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Redação

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 Jornalista/Radialista

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PIRAPOZINHO/SP - A Polícia Militar Rodoviária apreendeu 304 quilos de maconha em um caminhão na rodovia Assis Chateaubriand, em Pirapozinho, no interior de São Paulo, no domingo (30). A droga, dividida em 393 tijolos, estava escondida atrás do banco do motorista.

Durante patrulhamento, a equipe do 2º Batalhão de Polícia Rodoviária avistou o veículo sendo guinchado, então estacionou para verificar o motivo. Ao notar a presença dos policiais, o caminhoneiro, de 36 anos, tentou fugir, mas foi detido.

O caminhão foi vistoriado e os agentes encontraram a droga atrás do banco. O celular do motorista e R$ 100 em espécie também foram apreendidos na ação.

O suspeito foi encaminhado à Delegacia de Polícia de Pirapozinho, onde permaneceu preso por tráfico de drogas.

 

SOROCABA/SP - A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Investigações sobre Entorpecentes (Denarc), prendeu três homens, com idades entre 18 e 33 anos, que estavam com mais de 120 quilos de cocaína. O flagrante ocorreu na segunda-feira (1), na cidade de Sorocaba, interior do estado. Também foram apreendidos dois carros e um revólver.

Durante investigações, os agentes receberam informações de que uma casa, localizada no bairro Jardim Santa Bárbara, era usada para armazenamento de drogas. Ainda apuraram que os suspeitos transportavam os entorpecentes de Sorocaba para a capital.

A equipe viu dois suspeitos manuseando os tabletes de cocaína e realizaram a abordagem. Com a dupla foram encontrados 55 tijolos da droga. Eles foram detidos em flagrante.

Um carro foi visto saindo do local e, de imediato, os agentes iniciaram o acompanhamento. O veículo estacionou em um local aberto e, ao ver as viaturas, o motorista fugiu. Dentro do carro, estavam outros 67 tijolos de cocaína.

Posteriormente, o motorista foi localizado e detido.

O caso foi registrado como tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e associação para o tráfico na 6ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Entorpecentes (Dise).

 

 

Por Amanda Ramos, com informações da Polícia Civil

SINTRA - A desinflação na zona do euro continua em andamento e os últimos números divulgados esta semana confirmam que o Banco Central Europeu (BCE) tem espaço para reduzir ainda mais as taxas de juros, disse Alfred Kammer, diretor do Departamento Europeu do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O BCE reduziu as taxas de juros no início de junho para reconhecer uma rápida queda na inflação, mas evitou qualquer compromisso sobre medidas subsequentes, argumentando que o retorno à sua meta de 2% até o próximo ano ainda não estava garantido.

Kammer pareceu mais relaxado, apesar de um crescimento relativamente forte de 4,1% nos preços de serviços no mês passado, o que está levantando algumas preocupações de que a inflação possa ficar presa em níveis elevados.

"Os dados, incluindo a divulgação dos números da inflação de junho, confirmam a perspectiva e indicam que a desinflação ainda está, de modo geral, em linha com nossas expectativas", disse Kammer à Reuters à margem de uma conferência, referindo-se aos dados de terça-feira.

"Isso significa que mantemos nossa orientação política para o BCE, que é a de que ele deve continuar a reduzir gradualmente a taxa de juros", disse ele.

Essa perspectiva dá ao BCE espaço para reduzir sua taxa de depósito de 3,75% para 2,5% até o terceiro trimestre de 2025, disse Kammer.

Os mercados só veem a taxa de depósito caindo para 2,75% no terceiro trimestre, de modo que o FMI está defendendo um ciclo de flexibilização um pouco mais rápido do que os investidores preveem agora.

Embora os formuladores de política monetária estejam preocupados com o fato de os salários ainda crescerem muito rapidamente e pressionarem os preços, Kammer argumentou que já está havendo um abrandamento no mercado de trabalho e isso ajudará a esfriar os preços.

"Já estamos vendo que o mercado de trabalho está se abrandando", disse ele. "Vemos isso em vários países e isso indica que a postura restritiva da política monetária está funcionando para deprimir a demanda agregada."

 

 

Reportagem de Balazs Koranyi / REUTERS

EUA - Pesquisadores de Harvard fizeram uma parceria com o Google para criar a maior base de dados da estrutura do cérebro humano na resolução utilizada. Eles conseguiram mapear cada célula e sinapse de uma pequena amostra de cérebro. Com as novas imagens, a equipe identificou fenômenos que ainda não têm explicação.

Eles utilizaram um 1 milímetro cúbico de volume de um córtex saudável retirado durante uma cirurgia em uma mulher com epilepsia. O procedimento servia para que os cirurgiões alcançassem a parte do cérebro que precisava ser operada. De forma mais específica, a amostra de córtex veio do lobo temporal anterior e tem seis camadas de células.

Para transformar a amostra em imagem, os pesquisadores utilizaram um microscópio eletrônico, técnica utilizada para investigar de forma detalhada estruturas biológicas e inorgânicas. Os dados capturados pelo telescópio foram, então, reconstruídos pelo computador.

Apesar da amostra utilizada ser pequena, as imagens exibiram 57 mil células e 150 milhões de sinapses – pontos de conexão onde o sinal atravessa de um neurônio para o outro. Isso resultou em um total de 1,4 milhão de gigabytes de dados. A partir disso, surgiu a necessidade da parceria com o Google, que disponibilizou uma inteligência artificial de processamento de imagens.

Por conta da vasta quantidade de dados, os pesquisadores ainda não conseguiram analisar todas as informações disponíveis. Para tornar o esforço conjunto ainda maior, eles compartilharam os dados online e disponibilizaram ferramentas de análise.

Entre os achados que surpreenderam os cientistas, estão as fortes conexões entre os pares de neurônios. Em alguns casos, havia dezenas de sinapses conectando as mesmas duas células. Conexões tão fortes não foram encontradas nos cérebros de ratos. Outro ponto intrigante foi a existência de células que tendem a ficar em uma imagem simétrica a outra, como um espelho.

Eles também identificaram a ocorrências de axônios espiralados. Essa estrutura faz parte do neurônio e é responsável por carregar o sinal para fora da célula. Havia poucos axônios em espiral e, em alguns casos, eles ficavam na superfície de uma outra célula. Mas a função e o porquê dos axônios espiralados ainda são desconhecidos.

As imagens obtidas pela equipe mostram como os neurônios estão conectados de forma intensa. Apenas um neurônio tem mais de 5 mil axônios de outras células chegando a ele e levando os sinais, o que resulta em inúmeras sinapses.

Leia o estudo completo na revista Science.

 

 

Ramana Rech / ESTADÃO

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