fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Itens beneficiarão moradores em situação de vulnerabilidade dos municípios de Itirapina, Corumbataí, Bauru, Martinópolis e Garça

 

ITIRAPINA/SP - A Eixo SP Concessionária de Rodovias acaba de fazer uma doação de cobertores e agasalhos para a Campanha Inverno Solidário. A iniciativa do Governo do Estado de São Paulo recebe apoio da Artesp – Agência de Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo e objetiva arrecadar cobertores e outras peças para doação aos que mais necessitam.

Além da doação de cobertores realizada pela Eixo SP, os colaboradores da concessionária e a população também contribuíram, entregando roupas em boas condições na sede da empresa e regionais, e nos Serviços de Atendimento ao Usuário (SAU) da Eixo SP nos municípios de Itirapina, São Carlos e Bauru.

O diretor-presidente da Eixo SP, Sergio Santillan, ressalta que 200 cobertores, além das peças arrecadadas, foram distribuídos aos municípios de Itirapina, Corumbataí, Bauru, Martinópolis e Garça. “Essa é uma forma da concessionária colaborar com famílias mais carentes e minimizar o frio das pessoas que precisam de ações como esta para auxílio imediato”, comenta.

Gratidão

 

A presidente do Fundo Social de Solidariedade de Corumbataí comemora a doação e enfatiza que a área rural do município é muito extensa e por isso,  muitos moradores em situação de vulnerabilidade não conseguem se deslocar até a cidade para pedir auxílio. “Vamos levar esses cobertores até eles e isso vai ajudar muito”, comenta Cátia Martinez.

 

 

Em Itirapina, os itens também foram recebidos com muita alegria. “Vamos ficar até o final de agosto com o ginásio disponível para acolher moradores de rua e estávamos precisando desses cobertores. A doação chegou em boa hora”, ressalta Patrícia Helena Pinto, presidente do Fundo Social de Solidariedade de Itirapina. 

 

Em Bauru, os itens também foram entregues ao Fundo Social de Solidariedade, que imediatamente fará o encaminhamento das peças para entidades assistenciais cadastradas.

 

 

Já em Garça, representantes da Eixo SP entregaram as doações para membros do Fundo Social de Solidariedade, cujas peças vão aquecer aqueles que mais precisam.

Continua depois da publicidade

 

No oeste paulista, no município de Martinópolis, membros do Fundo Social agradeceram a contribuição da Eixo SP e informam a imediata distribuição para as pessoas em estado de vulnerabilidade nas ruas da cidade.

No total, cerca de 300 peças, entre cobertores e agasalhos em excelente estado foram doados pela Eixo SP aos municípios.

 

Sobre a Eixo SP 

A Eixo SP Concessionária de Rodovias administra o lote Pipa (Piracicaba-Panorama), malha com mais de 1.273 km de estradas que passam por 62 municípios da região de Rio Claro, no centro do Estado, até Panorama, no extremo oeste, na divisa com o Mato Grosso do Sul. O maior contrato sob supervisão da Artesp – Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo, terá investimentos na ordem de R$ 14 bilhões em obras de ampliação, conservação, além da modernização de serviços ao usuário. Mais informações acesse: www.eixosp.com.br

RIO DE JANEIRO/RJ - Ao longo do último ano, não foram poucas as vezes que Drik Barbosa se pegou repetindo a frase "calma, respira" como se fosse um mantra e, com certeza, ela não foi a única. Para encontrar um equilíbrio, a rapper, cantora e compositora paulistana recorreu aos saberes ancestrais e encontrou na música uma ferramenta de resistência, de preservação da identidade de um povo e de amenização das dores. Foi assim que surgiu o projeto NÓS, uma iniciativa multiplataforma que vem sendo produzida por Drik Barbosa e pela LAB Fantasma desde novembro de 2020; e já lista os singles "Sobre Nós" e "Seu Abraço", em parceria com Rashid e Psirico, respectivamente. Agora, a artista apresenta um novo capítulo em sua jornada de cura e de autocuidado. Trata-se de "Calma, respira", um pagode que conta com a participação de Péricles. A faixa chega aos aplicativos de streaming pela Laboratório Fantasma (ouça aqui) e também ganhou um videoclipe, já disponível no canal de YouTube da artista (assista aqui). 

"Desde que iniciei o projeto NÓS, abordei o resgate da nossa humanidade e também exaltei a importância do afeto em nossas vidas. Agora, com 'Calma, respira', trago uma mensagem de empatia e de resistência", comenta Drik. "Principalmente quando pensamos na população negra, o sentimento de solidão é muito forte e isso está diretamente ligado ao genocídio e ao extermínio que nós e as populações indígenas enfrentamos no Brasil desde a colonização. Essa canção vem para reafirmar que somos maiores, que vamos resistir e que  não estamos e nunca estivemos sozinhos. Nossos antepassados nos ensinaram isso; o samba, o pagode e o rap me trouxeram esse entendimento e me deram auto-estima, força, esperança e reconhecimento da minha negritude", avalia a artista.

A escolha do pagode como guia para "Calma, respira" não foi à toa, visto que - nos anos 90, quando se popularizou - ele foi responsável por resgatar a auto-estima da população afro-brasileira, em especial da juventude negra e periférica. "Em um momento social demarcado pela vigência do 'mito da democracia racial', o pagode ficou conhecido apenas por suas contribuições com canções românticas, o que é uma consequência direta da tentativa do embranquecimento do gênero, que, para além de temas românticos, também falava sobre religiosidade negra, espiritualidade, orgulho e exaltação da sua cultura", comenta Evandro Fióti, empresário de Drik Barbosa e parceiro dela na composição de "Calma, respira" (ao lado de Kelly Souza - irmã e backing vocal de Drik). "Devido ao racismo estrutural e suas consequências, presentes na sociedade até os dias de hoje, as músicas com esse tipo de conteúdo não tinham o interesse das gravadoras e da mídia hegemônica (salvo raras exceções). Ainda assim,  o pagode - tal qual o jazz, blues e o soul nos Estados Unidos - resistiu e dominou as paradas de sucesso dos anos 90 e 2000. E foi responsável por trazer auto-estima, identidade e influenciar diretamente as próximas gerações, como a de Drik Barbosa. Daí, a importância desse lançamento no contexto em que vivemos", complementa Fióti. Ele ainda reafirma a importância da cultura negra como elemento fundamental de resistência, já que "a morte das pessoas negras, por conta do genocídio, não é apenas física, mas também simbólica devido ao apagamento, embranquecimento e esvaziamento da sua cultura, o que podemos chamar de epistemicídio".

Com produção musical de Damien Seth e Fejuca, "Calma, respira" faz um resgate cultural por meio de uma sonoridade capaz de mexer com o imaginário positivo da maioria da população negra brasileira - algo possibilitado pelo poder do pagode e reforçado pela participação de Péricles. Além de ser um dos principais cantores do país, ele é dono de uma voz capaz de transportar todo brasileiro para um local espiritual, nostálgico e afetivo. "Eu tinha muita vontade de trazer aquela emoção que o pagode dos anos 90 carregava em suas construções. Eu sou muito fã do Péricles, fiquei muito feliz quando ele aceitou o convite para participar. A sua voz tem uma magia inexplicável, a interpretação dele levou a mensagem da música para algo muito profundo. Hoje, penso que ele era a única pessoa possível para o resultado que eu queria", diz a rapper.

Drik e Péricles também aparecem juntos no videoclipe curta-metragem de "Calma, respira". Há ainda a presença do ator Majó Sesan e de Mirella Barbosa (irmã mais nova de Drik). Responsável por ampliar ainda mais a dimensão espiritual e a importância da música como uma tecnologia ancestral para as pessoas negras, o registro audiovisual é uma parceria da Laboratório Fantasma com a ODUN Filmes, produtora de Vivi Ferreira, mulher negra, diretora e roteirista do clipe e atual presidente da SPCine. O curta apresenta a figura paterna negra interpretada por Majó Sesan em busca das sabedorias dos antepassados para tirar a sua filha de um estado de depressão. A música surge como protagonista e elemento fundamental para a cura e o resgate da humanidade. 

"Tem uma fala contundente de Ma Rainey, mulher negra e também mãe do Blues, que aparece no filme 'A Voz suprema do Blues' e representa muito bem o que queremos passar com 'Calma, respira'", afirma Fióti. "Ela diz: 'Os brancos não entendem o blues. Eles o ouvem, mas não sabem de onde vem. Não sabem que é a vida falando. Você não canta pra se sentir melhor. Canta porque é um modo de entender a vida. O blues o ajuda a levantar da cama pela manhã. Você levanta sabendo que não está só'. Esse é o poder da música para nós, pessoas negras, antes de ser ‘’Produto’’ nosso legado ancestral, tecnologia de resistência.", ele adiciona.

Após "Calma, respira", Drik Barbosa iniciará o processo do último capítulo do projeto NÓS, em que apresentará mais uma canção e o lançamento de um podcast. "Eu gosto de pensar que cada faixa do projeto NÓS está dando a mão para outra. Quando completarmos o ciclo de quatro singles, será como se eles estivessem abraçando o público. A arte cura e esse é o poder que eu quero usar para levar esperança e afeto para  o nosso povo", finaliza Drik Barbosa.

Continua depois da publicidade

Assista ao videoclipe de "Calma, respira"

Ouça "Calma, respira"

 

 

Ficha técnica da música: 

Artistas: Drik Barbosa e Péricles
Composição: Drik Barbosa, Fióti e Kelly Souza
Produção musical: Damien Seth e Fejuca
Arranjo: Fejuca
Violão, baixo, cavaquinho e banjo: Fejuca
Percussão: Dennys Silva
Bateria: Jacques Monastier 
Teclado: Renato Xexéu
Samples: Damien Seth
Mixagem: Damien Seth
Masterização: Maurício Gargel
Gravadora: Laboratório Fantasma
Direção artística: Evandro Fióti
Produção executiva: Raissa Fumagalli
Assistente de produção executiva: Laura Freitas
Voz Drik Barbosa e Péricles gravadas por Tofu Valsechi em Lab Estúdio, São Paulo

Alexandre Marcelo Augusto, professor de Direito Penal e Direito Processual Penal da Unicid, destaca a importância da Lei Maria da Penha e do reforço das políticas públicas voltadas à prevenção da violência doméstica e familiar no país

 

São Paulo/SP – Nos últimos anos temos acompanhando a explosão do número de casos de violência doméstica contra mulheres no Brasil. Com a pandemia, as vítimas passaram a ficar vinte e quatro horas por dia em casa, e muitas vezes, com seus agressores. As estatísticas mostram que após a crise sanitária do coronavírus, o número de mulheres agredidas aumentou muito, chegando ao alarmante dado de 105 mil denúncias realizadas no ano.

Muitas mulheres ainda temem denunciar casos de agressão ocorridos dentro de suas casas. O advogado e professor de Direito Penal e Direito Processual Penal da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), Alexandre Marcelo Augusto, identificou e elaborou uma lista com 11 motivos pelos quais as vítimas têm receio e muitas vezes não procuram as autoridades em casos de violência doméstica. Confira:

  1. As vítimas não identificam o que sofreram como violência doméstica e familiar;
  2. Medo de que ninguém acredite nelas;
  3. Ameaças e medo do agressor;
  4. Vítimas sentem vergonha;
  5. Criam um sentimento de culpa;
  6. Elas têm medo de reviver a experiência da violência doméstica e familiar;
  7. O medo de enfrentar o processo e “não dar em nada”;
  8. As vítimas têm medo da forma como as instituições responsáveis pelo enfrentamento da violência doméstica e familiar tratam a mulher;
  9. São financeiramente dependentes do agressor;
  10. Vítimas são culpabilizadas pelos agressores;
  11. Vítimas acham que a violência doméstica e familiar deve ser tratada como um problema entre o homem e a mulher, e não como um problema da sociedade.

Segundo Alexandre Marcelo Augusto, as leis têm um importante papel para mudar esses medos das mulheres em denunciar seus agressores e fortalecer o combate à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Um importante marco para dar voz e proteção às mulheres agredidas, foi a Lei 11.340/2006 e será comemorado neste sábado, 07 de agosto, com a celebração do Dia Estadual da Lei Maria da Penha. A data e a lei instituídas é um símbolo para a história das mulheres que estão aos poucos combatendo uma cultura machista e conquistando mecanismos de coerção à violência contra a mulher. 

“A importância da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, denominada Lei Maria da Penha, foi a de criar mecanismos para coibir a agressão contra mulher, dispondo sobre a criação dos juizados de violência doméstica e familiar contra a mulher, além de promover alterações no Código Penal, no Código de Processo Penal, na Lei de Execução Penal e, ainda de estabelecer medidas de assistência e proteção às mulheres em situação de violência doméstica e familiar”, explica o professor de Direito.

O docente ressalta que, por meio da Lei Maria da Penha, vidas que seriam perdidas passaram a ser preservadas, e mulheres em situação de violência doméstica e familiar ganharam direito a proteção, fortalecendo a autonomia das vítimas. “Com isso, criou mecanismos de atendimento humanizado às mulheres vítimas, agregando valores de direitos humanos à política pública e, ainda, contribuindo para educar toda a sociedade”.

Para o advogado, além da aplicação das leis vigentes no Brasil, em especial a Lei Maria da Penha, a melhor resposta para mudar o cenário de violência doméstica e familiar contra a mulher, é a prevenção. “É preciso reforçar as políticas públicas para impedir que a violência com essas mulheres continue acontecendo em todo o país. Concomitantemente, é preciso cuidar da capacitação das mulheres para que sejam economicamente independentes e haja educação sobre igualdade de gênero, seja na escola, nas comunidades ou nas empresas públicas ou privadas, para todas as pessoas”, ressalta.

Por fim, a principal orientação do advogado para a mulher vítima de violência doméstica e familiar é superar o medo de denunciar o seu agressor, independentemente de o temor do processo “não dar em nada”.

Continua depois da publicidade

Sobre a Unicid - Fundada em 1972, a Universidade Cidade de São Paulo – Unicid é referência na formação de profissionais da área da saúde, com cursos tradicionais e pioneiros na região como Fisioterapia, Odontologia, Enfermagem e Medicina. Além disso, reúne cursos respeitados em diversas áreas do conhecimento e possui mais de 70 mil alunos na graduação, pós-graduação lato e stricto sensu, presenciais e a distância, cursos de extensão e programas de parcerias no Brasil e no exterior. Integra o grupo Cruzeiro do Sul Educacional, um dos mais representativos do País, que reúne instituições academicamente relevantes e marcas reconhecidas em seus respectivos mercados, como Universidade Cruzeiro do Sul e Universidade Cidade de São Paulo – Unicid (São Paulo/SP), Universidade de Franca - Unifran (Franca/SP), Centro Universitário do Distrito Federal - UDF (Brasília/DF, Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio - Ceunsp (Itu e Salto/SP), Faculdade São Sebastião – FASS (São Sebastião/SP), Centro Universitário Módulo (Caraguatatuba/SP), Centro Universitário Cesuca (Cachoeirinha/RS), Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG (Bento Gonçalves e Caxias do Sul/RS), Centro Universitário de João Pessoa – Unipê (João Pessoa/PB), Centro Universitário Braz Cubas (Mogi das Cruzes/SP) e Universidade Positivo (Curitiba, Londrina e Ponta Grossa /PR), além de colégios de educação básica e ensino técnico. Visite: www.unicid.edu.br e conheça o Nosso Jeito de Ensinar

Mais de meia tonelada de cocaína foi encontrada em um caminhão interceptado em Itatinga

 

ITATINGA/SP - A Polícia Militar apreendeu, na manhã deste sábado (7), mais de meia tonelada de cocaína encontrada em um caminhão na zona rural de Itatinga. A quantidade é a maior apreendida pelas equipes do policiamento rodoviário neste ano. O motorista foi preso em flagrante.

Os trabalhos foram realizados por militares do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), do 5º Batalhão de Polícia Rodoviário (BPRv), que estavam em patrulhamento quando abordaram o veículo suspeito na praça do Pedágio, próximo ao km 208 da Rodovia Presidente Castello Branco.

O motorista da carreta, que apresentava placas do Estado de Rondônia, informou que saiu da cidade de Tangará da Serra (MT) e descarregou a carga de caroço de algodão em Agudos (SP), sendo que iria até a cidade de Embu das Artes para novamente carregar o caminhão com maquinário agrícola e posteriormente retornaria para a região de Rondônia onde reside.

Desconfiados, os policiais especializados resolveram realizar vistoria no compartimento de carga e localizaram um assoalho falso entre os eixos do semirreboque contendo grande quantidade da droga cocaína. Ai todo, foram encontrados 510 tabletes, que somaram 550 quilos.

Na delegacia, o condutor confessou que embora o caminhão não lhe pertença, foi colocado em seu nome para não chamar a atenção. Além do veículo e da droga, ainda foram apreendidos R$ 4.035,00 e dois celulares, que foram encaminhados para análise pericial.

Continua depois da publicidade

O motorista foi conduzido à Delegacia Seccional de Botucatu, onde foi indiciado por tráfico. Ele foi encaminhado à Cadeia de Trânsito de Itatinga, onde permaneceu até audiência de custódia. A Polícia Civil prossegue com as investigações para identificar e capturar outros envolvidos no esquema.

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Setembro 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
  1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30        
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.