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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Dois depósitos de sucatas foram interditados em São Carlos durante uma operação conjunta realizada na terça-feira (22/07). A ação envolveu a Polícia Militar, Guarda Municipal, Vigilância Sanitária e o Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal de Gestão da Cidade e Infraestrutura.

O objetivo foi apurar denúncias de receptação de fiação furtada e fiscalizar possíveis irregularidades administrativas nos estabelecimentos. Ao todo, três depósitos foram vistoriados. Em dois deles, a fiscalização constatou a ausência de alvará de funcionamento, resultando na interdição imediata.

Além da checagem da documentação, as equipes também verificaram a procedência dos materiais armazenados e realizaram a consulta das fichas criminais dos responsáveis pelos estabelecimentos.

De acordo com o diretor do Departamento de Fiscalização, Rodolfo Penela, a iniciativa busca coibir não apenas crimes e irregularidades comerciais, mas também riscos à saúde pública. “A operação tem como objetivo coibir a utilização inadequada desses estabelecimentos. O trabalho conjunto com a PM e a Guarda Municipal é fundamental”, destacou.

As ações de fiscalização em depósitos de sucata devem continuar nos próximos meses, como parte de uma estratégia de combate à criminalidade e prevenção de queimadas e incêndios.

SÃO CARLOS/SP - Nos dias 26 e 27 de julho, sábado e domingo, o Teatro de Arena “José Saffioti Filho”, anexo ao Teatro Municipal Drº Alderico Vieira Perdigão, será tomado pelo som das guitarras, a vibração dos amplificadores e a energia contagiante do público durante a terceira edição do Soma Rock Festival. Idealizado pelo coletivo Sanfona de Lata e realizado com o apoio da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, o evento celebra o Mês do Rock com uma programação intensa e gratuita.

“A proposta é clara: unir música independente, gastronomia local e expressão artística em um espaço democrático e aberto à diversidade”, comentou a diretora do Departamento de Artes e Cultura, Mariana Navarro. 

Durante os dois dias de festival, o público poderá curtir apresentações de dez bandas, com estilos que vão do rock alternativo ao clássico, incluindo nomes consagrados como Dance of Days, Marcos Carreri, Lanceloti, Manderine, Felipe Klein, Nil Guimarães, Mih Marchetti & Ricardinho, Violet Boggod King, Paulonez, além da participação de um DJ para manter o ritmo entre os shows. O evento também valoriza a economia solidária, com uma feira gastronômica cheia de opções.

“O Soma Rock Festival é mais do que um evento musical — é uma celebração da cultura independente e da força criativa da nossa cidade. E essa é a determinação do prefeito Netto Donato: democratizar o acesso à cultura. Iniciativas como essa mostram que São Carlos está no mapa dos grandes festivais do Estado”, destacou o secretário de Cultura e Turismo, Leandro Severo.

Serviço
Local: Teatro de Arena “José Saffioti Filho”

Sábado – 26 de julho - 15h às 21h30
16h – Paulonez & “Banda On the Rocks”
17h – Biggod King
18h – Nomádica
19h – Mandarine
20h – Dance of Days

Domingo – 27 de julho - 15h às 21h30
16h – Mih & Ricardinho – “Mutantes & Secos” (formato acústico)
17h – Lanceloti – “Rock com 4R: Rodrigo, Roberto, Rita e Raul”
18h – Nil Guimarães – “Minhas influências”
19h – Felipe Klein Quinteto – “Ecos do rock”
20h – Marcos Carreri -10 anos.

BRASÍLIA/DF - O tarifaço de 50% anunciado pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros pode resultar em redução momentânea de preços para alguns alimentos no mercado interno brasileiro. No entanto, se, por um lado, isso pode ser positivo para o consumidor, com uma inflação menor para os alimentos, por outro pode desestimular produtores – o que, também, seria prejudicial para o país, disse na terça-feira (22) o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.

A afirmação foi feita durante o Bom Dia, Ministro, programa produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Segundo Dias, nesse contexto o desafio do governo é o de trabalhar para garantir preço adequado de alimentos ao consumidor e também ao produtor. 

“É buscar um preço adequado. Essa é a nossa missão”, disse o ministro.
Tarifaço

Recentemente, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou o aumento tarifário a ser aplicado a partir de 1º de agosto sobre produtos brasileiros exportados para os EUA.Nas manifestações, Trump tem associado a medida a supostas desvantagens comerciais na relação entre os dois países e, também, à forma como as investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro têm sido conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Influência momentânea

Perguntado sobre se a diminuição das exportações de produtos como laranja, café, carnes e frutas poderia resultar em um escoamento deles para o mercado interno, beneficiando o consumidor brasileiro, o ministro disse que sim, mas que o ideal é que essa redução de preços seja estimulada por outros fatores. Em especial, por uma maior competitividade da produção brasileira.

“As tarifas podem, sim, ter alguma influência momentânea [baixando a inflação dos alimentos], mas o que queremos é a redução dos preços por competitividade. Ou seja, pela capacidade de mais produção numa mesma área; por um financiamento com juros mais baixos. Esse é o ganho que queremos alcançar”, disse o ministro.

“Mas veja bem: assim como a gente quer proteger o consumidor nessa tarefa, temos de proteger o produtor. Caso contrário desestimularíamos a produção. Nesse caso, precisamos ter equilíbrio”, acrescentou.

De acordo com o ministro, a estratégia do governo é a de, por meio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e de algumas pastas ministeriais, buscar alternativas de mercado, de forma a ajudar produtores como, por exemplo, os de mel, frutas e carne.

Investigação

Wellington Dias lembrou da boa relação histórica entre Brasil e Estados Unidos e reiterou que, comercialmente, essa relação sempre foi favorável aos norte-americanos. “Compramos mais do que vendemos para os EUA”, disse ele ao desmentir as alegações apresentadas por Trump, de que seu país estaria sendo prejudicado comercialmente na relação entre os dois países.

“O que o presidente Trump está fazendo não tem nada a ver com medida econômica ou comercial. Na verdade, são ataques especulativos fora do contexto. Por isso acho que tem que ter na uma investigação internacional, e que os países atacados devem se proteger nessa direção, claro, mantendo a diplomacia e o diálogo”, argumentou o ministro.

Dias lembrou que tanto o Supremo Tribunal Federal como a Justiça norte-americana abriram investigações em meio à confirmação de que “espertos foram avisados antes”, e compraram dólar anteriormente ao anúncio, obtendo lucros bilionários. 

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - Um suplente do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi alvo de mandado de busca e apreensão na terça-feira (22), em operação da Polícia Federal e da CGU (Controladoria-Geral da União) que tem como foco suspeitas de fraudes em licitações do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) no Amapá.

Alcolumbre não é investigado e, até o momento, não há registro de participação dele nas suspeitas. A operação se chama Route 156 e tem como objetivo aprofundar apurações sobre direcionamento das concorrências públicas e desvios de recursos na manutenção e recuperação da rodovia BR-156.

Os órgãos federais miram com a apuração fraudes em licitações no valor de ao menos R$ 60 milhões em operação que tem entre seus principais alvos Breno Chaves Pinto, segundo suplente de Alcolumbre, e a LB Construções, empreiteira que pertence ao empresário.

Em sua residência, a PF apreendeu pistolas, um fuzil e 250 munições. Breno é CAC (caçadores, atiradores e colecionadores) e pode ter o seu registro cassado.
Breno foi um dos alvos de busca e apreensão, assim como o superintendente do Dnit no Amapá, Marcello Vieira Linhares, que foi afastado por dez dias cargo por ordem da Justiça Federal.

Também foram alvos das buscas e apreensões o empresário mineiro Luiz Otávio Fontes Junqueira e a LCM Construção e Comércio, empreiteira com contratos no governo federal.

O senador Davi Alcolumbre disse em nota que "não possui qualquer relação com as empresas citadas na operação" e nem com a atuação empresarial do seu segundo suplente.

"Alcolumbre reitera seu respeito às instituições e entende que todos os envolvidos devem prestar os devidos esclarecimentos à Justiça, respeitado o devido processo legal."

A reportagem procurou a LCM Construção e Comércio, que não se manifestou. As defesas de Breno, Marcello e Luiz Otávio não foram localizadas.

Em nota, o Dnit afirmou que "colabora com a investigação, visando a completa elucidação dos fatos".

"As instâncias de integridade da autarquia também estão apurando os fatos a fim de adotar as medidas administrativas que forem necessárias", diz o órgão, que é vinculado ao Ministério dos Transportes.

"O departamento repudia qualquer prática fraudulenta ou ato de corrupção e conta com uma política antifraude e anticorrupção que, entre outros aspectos, deixa clara essa premissa."

Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, seis deles no Amapá, três em Minas Gerais, um em Mato Grosso do Sul e um no Amazonas.

Em Minas, a PF apreendeu três veículos da marca Porsche e 13 quadros atribuídos a pintores como Cândido Portinari e Alberto da Veiga Guignard, além de joias e relógios de luxo.

A Justiça também determinou o bloqueio de bens e de valores dos investigados na quantia de R$ 8 milhões, que seria o equivalente aos saques em espécie e às movimentações financeiras consideradas atípicas identificadas durante a investigação.

As suspeitas da PF são dos crimes de fraude à licitação, organização criminosa, prevaricação, violação de sigilo funcional, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

Como a Folha de S.Paulo mostrou no ano passado, a empresa que pertence a Breno Chaves Pinto assinou contratos, no fim de 2023 e começo de 2024, para obras de R$ 354,5 milhões com verba federal sob o governo Lula (PT).

A LB Construções foi selecionada, até a ocasião, para obra de R$ 268 milhões do Dnit, em consórcio com outra empresa. A construtora também venceu três editais da Codevasf, estatal federal controlada por um aliado do senador, que somam R$ 86,5 milhões.

 

por Folhapress

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