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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - A soma de dois fenômenos da música brasileira não poderia ser diferente, o resultado é hit. Com projeto gravado no último mês em São Paulo, o líder Wesley Safadão convidou a boiadeira Ana Castela para a primeira parceria juntos. “Covardia” já está disponível nas principais plataformas de áudio e no YouTube oficial do artista (assista aqui).

Com o refrão "Seria mais fácil me esquecer, mas gosta do que eu sei fazer. Seria mais fácil me evitar, mas gosta de se enganar.", a canção de Kinho Chefão, Felipe Marins, Mateus Costa, Walim Sanfoneiro, fala de um romance sem compromisso onde as duas partes sabem que é apenas uma curtição, sem apego, e tem tudo para chegar ao topo como música mais ouvida das plataformas.  

“Covardia” faz parte dos novos projetos do cantor Wesley Safadão que incluem outras participações especiais como Maiara & Maraisa. Os outros sucessos serão lançados ao longo dos próximos meses e serão anunciados nas redes sociais do cantor.

"Eu quis muito essa parceria. A Ana é um verdadeiro furacão da música, é explosão demais. Eu tava com esse desejo de gravar com ela tem um tempo e graças a Deus deu certo, é uma das minhas grandes apostas desse meu novo momento. Eu curti demais a música, espero que vocês também gostem e coloquem pra repetir." - WS

Wesley Safadão é dono de uma das marcas mais conhecidas do cenário musical brasileiro e atualmente acumula mais de 8 bilhões de visualizações em seu canal do YouTube, além de ter números impressionantes nas plataformas de música somando mais de 15 milhões de ouvintes mensais nas principais. 

BUENOS AIRES  – O sindicato dos inspetores de grãos da Argentina encerrou uma greve de uma semana depois de garantir um acordo para mais do que dobrar os salários de acordo com a crescente taxa de inflação do país, informou o sindicato nesta semana.

O acordo deve facilitar as exportações de grãos, uma fonte crucial de receita para o governo em dificuldades financeiras.

O sindicato, chamado URGARA, é um coletivo de técnicos em grãos que analisam os grãos guardados em armazéns e carregados em navios. A greve, porém, não afetou as operações nos portos.

Além do aumento salarial, os trabalhadores receberão um bônus, disse o sindicato.

No futuro, “o mais importante é iniciar o diálogo para formar um grupo de trabalho para resolver todos os outros conflitos dentro do grupo”, que incluem condições de segurança, disse o líder sindical Pablo Palacio em um comunicado.

As demandas do sindicato por aumento de salários ocorrem em um momento em que o poder de compra cai rapidamente devido a um aumento desenfreado nos preços ao consumidor, com a inflação doméstica atingindo 102% ano a ano em fevereiro.

 

 

 

Reportagem de Eliana Raszewski; texto de Kylie Madry / REUTERS

PEQUIM - Os ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita e do Irã, dois países rivais e sem relações oficiais desde 2016, se comprometeram na quinta-feira (6) em Pequim a trabalhar juntos para levar “segurança e estabilidade” para sua região turbulenta.

Depois de romper os vínculos em 2016, Arábia Saudita e Irã, países de religião sunita e xiita respectivamente, anunciaram em março o restabelecimento das relações diplomáticas, após uma negociação mediada pela China.

Em um comunicado conjunto divulgado após uma reunião entre o ministro das Relações Exteriores iraniano, Hossein Amir-Abdollahian, e seu homólogo saudita, o príncipe Faisal bin Farhan, os dois países se comprometeram a seguir colaborando para melhorar suas relações.

“As partes destacaram a importância de dar continuidade à aplicação do Acordo de Pequim e sua ativação, de forma que amplie a confiança mútua e os âmbitos de cooperação e contribua para criar segurança, estabilidade e prosperidade na região”, afirma a nota.

A Arábia Saudita cortou relações em 2016, depois que manifestantes iranianos atacaram suas representações diplomáticas em resposta à execução em Riad do clérigo xiita chiita Nimr al Nimr.

O anúncio da reconciliação em 10 de março surpreendeu a comunidade internacional e pode transformar as relações no Oriente Médio, uma região caracterizada por décadas de turbulência.

 

– Reabertura das embaixadas –

As duas partes “negociaram e trocaram opiniões com uma ênfase na retomada das relações bilaterais e medidas executivas para a reabertura das embaixadas e consulados dos dois países”, afirmou o ministério iraniano das Relações Exteriores.

O canal saudita Al Ekhbariya exibiu imagens dos dois ministros apertando as mãos, conversando e sorrindo.

Mao Ning, porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, elogiou o encontro e destacou que os ministros “expressaram gratidão a China por sua contribuição para a promoção do diálogo”.

“A China trabalhará com os países do Oriente Médio para implementar iniciativas (…) com o objetivo de promover a segurança, estabilidade, desenvolvimento, prosperidade, tolerância e harmonia”, destacou Mao.

Com o acordo anunciado no mês passado, os dois países devem reabrir suas embaixadas e consulados no prazo de dois meses e aplicar os acordos de cooperação econômica e de segurança assinados há mais de 20 anos.

O presidente iraniano, Ebrahim Raisi, deve visitar Riad em breve.

Raisi aceitou o convite do rei Salman da Arábia Saudita, anunciou na segunda-feira o primeiro vice-presidente do Irã, Mohamad Mokhber.

 

– Grupos rivais –

Irã e Arábia Saudita apoiam grupos rivais em diversas áreas de conflito da região, incluindo o Iêmen, onde os rebeldes houthis têm o apoio de Teerã, enquanto Riad lidera uma coalizão militar de apoio ao governo.

Os dois países também disputam influência na Síria, Líbano e Iraque.

Washington, tradicional aliado de Riad, recebeu com satisfação a aproximação, mas afirmou que ainda é necessário observar se os iranianos “cumprirão sua parte do acordo”.

O sucesso da China na aproximação diplomática entre Irã e Arábia Saudita provoca dúvidas sobre o papel dos Estados Unidos como principal país de influência no Oriente Médio.

O Irã também espera restabelecer as relações com o Bahrein, grande aliado saudita, que há alguns anos acusou Teerã de apoiar uma revolta liderada por xiitas no reino governado por sunitas, uma acusação que o regime iraniano nega.

 

 

ISTOÉ DINHEIRO

RÚSSIA - Uma menina russa que foi separada do pai por ter feito um desenho de apoio à Ucrânia na escola foi entregue pelas autoridades à mãe, com quem não convivia há vários anos.

No início de março, as autoridades russas separaram Maria (Masha) Moskaliova, de 13 anos, de seu pai, com quem ela morava sem a mãe, e a adolescente foi internada em um centro para menores.

O pai, Alexei Moskaliov, foi condenado a dois anos de prisão pela acusação de desacreditar o exército. Ele provocou grande comoção entre a opinião pública depois de fugir da prisão domiciliar.

Na semana passada, ele foi detido e nesta quinta-feira estava prevista uma audiência em um tribunal de Yefremov que decidirá sobre a retirada da custódia de sua filha.

As autoridades russas anunciaram na quarta-feira à noite que a mãe da jovem, Olga Sichikhina, que não mora com ela há anos, apareceu e assumiu a custódia da filha.

A comissária russa para os direitos das crianças, Maria Lvova-Belova, anunciou no Telegram que a menina está com a mãe.

"Como muitos de vocês sabem, ela não mora com a mãe há muitos anos e tinham pouco contato", escreveu Lvova-Belova.

"A princípio, Masha não queria ficar com ela", informou a comissária, antes de acrescentar que a menina mudou de opinião.

A história de Masha e seu pai chocou a opinião pública na Rússia e se tornou um caso emblemático da repressão contra aqueles que criticam a ofensiva militar do Kremlin na Ucrânia.

Uma petição que pede a devolução da menina ao pai recebeu mais de 145.000 assinaturas.

Alexei Moskaliov, 54 anos, foi acusado de "desacreditar" o exército por criticar nas redes sociais a operação militar na Ucrânia. Ele foi condenado no fim de março a dois anos de prisão.

A ONG russa OVD-Info publicou na quinta-feira uma breve carta de Moskaliov a sua filha, um documento transmitido aos ativistas pelo advogado do pai, Vladimir Bilienko.

"Mashenka (diminutivo carinhoso de Maria), é seu pai que te escreve. Por favor aguente. As pessoas estão procurando formas de te ajudar", afirma a nota escrita às pressas.

Na semana passada, uma carta da menina foi divulgada. No texto, ela expressava apoio ao pai.

"Eu te amo muito, você não é culpado de nada, sempre estarei ao seu lado", escreveu.

 

 

AFP

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