Jornalista/Radialista
O evento contará com três dias de programação intensa, com especialistas nacionais e atividades para toda a população
PIRACICABA/SP - Entre os dias 5 e 7 de setembro, Piracicaba será palco do MBX 2025, um dos eventos mais aguardados do calendário nacional de carreiras, inovação e negócios. Serão três dias intensos, com mais de 100 horas de atividades, que vão de palestras a workshops, com a presença de executivos, especialistas e estudantes em uma experiência única de aprendizado e networking.
Com um histórico de sucesso nas edições anteriores, o MBX 2025, que acontece no bairro Reserva Jequitibá, sendo o Pecege, FATEC e Wynwood Beach Club palco desta edição, reforça sua proposta de conectar o conhecimento acadêmico às demandas do mercado, reunindo profissionais de todos os estados do Brasil em uma programação distribuída em três turnos diários (das 8h às 24h). Além de palestras e painéis, a agenda inclui workshops, oficinas e Beer Talks, espaços que unem prática, troca de experiências e conversas descontraídas.
Entre os nomes confirmados estão: Eleonora Diniz, especialista em Analytics e experiência do usuário; Marcel Spadoto, referência em desenvolvimento de lideranças e vendas; Mario H. Trentim, autor best-seller e voz global em estratégia; e Gino Terentim, empreendedor, palestrante e autor.
Segundo Leonardo Braga, coordenador do MBX 2025 e colaborador do Instituto Pecege, o evento reafirma a relevância de um ecossistema de conhecimento que promove acesso a trocas, debates e construções.
“O MBX é um espaço que conecta protagonistas, quem busca se desenvolver desde estudantes ao executivo, em uma experiência única. Queremos que cada pessoa saia daqui com novos aprendizados, contatos valiosos e inspiração para transformar sua trajetória profissional”, afirma.
Braga reforça ainda o papel do evento na construção de um ecossistema plural:“Nosso objetivo é criar um ambiente vivo, orgânico, de troca para todos. O MBX é para quem busca atualização, oportunidades e troca de ideias, independentemente da área de atuação”.
Com mais de 100 palestrantes e especialistas compartilhando suas experiências, o MBX 2025 se firma como a melhor programação para quem deseja aproveitar o feriado de setembro investindo em conhecimento, inovação e conexões de impacto.
Serviço:
Evento: MBX 2025
Datas: 5, 6 e 7 de setembro de 2025
Horários: das 8h às 24h
Local: Instituto Pecege-Parque Tecnológico, Piracicaba (SP)
Inscrições e informações: mbx.academy/evento
MATÃO/SP - O Secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Denis Andia, representa o Ministério das Cidades, nesta quinta-feira (28), na entrega do Parque Residencial Vila Flórida I, II e III, em Matão (SP). Ao todo, o empreendimento soma 697 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, na modalidade FGTS.
O módulo I reúne 393 unidades, o módulo II, 168, e o módulo III, 136. As casas têm 44,82 m² de área privativa, enquanto 26 delas foram adaptadas para pessoas com deficiência, com metragem de 49,53 m². Cada moradia conta com dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e área de serviço.
O residencial será entregue com infraestrutura completa, que inclui rede de água e esgoto, drenagem pluvial, energia elétrica, iluminação pública, além de guias, sarjetas e pavimentação asfáltica, garantindo moradia digna para centenas de famílias da região.
Serviço
Entrega do Parque Residencial Vila Flórida I, II e III
Horário: 9h30
Data: 28/08/2025 (quinta-feira)
Endereço: Av. José Rolin Dias - Jardim Amélia, Matão - SP
BELÉM/PA - O desafio global de fazer frente às mudanças climáticas reforçou os laços entre o Brasil e França, em um esforço científico pela Amazônia. Pesquisadores dos dois países estão reunidos em Belém, no Pará, para dar início a mais uma temporada de projetos que pensam o futuro do planeta a partir da ciência, cultura e política.
O Seminário Conexões Amazônicas – Pesquisas Colaborativas entre Brasil e França, inaugurou na terça-feira (26) as atividades científicas da Temporada Brasil-França 2025. O encontro vai até amanhã dia 29, no Museu Emílio Goeldi, em Belém, como parte da agenda bilateral realizada a cada ano em duas temporadas – uma em cada país.
Segundo a representante da Embaixada da França no Brasil, Sophie Jacquel, a Temporada França-Brasil 2025 traz este ano um foco especial na cooperação científica que tem laços históricos e muito fortes através dos séculos, com um olhar ambiental reforçado pela realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).
“Estamos em um momento em que a Amazônia se aproxima de um ponto de não retorno pela mudança climática e isso é uma preocupação muito forte de ambos os governos e também dos pesquisadores brasileiros e franceses. Por isso, precisamos estruturar ainda mais esse compartilhamento de conhecimento e a interdisciplinaridade dos eixos de pesquisa”, destaca.
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Criada em 2023, a temporada é fruto de um novo impulso da relação bilateral, que celebra agora 200 anos. Do mesmo esforço, nasceu ainda o Centro Franco-Brasileiro de Biodiversidade Amazônica (CFBBA), inaugurado em novembro de 2024, na Guiana Francesa, que também aproxima o trabalho de cientistas dos dois países.
“As universidades, tanto aqui da Amazônia brasileira, quanto da Guiana Francesa, são enraizadas em um território que tem desafios enormes sociais e ambientais, mas também tem a capacidade de pensar quais são as soluções e nos futuros compartilhados”, afirma Nadège Mézié, assessora internacional do Centro Franco-Brasileiro da Biodiversidade Amazônica.
Ao longo de três dias, as comunidades científicas dos dois países apresentarão os avanços recentes das pesquisas sobre sociobiodiversidade, meio ambiente e enfrentamento da crise climática para que possam trabalhar na apresentação de soluções e novas perspectivas a serem levadas aos tomadores de decisões na COP30. “Vamos ter antropólogos, arqueólogos, cientistas da saúde, da biodiversidade e meteorologistas que podem ser capazes de juntos encontrarem soluções concretas”.
Nesta terça-feira, o dia é dedicado a jovens pesquisadores que compartilham seus estudos com cientistas experientes, em um esforço conjunto na construção de conhecimento. “São eles que vão fazer a ciência de amanhã, que têm ideias disruptivas, que têm novas soluções, especialmente os jovens cientistas da Amazônia, que trabalham pela Amazônia", afirma Sophie.
Para ela, o documento construído ao final do seminário vai percorrer os próximos eventos científicos para coletar inovações que podem se transformar em soluções ambientais em um processo de construção coletiva até a conferência climática.
“É o papel da ciência servir de base às decisões de governos e dos tomadores de decisões e construtores de políticas públicas”, afirma.
A programação foi estruturada em três eixos: clima e transição ecológica, diversidade das sociedades e democracia e globalização equitativa e terá a participação de pesquisadores como Stéphan Rostein, Laure Emperaire, Pascale de Robert, da ex-ministra da Justiça na Holanda, Christiane Taubira, Bepunu Kayapó, Lúcia Hussak van Velthem e Loudes Furtado.
O seminário é promovido pela Embaixada da França no Brasil, Museu Emilio Goeldi, com CFBBA e a Associação Comercial do Pará.
A programação completa pode ser conferida no site oficial da Temporada Brasil-França 2025.
AGÊNCIA BRASIL
CURITIBA/PR - A prática de atividades ao ar livre pode ajudar a prevenir o surgimento de casos de miopia ao longo dos primeiros anos de vida. O desafio, entretanto, é evitar que o hábito se perca com o avanço da urbanização e do uso precoce de telas na infância e com a consequente redução do tempo que crianças e adolescentes passam fora de casa.
As conclusões fazem parte da publicação CBO Miopia, de autoria do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), que traça um panorama da doença no país. O documento será lançado formalmente na próxima sexta-feira (29) durante o 69º Congresso Brasileiro de Oftalmologia, em Curitiba (PR).
A miopia atinge, atualmente, 7,6% de crianças e adolescentes brasileiros com idade entre 3 e 18 anos. Dados da publicação revelam, entretanto, contrastes classificados como marcantes - em comunidades quilombolas rurais, a prevalência da doença é 1,06%, enquanto, em áreas urbanas, chega a 20,4%.
Apesar das diferenças, o CBO destaca que a média brasileira se aproxima da registrada no restante da América Latina, estimada em 8,61%, e se mantém distante, por exemplo, da realidade asiática, onde estudos recentes apontam 87,7% de prevalência na China; 69% na Coreia do Sul; e 66% em Singapura.
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De acordo com o conselho, a miopia resulta de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Crianças com pais míopes têm até cinco vezes mais chances de desenvolver a condição. Além disso, hábitos como leitura prolongada em ambientes fechados e pouco tempo ao ar livre podem estar associados ao avanço da doença.
Estudos recentes mostram, entretanto, que a exposição solar exerce efeito protetor contra a doença: 40 minutos diários de atividades externas reduzem significativamente o risco de miopia.
Um exemplo do impacto do confinamento, segundo o CBO, foi observado durante a pandemia de covid-19, quando o tempo de exposição ao sol e de atividades externas diminuiu de forma brusca. Durante o período, Hong Kong, por exemplo, registrou um salto da prevalência de miopia na população de 44% para 55% em um ano.
“Entre crianças e adolescentes, as consequências da miopia são ainda mais preocupantes. A ausência de diagnóstico ou tratamento pode comprometer o desempenho escolar e o desenvolvimento intelectual”, alerta o CBO.
Outro desafio abordado pela publicação é o envelhecimento da população míope, que tende a elevar os custos para o sistema de saúde. Isso porque altos graus da doença aumentam as chances de desdobramentos classificados pelo CBO como complexos e onerosos.
“Por isso, especialistas defendem políticas públicas que incluam triagem visual em escolas, campanhas educativas sobre atividades externas desde a infância e orientações claras às famílias sobre a importância das consultas oftalmológicas regulares”, destacou o conselho.
AGÊNCIA BRASIL
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