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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal vai liberar hoje (29) a 4ª parcela do auxílio emergencial de R$ 600 para os beneficiários que nasceram em março. Por ora, o valor será liberado por meio da conta digital e e poderá ser utilizado para pagar contas e compras pelo cartão virtual do aplicativo Caixa Tem.

Quem tiver acesso ao crédito pela conta digital poderá sacar o dinheiro em espécie no sábado, dia 1º de agosto. Estão incluídos neste grupo, denominado Lote 1, aqueles que receberam a aprovação da Caixa em abril para acessarem o benefício.

O auxílio emergencial foi uma maneira que o governo federal encontrou para contribuir para melhorar a situação dos brasileiros menos abastados durante a pandemia da covid-19.

Com o objetivo de esclarecer aos beneficiários em qual grupo eles estão incluídos, o governo federal disponibilizou a verificação da situação do cadastro. Confira aqui.

 

 

*Por: ISTOÉDINHEIRO

As 50 máscaras faciais vão ajudar a garantir a proteção dos profissionais que atuam na linha de frente

 

SÃO CARLOS/SP - O Provedor da Santa Casa, Antônio Valério Morillas Júnior, e a Gerente de Operações da Santa Casa, Mariana Pelegrinotti, receberam a visita da Coordenadora do Programa Mesa Brasil do Sesc São Carlos, Veridiana Blanco de Molfetta e da Coordenadora de Comunicação do Sesc, Márcia Beltrami. Na ocasião, foram entregues 50 máscaras Face Shields.  A doação será destinada para os profissionais de saúde que estão na linha de frente do atendimento aos pacientes com suspeita ou confirmação de COVID-19.  

De acordo com a Coordenadora de Comunicação do Sesc São Carlos, Márcia Beltrami, essa é uma ação que conta com a participação de funcionários de diversas unidades do Sesc da capital que têm produzido protetores faciais a partir de uma linha de produção digital instalada no Sesc Avenida Paulista, utilizando impressoras 3D, plástico biodegradável e máquinas de corte, que fazem parte da infraestrutura do programa de Tecnologias e Artes. “Desde que começou a pandemia, temos buscado direcionar os esforços pra ajudar a comunidade em que estamos inseridos, seja com as doações ou com a contratação de profissionais locais para diversas ações programáticas. A Santa Casa é reconhecida pelo seu importante trabalho de atendimento a toda população. Os protetores faciais - Face Shields - são especificamente fabricados para atender os profissionais da saúde. É muito importante ajudar esses trabalhadores que estão na linha frente, atendendo a população e sendo decisivos nesse momento pelo qual todos nós estamos passando”, comenta Márcia.

Mesmo com as unidades fechadas para evitar propagação do novo Coronavírus, o Sesc mantém suas ações de doações normalmente. É o caso do Mesa Brasil, projeto que recolhe alimentos fora dos padrões de comercialização de várias empresas, mas em condições seguras para consumo e encaminham para as entidades. E a Santa Casa é uma das Instituições beneficiadas com essa doação. O hospital recebe aproximadamente 1 tonelada de alimentos por mês, entre salgados, leites, verduras, legumes e frutas.

O Provedor da Santa Casa conta que o Sesc já é um grande parceiro da Santa Casa. Ajuda diariamente a manter a qualidade das refeições do hospital.  E a doação das máscaras Face Shields vai oferecer, principalmente aos profissionais da linha de frente, a garantia de uma maior proteção. “A doação das máscaras contribui muito neste momento de dificuldade que o hospital enfrenta. Além disso, colabora para as finanças do hospital, já que representa um custo a menos no mês. Nossos profissionais estão se dedicando em meio a essa pandemia, e essas doações nos ajudam a garantir a proteção deles”.

Segundo a psicóloga Naiara Mariotto, cromoterapia e aromaterapia ajudam aliviar sintomas do transtorno e melhorar bem-estar dos pacientes.
 

ARARAQUARA/SP - Com aproximadamente 18,6 milhões de pessoas enfrentando o transtorno de ansiedade, o Brasil é o país mais ansioso do mundo, de acordo com os dados mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Apesar dos números expressivos, os tratamentos naturais de combate ao transtorno ainda são pouco procurados por grande parte da população. Entre eles, destacam-se aqueles que trabalham os sentidos para a ressignificação das crises e a busca pelo equilíbrio, como a aromaterapia e a cromoterapia.
De acordo com a psicóloga e psicoterapeuta Naiara Mariotto, a aromaterapia é uma técnica natural que utiliza o aroma e as partículas liberadas por diferentes óleos essências para estimular partes do cérebro, possuindo benefícios físicos e mentais.
Para que eles funcionem, é necessário que o terapeuta escolha a essência mais indicada e foque na utilização ideal, pois cada uma delas pode estimular um ponto positivo distinto.
“Há óleos que estimulam o sistema nervoso, outros que acalmam e ainda os que aumentam a concentração, por exemplo. Eles podem ajudar a aliviar os sintomas de ansiedade, insônia, depressão, asma ou resfriado, promover o bem-estar e fortalecer as defesas do corpo”, explica.
Já a cromoterapia é uma técnica complementar, que utiliza as ondas emitidas pelas cores, melhorando o equilíbrio entre corpo e mente. Assim como os óleos, cada cor provoca uma função terapêutica diferente.
“É a prática da utilização das cores na cura de doenças, a partir do entendimento de que cada cor possui uma vibração específica e uma capacidade terapêutica”, diz.
Crises de pânico
Segundo Naiara, além de controlar a ansiedade, essas terapias podem auxiliar pacientes durante picos de estresse, depressão e até em crises de pânico.
A inalação ou absorção do óleo essencial, por exemplo, tem um rico potencial terapêutico beneficiando a saúde a níveis físicos e emocionais. Quando inalados, os sinais aromáticos alcançam diversas regiões cerebrais, entre elas o sistema límbico, centro responsável pela memória olfativa e pelas emoções.
Quando aplicados, os óleos também são absorvidos pela pele e levados pela corrente sanguínea a diversas regiões do corpo e então atuam em órgãos específicos, conforme a sua propriedade.
“Dessa forma, os óleos essenciais apropriados podem ajudar a acalmar a mente, estabilizar a respiração e ajudar a manter a estabilidade ao corpo”, explica.
Já a cromoterapia, por sua vez, atua estimulando o subconsciente a reagir de forma positiva a determinados patologias e equilibrar o indivíduo energeticamente.
“Cada cor possui frequências, vibrações e ondas que estimulam mudanças e agem de forma diferente no organismo, influenciando nosso comportamento”, diz a psicóloga.
 
 
Indicações e contraindicações
De acordo com Naiara, para maior aproveitamento dos tratamentos, essas terapias podem atuar em conjunto, já que cada uma age de uma determinada forma, complementando e potencializando seus efeitos.
Mesmo com todos os benefícios oferecidos, é importante que o paciente nunca deixe de consultar um terapeuta ou um médico para realizar o acompanhamento psicológico convencional, principalmente em casos de diagnósticos mais graves.
“As terapias alternativas, apesar de eficientes, são tratamentos que podem ser feitos concomitantemente com os tratamentos comuns. Elas não são tratamentos que devem ser usados exclusivamente em determinadas situações, mas podem ser importantes aliadas para a busca do equilibro”, explica.
A psicóloga destaca ainda que alguns tipos de aromas podem afetar bebês, crianças e mulheres grávidas, caso a manipulação e o uso seja inadequado.
“Na verdade, o que ocorre é uma restrição do uso de determinada cor ou aroma quanto há um diagnóstico específico, o que muda em muito o enfoque”, diz.
Para que o tratamento seja assertivo, o paciente deve procurar uma clínica especializada e passar por uma breve consulta antes da aplicação, na qual o terapeuta irá esclarecer quais são as queixas que devem ser tratadas durante as sessões.
 
Quem é Naiara Mariotto?

Naiara Mariotto atua há 12 anos como psicóloga clínica, seguindo a abordagem cognitivo comportamental. É especialista em relacionamentos e equilíbrio emocional, psicoterapeuta, sexóloga, supervisora clínica e palestrante.
É fundadora da Clínica Naiara Mariotto, em Araraquara (SP), onde oferece atendimentos para crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias, além das terapias corporais e relaxantes.

Com início no quarto do fundador há 12 anos, hoje a marca fatura milhões e direciona 10% de todas as vendas para projetos socioambientais; a empresa introduziu unidade em penitenciária

SÃO PAULO/SP - Fundada em 2008 em uma mesa no quarto de Bruno Imbrizi em Minas Gerais, a Chico Rei é líder nacional no segmento online de camisetas personalizadas. Alinhando criatividade e tecnologia para produção e venda de produtos, a marca realiza um trabalho dentro do capitalismo consciente com ideal de impacto social. Com o objetivo de dar possibilidades para pessoas interessantes se expressarem, os produtos carregam assinatura criativa e única, entregando qualidade com preço acessível, produzindo com responsabilidade e revertendo parte da renda para projetos socioambientais.

“O cheiro do tecido sempre me atraiu. Lancei a Chico Rei para o mercado de moda tradicional. No primeiro ano, a produção era terceirizada e feita para distribuir para lojistas e durante esse período não recebia de nenhum comprador. Por conta disso, saí totalmente do mercado físico para repensar a empresa para o mercado online”, conta Bruno Imbrizi, CEO e cofundador da Chico Rei

O nome da marca surgiu da inspiração na lenda de Galanga, príncipe no Congo, que foi trazido para o interior de Minas Gerais como escravo, sendo batizado com um nome português: Francisco. Com coragem e sagacidade, Chico juntou ouro a fim de comprar sua alforria. Após sua libertação, o herói continuou trabalhando e comprou a Mina da Encardideira, de onde tirou riquezas suficientes para libertar outras centenas de escravos. Com isso, reconstruiu sua tribo do Congo, agora em terras mineiras, transformando-se em Chico Rei. A história representa exatamente o que Bruno buscava, liberdade de expressão e financeira.

Com investimento inicial de R$ 5 mil, hoje a empresa apresenta mais de três mil ilustrações aplicadas em produtos exclusivos que vão desde camisetas e canecas à meias e bandeiras. A marca vendeu 300 mil peças em 2019 e prevê um faturamento de R$ 15 milhões para 2020. Apesar da venda expressiva no sudeste e sul do Brasil, o nordeste tem apresentado uma forte tendência de crescimento, mudança importante para a marca que  se identifica com temáticas culturais da região. 

Atualmente, a empresa é verticalizada e apresenta boa estrutura de trabalho, com 40% acima do salário base na categoria. Todo o sistema é desenvolvido internamente com produção sob demanda e dividido em confecção, estamparia, controle de qualidade e logística de entrega. A partir deste ano, a embalagem principal para entregas não é mais feita com plástico, mas sim de papel e costuradas com selo de compensação ambiental “Eu Reciclo”. Além disso, trabalham com 100% fibra natural de algodão sustentável, refinada e penteada, atestada pelo selo vegano PETA, que garante que os produtos da linha de vestuário da Chico Rei (camisetas e moletons) não empregam qualquer tipo de exploração animal em seus processos de produção, seja nos componentes ou nas práticas. 

Desde 2019, todos os produtos da Chico Rei têm parte da renda revertida em impacto social através do selo Camisetas Mudam o Mundo. No primeiro ano do projeto, o foco foi melhorar as condições da Escola Municipal Santos Dumont, com 800 alunos, vizinha de bairro da empresa, em Juiz de Fora. A grande novidade de 2020 é a célula de produção na Penitenciária masculina Professor Ariosvaldo Campos Pires em uma aposta de ressocialização pelo trabalho. 

Ao todo são oito temas principais nas estampas criadas: brasilidades, cinema, games, geek, humor, literatura, música e séries. Além disso, a criação de artes divide-se nas modalidades licenciadas (com ou sem causa humanitária), que é o caso da coleção David Bowie, Milton Nascimento, SOS Mata Atlântica, Frida Khalo - a Chico é a primeira marca da América Latina a licenciar a artista para uma linha oficial de camisetas - entre outros; artistas, também com ou sem causa humanitária, Tiago Iorc e Lenine são exemplos de grandes parceiros; e a criação autoral pelo time de ilustradores. A empresa também já trabalhou com O Boticário, Rock in Rio e Catuaba Selvagem.

Projeto penitenciária 

No início deste ano, a Chico Rei inaugurou a célula de produção na penitenciária masculina Professor Ariosvaldo Campos Pires, em Juiz de Fora. O estado liberou um espaço em um galpão e a empresa usou para recriar um ambiente de trabalho. Quando os presos entram neste local, são funcionários. O montante que os colaboradores da penitenciária ganham pelo trabalho é dividido em três percentuais: 25% destinados à conta pecúlio (uma espécie de conta-poupança judicial acessada quando ganharem a liberdade), 50% à assistência familiar ou pessoal (diminuindo os impactos causados pela ausência de um provedor da família) e 25% ficam com o Estado.

“Levamos uma professora para ensiná-los a costurar e em menos de 40 dias, já estavam produzindo na mesma qualidade da produção  que trabalhamos há 12 anos. A vontade deles é espetacular. Nós estamos aprendendo muito e tem sido uma das maiores causas da minha vida, o projeto penitenciário mudou minha rotina e minha forma de pensar. Significa jogar luz para quem foi esquecido. A felicidade deles em saber que as famílias veem eles nas redes sociais trabalhando é muito gratificante. Acredito no poder de reconstrução pessoal dos detentos e quero que seja um modelo. As empresas têm muita vergonha em falar que empregam presidiários e nós temos orgulho.” comenta Bruno.

 

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