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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - Um bebê gorila nasceu em 28 de junho no Zoológico Woodland Park, em Washington, nos EUA, mas está sendo rejeitado pela mãe desde o nascimento.

Apesar da situação, o gorila, ainda sem nome, está saudável e sendo cuidado pelos tratadores. O zoológico agora está considerando encontrar uma mãe adotiva para ele.

Segundo um comunicado citado pelo Miami Herald, Akenji, uma gorila de primeira viagem, parecia ter instinto materno durante a gravidez, mas algo mudou imediatamente após o parto. Akenji não demonstrou interesse pelo filhote, como é comum entre as gorilas.

Por isso, "uma hora após o parto, a equipe de cuidados teve que intervir para garantir a segurança e o bem-estar do bebê". Infelizmente, com o passar dos dias, a atitude de Akenji não melhorou.

"Apesar de incentivarmos comportamentos maternais, Akenji ainda não mostrou nenhum sinal promissor de interesse em criar vínculos com seu bebê", revelou Rachel Vass, responsável pelo caso.

Nos primeiros dias após o nascimento, a equipe ficou "24 horas por dia" com o gorila bebê. Eles o alimentaram com leite de fórmula em mamadeira e garantiram que ele permanecesse aquecido e próximo à mãe para que ela pudesse vê-lo, ouvi-lo e cheirá-lo. No entanto, não houve mudanças.

O zoológico está considerando encontrar uma mãe "substituta" para a cria, como já feito em outros casos, preocupados que, se o animal crescer sendo cuidado "à mão" por humanos, poderá ter dificuldades para se reintegrar entre os membros de sua espécie no futuro.

"Temos uma equipe profissional e altamente dedicada de especialistas em gorilas no Woodland Park Zoo, com mais de oito décadas de experiência coletiva cuidando e criando gorilas, preparando futuras mães para a maternidade e unindo mães e filhotes ou introduzindo outras gorilas para assumir o papel de mãe", disse Martin Ramirez, diretor do zoológico, enfatizando que, por enquanto, "a situação exige paciência e método enquanto avançamos com este novo membro da família dos gorilas".

 

 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

BRASÍLIA/DF - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para 5 de agosto o início dos trabalhos da comissão de conciliação que vai tratar das ações que envolvem o marco temporal para demarcação de terras indígenas.

Em abril, o ministro negou pedido para suspender a deliberação do Congresso que validou o marco temporal e determinou que a questão deverá ser discutida previamente durante audiências de conciliação. As reuniões estão previstas para seguir até 18 de dezembro deste ano.

Mendes também fixou a quantidade de representantes que o Congresso e entidades que atuam na proteção dos indígenas terão na comissão. A Articulação dos Povos Indígenas (Apib) terá seis representantes.

A Câmara dos Deputados e o Senado terão três membros cada um. O governo federal terá quatro representantes, que deverão ser indicados pela Advocacia-Geral da União (AGU), pelos ministérios da Justiça e Segurança Pública e dos Povos Indígenas, além da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Os estados terão dois membros, que serão indicados pelo Fórum de Governadores e pelo Colégio Nacional de Procuradores de Estado (Conpeg). Os municípios deverão indicar um membro, a partir de consenso entre a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP).

Gilmar Mendes é relator das ações protocoladas pelo PL, o PP e o Republicanos para manter a validade do projeto de lei que reconheceu o marco e de processos nos quais entidades que representam os indígenas e partidos governistas contestam a constitucionalidade da tese.

Pela tese do marco temporal, os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

Em dezembro do ano passado, o Congresso Nacional derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que validou o marco. Em setembro, antes da decisão dos parlamentares, o Supremo decidiu contra o marco. A decisão da Corte foi levada em conta pela equipe jurídica do Palácio do Planalto para justificar o veto presidencial.

 

 

POR AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - Dream Santo Antonio vem sendo alvo de reclamações de algumas pessoas que fizeram a aquisição do empreendimento em São Carlos.

Uma das pessoas nos disse que a entrega era em dezembro do ano passado, mas havia em contrato um adicional de mais 180 dias, mas até agora não havia ocorrido.

“A construtora não entregou as chaves, estou pagando aluguel + taxa de obra + entrada da casa que foi parcelada. Tenho filhos pequenos e essa casa seria a realização de um sonho, porém a construtora tornou esse sonho pesadelo, pois eles não estão cumprindo os prazos do contrato, a caixa está sendo conivente, pois está prolongando dias após dias.

A última medição da obra, prejudicando assim os compradores e beneficiando a construtora, gostaria que a Rádio Sanca nos ajudasse nesse caso, fazendo uma matéria e divulgando essa injustiça que está acontecendo com os compradores do módulo 2. A obra já está 100% concluída, só faltam eles entregarem as chaves, ou repassar as taxas de obra para a construtora pagar, pois é isso que diz o contrato (sic)” desabafou o cidadão

Um boletim de ocorrência (B.O) foi registrado.

A COSTRUTORA

A construtora diz que as obras já estão terminadas, mas que há dois “procedimentos pendentes para garantir toda a segurança e assertividade no processo de entrega”.

“As solicitações já foram abertas e agora dependem dos órgãos competentes. A companhia aguarda a conclusão dessas etapas para compartilhar uma data correta de entrega das chaves”.

 

O que diz a Caixa Econômica?

“A Caixa esclarece que as obras do Módulo II do Residencial Santo Antônio estão concluídas e que a construtora aguarda a finalização da legalização e emissão do habite-se por parte dos órgãos competentes.  Após o cumprimento dessa etapa, será possível realizar a entrega das unidades aos adquirentes, conforme a legislação vigente”, afirma.

SÃO CARLOS/SP - A convite do governador Tarcísio de Freitas, a Prefeitura de São Carlos, assina nesta quarta-feira (03/07), às 11h, no Palácio dos Bandeirantes, o convênio com Governo do Estado de São Paulo de adesão ao Plano Estadual de Habitação, coordenado pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano e Habitação.

Neste encontro com os representantes dos 645 municípios, o governador vai anunciar com quantas unidades habitacionais cada cidade será contemplada pelo Programa

Nossa Casa, modalidade Preço Social, criado pelo Decreto Estadual nº 64.419/19, que prevê a parceria das três esferas de Governo (Estadual, Municipal e Federal) juntamente com a iniciativa privada, em terrenos públicos municipais e estaduais. 

Esta parceria possibilitará que famílias de baixa renda adquiram sua casa própria a preços abaixo do mercado e de forma mais acessível. Os empreendimentos viabilizados terão parte das suas unidades disponibilizadas a preço social, além de contar com subsídios adicionais para todas as unidades.

A Prefeitura já conquistou outras 953 moradias, sendo 400 apartamentos pelo Minha Casa, Minha Vida, outros 240 também pelo Minha Casa, Minha Vida, porém na categoria Entidades, 313 moradias, sendo 200 pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) e 113 pelo Programa Casa Paulista - CCI (Carta de Crédito Individual).

Ano passado o Governo do Estado também entregou o primeiro condomínio república para idosos com 22 casas, construído por meio do programa Vida Longa.

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