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Radio Sanca Web TV - Quinta, 03 Setembro 2026

Ecovias Noroeste Paulista reforça monitoramento e atendimento aos

usuários entre 4 e 8 de setembro, com maior fluxo esperado na Washington Luís

 

         SÃO CARLOS/SP -  O feriado prolongado da Independência do Brasil (7 de setembro) deve levar milhares de motoristas às estradas do interior paulista. Entre os dias 4 e 8 de setembro, a Ecovias Noroeste Paulista estima que 564.779 veículos circulem pelos mais de 600 quilômetros de rodovias sob sua administração.

            Para atender ao aumento da demanda, a concessionária preparou uma operação especial voltada à segurança viária, à fluidez do tráfego e ao atendimento aos usuários, que começa a 0 hora de amanhã (sexta-feira, 04/09) e seguirá até as 23h59 da próxima terça-feira (08/09).

            A expectativa é de que a movimentação seja mais intensa nos principais corredores rodoviários da região, especialmente na Rodovia Washington Luís (SP-310). Nos trechos entre São Carlos, Araraquara, Matão e Taquaritinga, a previsão é de 210 mil veículos. Já na região de Catanduva, São José do Rio Preto e Mirassol, são esperados 88 mil veículos.

            Deve haver aumento no fluxo da Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), entre Matão e Bebedouro (163 mil veículos); na SP-333, Rodovias Carlos Tonanni, Nemésio Cadetti, Laurentino Mascari e Dr. Mário Gentil, entre Borborema e Jaboticabal (71 mil veículos); na SP-323, Rodovias José Della Vechia e Orlando Chesini Ometto, na região de Taquaritinga (17 mil veículos); e na Rodovia Comendador Pedro Monteleone (SP-351), em Catanduva (com previsão de 15 mil veículos).

 

Dias de maior movimentação 

            O início do feriado deve registrar o maior fluxo de veículos. Amanhã, cerca de 139 mil veículos deverão utilizar as rodovias administradas pela concessionária. Já na segunda-feira (07/09), feriado da Independência do Brasil, a previsão é de, aproximadamente, 120 mil veículos.

            Os picos de movimento devem ocorrer, principalmente, nas primeiras horas da manhã, entre 6 e 8 horas, e no fim da tarde, entre 17 e 19 horas. A orientação da concessionária é para que os motoristas programem os deslocamentos com antecedência e, sempre que possível, evitem os horários de pico, para uma viagem mais confortável.

 

Restrições de obras e intervenções 

            Durante a Operação Especial, entre os dias 4 e 8 de setembro, haverá restrições para a realização de obras e intervenções no tráfego nas rodovias administradas pela Ecovias Noroeste Paulista (SP-310, SP-326, SP-333, SP-323 e SP-351).

            Amanhã, as obras acontecerão apenas até as 13 horas e serão retomadas, no sábado (05/09), às 14 horas. No domingo (06/09), elas ocorrerão normalmente. No feriado da Independência do Brasil, elas estarão suspensas durante todo o dia em todas as rodovias da concessionária e serão retomadas, na terça-feira, após as 14 horas.

 

Atendimento reforçado 

            As equipes da Ecovias Noroeste Paulista atuarão em regime especial, com monitoramento realizado pelo Centro de Controle de Operações (CCO). A estrutura conta com 619 câmeras de monitoramento, 20 bases do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), 16 Painéis de Mensagens Variáveis (PMVs) fixos e 10 móveis, que auxiliam na gestão do tráfego e na rápida identificação de ocorrências.

            A concessionária também disponibilizará sua frota operacional, composta por 57 veículos, incluindo ambulâncias, guinchos leves e pesados, viaturas de inspeção de tráfego e veículos de apoio, preparados para prestar atendimento ao longo de toda a malha rodoviária. Em caso de necessidade, os usuários podem solicitar apoio pelo telefone 0800-326-3663, pelo WhatsApp, pela plataforma SOS.ECO.BR ou pelos totens de atendimento distribuídos ao longo das rodovias.

 

Pedágio Eletrônico Siga Fácil e consulta pelo aplicativo CNH do Brasil

            Outro destaque da Operação Independência será a facilidade para os motoristas utilizarem o Pedágio Eletrônico Siga Fácil, tecnologia na qual a Ecovias Noroeste Paulista é pioneira no Estado de São Paulo. Para os usuários que utilizam TAG válida, a cobrança é realizada, automaticamente, pela operadora contratada. Já quem não possui o dispositivo conta com diferentes opções para consultar e pagar a tarifa.

            Uma das novidades para os usuários é a possibilidade de consultar, pelo aplicativo CNH do Brasil, as passagens realizadas nos pórticos do Pedágio Eletrônico Siga Fácil. A funcionalidade, disponível desde 24 de agosto deste ano, permite ao motorista visualizar suas passagens, verificar a situação das tarifas e acessar os canais oficiais para realizar o pagamento, oferecendo mais praticidade e transparência.

            Apesar de a consulta estar disponível no aplicativo CNH do Brasil, o pagamento continua sendo realizado, exclusivamente, pelos canais oficiais da concessionária: site www.pedagiodigital.com, aplicativo Ecovias Noroeste Paulista, WhatsApp 0800-326- 3663 e totens de autoatendimento instalados nas bases do SAU.

            Atualmente, o Pedágio Eletrônico Siga Fácil opera em quatro pórticos instalados em pontos estratégicos da malha viária da Ecovias Noroeste Paulista: no quilômetro 179 da Rodovia Laurentino Mascari (SP-333), em Itápolis; no quilômetro 110 da Rodovia Carlos Tonanni (SP-333), em Jaboticabal; no quilômetro 307 da Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP-326), em Dobrada; e no quilômetro 357 da mesma rodovia, em Taiúva.

            A expectativa é que, durante os cinco dias da Operação Especial pelo feriado prolongado, cerca de 174 mil veículos passem pelos pórticos, sendo, aproximadamente, 54 mil em Taiúva, 49 mil em Dobrada, 45 mil em Jaboticabal e 26 mil em Itápolis.

Publicado em Trânsito

BRASÍLIA/DF - A Petrobras reajustou o preço do querosene de aviação (QAV) em 13,9%, em média. O novo valor está em vigor desde terça-feira (1º). A empresa atribuiu o aumento a reflexos da guerra no Oriente Médio, que causa problemas na logística da indústria do petróleo.

De acordo com a estatal, o combustível passa a custar, na média, R$ 0,68 a mais por litro. Nas refinarias da companhia espalhadas pelo país, o novo preço do QAV varia de R$ 5,44 a R$ 5,70 por litro

A variação na comparação com o mês passado chega a 14,34% em São Luís. O menor aumento é de 13,51% em Canoas, no Rio Grande do Sul.

Por contrato, o preço do combustível vendido às distribuidoras é reajustado sempre no dia 1º de cada mês. O QAV é utilizado por aviões e helicópteros.

O combustível responde por cerca de 30% das despesas operacionais das companhias aéreas brasileiras, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), órgão regulador do setor. 

Efeito a guerra

Desde o início do ano, o QAV subiu 53,3%, o que representa R$ 1,94 a mais por litro. De acordo com a Petrobras, o reajuste “reflete a elevação das cotações internacionais do Querosene de Aviação, impulsionada pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio”.

Com o desencadeamento da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, em 28 de fevereiro, a cadeia logística da indústria do petróleo sofreu perturbações, o que levou à disparada de preços. 

O motivo principal é a instabilidade do Estreito de Ormuz, passagem marítima ao sul do Irã. Antes da guerra, 20% da produção internacional de óleo e gás passavam pela região. Com menos oferta de petróleo nos mercados, o preço subiu.

Apesar de o Brasil ser produtor de petróleo, o produto e seus derivados, por serem commodities (matéria-prima negociada em grandes quantidades), têm o preço definido no mercado internacional.

Parcelamento

Em abril, a Petrobras reajustou o QAV em 55%. Em maio houve alta de 18%. Na ocasião, para suavizar o efeito do encarecimento nos caixas das companhias aéreas, a estatal permitiu que as distribuidoras parcelassem o reajuste.

Como houve momentos em que os EUA e o Irã se aproximaram de um acordo, a Petrobras chegou a reduzir o QAV em junho e julho. Mas em agosto, voltou a subir 1,9%, assim como agora em setembro.

A empresa explica que o preço do QAV no Brasil segue “fórmula paramétrica contratual que atua como amortecedor de curto prazo, resultando em ajustes mais moderados do que os observados nos mercados internacionais”.

A Petrobras informou que retomou, em setembro, o programa de parcelamento dos reajustes.

“A iniciativa permitirá que as distribuidoras parcelem o aumento em três parcelas mensais, reduzindo o impacto financeiro”, declarou.

A estatal confirmou também que todo volume solicitado pelas distribuidoras está garantido.

Cadeia de venda

A Petrobras comercializa para as distribuidoras o QAV produzido nas refinarias da empresa ou importado. Uma vez comprado pelas distribuidoras, as empresas transportam o combustível e vendem para companhias de transporte e outros consumidores finais nos aeroportos ou ainda para revendedores.

A estatal tem participação de cerca de 85% da produção do QAV, mas o mercado é aberto à livre concorrência, sem restrições para outras empresas atuarem como produtoras ou importadoras.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Publicado em Economia

BRASÍLIA/DF - A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou nesta quarta-feira (2) o relatório da PEC (proposta de emenda à Constituição) que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6x1.

A votação foi simbólica, sem contagem individual dos votos. Quatro senadores, no entanto, se posicionaram contra a proposta na hora da votação e pediram que a manifestação fosse registrada: Rogério Marinho (PL-RN), Jaime Bagattoli (PL-RO), Tereza Cristina (PP-MS) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Jorge Seif (PL-SC) também é contra, mas não pediu o registro nominal.

Os outros 22 senadores presentes apoiaram a aprovação do relatório do senador Omar Aziz (PSD-AM), que manteve integralmente o texto aprovado pela Câmara dos Deputados em maio.
*
QUEM SE POSICIONOU CONTRA A PEC
- Rogério Marinho (PL-RN)
- Jaime Bagattoli (PL-RO)
- Tereza Cristina (PP-MS)
- Hamilton Mourão (Republicanos-RS)
- Jorge Seif (PL-SC)

QUEM SE POSICIONOU PELA PROPOSTA
- Eduardo Braga (MDB-AM)
- Renan Calheiros (MDB-AL)
- Jader Barbalho (MDB-PA)
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB)
- Soraya Thronicke (PSB-MS)
- Professora Dorinha Seabra (União-TO)
- Styvenson Valentim (Podemos-RN)
- Oriovisto Guimarães (PSDB-PR)
- Jayme Campos (União-MT)
- Magno Malta (PL-ES)
- Dr. Hiran (PP-RR)
- Laércio Oliveira (PP-SE)
- Otto Alencar (PSD-BA)
- Omar Aziz (PSD-AM)
- Eliziane Gama (PSD-MA)
- Vanderlan Cardoso (PSD-GO)
- Rodrigo Pacheco (PSB-MG)
- Lourdinha Pereira (PSB-MA)
- Rogério Carvalho (PT-SE)
- Fabiano Contarato (PT-ES)
- Camilo Santana (PT-CE)
- Weverton Rocha (PDT-MA)
*
COMO FOI A VOTAÇÃO
A aprovação ocorreu depois de mais de cinco horas de debates na CCJ. A oposição havia pedido vista do relatório de Omar Aziz (PSD-AM), o que levou à suspensão da sessão.
O presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), determinou um intervalo de uma hora antes da retomada da análise. A votação do texto principal só ocorreu depois das 15h.

Durante os debates, Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, criticou a proposta e afirmou que a redução da jornada poderia provocar aumento de custos, inflação, desemprego e informalidade. Ele também tentou retirar da pauta o relatório de Aziz para dar prioridade a uma PEC de sua autoria, que cria um regime alternativo à CLT e permite a contratação por hora.

Aziz rejeitou as 36 emendas apresentadas ao texto e manteve integralmente a versão aprovada pela Câmara dos Deputados em maio.
A votação foi rápida, por se tratar de aprovação simbólica. Havia quórum de 27 senadores. O senador Otto solicitou que os contrários levantassem a mão. Na hora, quatro senadores se posicionaram. Mais tarde, por volta das 21h, Seif procurou a Folha para dizer que também era contrário ao fim da escala 6x1.

Em nota, diz que "a votação foi simbólica e não houve registro de voto individual. Embora seu nome tenha sido associado ao voto favorável em algumas publicações, o senador não se manifestou pela aprovação da matéria. Naquele momento, ele estava fisicamente em outra comissão e sua posição política é contrária à proposição", diz texto.

O QUE PODE MUDAR COM A PEC

A proposta reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, e estabelece a concessão de dois dias de folga por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos.

A mudança será gradual. 60 dias após a promulgação, a jornada máxima passará para 42 horas semanais. 12 meses depois, cairá para 40 horas.
Nos 60 dias seguintes à promulgação, empresas e categorias deverão negociar novos acordos e convenções coletivas para adequar as escalas à nova jornada.

O texto também prevê regras para categorias com necessidades específicas, como trabalhadores da saúde, segurança, setor aéreo e plataformas de petróleo.

Após aprovação na CCJ, o texto ainda precisa ser analisado pelo plenário do Senado, em dois turnos. São necessários 49 votos dos 81 senadores para a aprovação.

 

 

por Folhapress

Publicado em Política

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