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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - No balanço financeiro entregue ao Conselho Fiscal e ao Conselho de Orientação (Cori), a gestão do presidente Osmar Stabile afirma que o Corinthians receberá R$ 276,7 milhões ao longo de 2026 pelos acordos firmados com as empresas que estampam o uniforme de jogo da equipe profissional masculina de futebol.

Mais da metade do valor vem da casa de apostas Esportes da Sorte, responsável pelo pagamento de R$ 150 milhões para estampar sua marca no espaço máster da camisa do Corinthians. A norte-americana Nike, responsável pela concepção criativa, confecção e distribuição dos uniformes por todo o país, aparece em segundo na lista com o aporte de R$ 89 milhões.

Os números representam um aumento de R$ 100 milhões ao Corinthians em relação à mesma fonte de receita do ano passado.

O balanço financeiro, ao qual o ge teve acesso com exclusividade, mostra que a arrecadação com a camisa de jogo durante o ano de 2025 foi de R$ 171,7 milhões, sendo R$ 124,778 milhões vindos das empresas patrocinadoras e R$ 46,915 milhões do acordo com a Nike.

 

Valores pagos ao Corinthians pela exposição na camisa

Empresa parceira Local do uniforme Valor por ano
Esportes da Sorte Máster R$ 150 milhões
Nike Fornecedora do material esportivo R$ 89 milhões
Frimesa Omoplata R$ 9,6 milhões
BYD Omoplata R$ 8 milhões
Broto Legal Calcão R$ 6 milhões
BMG Manga R$ 5 milhões
Ezze Seguros Costas Superior R$ 5 milhões
Zé Delivery Escudeto R$ 4,1 milhões

Fonte: Balanço do Corinthians

De acordo com o clube, o incremento considerável do dinheiro se deve às renegociações dos contratos tocados pelos departamentos comercial e de marketing. Tanto a Esportes da Sorte (até dezembro de 2029) como a Nike (até dezembro de 2035) renovaram os vínculos com o Corinthians.

O clube também acertou patrocínio com a BYD até dezembro de 2026, renovou com a Frimesa até dezembro de 2026 e estendeu o vínculo com a Ezze Seguros até junho de 2026.

— A área comercial passou por uma importante reestruturação em 2025, com foco em consolidar parcerias estratégicas de longo prazo e criar uma base sólida de receitas recorrentes, sustentada pela renovação com a Nike, a ampliação do contrato com a Esportes da Sorte e a diversificação do portfólio de parceiros — escreveu o clube no documento que ainda será enviado aos conselheiros.

O balanço financeiro, que apresentou déficit de R$ 143,441 milhões em 2025, passará por votação no Conselho Deliberativo na próxima segunda-feira.

 

Por Gabriel Oliveira e Yago Rudá / ge

SÃO PAULO/SP - O consumo dos brasileiros em supermercados registrou alta de 1,92% no primeiro trimestre de 2026, de acordo com balanço divulgado nesta quinta-feira (23) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

No mês de março, o consumo foi 6,21% maior que em fevereiro. Já em relação a março do ano passado, o avanço foi de 3,20%.

Todos os dados foram deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE) e abrangem todos os formatos de supermercados.

“O salto de março evidencia tanto a antecipação de compras para a Páscoa, celebrada no início de abril, quanto o efeito-calendário de fevereiro, mês com menor número de dias", avalia a Abras.

A associação descreve que o desempenho também ocorreu devido à entrada de recursos na economia. "Em março, o Bolsa Família contemplou 18,73 milhões de lares, com transferência de R$ 12,77 bilhões. Os recursos do PIS/PASEP injetaram cerca de R$ 2,5 bilhões no segundo lote de pagamento”, diz a entidade.

Cesta de compras mais cara

O Abrasmercado, indicador que mede a variação de preços de 35 produtos de largo consumo, registrou alta de 2,20% em março.

Nos meses anteriores, as variações haviam sido de +0,47%, em fevereiro, e de -0,16%, em janeiro. Com o resultado, o valor médio da cesta passou de R$ 802,88 para R$ 820,54 no mês.

Entre os produtos básicos, a principal elevação foi do feijão (+15,40%), seguido pelo leite longa vida (+11,74%). No acumulado do trimestre, o feijão subiu 28,11%, enquanto o leite longa vida avançou 6,80%.

Também subiram a massa sêmola de espaguete (+0,91%), a margarina cremosa (+0,84%) e a farinha de mandioca (+0,69%).

Em sentido oposto, as principais quedas entre os básicos foram observadas em açúcar refinado (-2,98%), café torrado e moído (-1,28%), óleo de soja (-0,70%), arroz (-0,30%) e farinha de trigo (-0,24%).

No grupo das proteínas, houve elevação nos ovos (+6,65%) e na carne bovina, tanto no corte do traseiro (+3,01%) quanto no corte do dianteiro (+1,12%). Já frango congelado (-1,33%) e pernil (-0,85%) registraram queda no mês. No acumulado do trimestre, o corte do traseiro de carne bovina subiu 6,29%.

Entre os alimentos in natura, as maiores altas foram do tomate (+20,31%), cebola (+17,25%) e batata (+12,17%). No acumulado do trimestre, as altas chegam a 45,43%, 14,06% e 14,04%, respectivamente, evidenciando o impacto relevante da sazonalidade e da dinâmica de oferta.

Limpeza e higiene

Nos itens de higiene pessoal, os preços avançaram para o sabonete (+0,43%), xampu (+0,34%), papel higiênico (+0,30%) e creme dental (+0,13%).

Já na limpeza doméstica, houve elevação no detergente líquido para louças (+0,90%), desinfetante (+0,74%) e água sanitária (+0,38%). A única queda do grupo foi registrada no sabão em pó (-0,29%).

Preços por região

Quando analisadas as regiões, a maior alta em março foi registrada no Nordeste (2,49%), com a cesta passando de R$ 720,53 para R$ 738,47.

Veja a variação da cesta de compras por região:

  • Nordeste (+2,49%), de R$ 720,53 para R$ 738,47;
  • Sudeste (+2,20%), de R$ 822,76 para R$ 840,86;
  • Sul (+1,92%), de R$ 871,83 para R$ 888,57;
  • Centro-Oeste (+1,83%), de R$ 753,20 para R$ 766,96;
  • Norte (+1,82%), de R$ 875,01 para R$ 890,93.

Expectativa para o segundo trimestre

Segundo a Abras, o segundo trimestre também pode registrar alta no consumo, devido à antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS. A expectativa é que sejam pagos R$ 78,2 bilhões, com depósitos a partir de 24 de abril para cerca de 35,2 milhões de segurados.

Além desse recurso, também haverá o pagamento do primeiro lote de restituições do Imposto de Renda de 2026, que pode somar cerca de R$ 16 bilhões para 9 milhões de contribuintes ao final de maio.

“Mesmo em um cenário favorável para a renda das famílias, o setor mantém foco em competitividade de preços, eficiência operacional e planejamento, diante de eventuais pressões logísticas e de custos no ambiente internacional”, analisou o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.

Para os próximos meses, a Abras ainda enxerga risco de alta em parte dos alimentos, especialmente nos itens mais sensíveis a frete, clima e oferta.

“A alta do petróleo e o encarecimento do transporte elevam o custo de reposição em cadeias mais longas e intensivas em logística, com potencial de repasse para os alimentos”, disse Milan.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - O governo federal autorizou a nomeação de mil servidores para o quadro da Polícia Federal (PF). A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Em nota, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos informou que a autorização contempla candidatos aprovados no concurso público da PF realizado em 2021, “permitindo a convocação além do número de vagas originalmente previsto no edital”.

“Com isso, o governo amplia o aproveitamento do certame e acelera a recomposição do efetivo da corporação”, destacou a pasta.

As nomeações abrangem os seguintes cargos da carreira:

- agente: 705 vagas

- escrivão: 176 vagas

- delegado: 61 vagas

- perito criminal federal: 38 vagas

- papiloscopista: 20 vagas

No comunicado, o ministério destaca que a possibilidade de convocar candidatos aprovados além das vagas iniciais é um instrumento previsto na legislação “que permite maior eficiência na gestão pública”.

“Ao aproveitar um concurso já realizado, a administração reduz prazos, otimiza recursos e responde com mais rapidez às demandas por reforço institucional em áreas essenciais.”

 

AGÊNCIA BRASIL

RIO DE JANEIRO/RJ - Em uma tarde de mar calmo e céu aberto, mergulhadores em um caiaque entram no mar da Praia do Pontal, que faz parte da Reserva Extrativista Marinha do Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

Quando chegam a cerca de 200 metros da faixa de areia, um deles mergulha e, em questão de minutos, volta para a pequena embarcação com uma tartaruga marinha. Logo em seguida, outra é capturada da mesma forma.

A atividade, acompanhada por pescadores e banhistas mais curiosos, não tem nada de predatória. Pelo contrário: é um monitoramento da saúde desses animais e faz parte do Projeto Costão Rochoso, da organização não governamental (ONG) Fundação Educacional Ciência e Desenvolvimento. A iniciativa busca evidências científicas para preservação e recuperação dos costões, área de transição entre o mar e o continente.

O projeto conta com parceria da Petrobras e colocou em prática um desafio: descobrir de onde vêm as tartarugas que habitam em Arraial do Cabo, litoral do país com maior quantidade de tartarugas-verdes em área de alimentação.

Uma das fundadoras do projeto, a bióloga Juliana Fonseca conta que em Arraial são encontradas todas as cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil.

Bateria de exames

Depois de capturadas pelos mergulhadores, elas são levadas para a faixa de areia. “A gente faz uma bateria de exames, que consiste em pesar, medir e coleta de tecido. É como se a gente estivesse fazendo uma biópsia para entender a origem dela”, detalha Juliana à Agência Brasil.

“Apesar de ter muitas tartarugas aqui em Arraial, é a área com maior densidade de tartarugas-verdes do Brasil, a gente não sabe onde elas nasceram. Então é isso que a gente está tentando entender agora”, completa.

“Quando identificamos essa origem, conseguimos entender quais estoques populacionais dependem dessa área. Ao identificar de onde vêm essas tartarugas, passamos a compreender melhor a conexão entre áreas de desova e áreas de alimentação”, justifica a bióloga.

Segundo Juliana, essas tartarugas, que têm expectativa de vida em torno de 75 anos, passam aproximadamente dez deles nas águas de Arraial do Cabo. Algumas chegam a permanecer por até 25 anos e só depois retornam à região onde nasceram para se reproduzir.

A bióloga detalha que elas costumam chegar pequenas e se desenvolvem no litoral fluminense.

“São juvenis, recém-chegadas na costa. Depois que elas nascem, têm uma fase oceânica que dura, pelo menos, cinco anos. Então, com cerca de 25 centímetros, voltam para a costa. Em Arraial do Cabo, elas crescem e se desenvolvem muito bem, ou seja, engordam aqui com a oferta de alimentos”, descreve.

Identificação e DNA

O projeto monitora a saúde das espécies tartaruga-verde e tartaruga-pente em três praias de Arraial do Cabo ─ Praia dos Anjos, Praia Grande e Praia do Pontal ─ e na Ilha de Cabo Frio, todas na reserva marinha. Assim como casco, nadadeiras e rabo, até as unhas são medidas.

“É um monitoramento para entender como a saúde das tartarugas marinhas está”, diz Juliana.

Os pesquisadores também utilizam fotografias e softwares de computador para identificar os indivíduos.

“A foto de identificação é basicamente olhar para a cabeça da tartaruga. Ela tem placas na cabeça dela com formatos e tamanhos diferentes para cada indivíduo, basicamente como a nossa impressão digital”, explica.

Desde 2018 já foram catalogados cerca de 500 indivíduos. Desses, 80 passaram por coleta de DNA, que ajudará a descobrir de onde vieram. As análises são feitas por meio de uma parceria com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e devem ter resposta dentro de seis meses.

Aproximação humana

Outra pesquisa desenvolvida pelo Projeto Costão Rochoso é identificar a distância que essas tartarugas conseguem aceitar de aproximação humana.

“As tartarugas são muito carismáticas, todo mundo quer observar. Por conta disso, infelizmente, a gente tem muitos relatos de assédio, de captura, de pegar a tartaruga e tirar de dentro da água, isso é um estresse muito grande para esses animais”, constata a mergulhadora.

“O que a gente faz é uma aproximação simulada, a gente vai se aproximando e vendo quando ela muda de comportamento. A gente vai ter uma média da distância mínima que essas tartarugas conseguem suportar”, conta sobre a metodologia.

Segundo ela, com base nessas informações, será elaborada uma cartilha de boas práticas de observação de tartarugas marinhas para ser usada no turismo não somente em Arraial, mas em outras regiões do Brasil e do mundo.

Durante a atividade de pesagem e medição e coleta de tecido, é comum a aproximação curiosa de banhistas, alguns deles crianças. “Está doente?”, pergunta um dos turistas.

Integrantes do projeto esclarecem à população o objetivo preservatório da atividade. No calçadão da praia, a poucos metros do cercadinho onde acontecem os procedimentos, uma placa sinaliza de forma clara: “Proibido tocar nos animais marinhos”.

A bióloga e pesquisadora Isabella Ferreira conta que, para realizar a captura das tartarugas, é preciso ter formação em curso de áreas como veterinária, biologia ou oceanografia.

Além disso, são necessárias autorizações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, e do Projeto Tamar, criado em 1980 e reconhecido internacionalmente como uma das mais bem-sucedidas experiências de conservação marinha.

“Nós pedimos autorização para tudo que a gente faz aqui, da captura, marcação, foto. Todas as vezes que a gente vem para cá, a gente notifica os guardas ambientais e mostra a nossa autorização”, relata.

*Repórter e fotógrafo viajaram a convite da Petrobras, parceira do Projeto Costão Rochoso.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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