SÃO CARLOS/SP - Os servidores municipais de São Carlos decidiram, na tarde desta quarta-feira, encerrar a greve da categoria após assembleia conduzida pelo sindicato (SINDSPAM). A maioria dos trabalhadores presentes optou por aceitar a proposta apresentada pela Prefeitura, colocando fim ao movimento.
Durante a votação, parte dos servidores optou por não se manifestar, enquanto um grupo menor se posicionou contra o acordo.
Entre os principais pontos definidos, ficou estabelecido que não haverá aumento real nos salários neste ano. Como medida compensatória, a administração municipal anunciou reajuste no vale-refeição, que passa a ser de R$ 1.320,00 mensais, com acréscimo de R$ 120,00 para os servidores de carreira.
A proposta também inclui a reposição salarial de 3,81%, com base na inflação medida pelo IPCA, além da continuidade do benefício da cesta básica. Outro avanço apontado é o compromisso da Prefeitura em encaminhar, no segundo semestre, um projeto de reformulação do plano de carreira, com previsão de implantação a partir de 2027.
Em relação aos triênios, congelados durante a pandemia, foi confirmado o desbloqueio do benefício, com pagamento retroativo a janeiro deste ano.
Sobre os dias de paralisação, a Prefeitura informou que não há possibilidade de anistia, e que a reposição das horas deverá ser discutida entre o sindicato e a administração municipal.
Com o fim da greve, os serviços públicos devem ser retomados gradualmente nos próximos dias, encerrando um período de negociações e mobilização dos servidores.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos notificou oficialmente, na noite desta terça-feira (14/04), o Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos Municipais de São Carlos (Sindspam) sobre a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que reforça a obrigatoriedade de manter 70% dos servidores municipais em atividade durante a greve, por unidade administrativa e por categoria funcional.
A determinação foi expedida pelo vice-presidente do TJSP, desembargador Luís Francisco Aguilar Cortez, em decisão publicada hoje (14/04). O magistrado esclareceu que a exigência não se limita ao conjunto geral de servidores, mas deve ser aplicada em cada escola, unidade de saúde e demais repartições públicas, garantindo a continuidade dos serviços essenciais à população.
Segundo a Prefeitura, a medida busca assegurar que a paralisação não cause prejuízos irreparáveis ou de difícil reparação aos cidadãos. A decisão também prevê multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.
SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos recebeu, na manhã desta segunda-feira (13), representantes do Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos Municipais de São Carlos e uma comissão de servidores em greve para discutir uma nova proposta de reajuste salarial.
Durante a reunião, o sindicato apresentou uma reivindicação de aumento de 7%, sendo 3,81% referentes à recomposição da inflação medida pelo IPCA e 3,19% de ganho real. A categoria também defendeu a manutenção da cesta básica atual, rejeitando a substituição por vale-alimentação de R$ 400, além de sugerir o adiamento da discussão sobre o Plano de Carreira para 2027. Segundo a Prefeitura, os pedidos estão em análise.
A administração municipal destacou benefícios já concedidos aos servidores, como o tíquete-refeição de R$ 1.260, pagamento retroativo do tempo de serviço congelado pela Lei Complementar 173/2020, manutenção de benefícios durante licenças e possibilidade de conversão de férias em dinheiro. O impacto financeiro estimado dessas medidas ultrapassa R$ 49 milhões, considerando diferentes áreas.
Uma audiência de conciliação entre as partes está marcada para o dia 16 de abril, às 14h, no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, na capital paulista, na tentativa de buscar um acordo e encerrar o impasse.
Levantamento da Prefeitura aponta que, na saúde, 118 dos 1.248 servidores aderiram à greve, sem prejuízo no funcionamento das UBSs, UPAs e do SAMU. Já na educação, a adesão foi mais significativa, com 803 dos 1.642 professores paralisados, além de 99 merendeiras. Outros setores também registraram participação menor no movimento.
Por decisão do TJSP, a greve não pode comprometer totalmente os serviços públicos, sendo obrigatória a manutenção de ao menos 70% do efetivo em atividade. A Justiça também autorizou o desconto salarial dos dias não trabalhados, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal.
A Prefeitura reforçou que segue aberta ao diálogo com os servidores, destacando a importância de garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.
SÃO CARLOS/SP - Em uma assembleia marcada por forte adesão, servidores municipais decidiram na noite desta quarta-feira (8) rejeitar a proposta apresentada pela Prefeitura e aprovar a deflagração de greve.
A reunião, realizada no sindicato da categoria, reuniu trabalhadores que analisaram os termos da negociação. Ao final, a proposta foi recusada por unanimidade.
Entre os itens apresentados pelo Executivo estavam reposição inflacionária de 3,81%, aumento de 5% no vale-alimentação — elevando o valor para R$ 1.260,00 —, substituição da cesta básica por um benefício de R$ 400,00 com descontos por faixa salarial, além do descongelamento do tempo de serviço. Também foi sugerida a implementação do plano de carreira a partir de janeiro de 2027.
Para a categoria, as medidas não atendem às principais reivindicações, o que levou à decisão pela paralisação.
O sindicato deve comunicar oficialmente a Prefeitura sobre a deliberação e poderá apresentar uma contraproposta construída a partir das discussões com os servidores.
SÃO CARLOS/SP - A Paralisação dos trabalhadores da Tecumseh do Brasil durou apenas 4 dias, ou seja, começou na última quarta-feira, 31 de julho, e acabou neste último domingo, 04 de agosto.
Durante assembleia dos trabalhadores convocada pelo sindicato dos metalúrgicos de São Carlos e Ibaté, foi aprovada uma nova proposta de acordo coletivo apresentada pela empresa. “A greve termina com sucesso e a vitória dos trabalhadores. A empresa cedeu em 95% da nossa pauta. Quero parabenizar todos os trabalhadores pela organização que tiveram para que chegássemos a este resultado”, afirmou em entrevista exclusiva ao Primeira Página o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté, Vanderlei Strano.
Ainda segundo o presidente da entidade, os colaboradores da Tecumseh serão beneficiados com aumento real de salário mais a correção do salário pelo INPC (Índice Nacional de Preço ao Consumidor), cujo índice será divulgado no dia 15 de setembro, haverá reajuste no Ticket Alimentação de 27,7%, a PLR também terá reajuste e o valor pago antes terá o acréscimo do INPC de setembro e mais 2% de aumento real.
O acordo prevê ainda o fim da terceirização de atividades fim da Tecumseh. Ou seja, os trabalhadores da logística vão migrar para ser funcionários da própria empresa com contrato CLT por tempo indeterminado e estabilidade no emprego por 12 meses.
A partir de 1 de outubro, turnos X, Y vão trabalhar apenas de segunda a sexta-feira.
SÃO CARLOS/SP - Os trabalhadores da Tecumseh aprovaram em assembleia realizada no domingo (28/07), o aviso de greve para pressionar a empresa a negociar a data-base 2024 junto ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté. A assembleia aconteceu no Clube de Campo dos Metalúrgicos e reuniu centenas de trabalhadores.
A pauta de reivindicações da data-base 2024 foi encaminhada para a empresa no dia 11 de julho, os pontos principais incluem reajuste salarial com reposição da inflação e o aumento real; reajuste no ticket alimentação; reajuste na PLR; redução de Jornada (40 horas semanais), sem redução do salário; e manutenção das cláusulas sociais; não a terceirização.
A insatisfação dos trabalhadores com a postura da empresa em não apresentar uma proposta levou a optarem pela greve.
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos e Ibaté, Vanderlei Strano, durante a assembleia destacou a importância da mobilização e do envolvimento de todos os trabalhadores durante esse período. “Nossa luta é pela nossa data-base por remuneração justa. A greve é um direito legítimo e uma ferramenta fundamental na busca por nossos direitos”, afirmou.
Com a aprovação do aviso de greve, inicia-se agora o prazo legal, o Sindicato protocola o aviso para empresa nesta segunda (29/07). Caso não haja proposta da empresa, a partir de quarta-feira (48 horas) a produção pode parar. “Conforme decidido em assembleia, o Sindicato vai esperar o prazo legal, dando tempo para a empresa abrir uma negociação e apresentar uma proposta. Desta forma, devemos permanecer mobilizados, pois somente unidos chegaremos ao final com avanços e manutenção dos nossos direitos”, ressaltou Vanderlei.
O Sindicato permanece aberto ao diálogo e espera que a data-base 2024 resulte em conquistas significativas para todos.
BRASÍLIA/DF - O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou na segunda-feira (17) que o governo tem dialogado com todas as categorias e que não havia motivo para a greve deflagrada por servidores e professores das universidades federais. Segundo o ministro, a expectativa é de que as instituições retomem as atividades nesta semana.

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O ministro da Educação, Camilo Santana - Marcelo Camargo/Agência Brasil
"Acho que não havia motivo. Greve a gente entra quando não há diálogo, quando se chega ao limite da negociação. Vamos lembrar que o governo passado não deu um reajuste. E, no primeiro ano do presidente Lula, ele deu 9% para todos os servidores, mais que o dobro da inflação. A ideia inicial do governo federal era dar 4,5% por ano durante os quatro anos, mas resolveu antecipar os 4,5% de 2024 para 2023, considerando esses anos todos sem reajuste", disse Santana em entrevista à Agência Brasil.
Segundo o comando nacional da greve dos professores universitários, ligado ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes), a paralisação da categoria, iniciada em abril, ocorre em 64 universidades. Nova proposta apresentada pelos ministérios da Educação (MEC) e da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos está sendo analisada. O Andes solicitou que os docentes façam assembleias locais até sexta-feira (21).
A categoria tem manifestado descontentamento com o reajuste zero anunciado para este ano, mas em nota divulgada em seu site, o Andes avalia que a pressão do movimento grevista levou o governo a retomar as negociações e sinalizar alguns avanços.
A última proposta apresentada aos professores envolve recomposição parcial do orçamento das universidades e institutos federais, implementação de reajuste de benefícios e aumentos salariais de 9% em janeiro de 2025 e de 3,5% em maio de 2026. O MEC também se comprometeu a revogar a Portaria 983/2020, que elevou a carga horária mínima semanal dos docentes.
"Tenho ponderado para os sindicatos que acho que está num momento de encerrar. A greve tem prejudicado os alunos, tem prejudicado o país e as universidades. Os sindicatos levaram as propostas para as suas bases, e a gente espera que até o final da semana a gente possa retomar as atividades", afirmou Camilo Santana.
Os servidores técnico-administrativos também estão realizando assembleias ao longo desta semana.
A greve da categoria atinge 68 universidades. Segundo a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos do Ensino Superior (Fasubra), a mobilização ocorre devido à redução dos investimentos das universidades, à falta de reestruturação do plano de carreira e à corrosão salarial, diante do congelamento imposto durante os governos de Michel Temer e Jair Bolsonaro e do reajuste zero anunciado pelo atual governo para 2024. Eles agora avaliam a última proposta recebida, que envolve, entre outras coisas, um aumento de 9% em 2025 e de 5% em 2026.
Para o ministro, o governo está atendendo às demandas das categorias. "As negociações feitas nas últimas semanas são vitórias, não só do ponto de vista remuneratório, mas também do ponto de vista de mudanças em algumas carreiras, em alguns decretos, em dispositivos normativos etc.", disse Santana. Ele lembrou que já foram concedidos aos servidores técnico-administrativos reajustes nos auxílios-saúde e creche, bem como no vale-alimentação.
"Com os 9% do ano passado e os aumentos propostos para 2025 e 2026, fica consolidada uma variação entre 23% e 43% para os professores e entre 24,5% e 46% para os servidores técnico-administrativos. A informação que eu tenho do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos é que nunca antes havia sido feita uma proposta com ganho tão real para os servidores das universidades", acrescentou.
O ministro atendeu à Agência Brasil por telefone, enquanto participava de um encontro da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em Paris. No evento, foram discutidos temas envolvendo a implementação das metas de educação previstas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), conforme a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Camilo discutiu a questão do financiamento e defendeu a ampliação dos investimentos no Brasil, focando sobretudo na educação básica.
Ele também fez um balanço positivo das inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), encerradas na sexta-feira (14). Foram 5.055.699 inscritos, mantendo a tendência de crescimento da participação dos estudantes. "Conseguimos reverter a tendência de queda a partir do ano passado. Em 2023, foram cerca de 400 mil jovens inscritos a mais do que 2022", disse o ministro, ao ressaltar que o governo trabalho para que futuramente todos os jovens do terceiro ano se inscrevam no Enem. Santana destacou a desigualdade existente no país: "tem estado tem que 30% dos alunos do terceiro ano inscritos e tem estado que tem 90%."
Considerando os impactos da tragédia climática que afetou o Rio Grande do Sul desde o fim de abril, as inscrições para os estudantes do estado foram estendidas até a próxima sexta-feira (21). Segundo Camilo Santana, o MEC tem mobilizado recursos e esforços para ajudar na recuperação das escolas, e a extensão do prazo foi um pedido do governo estadual atendido pela pasta.
O ministro enfatizou que as inscrições de estudantes gaúchos no Enem registram crescimento. "Cerca de 70% dos jovens do Rio Grande do Sul que cursam o terceiro ano se inscreveram no Enem no ano passado. Este ano já estamos com cerca de 85%."
Por Léo Rodrigues – Repórter da Agência Brasil
SÃO CARLOS/SP - O jornalista Ivan Lucas esteve na creche Anita Costa na manhã desta quarta-feira, 12 de junho, devido a uma paralisação dos funcionários da entidade filantrópica.
Segundo relatos dos funcionários, o salário está atrasado, não está sendo feito o depósito do FGTS, INSS atrasado e tem funcionário que não aparece o registro na carteira de trabalho digital.
Ainda segundo as funcionárias, tentaram conversar com a coordenadora, mas nada é resolvido, e que esta situação perdura desde a pandemia.
Enquanto isso, mães chegavam com seus filhos (as) e as vãs trazendo crianças, mas ninguém adentrava na unidade de educação. Os pais relataram que receberam um bilhete dizendo que não teriam aula de quinta-feira, 13, até o próximo dia 19, devido à manutenção na creche, mas hoje, já não teve aula devido a esse imbróglio entre funcionários e direção.
Nossa reportagem apertou várias vezes a campainha, inclusive com testemunhas no local, para falar com a diretora que estava na unidade, mas não fomos recebidos para ouvir o lado da direção.
Nós também entramos em contato com a prefeitura de São Carlos para saber sobre o repasse do poder público para entidade filantrópica, e a prefeitura nos informou que:
“A prefeitura de São Carlos fez o repasse no mês de maio no valor de R$ 90.367,98, porém para receber o mês de junho a entidade tem que prestar contas e fazer a entrega da documentação. Assim que for feita a entrega da documentação, o repasse será realizado.”
A creche atende por volta de 150 crianças.
BRASÍLIA/DF - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, na segunda-feira (10), a prolongada greve dos professores e técnicos das universidades e institutos federais. Ele afirmou que o valor negociado com o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para recompor os salários é “irrecusável”.
Lula enfatizou que as lideranças sindicais devem ter coragem de encerrar a greve, argumentando que ela não deve continuar indefinidamente. Ele destacou que o montante oferecido pela ministra Esther Dweck é significativo e que é necessário considerar outros benefícios além do percentual de reajuste.
A greve, que começou em 15 de abril, envolve professores e servidores de cerca de 60 universidades federais e mais de 39 institutos federais. Eles reivindicam uma recomposição salarial de 4,5% ainda este ano.
Durante uma reunião com reitores de universidades e institutos federais, Lula anunciou R$ 5,5 bilhões para obras e custeio do ensino técnico e superior, além da construção de dez novos campi universitários e oito novos hospitais universitários federais.
Márcia Abrahão, reitora da Universidade de Brasília (UnB) e presidente da Andifes, destacou a defasagem salarial dos docentes e técnicos administrativos. Elias Monteiro, reitor do IF Goiano e presidente do Conif, pediu que o governo concentre esforços na valorização dos profissionais da educação.
Representantes sindicais se reuniram com o governo no último dia 3 de junho, após um acordo com o MGI assinado pelo Proifes ter sido anulado pela Justiça. Novas rodadas de negociações estão previstas para esta semana.
O governo propôs aumentos de 13,3% a 31% até 2026, começando em 2025, além do reajuste linear de 9% concedido em 2023. A proposta anterior previa reajuste zero em 2024, 9% em 2025 e 3,5% em 2026, totalizando um aumento de até 43% em quatro anos, acima da inflação estimada em 15% para o período.
SÃO CARLOS/SP - Após ser surpreendido na manhã desta segunda-feira (26/05) pela paralisação dos motoristas da Rigras, empresa concessionária do transporte coletivo, o secretário de Transporte e Trânsito, Cesinha Maragno, juntamente com os secretários de Governo, Lucas Leão, se reuniu com representantes da empresa e do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes para exigir a garantia do serviço prestado à população.
Sem aviso prévio à empresa, ao sindicato e muito menos à Prefeitura, um grupo de motoristas impediu a saída dos ônibus da garagem da empresa e, assim, prejudicou trabalhadores de diversos setores a se deslocarem aos seus respectivos locais de trabalho, bem como outros munícipes que utilizam o transporte coletivo. O motivo seria o aumento no ticket alimentação e a correção salarial da categoria.
O advogado do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes, Amador Bandeira, salienta que a iniciativa de interrupção de atividades não era de conhecimento do Sindicato. "Não estávamos sabendo desta paralisação. A greve precisa ser notificada com 72h de antecipação depois de esgotadas as negociações e de uma assembleia com a categoria em que a maioria apoia a greve, e não uma minoria. O sindicato jamais iria apoiar uma greve repentina e a população não pode pagar o preço. Quanto ao aumento que eles reivindicam as negociações já estão sendo realizadas com a empresa", explica Amador.
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