Jornalista/Radialista
Transportadora iniciará a distribuição de alimentos, produtos de higiene e limpeza para instituições nas regiões em que atua
SÃO PAULO/SP - A RTE Rodonaves, uma das maiores empresas do país no setor de transporte, finalizou a campanha de arrecadação de doações de alimentos e produtos de higiene e limpeza nas mais de 270 unidades da empresa no país, que teve início em abril deste ano. A iniciativa contou com 57.300 toneladas de alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal arrecadados e, com isso, vai beneficiar 86 instituições e mais de 8 mil pessoas.
A ação, que faz parte da campanha Em movimento por você, aconteceu no formato da Gincana Semeando o Bem, organizada a cada dois anos pela empresa, em que os colaboradores da rede toda se reúnem em grupos para arrecadar donativos e, de acordo com alguns critérios, vão ganhando pontos que serão contabilizados para premiações.
"Mais do que buscar o engajamento dos colaboradores, o Grupo Rodonaves se preocupa com o bem-estar das pessoas, ainda mais nesse momento em que tantas famílias se encontram em estado de vulnerabilidade devido à pandemia. Por isso, incentivamos projetos que fazem a diferença no dia a dia deles e também das instituições que atuam conosco", explica Vera Naves, vice-presidente do Grupo Rodonaves.
É possível notar diversas empresas se mobilizando para contribuir com suprimentos relacionados à saúde e ao combate ao coronavírus, entretanto, um levantamento realizado pela organização Agência do Bem, que ouviu 231 diretores de ONGs, apontou que dois terços das organizações não governamentais (ONGs) brasileiras sofreram uma queda de mais de 50% em suas arrecadações desde o início da pandemia. Ainda de acordo com os dados, 83% dos diretores afirmaram prever riscos concretos de fecharem as portas no curto prazo ou terem de reduzir substancialmente suas atividades caso a situação não mude.
“Faz parte do DNA da RTE Rodonaves e todas as empresas do Grupo atuar com o propósito de apoiar as comunidades em que atuamos por meio de projetos que geram impacto positivo sobre a vida das pessoas. Iniciativas como essa fazem parte do nosso dia a dia e incentivamos todos colaboradores a também praticar a solidariedade, então não poderíamos agir diferente nesse momento em que tanta gente está precisando de contribuições”, completa a executiva.
Sobre a RTE Rodonaves
Primeira empresa do Grupo Rodonaves e uma das principais e maiores empresas de transporte do Brasil. Especialista em cargas fracionadas, itinerante, consolidada e dedicada. Com uma história de quase 40 anos, transporta anualmente 462 mil toneladas das mais diversas mercadorias. A transportadora integra o ranking 150 Melhores Empresas para Trabalhar (Você S/A - Exame) e Melhores Empresas para Trabalhar, em âmbito regional (Great Place to Work - GPTW). Referência em gestão para todas as unidades da empresa, a matriz da RTE Rodonaves possui certificação ISO 9001, por sua administração moderna e eficiente. Mais informações sobre a RTE Rodonaves acesse: www.rte.com.br
Pesquisa de Médicos Sem Fronteiras mostra que valor poderia ser de US$ 5 em vez dos quase US$ 20 cobrados pela empresa Cepheid
MUNDO - Pela alta demanda global e urgente de testes de diagnósticos rápidos, necessários para lidar com a pandemia de COVID-19, a organização internacional de ajuda humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF) fez um apelo nesta terça-feira (28) à empresa americana de diagnósticos Cepheid para ofertar testes de detecção da COVID-19 (Xpert Xpress SARS-COV2) de forma equitativa e acessível em todos os países.
MSF solicitou à companhia que se abstenha de buscar grandes lucros com a pandemia, reduzindo o preço de cada teste para US$ 5, em vez dos quase US$ 20 cobrados nos países mais pobres do mundo, a fim de garantir acesso mais amplo ao diagnóstico. Um levantamento de MSF aponta que os testes podem ser vendidos com lucro ao preço de US$ 5 cada.
"Como os países estão lutando para lidar com casos suspeitos de COVID-19, é essencial ter um teste rápido e preciso para o gerenciamento em tempo real das pessoas afetadas pelo vírus, a fim de combater essa pandemia", disse Greg Elder, coordenador médico da Campanha de Acesso de MSF. "Tantas vidas poderiam ser salvas se empresas como a Cepheid disponibilizassem seu teste com urgência e baixo custo em todos os países".
No Brasil, o Ministério da Saúde anunciou, em março, um processo de negociação com a Cepheid para a compra de 600 mil cartuchos. Até o momento, os testes ainda não foram disponibilizados no sistema público de saúde. Com número de novos casos ainda elevado no país, MSF reforça a necessidade de que as pessoas tenham acesso a um diagnóstico confiável, rápido e disponível no local de atendimento médico.
"É crucial, inclusive, para atender às necessidades de populações difíceis de alcançar. Portanto, mais transparência sobre a capacidade de produção e entrega da Cepheid e os preços mais baixos são etapas importantes para garantir o acesso sustentável a essa ferramenta para a população brasileira", salienta Felipe Carvalho, coordenador da Campanha de Acesso a medicamentos de MSF no Brasil.
A Cepheid estabeleceu o preço de cada teste em US$ 19,80 em 145 países em desenvolvimento, incluindo até as nações mais pobres do mundo, onde a renda por pessoa é de apenas US$ 2 por dia. A Cepheid desenvolveu o cartucho "Xpert Xpress SARS-CoV-2" com um investimento de US$ 3,7 milhões, recurso oriundo de financiamento público da Autoridade Biomédica Avançada de Pesquisa e Desenvolvimento (BARDA) do governo dos EUA. No passado, MSF foi uma das organizações que analisou que a fabricação do teste de tuberculose (TB) da companhia, semelhante ao cartucho para testagem da COVID-19, mostra que o custo dos produtos, incluindo materiais, fabricação, despesas gerais e outras despesas indiretas para cada unidade é baixo, equivalente a US$ 3 considerando quantidades compras volumosas. Isso daria margem para lucro se o produto fosse oferecido ao mercado ao preço de US$ 5 a unidade, incluindo royalties relevantes expirados.
A análise também demonstra que não houve diferença significativa entre cartuchos virais e bacterianos que justificariam variações substanciais de preços entre cartuchos para diferentes doenças. MSF pediu à Cepheid uma redução significativa de preço de seus cartuchos para não mais que US$ 5, incluindo o teste de COVID-19.
"É indefensável para a Cepheid lucrar com esta pandemia", disse Sharonann Lynch, consultora sênior de HIV e TB da campanha de acesso de MSF. “Não é hora de definir o preço com base no que o mercado pode suportar. Este teste crítico deve ser acessível a todas as pessoas e custar US$ 5 para enfrentarmos esta emergência de saúde global.”
Em março de 2020, a Cepheid recebeu uma autorização de emergência da Administração de Medicamentos e Alimentos dos EUA para comerciaizar o teste de COVID-19 para detectar coronavírus, fornecendo resultados em menos de uma hora. O teste foi desenvolvido para uso nas plataformas de testes GeneXpert, que já estão sendo usadas em todo o mundo para o diagnóstico de tuberculose e outras doenças infecciosas. Existem cerca de 11 mil instrumentos GeneXpert em países de baixa e média renda.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), juntamente com vários de seus parceiros, criou o 'Consórcio de Diagnóstico' em março deste ano para apoiar o acesso rápido e equitativo aos produtos de saúde de COVID-19 e diagnósticos para países de baixa e média renda. O Consórcio garantiu compromissos de volume dos principais fabricantes de testes de diagnóstico (Abbott, Cepheid, Roche e Thermo Fisher) por um período de quatro meses. Segundo o Consórcio, os valores comprometidos pela Cepheid representavam apenas um terço de sua capacidade de fabricação de cartuchos COVID-19. Como resultado, menos da metade dos pedidos dos países para o Consórcio foram cumpridos. O consórcio e as empresas, incluindo a Cepheid, devem se reunir novamente para negociar volumes e preços de suprimentos para o próximo período de quatro meses (setembro-dezembro).
"Nesta pandemia violenta, os países mais ricos têm uma enorme vantagem sobre os outros na compra de ferramentas médicas de COVID-19 para usar primeiro", disse Lynch. “Estamos profundamente preocupados que as pessoas em muitos países com recursos limitados sejam privadas desse teste de diagnóstico crítico. Precisamos ver a Cepheid tomar as medidas certas e garantir uma alocação justa e um suprimento acessível de seu teste COVID-19 ao Consórcio de Diagnóstico para ajudar países que, de outra forma, seriam deixados para trás ou deixados de fora de acordos bilaterais. Ninguém deve ter acesso negado com base em sua origem ou no que ganham.”
MSF enfrenta a pandemia do novo coronavírus
As equipes de MSF estão correndo no combate à pandemia de COVID-19 em mais de 70 países, adaptando as atividades existentes ou abrindo projetos em novos países à medida que se tornam focos da doença. O trabalho de MSF frente à COVID-19 concentra-se em três pilares principais: apoiar as autoridades de saúde na prestação de cuidados aos pacientes com COVID-19; proteger pessoas vulneráveis e em risco; e manter os serviços médicos essenciais funcionando. No Brasil, MSF vem oferecendo serviços de saúde para populaçlões em situação de maior vulnerabilidade à infecção pelo novo coronavírus no Sudeste e no Norte do país.
Sobre Médicos Sem Fronteiras
Médicos Sem Fronteiras é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica. Oferece ajuda exclusivamente com base na necessidade das populações atendidas, sem discriminação de raça, religião ou convicção política e de forma independente de poderes políticos e econômicos. Também é missão da MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos. Para saber mais acesse o site de MSF-Brasil.
Resultados são referentes à verificação de raça/cor e análise socioeconômica
SÃO CARLOS/SP - A Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) divulgou nesta terça-feira, dia 28 de julho, os resultados das comissões de verificação da autodeclaração de raça/cor e da análise socioeconômica, referentes aos candidatos que requereram matrícula na terceira chamada do processo seletivo, realizado via Sistema de Seleção Unificada (SiSU), para ingresso em 2020 nos cursos de graduação da Universidade. Os resultados estão em www.ufscar.br.
Os candidatos que tiveram suas avaliações indeferidas devem estar atentos aos prazos de interposição de recursos, que estão definidos nas orientações publicadas juntamente com os resultados. Devido à situação de pandemia da Covid-19, a interposição de recursos junto às duas comissões será feita exclusivamente por formulário eletrônico também indicado nas orientações.
Mais informações podem ser obtidas no edital disponível na página www.ingresso.ufscar.br; em contato com a ProGrad (http://www.prograd.ufscar.br/
SÃO PAULO/SP - Os cantores, compositores e instrumentistas Consuelo de Paula & João Arruda apresentam a live Beirando as Folhas 3, no dia 14 de agosto (sexta, às 18h). O bate-papo musical acontece ao vivo pelo canal do projeto Beira de Folha no YouTube - https://www.youtube.com/c/
Os encontros online precedem o show de lançamento do CD Beira de Folha, que também será transmitido pelo canal, no dia 21 de agosto. As composições do disco nasceram de uma troca de imagens e poemas entre os artistas. Consuelo de Paula criou as letras a partir de imagens propostas por João Arruda, que compôs as melodias de forma sincrônica e orgânica.
Nesta última live (de uma série de três) Consuelo e João lançam o vídeo da canção “Figurino”, produzido por Mário de Almeida. O videoclipe traz João cantando e tocando craviola em meio à natureza, no mesmo local onde Alik Wunder tirou a foto que inspirou a música. “Figurino” não está no CD Beira de Folha, mas poderá ser conferida no site do projeto.
Em Beirando as Folha 3, Consuelo e Arruda falam sobre o processo criativo das canções e sobre a produção do disco que ocorreu durante a quarentena, devido à pandemia do novo coronavírus. Consuelo promete ainda recitar poemas e interpretar a canção “Bailado” em primeira mão - como mais um aperitivo do repertório do CD. A live também aborda as outras particularidades de Beira de Folha, que inclui um livro/encarte, organizado por Alik Wunder com fotografias e imagens da Série Fitografias da artista visual Marli Wunder, e o site com conteúdos extras: áudio-poemas, música inédita, vídeos de canções, editados com imagens dos artistas e da natureza que inspirou a obra (exibidos durante as lives), e o show de lançamento do CD.
A afinidade e amizade entre os artistas se concretizou no primeiro encontro. João Arruda convidou Consuelo para participar do projeto Arreuní, no Centro Cultural Casarão, em Campinas, e já acenaram com a possibilidade de realizar algo em conjunto. Iniciou-se, então, uma troca poética, na qual fotos e vídeos, postados por João em suas redes sociais, ou enviadas diretamente para Consuelo, inspiraram letras e poemas, imediatamente musicados pelo violeiro. A composição “Beira de Folha”, que dá nome ao CD, brotou desse encontro, sendo a semente do projeto.
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