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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - Um brasileiro apontado pelas autoridades dos Estados Unidos como ex-líder das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) foi preso na Carolina do Norte (EUA) durante uma operação conduzida pelo Serviço de Investigações de Segurança Interna (HSI, na sigla em inglês), braço investigativo do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS). A informação foi divulgada na segunda-feira, 15.

Segundo o DHS, Felipe Linares de Oliveira Dell Aquilla, conhecido como "Don", foi detido em 5 de junho na cidade de Mooresville. As autoridades afirmam que ele era alvo de um mandado internacional expedido pelo Brasil pelos crimes de associação criminosa e extorsão. A defesa não foi localizada.

A prisão ocorreu no mesmo dia em que o governo dos Estados Unidos oficializou a classificação do PCC e do Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida foi publicada no Diário Oficial americano e assinada pelo secretário de Estado, Marco Rubio.

Na decisão, Rubio afirma que as duas facções representam risco significativo à segurança dos cidadãos americanos e aos interesses nacionais dos Estados Unidos.

Segundo o Departamento de Segurança Interna, Aquilla já ocupou posições de comando nas duas organizações criminosas, o que conferiu peso adicional à operação realizada pelas autoridades americanas.

De acordo com o comunicado do DHS, agentes do HSI de Greensboro e Charlotte, com apoio de forças policiais locais, abordaram o suspeito durante uma parada de trânsito. Aquilla teria tentado escapar dirigindo, o que provocou uma perseguição que terminou após ele colidir com veículos parados. Em seguida, ainda segundo as autoridades, ele tentou fugir a pé, mas foi capturado.

Durante a operação, os agentes apreenderam celulares, computadores, dinheiro em espécie e uma pistola 9 mm que estavam no veículo do brasileiro.

As autoridades também afirmam que informações de inteligência indicavam que Aquilla mantinha a própria esposa em cárcere privado enquanto se preparava para deixar os Estados Unidos e seguir para o México. Em depoimento aos investigadores, a mulher teria confirmado que estava sendo mantida contra a própria vontade.

Em nota, o agente especial responsável pelo HSI na Carolina do Norte e na Carolina do Sul, Mark M. Zito, afirmou que a prisão impediu que um suspeito considerado perigoso continuasse representando risco à segurança pública. "Evitamos novos danos a pessoas inocentes nos Estados Unidos e no exterior", afirmou.

Aquilla foi encaminhado para uma prisão do condado de Iredell, onde responde inicialmente a uma acusação estadual de fuga para evitar prisão. O HSI informou ainda que busca apresentar acusações federais por posse ilegal de arma de fogo por estrangeiro e sequestro.

O Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE) também registrou uma ordem de detenção migratória contra o brasileiro. Segundo o DHS, ele entrou ilegalmente nos Estados Unidos em data e local desconhecidos.

 

 

por Estadao Conteudo

IRÃ - O Irã anunciou nesta terça-feira (16) que a guerra com os Estados Unidos e Israel terminou, após o acordo com Washington, reiterando que qualquer ataque israelense e a presença das suas tropas em território libanês constituem uma violação do pacto. 

"A guerra terminou oficialmente ontem na segunda-feira em todas as frentes", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, citado pela televisão estatal iraniana IRIB.

Abbas Araghchi adiantou que "qualquer ataque israelense contra o Líbano é uma violação dos entendimentos" alcançados.

"Do nosso ponto de vista, as duas partes deste acordo são os Estados Unidos e Israel, por um lado, e o Irã e o Hezbollah, por outro", sublinhou.

"O fim da guerra no Líbano é parte inseparável [do acordo]", afirmou, reiterando que "a guerra não terminará até que Israel se retire dos territórios libaneses que ocupou", segundo a agência de notícias Mehr.

O ministro iraniano confirmou ainda que na sexta-feira "haverá uma nova rodadade negociações" com os Estados Unidos em Genebra, na Suíça, com o objetivo de "chegar a um acordo final".

"Após três meses de negociações, conseguimos concluir a primeira fase [das conversas]", afirmou Araghchi.

O acordo preliminar prolonga por 60 dias o cessar-fogo em vigor desde 08 de abril e estabelece um quadro de discussões para futuras negociações sobre o acordo nuclear.

Os compromissos garantem a reabertura do estreito de Ormuz e um levantamento progressivo das sanções sobre Teerã.

Israel ocupa grandes áreas do sul do Líbano, em resposta a ataques do grupo radical pró-iraniano Hezbollah, e continua bombardeando o país vizinho apesar do anúncio do acordo mediado pelo Paquistão.

Desde o início das hostilidades entre Israel e o movimento xiita libanês, como parte da guerra lançada pelos EUA e Israel contra o Irã, cerca de 3.800 pessoas foram mortas só no Líbano por ataques israelitas, que também forçaram mais de um milhão de pessoas a fugir das suas casas.

 

 

por Notícias ao Minuto

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos confirmou nesta segunda-feira (15/06) a participação da delegação são-carlense nos 68º Jogos Regionais do Estado de São Paulo, que serão realizados entre os dias 4 e 13 de julho, em Lençóis Paulista. O anúncio foi feito durante evento realizado no Paço Municipal, com a presença do prefeito Netto Donato,  do secretário municipal de Esportes, Fernando Carvalho, dos vereadores Edson Ferraz e Thiago de Jesus, atletas e representantes do esporte local.

Neste ano, São Carlos disputará 21 modalidades esportivas e contará com uma delegação formada por 437 pessoas, entre atletas, técnicos, dirigentes, fisioterapeutas e servidores da Secretaria Municipal de Esportes.

A delegação são-carlense disputará provas e competições de atletismo, basquetebol, basquetebol 3x3, biribol, bocha, capoeira, ciclismo, damas, futebol, futsal, handebol, judô, karatê, malha, natação, taekwondo, tênis, tênis de mesa, vôlei de praia, voleibol e xadrez.

O secretário municipal de Esportes, Fernando Carvalho, destacou a importância da participação do município na competição.

“Estamos muito felizes em confirmar a participação de São Carlos nos Jogos Regionais de 2026, que serão realizados em Lençóis Paulista. Essa presença expressiva demonstra o compromisso da administração municipal com o fortalecimento do esporte e com a valorização dos nossos talentos. Sabemos da importância dos Jogos Regionais para a formação esportiva e para o desenvolvimento dos atletas, e por isso trabalhamos intensamente para garantir as condições necessárias para essa participação. É motivo de muito orgulho ver

São Carlos novamente ocupando seu espaço em uma das maiores competições esportivas do Estado de São Paulo, contando com o apoio e o incentivo do prefeito Netto Donato e do vice-prefeito Roselei Françoso. Temos certeza de que nossos atletas representarão a cidade com dedicação, garra e espírito de equipe.”

Os Jogos Regionais têm por objetivo favorecer o desenvolvimento da prática esportiva nos municípios por meio da competição, identificar os melhores atletas e equipes de cada região esportiva para participação nos Jogos Abertos “Horácio Baby Barioni” e contribuir para o aprimoramento técnico das diversas modalidades em disputa.

Organizados pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria Estadual de Esportes, em parceria com a prefeitura da cidade-sede, os Jogos Regionais devem reunir em 2026 cerca de 340 municípios paulistas e mais de 30 mil atletas nas oito regiões esportivas do Estado.

Como sede da 3ª Região Esportiva, Lençóis Paulista deverá receber entre 40 e 50 municípios e aproximadamente 5 mil atletas. A região abrange cidades das regiões de Bauru, Piracicaba, São Carlos e Jaú.

O prefeito Netto Donato ressaltou o esforço da administração municipal para garantir o retorno de São Carlos à competição.
“Ano passado, infelizmente, São Carlos não pôde participar dos Jogos Regionais por falta de recursos. Mas essa realidade não nos desanimou. Pelo contrário, trabalhamos intensamente ao longo de todo esse período para garantir que, neste ano, nossa cidade voltasse à competição com a força e a grandeza que merece. Hoje, temos a alegria de ver

São Carlos representada em 21 das 23 modalidades, com atletas preparados, estrutura adequada e condições dignas para que cada um possa mostrar seu talento, sua dedicação e o orgulho de defender as cores do nosso município. Essa participação é resultado de muito trabalho, planejamento e, acima de tudo, do compromisso que temos com o esporte e com os nossos atletas”, destacou o prefeito.

BRASÍLIA/DF - O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou na segunda-feira (15) que convocou para a tarde de hoje(16) uma reunião do colégio de líderes para tratar do projeto de lei (PL) 1838/26, do governo federal, que acaba com a escala de seis dias de trabalho para cada dia de folga, a escala 6X1.

O objetivo é ter pontos do texto esclarecidos pelo relator, o deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA).

Encaminhado pelo governo em abril, o projeto define em 40 horas semanais o limite da jornada normal de trabalho na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e oito diárias, além de garantir ao trabalhador dois repousos semanais remunerados de 24 horas consecutivas.

Por ter sido encaminhada em regime de urgência, a proposta está trancando a pauta do plenário da Câmara, que só pode deliberar propostas de Emenda à Constituição (PECs), Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) e requerimentos de urgência até que o projeto seja votado.

“Convoquei Reunião de Líderes para amanhã (16), às 14h. Na ocasião, o deputado @leopratesba vai esclarecer pontos do seu parecer sobre o PL que acaba com a escala 6x1, apesar de já termos aprovado a PEC sobre a redução da jornada de trabalho. Com a apreciação da matéria, destravamos a pauta da Casa”, escreveu Motta em uma rede social.

Na quinta-feira (11), Motta designou o deputado Leo Prates, que também relatou o texto da PEC que acabou com a escala 6x1, como relator do projeto. O texto aprovado no final de maio reduziu a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece a escala de cinco dias de trabalho por dois de folga (5x2). A atualmente a PEC está em análise no Senado Federal.

Além do projeto de lei que acaba com escala 6X1, os líderes vão debater ainda o PL 896/23, que equipara a misoginia ao crime de racismo, o que a torna inafiançável e imprescritível.

Na última quarta-feira (10), a coordenadora do grupo de trabalho que debate a proposta, deputada Tabata Amaral (PSB-SP), apresentou uma nova versão do texto, que já foi aprovado no Senado.

“Já a deputada @tabataamaralsp apresentará os resultados do GT da Misoginia. Devemos votar os dois projetos em plenário ainda nesta semana”, completou Motta.

A relatora alterou principalmente a definição de misoginia.

“A fim de preservar a uniformidade conceitual da legislação penal e processual penal sobre o tema, propomos a substituição dos termos ‘ódio’ e ‘aversão’, previstos no projeto para a caracterização da misoginia, pelas expressões ‘menosprezo ou discriminação’ em razão da ‘condição de mulher’.”

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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