Jornalista/Radialista
BRASÍLIA/DF - Um grupo de trabalho (GT) interministerial foi criado com o objetivo de estimular o desenvolvimento territorial, por meio da participação social e educação popular na elaboração das políticas públicas do governo federal. A medida está publicada no Diário Oficial da União de quarta-feira (11).
A proposta do GT Territórios e Participação Social nas Políticas Públicas do Governo Federal é elaborar diretrizes, orientações e estratégias para buscar soluções, força de trabalho e fortalecer as economias locais, por meio de ações construídas com as comunidades.
Para isso, será elaborado um relatório, em 90 dias, apontando caminhos para o aprimoramento das políticas públicas de desenvolvimento territorial, que será entregue ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo.
O GT será coordenado pela Secretaria Nacional de Participação Social e terá dois representantes titulares do Conselho de Participação Social e um da Secretaria-Executiva. Participam ainda representantes da Casa Civil e Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, além de representantes dos ministérios da Saúde, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, do Desenvolvimento e Assistência Social, das Cidades e da Integração e Desenvolvimento Regional.
Servidores de outros órgãos da administração pública e especialistas de notório saber poderão ser convidados a participar dos debates e contribuir com assessoramento técnico nas reuniões que acontecerão a cada 15 dias.
Nos encontros, o grupo deverá realizar estudos técnicos e elaborar diretrizes para integrar as políticas públicas à participação social com educação popular, além de propor estratégias para territorialização das ações do governo federal. Também deverão ser apresentadas propostas para edições de atos e orientações sobre os temas em debate.
RIO DE JANEIRO/RJ - A inflação de setembro ficou em 0,26%. O percentual é 0,03 ponto percentual (pp) acima da taxa de agosto, que teve alta de 0,23%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou a pesquisa na quarta-feira (11), no Rio de Janeiro, o aumento de 2,80% da gasolina pressionou o resultado.
Esse subitem é o de maior contribuição individual (0,14 pp) no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país.
A inflação acumulada este ano atingiu 3,50%. Nos últimos 12 meses, ela está em 5,19%, ficando acima dos 4,61% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2022, a variação havia sido de -0,29%.
Segundo o gerente do IPCA, André Almeida, com essa alta, a gasolina contribuiu de maneira importante para o resultado de setembro. Diante desse desempenho, entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, o setor de transportes foi o que apresentou o maior impacto positivo (0,29 pp) e a maior variação (1,40%). No mesmo grupo, houve ainda destaque para o subitem passagens aéreas, segunda maior variação mensal (13,47%) e segundo maior impacto (0,07 pp) no total do IPCA, após recuo de 11,69% em agosto.
O item combustíveis - também incluído no grupamento de transportes e onde o subitem gasolina está inserido - avançou 2,70%, após a alta nos preços do óleo diesel (10,11%) e do gás veicular (0,66%) e a queda no etanol (-0,62%). O aumento de 0,42%, em ônibus intermunicipal foi influenciado pelo reajuste de 12,90% aplicado em Salvador (2,62%) a partir de 10 de agosto.
Com crescimento de 0,47% nos preços de setembro em relação a agosto, o grupo de habitação foi outro que pressionou o indicador. A energia elétrica residencial -a maior contribuição do grupo com (0,04 pp) - apresentou elevação de 0,99%.
“Influência de reajustes tarifários aplicados em três áreas de abrangência da pesquisa”, disse o gerente do IPCA, acrescentando os impactos das revisões em São Luís (10,74%), com reajuste de 10,43% com vigência a partir de 28 de agosto; em Belém (3,00%), com aumento de 9,40% válido a partir de 15 de agosto; e em Vitória (0,65%), onde o reajuste de 3,20% vigorou a partir de 7 de agosto.
Também na habitação, houve destaque para a alta da taxa de água e esgoto (0,02%), com reajustes em duas áreas pesquisados pelo IPCA: de 5,02% em Brasília (0,45%), a partir de 1º de agosto, e de 1,37% em Vitória (0,13%), a partir de 1º de agosto.
Em sentido oposto, o gás encanado teve queda de 0,10%. O resultado foi influenciado pelas reduções tarifárias em duas capitais: Curitiba (-0,42%), com redução de 2,23% a partir de 4 de agosto, e no Rio de Janeiro (-0,14%), com redução média de 1,70% a partir de 1º de agosto.
O grupo de alimentação e bebidas contribuiu para aliviar a pressão no índice de setembro . “É o grupo de maior peso no IPCA e teve deflação pelo quarto mês consecutivo, mantendo trajetória de queda no preço dos alimentos principalmente para consumo no domicílio”, explicou André Almeida.
A deflação de 0,71% do grupo alimentação, contribuiu com redução de 0,15 pp para a taxa do mês. “Os preços da alimentação no domicílio recuaram 1,02%, com destaque para batata-inglesa (-10,41%), cebola (-8,08%), ovo de galinha (-4,96%), leite longa vida (-4,06%) e carnes (-2,10%). Já o arroz (3,20%) e o tomate (2,89%) subiram de preço”, informou o IBGE.
Apesar da alta de 0,12% na alimentação fora do domicílio, o percentual representa desaceleração frente ao resultado de agosto, que naquele mês ficou em 0,22%. “O grupo ainda teve altas em refeição (0,13%) e lanche (0,09%), também menos intensas do que as do mês anterior (de 0,18% e 0,30%, respectivamente)”, completou o IBGE.
A única queda entre os índices regionais foi verificada em Goiânia (-0,11%), causada pela deflação da energia elétrica residencial (-2,97%). A maior variação foi em São Luís (0,50%), onde o indicador foi pressionado pelas altas dos preços da energia elétrica residencial (10,74%) e do arroz (4,09%).
De acordo com o IBGE, o IPCA é calculado com base nos rendimentos das famílias entre um a 40 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.
Por Cristina Índio do Brasil - Repórter da Agência Brasil
Embaixador da casa de apostas, Rivaldo falou sobre as expectativas para os próximos dois jogos da Seleção Brasileira nas Eliminatórias e comentou sobre o formato para a Copa do Mundo de 2030
SÃO PAULO/SP - O Brasil volta a campo nesta quinta-feira (12), contra a Venezuela, em Cuiabá, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. Já na terça-feira (17), no segundo jogo da Data FIFA, encara o Uruguai. Confira a opinião de Rivaldo, pentacampeão com a Seleção Brasileira, sobre as partidas das Eliminatórias e sobre a decisão da FIFA em sediar a Copa do Mundo de 2030 em seis países.
Rivaldo falou com a Betfair sobre as mudanças e os testes que devem acontecer com o Brasil, que perdeu alguns jogadores lesionados e que aparece com novas caras. “Ainda tem bastante tempo para a Copa do Mundo. Então é sempre bom quando se tem a possibilidade de testar jogadores”. Uma das novidades da Seleção Brasileira é o retorno do campeão Olímpico pelo Brasil em 2021, o lateral Guilherme Arana, que foi convocado no lugar de Caio Henrique e deve ser o titular contra a Venezuela.
O Brasil é amplamente favorito nesse duelo, segundo a análise da Betfair: são 88% de chances de vencer (odd de 1.08), contra 2% (odd de 41.0) de vitória dos venezuelanos e 10% (odd de 9.5) de chances de o jogo acabar empatado.
O craque ainda comentou sobre como a mudança do formato da Copa do Mundo impacta na preparação para a Seleção Brasileira e a disputa das Eliminatórias. “A gente sabe que agora como aumentaram as vagas e tem uma facilidade maior para se classificar, o Brasil jamais vai ficar de fora de uma Copa do Mundo. Além disso, o Brasil é favorito para vencer as Eliminatórias”, declarou Rivaldo à Betfair.
O Brasil mantém o tabu contra os Uruguaios?
A Seleção Brasileira não sabe o que é perder para o Uruguai nas Eliminatórias desde 2001, e luta para manter essa invencibilidade na próxima terça-feira (17), quando encara a Seleção Celeste no Estádio Centenário, no Uruguai.
Rivaldo, que estava em campo na última vez que o Brasil foi derrotado, falou à Betfair sobre o assunto. “Acredito que o Brasil vai continuar com essa invencibilidade porque temos um time muito forte e que não acho que vai perder para o Uruguai. A Seleção Brasileira é muito superior à do Uruguai, com respeito ao Uruguai”, disse à Betfair.
Para a especialista em probabilidades esportivas, o Brasil aparece com 50% de chances de vencer o duelo (odd de 1.85), seguido pelo empate, que aparece com 27% (odd de 3.4). A vitória dos donos da casa aparece com 23% (odd de 4.1).
As mudanças na Copa do Mundo de 2030
Na última semana, a FIFA anunciou que a Copa do Mundo de 2030 vai contar com um formato muito diferente dos já organizados pela entidade internacional. Em comemoração aos 100 anos da primeira edição do torneio, serão seis países recebendo jogos (Uruguai, Argentina, Paraguai, Espanha, Portugal e Marrocos) e pela primeira vez, teremos três continentes com partidas no Mundial.
Logística vai ser crucial para não atrapalhar seleções
Rivaldo falou sobre o tema. “É bem interessante que aconteça em vários países quando falamos de uma Copa do Mundo”, disse à Betfair. Segundo o pentacampeão, sua única preocupação é a organização que a FIFA vai precisar ajustar todas as partidas da primeira fase. “Marrocos, Portugal e Espanha estão próximos, então isso é tranquilo. Mas para sair da Argentina, Paraguai e Uruguai para a Europa, a logística fica complicada. Não sei como exatamente vão ser os grupos porque estamos falando de uma distância de dez ou onze horas de voo. Vejo só esse problema, então eles têm que fazer uma logística bem feita para não desgastar os jogadores. Mas eu acho super válido, porque são 100 anos de Copa do Mundo”, destacou à Betfair o embaixador Rivaldo.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria de Saúde, através da Unidade Básica de Saúde (UBS) Santa Felícia, realizou na segunda (9) e nesta terça-feira (10), uma série de orientações sobre doenças cardiovasculares para os alunos do 1º ao 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Attilia Prado Margarido.
Desde 2000 o dia 29 de setembro é considerado o Dia Mundial do Coração e foi criado para alertar as pessoas sobre as doenças cardiovasculares e o AVC (Acidente Vascular Cerebral), comorbidades que matam cerca de 17 milhões de pessoas no mundo todos os anos.
As doenças cardiovasculares podem afetar o coração e os vasos sanguíneos, destacando-se a doença arterial coronariana, que envolve dor no peito e infarto agudo do miocárdio, sendo esta a maior causa de morbimortalidade no mundo. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 300 mil indivíduos por ano sofrem infarto Agudo do Miocárdio, ocorrendo óbito em 30% desses casos.
Os fatores de riscos podem ser hereditários, mas a maioria das doenças cardíacas são preveníveis, os homens tem mais predisposição às doenças cardíacas, pessoas acima de 50 anos, sedentarismo, tabagismo, obesidade, hipertensão, diabetes e o colesterol alto, são fatores preocupantes.
Camila Caetano Rosete, enfermeira supervisora da UBS do Santa Felícia, disse que o coração é o musculo mais importante do corpo, a cada batida ele fornece alimento e oxigênio para as células, um coração saudável é claramente um corpo saudável. “No Brasil temos por ano 350 mil óbitos por conta de doenças cardiovasculares, é um número muito alto que a gente pode prevenir e evitar. A doença cardíaca tem um caráter sistêmico que acaba afetando outros órgãos, principalmente os rins. A nossa intenção foi trazer para a escola essas pequenas informações para que os alunos se apropriem e levem para a vida, para o cotidiano, para os seus familiares. É uma sementinha para indicar a necessidade da prevenção das doenças cardiovasculares”.
A vice-diretora da escola, Rosana Maria, que solicitou essas orientações para os alunos, enfatiza a importância do conhecimento para a prevenção das doenças cardiovasculares. “Prevenção é a palavra-chave, já que eles estão saindo da adolescência e entrando na vida adulta. Eles precisam saber para se prevenir e assim viver mais e melhor no futuro, esse é o foco”.
Foram ao todo 15 salas de aulas que contaram com as orientações de agentes da saúde da UBS Santa Felícia que demostraram a importância da prevenção e dos cuidados com a saúde do coração para uma vida melhor.
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