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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos agendou para esta segunda-feira (9) às 17h30 uma audiência pública para a realização de palestras sobre a Semana Nacional da Família. O evento é uma solicitação dos vereadores André Rebello (DEM), Lucão Fernandes (MDB), Ubirajara Teixeira – Bira (PSD), Moisés Lazarine (PSL) e Sérgio Rocha (PTB), integrantes da Comissão Provisória de Estudo em Defesa da Vida e da Família.

Os palestrantes convidados a participar são: Enrico Misasi (PV), deputado federal; Dra. Angela Gandra, secretária nacional da Família; Luis Enrique Paulino Carmelo, psicólogo; e Rivelli da Silva Pinto, diretor geral do IFSP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo) - Campus São Carlos.

Em virtude da pandemia de Covid-19, a população não terá acesso ao plenário do Legislativo, mas poderá acompanhar a audiência ao vivo pelo Canal 8 da NET, pela rádio São Carlos (AM 1450), e pelo site (camarasaocarlos.sp.gov.br), Youtube (youtube.com/user/camarasaocarlos) e Facebook (facebook.com/camaramunicipaldesaocarlos/) oficiais da Câmara Municipal.

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Também é possível ter acesso ao evento pela plataforma Zoom, por meio do link: https://us06web.zoom.us/j/84634116384?pwd=S0lOQnVBY1I0NDIzOVltdU9oQkwrUT09.

SÃO PAULO/SP - Se ao olhar essa receita você sente que é cara e difícil de preparar, não se engane! A receita de torta de morango gelatinada é a opção perfeita para quem quer inovar na cozinha e fazer uma sobremesa deliciosa, econômica e prática! Com poucos ingredientes e um passo a passo fácil, até a pessoa mais desastrada na cozinha consegue preparar essa delícia da confeitaria. Ainda não acredita? Veja a receita da torta de morango gelatinada e tire a prova você mesmo!

Ingredientes da torta de morango gelatinada

  • 1 pacote de biscoito maisena triturado (200g)
  • 3 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 clara

Recheio

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 caixa de creme de leite
  • 1 envelope de gelatina em pó sem sabor
  • 2 xícaras (chá) de morangos cortados ao meio

Cobertura

  • 1 caixa de gelatina sabor morango
  • 1/2 xícara (chá) de água quente
  • 1/2 xícara (chá) de água fria

Modo de preparo de torta de morango gelatinada

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Em uma vasilha, misture o biscoito triturado, a manteiga e a clara até formar uma farofa bem úmida. Espalhe no fundo de uma fôrma de aro removível de 24cm de diâmetro. Leve ao forno médio, preaquecido, por 10 minutos ou até firmar. Retire e deixe esfriar. Para o recheio, bata no liquidificador o leite condensado, o creme de leite e a gelatina preparada conforme as instruções da embalagem por 1 minuto. Despeje na fôrma sobre a massa e leve à geladeira por 2 horas. Espalhe os morangos sobre a torta. Dissolva a gelatina de morango na água quente e misture com a água fria. Despeje cuidadosamente sobre os morangos e volte à geladeira por mais 4 horas. Retire, desenforme e sirva.

 

 

Colaborador: Ângela Cardoso/fernando Santos

*Por: GUIA DA COZINHA

Estudo na área de Psicologia convida crianças e responsáveis voluntários

 

SÃO CARLOS/SP - Com quem crianças preferem aprender novas informações: pessoas com o biotipo magro ou gordo? Essa é a pergunta que norteia uma pesquisa de doutorado na área de Psicologia do desenvolvimento infantil, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Para a realização do estudo, estão sendo convidadas crianças de 3 e 4 anos acompanhadas por um responsável ou cuidador para participação de maneira remota.
A pesquisa, intitulada "Dois pesos, duas medidas: confiança seletiva e discriminação por peso em crianças pré-escolares", é desenvolvida por Ana Carolina Messias, com orientação da professora Débora de Hollanda Souza, do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar, e conta com financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Com o trabalho, a pesquisadora busca "uma forma de entender melhor sobre como crianças pré-escolares se relacionam com diferentes biotipos, um tema que está bastante relacionado com as questões de gênero [estudadas por ela no mestrado] e que ainda precisa ser mais bem explorado na psicologia do desenvolvimento infantil".
Além de ajudar a entender melhor os vieses de crianças muito pequenas, a pesquisa também pode "embasar futuros programas de intervenção para minimizar os estigmas em relação às pessoas gordas e possíveis consequências desses estigmas como, por exemplo: baixa autoestima, comportamentos pouco saudáveis para controlar o peso e depressão", explica Messias. 
O estudo, segundo a doutoranda, ganha maior relevância no atual cenário: "Vivemos em um momento em que a ciência e as informações de qualidade vêm perdendo espaço para notícias e informações falsas. Então, estudar os critérios utilizados por crianças pequenas na hora de consumir informações é um ponto de partida interessante no combate às fake news".

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Como participar
Durante o trabalho, Ana Carolina Messias apresentará vídeos, histórias, figuras e fará perguntas às crianças. A participação tem duração aproximada de 30 minutos e será realizada de maneira remota. Mais informações podem ser encontradas neste vídeo (https://youtu.be/sHZ-6pAOzms).
Para manifestar interesse, o responsável deve entrar em contato diretamente com a pesquisadora pelo e-mail anacarolinamessias@rocketmail.com ou pelo telefone (16) 99189-5675 (também WhatsApp). Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 28447120.8.0000.5504).

SÃO PAULO/SP - Depois de eleger 52 deputados federais na esteira de Jair Bolsonaro, em 2018, e romper com o presidente no ano seguinte, o PSL fechou uma aliança estratégica com o MDB para tentar se manter relevante nas articulações políticas visando as eleições de 2022. A aproximação entre as legendas, antecipada pela Coluna do Estadão, começou durante um jantar em São Paulo, no início de junho, que reuniu o ex-presidente Michel Temer, o presidente do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), e o presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE).

Pelo acerto inicial, as duas siglas vão lançar um programa conjunto produzido pelas fundações Indigo (PSL) e Ulysses Guimarães (MDB), e apresentar candidaturas presidenciais próprias com o intuito de convergir em uma chapa única no começo do ano que vem. Os emedebistas apostam na senadora Simone Tebet (MT) e o PSL, no apresentador José Luiz Datena.

Nos bastidores, porém, Datena já avisou que prefere disputar o Senado, e Bivar, então, seria indicado como vice de Simone nas negociações que buscam um nome da terceira via para enfrentar Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2022.

Em outra frente, o PSL mantém acesa a possibilidade de uma fusão, seja com o MDB ou outra sigla. Ao Estadão, Bivar admitiu negociações nessa linha e disse que as fusões são uma “tendência” no longo prazo.

Independentemente da sucessão presidencial, MDB e PSL querem estar juntos nas disputas estaduais e já trabalham na construção de um mapa nacional que privilegie essa dobrada. “O MDB e o PSL largaram na frente e estarão irmanados. Lá na frente vamos conversar sobre quem será nosso candidato (a presidente)”, disse o deputado federal Júnior Bozella (SP), vice-presidente do PSL. Segundo ele, quem estiver “mais bem posicionado” vai indicar a cabeça de chapa.

Nas eleições de 2018, os dois partidos viveram momentos opostos. O MDB caiu de 66 deputados eleitos em 2014 para 34, enquanto o PSL saltou de 1 para 52.

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Apesar das tratativas, há obstáculos como a proximidade de emedebistas com Lula e o PT em palanques estaduais prioritários – incluindo Pará, com Jader e Helder Barbalho; e Alagoas, com Renan Calheiros e Renan Filho.

Em meio a essas tratativas, foi Baleia Rossi quem articulou a ida de Datena para o PSL. O objetivo foi isolar a ala bolsonarista da sigla, que ainda tem influência do deputado Eduardo Bolsonaro (SP). “Há uma tentativa de juntar as fundações dos dois partidos em uma reflexão conjunta sobre os rumos do País. Até meados de setembro vamos apresentar um documento conjunto”, disse o presidente da Fundação Indigo, Marcos Cintra. O documento já tem nome: “Ponto de Equilíbrio”.

“A gente não se curvou. Seria mais fácil ter ficado no projeto de poder do Bolsonaro, como fez o Centrão. Mas não nos deixamos seduzir. Ficamos fiéis aos nossos objetivos: as bandeiras liberais”, afirmou Bozzella. Dono da segunda maior fatia do fundo eleitoral e do tempo de TV (atrás do PT), o PSL é cortejado ainda por Progressistas e Podemos, que vislumbram uma fusão ou federação partidária, caso esse modelo seja aprovado no Congresso. A articulação também envolve o DEM e culminaria na formação de um “superpartido”, hoje com 121 deputados e 15 senadores.

 

 

 

 *Por: Pedro Venceslau / ESTADÃO

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