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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal de São Carlos realizará nesta quinta-feira (8), às 10 horas, uma audiência pública online para discutir assuntos relacionados ao custo da iluminação pública e eventual economia com a nova iluminação em LED na cidade. O evento foi solicitado pelos vereadores Gustavo Pozzi (PL) e Roselei Françoso (MDB).

Devido à pandemia de Covid-19, a população não terá acesso presencial, mas poderá participar do evento por meio da plataforma Zoom (link: https://zoom.us/j/93172902479?pwd=bGdTeC9IeUozakpQdklERHA1S1l3QT09).

Ainda é possível acompanhar a audiência ao vivo pela Rede Alesp (Canal 8 da NET), pela Rádio São Carlos (AM 1450) e pelo site (camarasaocarlos.sp.gov.br), Youtube (youtube.com/user/camarasaocarlos) e Facebook (facebook.com/camaramunicipaldesaocarlos/) oficiais da Câmara Municipal.

RIO DE JANEIRO/RJ - A representante de Minas Gerais, Lunna LeBlanc, é a grande campeã do concurso Miss Bumbum Brasil 2021 cuja final aconteceu na noite de segunda-feira.

Ela conquistou o título na final do concurso  que contou com a apresentação de ninguém menos que Andressa Urach.

A votação do Miss Bumbum teve um empate de 131 pontos entre Lunna e Juh Campos, candidata de Roraima. Andressa Urach, então, foi a responsável por escolher a vencedora. Com 116 pontos, a terceira colocada foi Suzana Simonet, de Santa Catarina.

A noite também teve confusão, pouco após o desempate, decidido ali na hora por Urach, a candidata Taty Sindel partiu para cima da segunda colocada, arrancou sua faixa de vice, jogou no chão e gritou para as câmeras: “Roubado!”

Lunna tem mais de 90 mil seguidores no Instagram, onde costuma compartilhar fotos sensuais.

 

 

*Por: INSTAFAMOSOS

Vídeo também aborda fatos da criação da UFSCar

 

SÃO CARLOS/SP - A Unidade Multidisciplinar de Memória e Arquivo Histórico (UMMA), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), publicou em suas redes sociais e no YouTube um documentário sobre a criação da UFSCar, que também presta uma homenagem ao Professor Sérgio Mascarenhas, falecido no último dia 31 de maio.

"Mascarenhas foi fundamental no momento de criação da UFSCar e ajudou a trazer grandes pesquisadores na época da fundação, como ele mesmo relata", afirmam os organizadores do documentário. A produção "é também uma homenagem ao professor por toda a sua trajetória na Ciência e pelo importante e essencial papel junto à UFSCar. A ciência perdeu um cientista formidável muito à frente de seu tempo".

Mascarenhas fundou o Instituto de Física de São Carlos (IFSC), da Universidade de São Paulo (USP), e criou a Embrapa Instrumentação. Foi idealizador do primeiro curso de Engenharia de Materiais da América Latina e primeiro reitor da UFSCar (pro tempore). Após ser diagnosticado com hidrocefalia em 2006, Mascarenhas desenvolveu, em conjunto com médicos, um sensor que monitora a pressão intracraniana; a partir deste estudo nasceu a Braincare, uma startup existente hoje no Brasil, Estados Unidos, Portugal e Bélgica. Por ocasião de sua morte, Mascarenhas recebeu homenagens das principais agências de fomento, como a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

O documentário da UMMA tem 19 min, pode ser visto no YouTube (https://bit.ly/3y3F53x), Instagram (www.instagram.com/umma.ufscar/) e Facebook (https://bit.ly/365slxg) da UMMA.

BRASÍLIA/DF - Apresentado ontem (6), pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), a publicação “A Cachaça no Brasil: Dados de registro de Cachaças e Aguardentes” mostra um segmento em pleno crescimento no país. Atualmente, há 5.523 marcas de cachaça e aguardente disponíveis no mercado para comercialização, coleção e degustação pelos apreciadores e colecionadores de rótulos destes destilados.

No ano passado, o número de marcas de cachaça registradas aumentou 18,5%, na comparação com 2019. Já na quantidade de marcas o incremento foi de 11,3%. São 4.743 marcas de cachaça e 780 marcas de aguardente registradas no país. Em 2019 eram, respectivamente, 4.004 e 701. Em 2108 eram 3.648 cachaças e 1.862 aguardentes. No jargão técnico, para que uma aguardente de cana-de-açúcar produzida no Brasil ganhe o status de cachaça a sua graduação alcoólica deve estar entre 38% e 48%. Além de parâmetros físico químicos diferentes, a cachaça pode ser obtida apenas a partir da destilação do mosto fermentado de cana, enquanto a aguardente pode ser obtida deste ingrediente e também a partir do rebaixamento do teor alcoólico do destilado alcoólico simples de cana. Os termos “cachaça” e “cachaça do Brasil” são indicações geográficas para o país, podendo ser utilizadas apenas por produtores nacionais. Com isso, a agroindústria da bebida mais popular do país vem se sofisticando e atraindo novos apreciadores.

Não por acaso, o número de produtores de aguardente e cachaça registrados no Brasil aumentou 4,14% em 2020, quando comparado com o ano anterior, chegando a 1.131 estabelecimentos. O número de produtores de cachaça aumentou 6,8%, o que compensou a retração de 3,5% do número de produtores de aguardente no período. “Tivemos uma recuperação notável em relação ao ano anterior, considerando que estamos atravessando uma pandemia e o consumo desse tipo de bebida é extremamente impactado pela falta de eventos sociais e festejos”, diz Carlos Vitor Müller, coordenador-geral de Vinhos e Bebidas do Mapa.

O estado de Minas Gerais permanece na liderança tanto em número de produtores de cachaça como de aguardente. São 397 produtores, muito à frente do segundo colocado, São Paulo, com 128, e Espírito Santo, terceiro colocado com 64 produtores. A concentração de marcas de cachaça permanece na região Sudeste, com quase 70% delas, sendo este também o percentual aproximado de registros de produtos cachaça. Novamente Minas Gerais se destaca, com 1.908 marcas. A região Sudeste é a que tem o maior percentual de estabelecimentos registrados para produção de cachaça (68,7%), com um total de 656 produtores.

A abrangência nacional de produtores de cachaça aumentou em 2020, quando foram identificados produtores registrados no Mapa em 25 unidades da federação. Apenas os estados do Amapá e Roraima não têm produtores de cachaça registrados. “O anuário demonstrou a manutenção da concentração dos estabelecimentos no Sudeste, especialmente em Minas Gerais, mas com alguns arranjos regionais, como em alguns municípios no Ceará que têm uma grande quantidade de produtores de aguardente, além de municípios em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, com muitos estabelecimentos em pequenos municípios”, diz Müller.

Onde está a cachaça

Segundo o Anuário da Cachaça 2020, o município de Córrego Fundo (MG) apresenta a maior densidade cachaceira do país, com um produtor de cachaça registrado para cada 798 habitantes. Em relação à aguardente, o primeiro lugar na densidade aguardenteira fica para o município de Pinheiro Preto (SC), onde há um produtor para cada 450 habitantes.

O município de Salinas, em Minas Gerais, que é reconhecido como a Capital Nacional da Cachaça, aparece novamente em primeiro lugar no número de estabelecimentos produtores de cachaça com registro no Mapa, com 23 empresas. Em segundo lugar, está São Roque do Canaã (ES), com 10 estabelecimentos. Alto Rio Doce (MG) teve um aumento de 350% no número de estabelecimentos registrados no Mapa.

 

 

*Por: FORBES

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