Jornalista/Radialista
EUA - Ao contrário de rivais como a Samsung, a Huawei, a Xiaomi, a Oppo, a Honor e a Google, a Apple continua não tendo qualquer iPhone de tela dobrável no seu catálogo e, ao que parece, alguns usuários do celular da ‘Empresa da Maçã’ estão cansados de esperar.
É esta a ideia que fica a partir da pesquisa divulgada pela SellCell e que foi feito com base na participação de dois mil usuários de iPhone. De acordo com este relatório, 30,3% dos participantes diz que está considerando adquirir um smartphone dobrável ao invés do iPhone 17 - que deverá ser apresentado já no dia 9 de setembro.
Esta pesquisa chega em um momento em que estão circulando rumores que apontam o lançamento do primeiro iPhone de tela dobrável para 2026. “Se a Apple esperar até 2026, 20,1% [dos participantes] diz que considera trocar para um dobrável da Samsung e 10,2% diz que considera um modelo da Google”, pode se ler nas conclusões do estudo.
No entanto, nem tudo são más notícias para a Apple, uma vez que 68,3% dos participantes diz que pretende adquirir o iPhone 17. No entanto, teremos de aguardar para vermos se os seguidores da Apple e fãs do iPhone ficarão convencidos com as novidades que serão compartilhadas na próxima semana.
O que esperar do iPhone dobrável?
Os rumores que têm circulado dão conta que a Apple pretende lançar o primeiro iPhone com tela dobrável no fim de 2026, com as informações a terem sido recentemente corroboradas pelo jornalista Mark Gurman da Bloomberg.
Agora, Gurman está pronto para avançar com mais alguns detalhes a respeito deste iPhone dobrável e ofereceu até algumas especificações do dispositivo em questão.
De acordo com as informações disponíveis, o iPhone dobrável terá um design semelhante a outros dispositivos deste segmento na medida que poderá ser aberto como um livro e ser usado como um tablet - semelhante ao que acontece hoje em dia com o Galaxy Z Fold da Samsung, por exemplo. Por outro lado, é referido que a tela dobrável deste iPhone deverá ter uma nova tecnologia criada para reduzir o ‘vinco’ muitas vezes verificado na parte dobradiça neste tipo de celulares.
O iPhone dobrável contará com o sensor de impressões digitais Touch ID como tecnologia de autenticação biométrica. Sim, tudo indica que este modelo não contará com o sistema Face ID, o que é capaz de não ser bem visto por todos aqueles que se habituaram a usar o reconhecimento facial do iPhone para, por exemplo, autenticar pagamentos no Apple Pay.
Vale lembrar que o último iPhone a ser lançado com Touch ID foi o iPhone SE de 3.ª geração em 2022. O sensor de impressões digitais começou a ser abandonado em 2017 com o lançamento do iPhone X, um celular que recorria exclusivamente ao Face ID como meio de autenticação biométrica.
Outras especificações indicam que o iPhone dobrável estará equipado com um total de quatro câmaras - duas na face traseira, uma na tela interna e outra na face traseira. No interior deverá estar o modem C2 desenvolvido pela própria Apple e que, em 2026, poderá ser encontrado também no iPhone 18 Pro e no iPhone 18 Pro Max. Não deverá estar presente a possibilidade de usar um cartão SIM físico.
Esta não é a primeira vez que circulam rumores sobre as especificações do primeiro iPhone dobrável. No começo de 2025 o analista Ming-Chi Kuo afirmou que a tela interna do iPhone dobrável teria 7,8 polegadas e que a externa teria 5,5 polegadas.
por Notícias ao Minuto
EUA - Um menino de 11 anos, morreu, no domingo (31), em um hospital em Houston, nos Estados Unidos, depois de, na noite anterior, ter sido baleado enquanto fugia de uma casa após ter tocado à campainha.
Em um comunicado, citado pela imprensa norte-americana, a prefeitura da cidade de Houston confirmou a morte e indicou que o menino estava brincando. As crianças estavam em um jogo conhecido localmente como 'doorbell ditch', que consiste em tocar à campanha e correr.
"Uma testemunha afirmou que o rapaz estava correndo de uma casa, após tocar a campainha, pouco antes de ser alvo de um tiro", informou.
Os agentes foram chamados para um tiroteio, na noite de sábado, e acabaram libertando uma pessoa que tinha sido detida para interrogatório.
O rapaz foi levado para um hospital, onde acabou morrendo no domingo.
A KPRC, afiliada da NBC em Houston, noticiou outras crianças também estavam participando do jogo.
A investigação ao caso continua.
por Notícias ao Minuto
ARGENTINA - O presidente da Argentina, Javier Milei, autorizou a alteração de datas de feriados que caiam aos finais de semana para forçar feriados prolongados. Medida visa estimular o turismo doméstico.
Feriados que caírem no final de semana na Argentina serão movidos. A data passará a ser na sexta-feira imediatamente anterior ou na segunda posterior ao dia original.
A medida foi adotada por uma resolução do governo federal. Ela havia sido anunciada pelo presidente Javier Milei e foi publicada assinada pelo chefe de gabinete de ministros no último dia 28.
Mudança acontece para estimular o turismo interno. Justificativa do governo consta na resolução 139/2025.
Governo também quer favorecer setores estratégicos. Ainda segundo o texto da resolução, a mudança na data dos feriados visa beneficiar setores como gastronomia, transporte e o comércio regional.
Não possibilitar a modificação vai contra o objetivo dos feriados de gerar períodos de descanso estendidos, argumentou o governo à mídia local.
A mudança na data dos feriados não atinge os chamados "feriados imóveis". Alguns exemplos destes são o Carnaval e o Natal.
O primeiro a ser alterado acontecerá em outubro. No dia 12 de outubro, se comemora o Dia do Respeito à Diversidade Cultural, que este ano será celebrado no dia 10 do mesmo mês.
por Folhapress
RÚSSIA - O ditador da Coreia do Norte Kim Jong-un disse ao presidente da Rússia Vladimir Putin que está disposto a ajudar o país vizinho caso necessário, segundo a agência estatal de notícias Sputnik. "Se a Coreia do Norte puder ajuda a Rússia de qualquer forma, certamente o fará, é um dever fraternal", disse.
O presidente russo afirmou que as duas nações asiáticas estão desenvolvendo uma relação especial e que estava feliz que foi possível encontrar Kim nesta ocasião. "Recentemente, as relações entre os nossos países assumiram um caráter especial de confiança e amizade, um caráter aliado", declarou Putin, segundo a agência.
Os líderes realizaram uma reunião paralela em Pequim, onde compareceram a desfile militar para comemorar a vitória da China na Guerra da Resistência contra o Japão e na Segunda Guerra Mundial a convite de Xi Jinping. O líder russo também elogiou os eventos realizados pelo regime chinês, declarando que são "brilhantes" e de "alto nível".
"Eu quero enfatizar que os soldados lutaram brava e heroicamente", afirmou.
As declarações ocorrem em um momento em que o presidente dos Estados Unidos Donald Trump tenta negociar com Putin o fim da Guerra da Ucrânia.
A relação entre a Rússia e a Coreia do Norte é criticada pelo Ocidente por envolver o envio de ajuda nos combates. Na ofensiva de mais de três anos, Kim já enviou milhares de soldados para auxiliar o exército russo nos conflitos.
Em junho deste ano, o ditador prometeu ainda apoio incondicional na guerra, segundo a agência estatal de notícias de Pyongyang. No ano passado, os líderes assinaram um acordo estratégico que inclui a cooperação militar profunda e assistência mútua em caso de um dos países sofrer uma agressão.
No dia anterior à reunião com Kim, o presidente da Rússia teve também um encontro com Xi, onde afirmou que a relação entre os países chegou a um nível "sem precedentes".
"Este é um exemplo de que os dois países mostram ao mundo que a Rússia e a China estão vigiando e ajudando-se na Guerra Mundial contra o fascismo", disse Putin, segundo o Ministério de Relações Internacionais da China.
Já Xi declarou que a relação entre o que chamou de duas potências internacionais resistiram às mudanças internacionais e foi estabelecida como modelo. Disse ainda que a China está disposta a estreitar ainda mais as trocas com a Rússia.
Putin também viajou à China para participar da Organização para Cooperação de Xangai, onde se reuniu com outras lideranças além do mandatário chinês, como o primeiro-ministro da Índia Narendra Modi.
Na ocasião, Xi, Putin e Modi protagonizaram cenas de parceria, como quando deram as mãos com o objetivo de mostrar unidade das três potências.
por Folhapress
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