Jornalista/Radialista
No ano em que completa 40 anos de estrada, banda dá adeus aos palcos em uma turnê global que vai virar um álbum com 40 músicas
SÃO PAULO/SP - Após 40 anos de uma trajetória vitoriosa, em que levou o nome do Brasil mundo afora e passou pelos palcos mais importantes do mundo, o Sepultura vai parar as suas atividades. Antes, contudo, o grupo formado por Andreas Kisser, Derrick Green, Eloy Casagrande e Paulo Jr vai rodar o globo com uma turnê de despedida. No Brasil, a turnê intitulada "Celebrating life through death" terá realização da 30e. Neste primeiro momento serão oito datas no país. A venda de ingressos começa neste dia 11 de dezembro, às 12h, na Eventim. A tour também vai passar pela América Latina e Estados Unidos e novas datas serão anunciadas em breve.
A seguir, um comunicado do Sepultura para os amigos, parceiros, imprensa e, claro, para SepulNation:
"O Sepultura vai parar. Vai morrer. Uma morte consciente e planejada.
Nos próximos 18 meses, vamos celebrar 40 anos junto aos nossos fãs em uma tour de despedida que vai passar por todo o planeta.
Celebrar acima de tudo o presente, o hoje. Um momento muito especial na nossa rica e vitoriosa carreira.
Depois de 40 anos de altos e baixos, 80 países visitados de diferentes culturas, de diferentes visões políticas e religiosas, levando as cores e ritmos brasileiros para o mundo, mostrando um Brasil mais realista e menos caricato, mais pesado e agressivo.
Depois de lançar o Quadra, um dos melhores álbuns da nossa história. Sobreviver a uma indesejável e insana Pandemia através da SepulQuarta, uma experiência maravilhosa que virou um álbum e que nos manteve unidos e fortes seguindo em frente. Depois de mudanças e aprendizados, nós vamos parar.
A tour de 40 anos está sendo gravada e vai virar um disco ao vivo de 40 músicas registradas em 40 cidades diferentes num momento em que estamos com a mais elevada energia no palco. União e conexão total.
Estamos felizes e muito agradecidos com tudo que aconteceu na nossa história, fizemos grandes álbuns e shows, cultivamos amizades, conhecemos nossos ídolos, ajudamos a colocar o metal brasileiro no mapa mundial e, agora, deixamos a cena com o sentimento de dever cumprido.
Temos os melhores fãs do mundo, que nos apoiam com elogios e críticas, que são exigentes e inteligentes, que evoluem junto com a banda, são sempre leais e amam verdadeiramente o Sepultura. Sem vocês nada disso seria possível. Este álbum e esta tour são para a SepulNation, nós amamos vocês!
Eutanásia, o direito a morte digna. Direito de escolha de ser livre quando se nasce e quando se morre!"
No Brasil, a turnê "Celebrating life through death" será realizada pela 30e. "O Sepultura é uma das bandas mais relevantes do nosso país, se tornou referência e levou a nossa música aos quatro cantos do mundo. É muito simbólico estarmos com eles em um capítulo tão importante dessa trajetória", afirma Pepeu Correa, CEO da 30e.
Link com fotos em alta da coletiva (Crédito: Stephan Solon): https://www.dropbox.
Serviço:
SEPULTURA
Turnê de despedida - Celebrating life through death
Produção: 30e
BELO HORIZONTE
Data: 1 de março
Local: Arena Hall
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Início das vendas: 11 de dezembro, 12h
Vendas online em: eventim.com.br
Bilheteria oficial: Loja Eventim - Shopping 5ª Avenida (a partir de 11/12) R. Alagoas, 1314 - Belo Horizonte
Ingressos:
Pista Premium - R$ 100,00 (meia-entrada legal) | R$ 120,00 (entrada social) | R$ 200,00 (inteira)
Arquibancada - R$ 75,00 (meia-entrada legal) | R$ 90,00 (entrada social) | R$ 150,00 (inteira)
Suítes - R$ 125,00 (meia-entrada legal) | R$ 150,00 (entrada social) | R$ 250,00 (inteira)
JUIZ DE FORA
Data: 2 de março
Local: Estacionamento Cultural
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Início das vendas: 11 de dezembro, 12h
Vendas online em: eventim.com.br
Bilheteria oficial: Zine Cultural (a partir de 11/12) Praça Menelick de Carvalho, nº 150 - Juiz de Fora
Ingressos:
Pista Premium - R$ 100,00 (meia-entrada legal) | R$ 140,00 (entrada social) | R$ 200,00 (inteira)
Pista - R$ 75,00 (meia-entrada legal) | R$ 105,00 (entrada social) | R$ 150,00 (inteira)
BRASÍLIA
Data: 9 de março
Local: Arena Lounge
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Início das vendas: 11 de dezembro, 12h
Vendas online em: eventim.com.br
Bilheteria oficial: Loja Eventim Brasília Shopping (a partir de 11/12) - SCN QD 05 Bloco A Subsolo 2 - Loja Q054
Ingressos:
Pista Premium - R$ 100,00 (meia-entrada legal) | R$ 120,00 (entrada social) | R$ 200,00 (inteira)
Pista - R$ 75,00 (meia-entrada legal) | R$ 90,00 (entrada social) | R$ 150,00 (inteira)
UBERLÂNDIA
Data: 15 de março
Local: Castelli
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Início das vendas: 11 de dezembro, 12h
Vendas online em: eventim.com.br
Bilheteria oficial: Espaço Laser (a partir de 11/12) - Av. Paulo Gracindo, 15 - Loja 70 - Morada da Colina, 38411-145
Ingressos:
Pista Premium - R$ 100,00 (meia-entrada legal) | R$ 120,00 (entrada social) | R$ 200,00 (inteira)
Pista - R$ 75,00 (meia-entrada legal) | R$ 90,00 (entrada social) | R$ 150,00 (inteira)
PORTO ALEGRE
Data: 21 de março
Local: Araújo Vianna
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Início das vendas: 11 de dezembro, 12h
Vendas online em: eventim.com.br
Bilheteria oficial: Arena do Grêmio (a partir de 11/12) Portão 2 - Av. Padre Leopoldo Brentano, 110 - Humaitá - Porto Alegre
Ingressos:
Plateia Gold - R$ 125,00 (meia-entrada legal) | R$ 150,00 (entrada social) | R$ 250,00 (inteira)
Plateia Baixa Central - R$ 112,50 (meia-entrada legal) | R$ 135,00 (entrada social) | R$ 225,00 (inteira)
Plateia Baixa Lateral - R$ 100,00 (meia-entrada legal) | R$ 120,00 (entrada social) | R$ 200,00 (inteira)
Plateia Alta Central - R$ 75,00 (meia-entrada legal) | R$ 90,00 (entrada social) | R$ 150,00 (inteira)
Plateia Alta Lateral - R$ 62,50 (meia-entrada legal) | R$ 75,00 (entrada social) | R$ 125,00 (inteira)
CURITIBA
Data: 22 de março
Local: Live
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Início das vendas: 11 de dezembro, 12h
Vendas online em: eventim.com.br
Bilheteria oficial: Estádio Major Antônio Couto Pereira (a partir de 11/12) Bilheteria 2 do Estádio - Ao lado da entrada da administração - Rua Amâncio Moro S/N - Alto da Glória - Curitiba
Ingressos:
Pista - R$ 100,00 (meia-entrada legal) | R$ 120,00 (entrada social) | R$ 200,00 (inteira)
Mezanino - R$ 75,00 (meia-entrada legal) | R$ 90,00 (entrada social) | R$ 150,00 (inteira)
FLORIANÓPOLIS
Data: 23 de março
Local: Arena Opus
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Início das vendas: 11 de dezembro, 12h
Vendas online em: eventim.com.br
Bilheteria oficial: Arena Opus (a partir de 11/12) SC-281, 4000 - Sertão do Maruim, São José - SC
Ingressos:
Pista - R$ 100,00 (meia-entrada legal) | R$ 120,00 (entrada social) | R$ 200,00 (inteira)
SÃO PAULO
Data: 6 de Setembro
Local: Espaço Unimed
Horário de Abertura da casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Início das vendas: 11 de dezembro, 12h
Vendas online em: eventim.com.br
Bilheteria oficial: Espaço Unimed (a partir de 11/12) R. Tagipuru, 795 - Barra Funda, São Paulo - SP, 01156-000
Ingressos:
Pista Premium - R$ 125,00 (meia-entrada legal) | R$ 150,00 (entrada social) | R$ 250,00 (inteira)
Pista - R$ 75,00 (meia-entrada legal) | R$ 90,00 (entrada social) | R$ 150,00 (inteira)
Camarotes - R$ 175,00 (meia-entrada legal) | R$ 210,00 (entrada social) | R$ 350,00 (inteira)
Mezanino - R$ 150,00 (meia-entrada legal) | R$ 180,00 (entrada social) | R$ 300,00 (inteira)
Evento aconteceu em São Carlos e time são-carlense marcou presença no pódio
SÃO CARLOS/SP - A equipe de atletismo ASA/ADN São Carlos fez bonito na segunda edição da Corrida OAB, realizada em São Carlos na manhã deste domingo, 10 e teve como percursos, 5 mil e 10 mil metros.
A largada aconteceu às 7h30 e os técnicos Altair Maradona Pereira e PC Paiutto ficaram satisfeitos com o desempenho dos seus atletas, uma vez que vários estiveram presentes no pódio.
De acordo com Maradona, a Corrida OAB “foi um sucesso e muitos atletas da nossa equipe no pódio. Nos 5000 m geral feminino Joana Motta ganhou. No masculino Raul Shianti ganhou e Ademilson Tenório Silva ficou em terceiro, Já nos 10.000m os três primeiros eram atletas da ASA/ADN São Carlos. Luiz Shianti ficou em primeiro e treina com o técnico da Titan Sport. Por esse motivo nas corridas de rua está autorizado a correr com a camiseta da Titan e na inscrição colocar Titan e ASA São Carlos, mas nas corridas oficiais da FPA, CBAt, Jogos Regionais e Jogos Abertos, o atleta só pode correr com a camiseta da ASA/ADN São Carlos. Essa é uma parceria muito boa”, disse Maradona, salientando que o atleta está muito motivado. “O importante para ASA é levar os melhores atletas das suas provas para representar nossa querida São Carlos”, emendou.
De acordo com ele, outros atletas ganharam em suas categorias e outros representantes tiveram boa participação. “A ASA/ADN São Carlos é uma equipe aberta para todos que queiram treinar. Apesar de ter uma equipe muito competitiva, temos também uma equipe que quer participar bem das corridas e principalmente ter uma ótima qualidade de vida. Todos podem participar e é totalmente gratuito, é só entrar em contato”, finalizou Maradona.
SÃO CARLOS/SP - A vereadora Cidinha do Oncológico protocolou requerimento e indicação solicitando que a Prefeitura, através da Secretaria de Saúde estude a implantação de leitos de cuidados paliativos na Santa Casa de São Carlos.
Segundo a vereadora a implantação de leitos para cuidados paliativos na Santa Casa de Misericórdia abriria um novo caminho para a família e, principalmente para o paciente que obteve o diagnóstico de morte.
“Oferecer a adoção de medidas terapêuticas que visam o controle dos sintomas físicos e, acima de tudo, o conforto do paciente, é tarefa para os profissionais de saúde e um dever do estado”, declarou.
Cuidados Paliativos são um conjunto de medidas que visam assegurar o conforto e o alívio do sofrimento do paciente. O tema foi definido em 2002 pela Organização Mundial de Saúde como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida.
RIO DE JANEIRO/RJ - Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) mostrou que, apesar de o Brasil ser vasto em terras cultiváveis e ter um dos principais mercados agrícolas do mundo, incluindo o de produtos orgânicos, ainda há falhas no levantamento de dados referente ao cultivo de orgânicos no país. A pesquisa foi publicada no último dia 24 na revista científica Desenvolvimento e Meio Ambiente.
A pesquisa se baseou em dados do Censo Agropecuário de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos (CNPO), realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e informações sobre consumo de pesquisas da Associação de Promoção dos Orgânicos (Organis) e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
Segundo os dados, entre 2003 e 2017, as vendas de produtos orgânicos no país aumentaram quatro vezes. No ano de 2020, tiveram expansão de 30%, com o movimento de R$ 5,8 bilhões. Há ainda 953 certificações de orgânicos para produtos importados, de um total de 23 países, segundo dados do Mapa. São alimentos provenientes de espécies características de outros países (como amaranto, quinoa, damasco, azeite de oliva). A pesquisa também revelou que houve aumento de 75% no cadastro de produtores de orgânicos no país em quatro anos (2017 a 2022).
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De acordo com a pesquisa, 1,28% das áreas de cultivo é referente a propriedades com agricultura orgânica e, dessas, 30% estão no Sudeste do país. Estimativas apontam que esse tipo de cultivo ocupa 0,6% das áreas agrícolas do país, com predomínio da produção vegetal em 36.689 estabelecimentos. Os outros 17.612 estabelecimentos dedicam-se à produção animal, enquanto uma parcela menor de 10.389 estabelecimentos têm produção animal e produção vegetal orgânicas.
“A oferta ainda não está bem esclarecida. A pesquisa mostra que há tendência de aumento da demanda, mas que a produção não suprirá essa demanda. Isso não está muito bem claro e precisa ser melhor estudado. Não está claro também os produtos que são mais demandados”, disse a pesquisadora da UFRGS Andreia Lourenço.
Para a pesquisadora, para melhorar esse quadro, é preciso abrir mais instâncias de participação na sociedade para construir isso junto com o consumidores e com produtores, já que esses espaços de discussão são essenciais para a elaboração de políticas públicas adequadas para os diferentes contextos existentes no Brasil.
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“E que elas possam aprimorar ações que levem em consideração justamente esses diferentes contextos também pensando nas ações para diferentes escalas. Uma coisa é pensarmos numa escala mais local, outra coisa é a gente pensar em escala mais regional ou territorial. Por isso é importante ter não só uma política nacional, mas políticas estaduais de agroecologia e produção orgânica”, afirmou Andreia.
Para Carla Guindani, da empresa Raízes do Campo, que atua no setor de orgânicos da agricultura familiar, é necessário que haja investimentos nesse setor, principalmente para o desenvolvimento de tecnologias para produção de sementes, o que é a base de todo esse processo, porque são essas famílias que de fato fazem a produção agroecológica no Brasil hoje. Ela destacou ainda a importância do acesso a bioinsumos, maquinários adequados e da certificação de alimentos orgânicos.
"Hoje há muito essa dúvida sobre comercializar e depois certificar porque é um processo caro e geralmente o agricultor não tem esse recurso. Poderia se criar uma metodologia e um incentivo de certificação sem a participação tão expressiva das certificadoras privadas que têm esse alto valor agregado", disse.
Segundo ela, a logística também impacta no preço dos produtos, porque não há eficiência para fazer a distribuição. Outro item é a comercialização da produção orgânica, já que o varejo precisa compreender o novo momento vivido com a crescente demanda pelo consumo desses produtos.
"O varejo precisa aumentar o espaço na gôndola para oferecer os produtos agroecológicos para o consumidor e entender que esse segmento tem um valor agregado e que o consumidor está buscando esse tipo de produto. O preço sempre é o fator limitante e a gente vai diminuir o preço quando houver o aumento de consumo. E, quando há tecnologias adequadas para produção, diminui o custo da produção, e esses alimentos chegam ao supermercado e ao consumidor com preço mais acessível."
Ela analisou ainda que a agroecologia é o único caminho que resta para a humanidade frear as mudanças climáticas. “Elas estão aí é são a prova da necessidade e da urgência de mudarmos os nossos hábitos de consumo e de relacionamento com o meio ambiente. O desmatamento, os monocultivos e o uso intensivos de agrotóxicos vêm cada vez mais provando ser um modelo inviável.”
Para Carla, a mudança de hábitos é necessária para criar um mecanismo e situações nas quais o relacionamento com o meio ambiente aconteça a partir da preservação e da regeneração. “E esse protagonismo está na agricultura familiar.”
Por Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil
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