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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RIO DE JANEIRO/RJ - Na sequência das sabatinas realizadas pela Rede Globo, desta vez foi o candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, a estar nos estúdios do Jornal Nacional na terça-feira (23), onde buscou se colocar como uma alternativa e atribuiu alguns dos maiores problemas do Brasil aos candidatos Lula e Bolsonaro.

Ciro afirmou que não ajudou construir o que chamou de "polarização odienta”, e disse que, ainda na campanha de 2018, ele tentou advertir que as pessoas. "É grande a massa que vai votar Lula para se livrar do Bolsonaro, mas esqueceram que amanhã tem um país para governar", afirmou.

Ciro Gomes disse ainda que seu objetivo é reconciliar o Brasil, e citou uma frase do físico Albert Eisntein, que diz que "repetir as coisas do passado e esperar resultado diferente é a Teoria da Insanidade".

O pedetista defendeu a implementação de um programa de renda mínima que garantiria mil reais a todas as famílias brasileiras de baixa renda, em caráter permanente. E para garantir isso teria um tributo sobre grandes fortunas, sobre os patrimônios de mais de 20 milhões de reais. Isso custaria 290 bilhões de reais. "Cada super rico ajudaria a financia com 50 centavos de cada 100 reais de sua fortuna, a sobrevivência digna de 821 brasileiros abaixo da linha da pobreza", explanou.

Ciro defendeu a realização de plebiscitos para avançar algumas das reformas que pretende atingir "Libertar o Brasil de uma crise que corrompeu organicamente a Presidência da República e a transformou em uma espécie de esconderijo do pacto de corrupção e fisiologia. Eu vi ontem aqui o cidadão dizendo que não há corrupção no Brasil, mas a corrupção está institucionalizada, está um despudor porque manipula o dinheiro público” disse.

O sabatinado enfatizou que sua candidatura é uma alternativa aos dois favoritos nas pesquisas eleitorais.

"Você que vota no Bolsonaro porque não quer o Lula de volta, me dá uma chance. Você que vota no Lula porque não quer mais o Bolsonaro, há um país para governar, me dê uma oportunidade. E você indeciso, sabe quantos são vocês? Mais da metade da população. Está na mão de vocês mudar o Brasil", encerrou.

Ciro Gomes disputa a Presidência pela quarta vez. Durante sua vida pública, ele foi prefeito de Fortaleza, governador do Ceará e ministro nos governos Itamar Franco e Lula. Ciro concorre este ano numa chapa pura, tendo a vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos, como vice.

 

 

IMPRENSA BRASIL

SÃO PAULO/SP - A chef de cozinha argentina Paola Carosella, 49. voltou a ser alvo de ataques do ex-secretário da Cultura Mário Frias e de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, por emitir sua opinião sobre o país no Twitter após a participação dele na sabatina no Jornal Nacional, na noite de segunda-feira (22)

"Eu queria mesmo era viver no Brasil que essa pessoa descreve", escreveu Paola no Twitter sem citar o nome do presidente. A publicação teve 1.2 mil comentários, quase 100 mil curtidas e 11 mil retuítes.

Frias criticou a chef de cozinha e perguntou o por que dela ainda vive no Brasil. "Tá fazendo o que aqui? Vai para a Argentina", escreveu. "Você deveria mesmo era querer viver no seu país de origem. Por que não volta para a Argentina", acrescentou em outro comentário.

Outros apoiadores do presidente também falaram para a chef de cozinha voltar para a Argentina. "Sempre tem a opção de voltar para a Argentina", escreveu uma mulher, que compartilhou na postagem uma reportagem sobre a inflação no país vizinho. "Eu queria saber o que a senhora está fazendo aqui. Volte para sua origem lá está melhor", comentou outra usuária da rede social, que acrescentou emojis de carinhas rindo.

"Volta para a Argentina, rapidinho você vai perceber que vivia no Brasil descrito por 'essa pessoa'", sugeriu um internauta. "Argentina está ótima. Volta. Esse é o Brasil que o povo brasileiro quer", comentou outra pessoa. "Se tem alguém que não pode reclamar no Brasil é você. Um país que abre as portas, que recebe todos de braços abertos. Esse país é maravilhoso", disse um usuário do Twitter.

Outro apoiador do presidente compartilhou uma matéria sobre pessoas famintas desenterrando carne estragada na Argentina. "Volta para a tua Argentina, hipócrita", escreveu. Uma pessoa criticou a postagem dizendo que a reportagem é antiga: "23 de novembro de 2020? Fala sério!"

Uma internauta compartilhou uma foto criticando Bolsonaro com anotações à caneta na mão. "O despreparo é tamanho a ponto de anotar na mão o que vai falar (nada que já não soubéssemos)", escreveu e ainda acrescentou a hashtag "Fora Bolsonaro". Outra pessoa postou uma foto da apresentadora do Jornal Nacional, Renata Vasconcellos, perplexa com Bolsonaro. "É muito cínico, impressionante. Minha cara durante toda a entrevista."

 

 

FOLHA de S. PAULO

ARGENTINA - Os argentinos sacaram pouco mais de US$ 1 bilhão de depósitos em dólar do sistema bancário do país nas últimas sete semanas, enquanto o governo luta para convencê-los de que o peso se estabilizará.

Os poupadores começaram a sacar seus dólares de contas bancárias em ritmo acelerado quando o ex-ministro da Economia Martín Guzmán renunciou em 2 de julho, mergulhando o governo ainda mais na crise. O terceiro ministro da economia da Argentina desde então, Sergio Massa, desfrutou de uma breve recuperação do mercado após assumir, antes que os depósitos caíssem novamente.

Embora alguns depósitos em dólar constituam uma parte das reservas de moeda forte da Argentina, que também estão em declínio, eles não são considerados parte das reservas líquidas do banco central porque normalmente não podem ser usados para sustentar a moeda.

Os depósitos totais caíram para US$ 14,55 bilhões em 16 de agosto, mostram dados do banco central, menos da metade do nível máximo de cerca de US$ 32 bilhões visto em 2019 antes de uma votação primária mostrar que o presidente Alberto Fernández viria a ganhar a eleição. Os argentinos retiraram vários bilhões de dólares em depósitos entre essa votação e a posse de Fernández.

Os depósitos oferecem um termômetro quase em tempo real das expectativas econômicas dos argentinos. No final de 2001, durante uma das piores crises do país, o governo proibiu grandes saques em caixas eletrônicos, ajudando a alimentar o caos social.

 

 

©2022 Bloomberg L.P.

RECIFE/PE - Na terça-feira, Sport e Chapecoense abriram a 26ª rodada da Série B. Na Ilha do Retiro, o Leão fez 1 a 0 com gol de Facundo Labandeira e saiu com a vitória. Dessa forma, o rubro-negro fica com 37 pontos na quinta colocação, enquanto a Chape, com 29, fica em 14° lugar.

Na próxima rodada, a Chapecoense recebe o Vila Nova, na segunda-feira, às 20 horas (de Brasília), na Arena Condá. Já o Sport enfrenta o Novorizontino, às 20h30, na terça-feira, dia 30, na Ilha do Retiro.

O JOGO

Na primeira etapa, o Sport começou melhor, mas nos minutos iniciais, não conseguiu aproveitar as oportunidades para abrir o marcador. A equipe da casa teve duas chances com Luciano Juba. Depois, a Chape respondeu com um chute de longe de Matheus Bianqui.

Aos 14, Giovanni arriscou da entrada da área e obrigou Saulo a fazer boa defesa. O duelo seguiu equilibrado com chance de ambos os lados. Na reta final, Vagner Love quase abriu o placar, mas o chute desviou na defesa e foi pelo lado de fora.

De volta para a segunda etapa, o Sport criou mais uma chance clara aos sete minutos. Kayke cruzou na área, mas Vagner Love foi travado por Victor Ramos na finalização. Dez minutos depois, Giovanni levantou a bola na área e Fábio Alemão tentou de cabeça e mandou para fora, com perigo.

Depois de insistir, aos 23 minutos o Leão abriu o placar. O atacante uruguaio Facundo, que tinha acabado de entrar no jogo, aproveitou o cruzamento de Wanderson e e em seu primeiro toque na bola balançou a rede. Por volta dos 40 minutos, o Sport ficou desfalcado após expulsão de Pedro Naressi, depois do árbitro consultar o VAR. O camisa 6 levou cartão vermelho por falta em Betinho. Na reta final, a Chape ainda assustou, mas Denis fez a defesa para garantir a vitória.

 

 

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