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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Mais de 5 mil protetores já foram doados. Pessoas físicas e jurídicas podem colaborar e ampliar esta rede de esperança.

 

SÃO CARLOS/SP - São Paulo, Campinas, São Carlos, Itirapina, Pitangueiras e mais cerca de 20 cidades tiveram a saúde de sua população reforçada com a doação de protetores faciais pela UFSCar. O projeto, coordenado pelo Prof. Dr. Rafael Vidal Aroca, já entregou cerca de 5.200 máscaras tipo face shield. As doações foram para hospitais, UBSs, UPAs, profissionais da saúde, trabalhadores da segurança, dentre outros.

A importância do uso de máscaras é evidenciada pelos números da COVID-19. "Segundo estudos realizados neste ano de 2020, países que utilizam máscaras têm número menor de mortes por Coronavírus do que países que não utilizam", explica o Coordenador do Projeto. No entanto, devido à pandemia, a procura por máscaras e protetores faciais aumentou e sua oferta diminuiu. Ocasionou preços elevados e dificuldade para encontrar os produtos no mercado.

"Começamos a produzir logo no início da pandemia para entregar ao Hospital Universitário da UFSCar, que necessitava de aproximadamente 300 protetores faciais. No entanto, diversas unidades de saúde e outras cidades começaram a nos procurar. Por isso, nosso objetivo passou a ser ajudar o maior número possível de Instituições e salvar o maior número de vidas", conta o Engenheiro da UFSCar, Marcos Tan Endo.

Doações - Para produzir os protetores faciais, doações de pessoas físicas, de empresas e de outras unidades da UFSCar estão sendo fundamentais.

Doações de pessoas físicas e empresas podem ser feitas por meio do endereço http://ain.ufscar.br/FaceShields_UFSCar/ 

O contato também pode ser feito por meio do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., diretamente com o Coordenador do Projeto, Prof. Dr. Rafael Vidal Aroca.

RIO DE JANEIRO/RJ - Mumuzinho usou o Instagram Stories nesta última sexta-feira (15) para dar mais detalhes sobre seu estado de saúde após testar positivo para o novo coronavírus (Covid-19). O sambista, que chegou a ser hospitalizado no final abril, contou que está curado da doença depois de realizar um novo teste.

“Notícia muito boa! Acabei de receber o exame e deu negativo! Estou curado. Eu estava esperando os resultados para anunciar minha live, logo logo!", comemorou o cantor de 36 anos.

Mumuzinho ficou internado por quatro dias em um hospital do Rio de Janeiro após apresentar quadro febril. Na ocasião, o músico chegou a ser diagnosticado pneumonia de grau intermediário.

 

 

*Por: REDE TV!

RIO DE JANEIRO/RJ - O Esporte da Globo proibiu nesta sexta-feira as lives nos perfis pessoais dos seus funcionários sobre qualquer tema esportivo. Em comunicado obtido pelo UOL, a emissora destacou que os conteúdos das entrevistas competem com a produção do Esporte da Globo e entende que este engajamento deveria acontecer nas plataformas oficiais da emissora.

A determinação foi repassada após entrevistas realizadas pelos comentaristas Casagrande e Caio Ribeiro nas últimas semanas. Casagrande conversou com o Andres Sanchez, presidente do Corinthians, que falou pela primeira vez sobre o processo vencido pelo ex-jogador Paulo André contra o clube. Já Caio Ribeiro conversou com nomes como Gabigol e Alexandre Pato, que não costumam dar entrevistas exclusivas com frequência.

Por conta disso, a emissora decidiu proibir as lives sobre esporte nos perfis pessoais. Além disso, entrevistas com figuras icônicas do esporte precisam ser sugeridas para a chefia. Caso seja interessante, a Globo promete viabilizar essas entrevistas ou conteúdos, que poderão ter exposição forte também no site da emissora.

A determinação não foi muito bem vista entre os profissionais do Esporte da Globo. As lives sobre outros assuntos, como música, estão liberadas sem problemas.

 

 

*Por: LANCE!

MUNDO - O confinamento no estado de Nova York terminou nesta última sexta-feira (15), depois de dois meses. Mas não na Big Apple, que já foi o epicentro da efervescência econômica e cultural e hoje é o foco da pandemia de coronavírus, que se resigna a um futuro incerto.

Várias empresas não essenciais reabrirão suas portas no resto do estado, mas na cidade de Nova York, de 8,6 milhões de habitantes e com mais de 20.000 mortos pelo vírus, as autoridades temem um novo aumento de casos e pedem cautela.

"Prolongar o confinamento é a decisão certa. Realmente é péssimo, mas não há escolha. Estamos tentando dar o nosso melhor", diz à AFP Shelby, uma corretora de Nova York de 40 anos que se recusou a dar seu sobrenome.

Em isolamento, "fico entediada como uma ostra", reclama Rhonda Glass, de 80 anos, que até a pandemia era voluntária de várias instituições de caridade. "Só espero que em breve possamos voltar a uma certa normalidade".

Mas o prefeito Bill de Blasio disse que é impossível tomar uma decisão antes de junho.

Ele já anunciou que as piscinas não abrirão neste verão na megalópole, e talvez nem as praias.

As escolas permanecerão fechadas até o início do novo ano escolar em setembro, pelo menos.

As autoridades investigam 110 casos no estado de crianças e jovens com uma síndrome hiperinflamatória grave, possivelmente ligada ao coronavírus, que já causou três mortes.

Jantar fora, ir a um bar, a um museu, a um teatro da Broadway, ou a um jogo de beisebol... Tudo o que representa Nova York e implica uma aglomeração de pessoas seguirá fechado.

"Temos que ser inteligentes", insiste o governador Andrew Cuomo. "Não devemos minimizar o vírus; ele nos derrotou várias vezes", disse na quinta-feira.

"Fantasmas ambulantes"

Delia Chávez, uma babá equatoriana de 60 anos, concorda que o confinamento deve continuar em Nova York, "porque nenhum dinheiro no mundo compra vida ou saúde".

"Perdemos a liberdade, a calma, perdemos financeiramente, emocionalmente. Somos fantasmas ambulantes, com nossas máscaras, luvas e roupas de proteção", diz tristemente essa mulher que parou de trabalhar há dois meses devido à pandemia e que agora voltou a cuidar de uma menina.

Seus chefes enviam um carro para buscá-la em casa todas as manhãs, para evitar contágio no metrô.

Os hispânicos e afro-americanos, muitos dos quais de baixa renda, com doenças crônicas anteriores e que vivem em apartamentos pequenos e sem seguro de saúde, têm a maior taxa de mortalidade devido à COVID-19 em Nova York, quase o dobro que a população branca.

Todos os dias, às 19h, a cidade se une para aplausos em homenagem aos médicos e enfermeiros que lutam contra a pandemia.

"Isso uniu os nova-iorquinos", reflete Shelby, a corretora.

No total, a doença matou mais de 27.000 habitantes do estado, com 19,6 milhões de habitantes.

No auge da pandemia, em 9 de abril, 799 pessoas morreram no estado de Nova York em 24 horas. O número caiu para menos de 160 esta semana.

E nesta sexta-feira, várias regiões que atendem a uma série de critérios começaram a reabrir a indústria e a construção.

Na cidade de Nova York, com a chegada do bom tempo e após dois meses de confinamento, há mais pessoas nas ruas e parques.

"Algumas semanas atrás eu tinha as ruas só para mim, era mais seguro trabalhar fora do que em um escritório", diz o carteiro Denzel Charles, de 59 anos. "Agora há multidões nas ruas".

Outros, como Hans Robert, executivo de 49 anos, decidiram deixar a Big Apple, onde vivia há 10 anos.

Robert se estabeleceu com sua família em sua casa de campo nas montanhas Catskills, a duas horas de distância, de onde todos podem trabalhar ou estudar on-line.

O aluguel mensal de US$ 7.000 do apartamento em Manhattan "vale a pena quando a cidade funciona", explica. "Quando não funciona, é um imposto por nada."

 

 

*Por: AFP

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