Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - Um adolescente de 15 anos foi apreendido na tarde de segunda-feira (23), em São Carlos, por envolvimento com o tráfico de drogas. O caso ocorreu no CHDU, quando policiais militares, em patrulhamento pela região, flagraram o jovem em atitude suspeita.
De acordo com o boletim de ocorrência, o adolescente foi visto correndo com uma sacola nas mãos e uma máquina de cartão de crédito. Ao ser abordado pelos agentes, foi constatado que o conteúdo da sacola incluía diversas drogas prontas para comercialização.
No total, foram encontrados com o jovem: 34 porções de maconha, 03 porções de skank, quatro de haxixe, 46 pinos de cocaína, 124 pedras de crack, R$ 387,00 em espécie, 01 aparelho celular e a máquina de cartão, que possivelmente seria utilizada para transações ligadas à venda dos entorpecentes.
Após a apreensão dos materiais, o adolescente foi conduzido ao Plantão Policial, onde foi registrado o boletim de ocorrência. O jovem foi liberado após a presença de sua responsável, enquanto os objetos e a droga foram retidos pelas autoridades para investigação.
Entidade destaca seis pilares necessários para estruturar esse processo, como maior controle de plataformas irregulares e monitoramento de atividades ilícitas. Com divulgação do Sincomercio São Carlos
SÃO PAULO/SP - Em meio a um cenário de preocupação crescente com os efeitos causados pelas plataformas de apostas esportivas, como endividamento, dependência psicológica e operações fraudulentas e criminosas, o governo deu um passo importante ao antecipar para outubro a suspensão de plataformas de apostas online que não estiverem devidamente autorizadas para operar no Brasil. A medida (Portaria SPA-MF 1.475/2024, do Ministério da Fazenda) chega no desenrolar do processo mais amplo de regulamentação das chamadas bets, iniciado há alguns meses. A divulgação é do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio São Carlos).
Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), porém, se todas essas normas estão levando, de fato, as apostas a um ambiente mais controlado, os riscos inerentes ao comportamento das pessoas, nessas plataformas, permanecem altos — principalmente por causa da facilidade e da disponibilidade de acesso aos sites.
É por isso que, na visão da Entidade, o processo regulatório em curso deve focar em seis pilares fundamentais.
O primeiro deles é o controle rigoroso das plataformas irregulares, proibindo-as de qualquer tipo de operação no País até que se registrem no Ministério da Fazenda. Isso garantirá que apenas as empesas devidamente regularizadas possam operar, criando um ambiente mais controlado e seguro.
Além disso, a regulamentação deve conter dispositivos que ajudem o Poder Público a investigar, monitorar e punir a utilização dos sites de apostas para atividades ilícitas, como lavagem de dinheiro e financiamento do crime organizado. Uma vez que as regras estejam em vigor, será mais fácil rastrear transações suspeitas e observar padrões duvidosos.
Em terceiro lugar, a regulamentação terá de cumprir o papel vital de proibir o acesso de perfis específicos — protegendo pessoas mais vulneráveis às apostas, como menores de 18 anos ou indivíduos já diagnosticados com ludopatia —, bem como de empresários e sujeitos com informações privilegiadas sobre jogos disponíveis, que podem gerar conflitos graves de interesse.
A FecomercioSP ressalta que um dos pontos mais relevantes é a criação de mecanismos de prevenção ao vício e ao endividamento. Medidas como limites de apostas, bloqueio programado de acesso aos sites e monitoramento de comportamentos de risco ajudam a evitar que os usuários percam o controle das finanças e desenvolvam dependência.
Uma pesquisa de autoria da Entidade, publicada no fim de agosto, apontou que 20% dos que apostam online na capital paulista usariam recursos despendidos nos jogos para pagar contas domésticas. Outros 12% comprariam comida com esse dinheiro.
Por isso, é fundamental que a regulamentação estabeleça limites de apostas, bloqueios programados de acesso às plataformas em horários mais críticos (procedimento já realizado por alguns países) e crie meios de monitorar comportamentos de risco e de suspender perfis de indivíduos com alto risco de dependência.
A elaboração de meios de tornar os jogos mais transparentes, como a obrigatoriedade de divulgação das taxas de retorno de cada aposta, e um arcabouço rígido de regras responsáveis em torno da publicidade são os outros dois pilares que a FecomercioSP entende serem essenciais para regular o setor.
‘INVESTINDO’ COM APOSTA
O estudo ainda mostrou que, entre os paulistanos que apostam com frequência, um quarto (25%) o faz porque quer aumentar os rendimentos domésticos de forma mais rápida. Outros 9% ainda afirmam que os jogos representam um meio de investimento.
Diante disso, a FecomercioSP alerta para o fato de que muitos brasileiros veem as apostas como uma forma alternativa de poupar, refletindo um problema estrutural de orçamento familiar. Além da insegurança financeira, isso é especialmente grave porque, pelos dados, a rotina de um apostador é marcada mais por perdas (44% dos entrevistados disseram que essa é sua rotina de resultados) do que ganhos (30%). Outros 26% dizem nem ganhar, nem perder.
Os recursos utilizados para apostar variam, com 52% das pessoas usando não mais do que R$ 50 por mês nesses jogos. No entanto, praticamente um quarto (19%) deixa pelo menos R$ 100 nas bets mensalmente.
Esses impactos são corroborados por levantamento realizado pelo banco Itaú. Segundo a instituição, considerando montantes totais gastos nas empresas de apostas — ou seja, taxas e valores efetivamente apostados, sem considerar premiações pagas —, a soma que esses negócios movimentaram no último ano chega a R$ 68,2 bilhões (ou cerca de 0,6% do PIB brasileiro). Desse montante, R$ 44,3 bilhões voltaram aos usuários em formato de premiações, o que significa, portanto, que aproximadamente 36% desse dinheiro ficaram com as bets.
REGULAÇÃO
No fim do prazo estipulado pelo Ministério da Fazenda para iniciar o processo regulatório, um total de 113 empresas de apostas se cadastrou no processo, que está a cargo da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) da pasta. A estimativa do governo é de arrecadar até R$ 12 bilhões por ano com a regulamentação das apostas online, dos quais em torno de R$ 4 bilhões seriam provenientes de outorgas para autorização e funcionamento.
As diretrizes estipuladas, que abrangem “regras de jogo responsável”, tentam criar um ambiente de práticas seguras e de publicidade adequada. Dentre os objetivos do processo, destacam-se prevenção da dependência e dos transtornos patológicos associados e impedimento do consumo do serviço por menores e pessoas vulneráveis ou que gerem conflitos de interesse.
A FecomercioSP, que reforça a preocupação com os impactos socioeconômicos e psicológicos das apostas esportivas, seguirá trabalhando para que esse cenário controlado, seguro e equilibrado das bets buscado pela regulamentação se torne norma o mais rápido possível.
SÃO CARLOS/SP - No retorno às atividades após 20 anos, a escola social da AVS tem motivos para comemorar a decisão de buscar talentos no vôlei feminino em São Carlos, já que no primeiro ano disputando jogos oficiais, a equipe infantil feminina está a um jogo de conquistar um prêmio que incentiva a iniciativa: disputar o título da Série Prata do Campeonato da APV (que corresponde da 5ª a 8ª colocação) em um torneio que reúne mais de 20 equipes do interior paulista.
Mais um passo foi dado na manhã de sábado, 21. No ginásio municipal de esportes Pedro Ferreira dos Reis, o Docão, o Objetivo/Smec venceu Sertãozinho por 3 sets a 0, parciais de 25/9, 25/23 e 25/21, em 1h09 de jogo arbitrado por Walter Clariano e Cláudio Siena. Marlon Bruno foi o apontador.
Com a conquista dos três pontos, o time comandado pelo técnico Zé Sérgio manteve a segunda colocação do grupo A e no próximo final de semana, em casa, decide o segundo lugar contra Franca e em caso de vitória, consolida a classificação para as finais da Prata com uma rodada de antecedência.
Satisfeito, ao final do jogo Zé Sérgio comemorou a vitória salientando que deu oportunidade para todas as atletas. “No primeiro set mantivemos a equipe sem muitas alterações e conseguimos uma vitória tranquila. Nas demais parciais rodei bastante as atletas e a partida ficou mais disputada. Mas conseguimos a vitória e todas puderam jogar, o que é muito importante. Vale ressaltar ainda que a equipe está em constante evolução e vamos treinar forte esta semana para que possamos vencer Franca e estar nas finais da Prata”, disse Zé Sérgio.
Sertãozinho: Fernanda, Alice, Gabi, Betina, Maria Clara, Camille, Bia, Mariana, Amanda, Sarah, Lívia, Manu, Giovana e Lavínia. Técnico: Luís Fernando.
Objetivo/Smec: Lívia, Isadora, Emilly, Ana Lívia, Karyna, Lara, Clara, Lavínia, Bianca, Manu, Mariana, Gabi, Rayssa e Letícia. Técnico: Zé Sérgio.
SÃO CARLOS/SP - A corredora Joana Motta, da ASA/ADN brilhou na corrida Nossa Senhora do Belém, realizada na manhã de domingo, 22, em Descalvado. Ela completou o percurso de 5 quilômetros em segundo lugar e sagrou-se vice-campeã da prova.
Joana é uma atleta que nunca passa em branco nas corridas de rua e dessa vez ficou em 2° lugar geral. A corredora já classificada para os Jogos Abertos do Interior e irá representar São Carlos. “Ela treina muito em pista e utiliza as provas de rua para um treino de luxo. Parabéns a atleta”, disse o técnico e coordenador da equipe Altair Maradona Pereira.
“Eu venci essa corrida no ano passado. Esse ano liderei até o último quilômetro, mas nos metros finais não consegui sprintar. Senti falta de ar, garganta fechou e acredito que é devido às sequelas de uma recente pneumonia que estou me recuperando. Assim finalizei na segunda posição e estou satisfeita por ter concluído e com um tempo melhor que o almejado”, salientou Joana.
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.