Jornalista/Radialista
EUA - Os Estados Unidos impuseram na quarta-feira (15) sanções a militantes nacionalistas de extrema-direita da Rússia e Suécia, afirmando que representam uma ameaça e que um deles arrecadou fundos para a invasão russa da Ucrânia.
Depois de atacar principalmente o extremismo islâmico por anos, Washington está voltando cada vez mais atenção para as ameaças da extrema-direita. Em 2020, incluiu em sua lista negativa um grupo de supremacistas brancos e três de seus chefes, membros do Movimento Imperial Russo.
O Departamento de Estado dos EUA agora acrescentou à lista Anton Thulin, um sueco acusado de ter viajado a São Petersburgo para receber treinamento paramilitar fornecido pela organização russa.
Thulin foi condenado à prisão em 2017 por colocar uma bomba perto de um centro de refugiados na Suécia e após sua libertação se mudou para a Polônia, de onde foi deportado por tentar, segundo as autoridades polonesas, continuar seu treinamento.
"O governo dos Estados Unidos está profundamente preocupado com a evolução da ameaça extremista violenta por motivos raciais ou étnicos em todo o mundo", disse o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, em um comunicado.
"Isso inclui supremacistas brancos violentos que viajam para fora de seu país para treinar e combater", acrescentou.
Enquanto isso, o Tesouro congelou os ativos nos Estados Unidos de outros dois membros do Movimento Imperial Russo, Stanislav Chevtchouk e Alexandre Jouchkovsky, e bloqueou seu acesso ao mercado americano.
O primeiro viajou aos Estados Unidos e Europa em uma tentativa de reunir extremistas de direita, enquanto o segundo usou as redes sociais e sistemas de pagamento online para comprar equipamento militar para as tropas russas na Ucrânia, disse o Tesouro em um comunicado.
A organização protestou contra sua sanção em 2020, afirmando que só estava ajudando voluntários que lutavam junto aos separatistas pró-russos na Ucrânia.
EUA - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, repreendeu na quarta-feira (15) a indústria do petróleo pelo aumento dos preços dos combustíveis, que elevou a inflação ao seu maior índice em quatro décadas, e alertou para a adoção de medidas emergenciais, embora não as tenha especificado.
A carta, enviada a sete grandes companhias petrolíferas, foi a advertência mais direta de Biden em sua campanha de culpar essa indústria pelo aumento da inflação.
O preço médio do combustível nos Estados Unidos é agora US$ 5 por galão (3,78 litros) para os motoristas, acima dos US$ 3 de um ano atrás.
Essa alta está repercutindo em toda a economia, provocando a queda do índice de aprovação de Biden abaixo de 40%.
"As margens de lucro das refinarias, bem acima do normal, repassadas diretamente às famílias americanas não são aceitáveis", escreveu Biden na carta aos executivos da Shell, Marathon Petroleum Corp, Valero Energy Corp, ExxonMobil, Phillips 66, Chevron e BP.
Ele destacou que a economia está em "tempos de guerra", referindo-se às consequências globais da invasão da Ucrânia pela Rússia e subsequentes sanções contra Moscou, uma potência energética.
"Minha administração está preparada para usar todas as ferramentas razoáveis e apropriadas do governo federal e as autoridades de emergência para aumentar a capacidade e a produção das refinarias no curto prazo e garantir que todas as regiões deste país sejam abastecidas adequadamente", disse Biden, sem detalhar que tipos de ações pode tomar.
Na carta, o presidente pede às empresas "uma explicação sobre qualquer redução em sua capacidade de refino desde 2020 e quaisquer ideias concretas que abordem os problemas imediatos de estoques, preços e capacidade de refino nos próximos meses, incluindo medidas de transporte para levar o produto refinado para o mercado".
"A crise que as famílias estão enfrentando merece ação imediata. Suas empresas devem trabalhar com meu governo para encontrar soluções concretas", escreveu.
BARCELONA - O lateral-direito Daniel Alves deixará o Barcelona (Espanha) quando seu contrato terminar ao fim deste mês, encerrando a segunda passagem pelo clube espanhol pouco mais de seis meses após seu retorno.

“Após mais de oito anos dedicados a estas cores, chegou a hora da nossa despedida”, escreveu Daniel Alves em seu perfil no Instagram nesta quarta-feira (15).
“Muitos anos se passaram até que o futebol e a vida, como sempre, sejam muito gratos aos que os respeitaram, decidiram me dar a oportunidade de voltar aqui para dizer adeus”, afirmou.
Daniel Alves, que representou o Brasil em mais de 100 partidas, disputou 16 jogos por todas as competições na última temporada pelo Barcelona, que terminou em segundo lugar no Campeonato Espanhol, 13 pontos atrás do campeão Real Madrid.
Ele foi trazido ao Barcelona pelo técnico Xavi Hernández, seu ex-companheiro de vestiário, em uma tentativa de resgatar um time que sofria na nona posição da tabela.
CURITIBA/PR - Em jogo quente, Athletico-PR e Corinthians ficaram no 1 a 1 na Arena da Baixada, em jogo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Alvinegro perde a chance de retomar a liderança - chegou aos 22 pontos.
Para piorar, nesta quinta, o rival Palmeiras recebe o Atlético-GO no Allianz Parque e pode ampliar a diferença. Já o Furacão chegou aos 18 pontos e entrou no G4.
O início do jogo foi eletrizante, com uma série de escanteios para o Furacão e uma defesa de Cássio em cobrança direta de Cuello. No entanto, em falta sofrida por Willian na entrada da área, Róger Guedes voltou a marcar em cobrança perfeita no canto direito superior de Bento. Depois, as ações se equilibraram e houve chances para os dois lados, mas o placar permaneceu o mesmo.
No segundo tempo, em um jogo não tão bom para o Alvinegro, o tempo fechou e duas expulsões aconteceram, de Roni e Hugo Moura. O clima continuou quente, com diversos focos de discussão, e, em pênalti infantil cometido por Raul Gustavo, Terans deixou tudo igual.
O Corinthians agora volta suas atenções para seu próximo compromisso, o jogo contra o Goiás, na Neo Química Arena, domingo, às 16h (de Brasília). O Athletico-PR tem clássico contra o Coritiba no mesmo dia e horário no Couto Pereira.
O jogo - Em menos de um minuto de partida, Cássio precisou tocar para tirar a bola venenosa de Terans em cobrança direta de escanteio - mais três escanteios saíram por ali em pouco tempo. A pressão continuou, quando Willian saiu errado e Pablo ficou com a bola, chutando para a defesa do camisa 12.
Mesmo em melhor momento, o Furacão fez falta em cima de Willian na entrada da área. Na cobrança, Róger Guedes cobrou no canto superior de Bento, sem chance de defesa, abrindo o placar na Arena da Baixada e jogando um balde de água fria nos donos da casa. A resposta veio aos sete minutos, em chute de Cuello.
Depois de um início eletrizante, a oportunidade seguinte surgiu somente aos 21 minutos, quando o Athletico chegou em chute de Cuello, para fora. Pouco depois, Willian recebeu a bola, avançou e driblou na frente da área, mas o chute parou nas mãos de Bento.
O Corinthians teve outra boa chegada aos 30 minutos, com tabela entre Róger Guedes e Willian, mas a zaga tirou. Na cobrança de escanteio, Gil teve chance duas vezes, mas não conseguiu marcar. Aos 37, o Furacão chegou perto de empatar em chute cruzado de Pablo, que passou rente à trave. Dois minutos depois, em contra-ataque, forte chute de Cuello pela esquerda, pelo lado de fora da rede.
Com as entradas de Léo Cittadini no lugar de Matheus Fernandes e Rafael Ramos no de Adson, o segundo tempo começou quente. Aos três minutos, Hugo Moura arriscou de longe e mandou para fora. Já Ramos levou cartão amarelo por entrada dura.
Aos 13 minutos, Willian foi derrubado do lado esquerdo e, na cobrança, ele mesmo mandou direto para o gol, mas a zaga desviou. No escanteio, Róger Guedes cabeceou, mas Bento ficou com a bola.
Aos 16 minutos, Vitor Roque protagonizou três lances seguidos de perigo. Primeiro, fez bela jogada pelo lado direito após falha de Raul Gustavo, mas o chute foi desviado. Pouco depois, aproveitou sobra e cabeceou na trave. E, por fim, sofreu falta perigosa na entrada da área, mas Terans pegou mal na bola e mandou para fora.
Vítor Pereira, então, mandou a campo Roni e Renato Augusto, mas o jovem volante acabou expulso, juntamente com Hugo Moura, do Furacão, em confusão que começou com Du Queiroz e Vítor Roque. Pouco depois, Róger Guedes levou cartão amarelo por falta dura.
Em lance bobo, Raul Gustavo cometeu pênalti infantil em cima de Vítor Roque, revisado pelo VAR. Na cobrança, Terans deixou tudo igual. A partida seguiu disputada, com chute travado de Roque e desvio de Guedes. Já nos acréscimos, Du Queiroz recebeu no meio e chutou, mas longe do gol.
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