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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO LUÍS/MA - De férias nos Lençóis Maranhenses, no Maranhão, o repórter da Globo Rômulo D’Avila assumiu que está namorando o influencer e cirurgião-dentista Guilherme Gaspar. Na última quarta-feira (14), o casal divulgou imagens do pedido de namoro e outros cliques no destino paradisíaco.

“Ministério do Namoro a todo vapor! Dia 01”, publicou Rômulo. Em uma das imagens, havia um pedido de ‘namora comigo?’ escrito nas areias das dunas, mas sem revelar de quem partiu a proposta de oficializar o romance.

Em outras publicações, os dois se declararam ao ponto turístico. “Eu confesso que tô um pouco impactado com a beleza desse lugar. Que isso, hein Maranhão? Que dia, hein”, escreveu Rômulo.

 

 

por nataliaferreira / ISTOÉ GENTE

KIEV - É um dia sem nuvens às margens de uma barragem na região de Kiev, onde estão alguns pescadores, e várias famílias desfrutam do sol. De repente, chega um veículo militar Hummer com um sistema antiaéreo Stinger. Os civis começam a juntar suas coisas e olham para os celulares em busca de informações sobre bombardeios.

Dois militares descem do veículo e tranquilizam os civis, explicando que se trata apenas de um exercício da unidade móvel de defesa antiaérea. No entanto, Oleksander, o comandante, deixa claro que, em caso de um bombardeio, todos devem deixar a área imediatamente.

"É uma ameaça de vida estar perto da água ao ar livre, porque, de vez em quando, interceptamos mísseis russos e drones iranianos que voam por aqui", afirmou o comandante de 36 anos à DW. Outro soldado, Ivan, de 39 anos, patrulha o local armado, observando tudo o que se passa.

 

"Boa visão e criatividade"

A margem da barragem é um dos muitos locais utilizados pelos militares ucranianos para abater alvos aéreos. Os dois militares operavam o sistema de defesa antiaérea portátil Dual Mont Stinger (DMS), que pode interceptar mísseis, aviões e helicópteros a uma distância de cinco quilômetros e altitude de até 3.000 metros.

Os dois recriam uma situação de combate, que já praticaram diversas vezes: tiram caixas com mísseis do veículo, as abrem e os colocam no lançador. Oleksander pula no teto do veículo e inspeciona o céu, girando num assento especial. "Posso disparar dois mísseis em cinco segundos", explica. O radar indica o alvo antes mesmo que ele o veja, transmite as coordenadas e indica a mira. "Assim que vejo o alvo, recebo o sinal de disparar."

Com exceção do míssil hipersônico russo Kinzhal, Oleksander afirma que pode interceptar "realmente tudo" no céu. Tomando cuidado para não revelar muitos detalhes, ele afirma que, para esse tipo de trabalho, é preciso ter "boa visão e criatividade". Segundo ele, o sistema pode classificar uma nuvem acima de um drone como alvo. "Então preciso pensar rápido numa forma de alcançar o drone."

Nas últimas semanas, a maioria dos bombardeios russos em Kiev ocorreu durante a noite. Oleksander e Ivan admitem que foram noites muito tensas. Os dois afirmam que à noite é muito difícil detectar alvos e havia muitos deles. Segundo Ivan, o exército russo visa diminuir os estoques de defesa antiaérea da Ucrânia e também sua moral de combate. Mas isso não vai funcionar, ressalta. "Temos mísseis suficientes e aprendemos a não dormir à noite".

Oleksander acrescenta que nem todos suportam a tensão. "Agora estou acostumado a ficar oito horas acordado à noite", conta, acrescentando que dorme algumas horas à tarde por saber que os ataques podem recomeçar ao anoitecer.

 

Responsabilidade por muitas vidas

Oleksander demora para encontrar palavras quando questionado sobre como ele se sente ao errar um alvo. Ele diz ser muito difícil quando vê que um drone ou míssil atingiu residências, uma creche, uma escola ou hospital. "Percebo que falhei em salvar vidas. Sou responsável por muitas vidas", afirma, acrescentando que é por isso que os soldados treinam constantemente.

Para cada alvo inimigo que abatem, eles pintam um tridente, o emblema nacional da Ucrânia, em seu veículo, que já ostenta doze desenhos.

Até então, o Comando de Defesa Aérea da Ucrânia não havia informado a imprensa sobre as tropas móveis. Somente agora, depois de mais de um ano de guerra, Oleksander pode falar sobre sua experiência.

Nos primeiros meses de guerra, ele abateu dois aviões Su-25 e dois helicópteros K-52 na região de Kiev. Segundo Oleksander, helicópteros são alvos difíceis, pois eles podem desviar os mísseis com um laser. "Disseram que era impossível abatê-los, mas tudo é possível se você tentar. Eu mudei de posição frequentemente, fiquei no fogo da artilharia, mas finalmente consegui." Ele conta ainda que interceptou oito drones na região de Kiev e em Kharkiv.

 

Alívio graças aos sistemas IRIS-T e Patriot

De acordo com estimativas do Comando das Forças Armadas da Ucrânia, atualmente a defesa do país consegue repelir com sucesso grande bombardeios na região de Kiev. O sucesso depende dos sistemas portáteis, de difícil localização e que podem ser montados e desmontados rapidamente. Oleksander e Ivan dizem que foi um alívio quando o país recebeu os poderosos sistemas de defesa antiaérea IRIS-T e Patriot, fornecidos pelos aliados ocidentais.

Soldado profissional antes da guerra, Oleksander já sabia manusear o Dual Mount Stinger. A Lituânia forneceu o sistema para a Ucrânia, e ele fez um curso intensivo. Suas ordens eram proteger o espaço aéreo ucraniano. "Fui para a guerra para proteger a Ucrânia e minha família, minha esposa e filho, dos quais fiquei longe por oito meses."

Já Ivan foi treinado durante a guerra. Sua motivação para servir na defesa aérea tem relação com sua profissão: antes da guerra, ele trabalhava na defesa civil e salvava vidas. "Estou defendendo meu país e minha família."

Os dois não revelam quantas unidades móveis protegem a região de Kiev. Mas todos saberiam se fossem muito poucas, ressaltam. E prometem revelar todos os detalhes depois da guerra: tanto os sucessos, como as derrotas.

 

 

Autor: Oleksandra Indyukhova / DW.com

SÃO PAULO/SP - Desde o último dia 10, as tarifas cobradas pelas concessionárias de distribuição de gás Comgás e GasBrasiliano (GBD) para uso industrial e veicular tiveram queda expressiva. As reduções vão de 7,9% a 11,9%.

Os novos valores foram autorizados pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp).

Na Comgás, por exemplo, a tarifa de usuários da grande indústria – que consomem o equivalente a 10 milhões/m³ de gás – teve uma redução de 7,9%. Já a tarifa do gás natural veicular (GNV) ficou 8% mais barata.

Na GBD, a redução ainda foi maior: usuários da grande indústria tiveram a tarifa reduzida em 11,5%, enquanto os usuários de GNV vão pagar 11,9% a menos.

Os ajustes tarifários do gás de uso industrial e veicular são feitos trimestralmente. Os preços são determinados por critérios estipulados nos contratos firmados entre as concessionárias e o fornecedor do combustível – neste caso, a Petrobras.

 

 

Governo SP

BRASÍLIA/DF - Após mais de 9 horas de reunião, terminou na noite de quinta-feira (15) a terceira reunião ministerial ampla do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. Ao fim do encontro, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, fez uma declaração à imprensa para destacar os principais pontos e responder a perguntas dos jornalistas. A relação entre governo e base aliada no Congresso Nacional, que tem sido foco de críticas, foi um dos assuntos.

Costa falou sobre a demanda por melhorar essa relação. Segundo ele, Lula determinou agilidade na nomeação de cargos dos aliados do governo. “O presidente reiterou para que todos apoiem e ajudem o ministro [Alexandre] Padilha [Relações Institucionais] a materializar os compromissos que ele assumiu, uma vez que tem uma quantidade de cargos que foram indicados na negociação da composição do governo. O presidente fez um pedido para que isso seja feito o mais breve possível”, afirmou.

Balanço e projetos

A reunião contou com a participação de 35 dos 37 ministros, com exceção de Marina Silva (Meio Ambiente), em tratamento de saúde, e Luiz Marinho (Trabalho), em viagem internacional. Ambos enviaram representantes. O encontro contou também com a presença dos líderes do governo no Congresso Nacional, além dos dirigentes da Petrobras, Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Cada ministro fez um balanço dos primeiros seis meses de governo e apontou propostas para os próximos seis meses. Uma nova reunião ministerial só deve ser realizada no fim do ano.

“Tudo aquilo que nós havíamos programado para lançar de programas fundamentais, importantes, entre eles o Minha Casa Minha Vida, o Bolsa Família, programas na área de saúde, educação me infraestrutura foram lançadas”, destacou Rui Costa.

Mais cedo, no discurso de abertura da reunião, Lula destacou que o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) será lançado em 2 de julho. O presidente explicou que o nome do programa será o mesmo, pois já está consolidado na sociedade e com quem atua na área da construção civil. Ele citou ainda que também estão pendentes os lançamentos dos programas Luz Para Todos e Água Para Todos.

Já de acordo com Rui Costa, ainda em julho o governo deve lançar um programa para levar internet banda larga para 100% das escolas do país, mesmo as escolas rurais, até o final do mandato, em 2026.

Desconto em carros

Durante a coletiva de imprensa após a reunião ministerial, o ministro-chefe da Casa Civil foi questionado sobre a possibilidade de estender a vigência do programa que concede redução de impostos para baratear o valor dos automóveis no Brasil. Segundo ele, a prorrogação do programa “não está no planejamento do governo”.

Rui Costa destacou que esse estímulo dado pelo governo no mercado automotivo é uma demonstração de que é preciso baixar os juros no país. “Esse absoluto sucesso demonstra o que é evidente para todos os atores econômicos do país, para toda a sociedade, que se dermos condições de crédito e baixar os custos financeiros para quem quer consumir, vai haver consumo, a indústria vai voltar a produzir e o comércio varejista vai vender”, observou.

 

 

Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

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