocupação dos produtores. O método de descristalização com agitação e tratamento em água aquecida não influenciou nas características físico-químicas do produto e ainda obteve resultados mais positivos na preservação dos parâmetros naturais.
Neste trabalho, estudamos a cinética de formação do HMF e da destruição da enzima. Vimos que era possível trabalhar numa temperatura mais alta por um tempo mais curto e ter um efeito melhor do que a descristalização tradicional, feita em temperaturas mais brandas por longos períodos, explica o professor Flávio Luís Schmidt, da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp, sobre o estudo que embasa o pedido de patente realizado pela Inova.
Leia matéria na íntegra no site da Agência de Inovação da Unicamp.
*Por: eCycle
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