fbpx

Realizar Acesso

Usuário *
Senha *
Lembrar
 

MUNDO - Três dias após ser campeão da NBA pelo Los Angeles Lakers, LeBron James deixou uma mensagem para Kobe Bryant.

"Espero que eu tenha te deixado orgulhoso, meu irmão. Te amo e tenho muita saudade, campeão #BlackMamba 24, 8, 2", postou o camisa 23 dos Lakers em seu Instagram, junto com uma foto com a camisa 24 de Bryant.

Kobe faleceu em um trágico acidente de helicóptero em janeiro deste ano e, desde então, os jogadores dos Lakers "selaram um pacto" de tentar vencer pela memória de um dos maiores, talvez o maior, jogadores da história da franquia.

A meta foi atingida no último domingo, quando a equipe venceu o Miami Heat, fechou a série das Finais da NBA em 4 a 2 e conquistou o 17º título da história da franquia.

 

 

*Por: ESPN.com.br

MUNDO - Neste último domingo, o Los Angeles Lakers atropelou o Miami Heat, fechou as Finais da NBA em 4 a 2 e conquistou o 17º título da história da franquia.

Anthony Davis, que chegou neste ano na franquia, conquistou o primeiro título de sua carreira em um ano que ficou marcado pela trágica morte de Kobe Bryant, em janeiro.

Na entrevista ainda na quadra após a conquista, o camisa 3 dos Lakers falou sobre a sensação de vencer em um ano tão emocionante e dedicou o título ao "irmão mais velho" Kobe Bryant.

"Nós não o desapontamos. Desde a tragédia, tudo que queríamos era vencer para ele. E não o desapontamos. Seria ótimo que tivesse sido coma camisa dele, mas não ter acontecido só deixou a gente mais agressivos nos dois lados da quadra e prontos para fechar hoje. Tenho certeza que ele está orgulhoso de nós, Vanessa está orgulhosa de nós, a organização está... Significa muito para nós. Ele foi um irmão mais velho para todos nós e fizemos isso para ele", disse.

O título foi o primeiro da carreira de Anthony Davis e seu companheiro de dupla estelar, LeBron James, falou sobre a sensação de poder fazer parte dessa história.

"Existem alguns anos que você sente que não consegue dar o próximo passo. Eu senti isso por sete anos e que precisava de alguém para me ajudar a dar o próximo passo por isso fui para Miami, para ter a ajuda de Bosh e Wade. Fizemos isso agora pelo Anthony Davis e saber que ele confiou em mim para isso, para mostrar o quão grande ele é, o quão espetacular ele é, é maravilhoso", comentou.

 

 

* Por: ESPN.com.br

MUNDO - Antes mesmo de pisar pela primeira vez numa quadra como profissional, LeBron James era um adolescente que muitos já viam como um dos maiores de todos os tempos. O astro estará em quadra pelo Los Angeles Lakers, que enfrentará o Miami Heat pela quarta partida das finais da NBA, nesta terça-feira, às 22h (de Brasília).

A ESPN transmite de forma EXCLUSIVA as Finais da NBA. Além de assistir aos jogos na ESPN e no ESPN App, você também poderá acompanhar os melhores lances com tempo real em vídeos no ESPN.com.br

E o brasileiro Jefferson Sobral, que chegou a fazer alguns treinos com LeBron James pouco antes dele entrar na NBA, em 2003, conseguiu atestar isso com os próprios olhos.

Sobral chegou a ter contratos não garantidos com Los Angeles Lakers, Denver Nuggets, Milwaukee Bucks e outros times da liga, mas nunca atuou em uma partida oficial. Ele fez parte da liga de desenvolvimento da NBA também.

"Eu fui primeiramente para Cleveland e treinando como se fosse um sparring do LeBron James, que não era conhecido ainda. Mas ele já tinha uma projeção do que seria, o pessoal já falava que ele seria esse astro que é hoje. Foi um ano e meio em Cleveland e por meio do mesmo agente do Nenê. Eles selecionavam caras que poderiam entrar na NBA para trenar em Akron, na cidade do LeBron, que é perto de Cleveland.", disse Sobral, ao ESPN.com.br.

"Nisso estava o LeBron. O pessoal falava: Esse aí já é garantido que será jogador da NBA. E eu não tinha noção na época. O LeBron gostava porque eu ia para cima e não tinha um respeito exagerado. Ele não tinha aquele lance de não me toques. Talvez se eu já conhecesse como o conheço hoje teria tido uma postura diferente, teria um maior receio. Mas na época eu ia para cima. Eu acabei me tornando sparring dele", completou.

Sobral relembrou os tempos de treino com LeBron, com 17 anos ainda na época.

"A gente conversava mais coisas do jogo, brincando. 'Ah, eu vou enterrar na tua cabeça'. Essas coisas mais básicas. Estávamos lá para jogar".

"Eu vejo que ele alcançou o que projetaram para ele. Diziam lá que ele seria o melhor do mundo e hoje ele é o melhor do mundo. Ele mantém essa regularidade ao longo de tanto tempo mesmo tendo 35 anos. Desde os 17, ele chegou e fez uma história linda na NBA. Ele é determinado, focado e se dedica", analisou.

"Foi criada uma grande expectativa e ele fez muito bem. Ser comparado com os maiores da história não tem o que falar. Ele está entre os maiores mesmo. As equipes que ele foi campeão não eram os favoritos, fazia os jogadores serem melhores ao lado dele", finalizou.

 

 

*Por: Gustavo Faldon e Vladimir Bianchini / ESPN.com

MUNDO - "Temos duas superestrelas", decretou o técnico do Denver Nuggets Michael Malone.

A declaração é clara e, durante os playoffs de 2020, se tornou incontestável. Nikola Jokic já era um dos grandes nomes da NBA. Agora, ele tem Jamal Murray ao seu lado.

"Jamal chegou em mim depois dos playoffs do ano passado e disse, 'treinador, sabe o que eu odeio? Quando você diz que sou inconsistente. E o que me incomoda é que você está certo.' Ele falou que sabe que precisa ser mais consistente. E acho que transformou isso em um desafio pessoal. Bons jogadores são inconsistentes. Eles marcam 30 em uma noite e, na seguinte, fazem 8. Grandes jogadores aparecem todas as noites, e é isso que estamos vendo com o Jamal neste ano."

A descrição de Malone é perfeita. Murray sempre teve seu talento reconhecido, mas a irregularidade o acompanhou até os primeiros jogos dos playoffs de 2020.

O camisa 27 começou a pós-temporada fazendo 36 pontos e resolvendo o jogo 1 contra o Utah Jazz. Mas marcou 14 e 12, respectivamente, nas derrotas seguintes. No quarto duelo, apesar de Denver perder mais uma vez, foram 50 pontos, 11 rebotes e 7 assistências para Murray.

E, desde então, ele não olhou mais para trás.

Depois de estar perdendo por 3 a 1 para Utah Jazz e Los Angeles Clippers, Denver arrancou viradas históricas. Quando as finais do Oeste contra o Los Angeles Lakers estavam prestes a começar, Murray cravou: "Eles também precisam se preocupar com a gente".

O jogo 1 foi dominado por Los Angeles. O jogo 2, resolvido por Anthony Davis com um arremesso inesquecível de três pontos no estouro do relógio. Já o jogo 3...

"Sentimos que deveríamos estar vencendo por 2 a 1 agora, para ser honesto", disse Murray, que marcou 28 pontos, deu 12 assistências e chamou a responsabilidade na vitória de terça-feira por 114 a 106.

Com dois minutos e 17 segundos restando, ele acertou uma bola de três que fez os Nuggets abrirem sete pontos no placar. 44 segundos depois, encontrou Paul Millsap para uma enterrada. E quando faltavam apenas 53 segundos, mais um chute de três que caiu para Murray. 111 a 99 e vitória basicamente garantida naquele momento.

A sequência do camisa 27 é o exemplo perfeito do que ele tem feito nos playoffs disputados na bolha da NBA.

Ele acertou 8 de 11 arremessos de três no chamado clutch time desta pós-temporada - os cinco minutos finais de jogos que estão com até cinco pontos de diferença no placar. O aproveitamento de 72,7% é o melhor da história entre jogadores com ao menos 10 tentativas.

Em números totais, só um jogador acertou mais do que as oito bolas decisivas de três de Murray nos últimos 20 anos: Stephen Curry, que converteu nove nos playoffs de 2016.

A vitória contra os Lakers também marcou a primeira vez em que o ala-armador fez mais de 25 pontos e criou outros 25 com assistências.

"Ele é feito para acertar grandes arremessos", elogiou Jokic, que teve 22 pontos, 10 rebotes e 5 assistências no jogo 3. "Eu realmente acredito que ele é uma superestrela."

Nesta quinta-feira, a dupla dos Nuggets vai tentar bater de frente com LeBron e Anthony Davis no jogo 4 das finais do Oeste.

"Isso nos dá ainda mais confiança durante a série", explicou Malone. "Vamos mostrar para eles que estamos aqui, e que estamos aqui para brigar por muito tempo."

 

 

*Por: Matheus Zucchetto / ESPN

SÃO PAULO/SP - Nesta última segunda-feira (14), o ala-armador Leandrinho anunciou a aposentadoria das quadras de basquete. O atleta campeão da NBA na temporada de 2014/2015 pelo Golden State Warrios defendeu até a temporada passada o Minas Tênis Clube no Novo Basquete Brasil, inclusive foi o maior cestinha do torneio. Agora, ele retorna aos Estados Unidos para assumir um cargo na comissão técnica do Golden State. Ele aceitou o convite do técnico Steve Kerr e vai trabalhar na formação de atletas.

"Estou pronto para um novo começo, uma nova caminhada, de novo com a bola laranja nas mãos. A transição será rápida, como sempre foi. É uma enorme alegria anunciar meu retorno ao Golden State Warriors, como Player Mentor Coach", disse o ex-atleta na página pessoal no Instagram.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Não sei dizer o momento exato que o basquete entrou na minha trajetória, mas há mais de 20 anos minha vida gira em torno da bola laranja. Qualquer atleta de alto rendimento sabe do que estou falando, mas para a grande maioria das pessoas é importante explicar que isso significa abrir mão de muita coisa por muito tempo, escolhas difíceis, sacrifícios... um preço salgado que é pago pelo gosto doce da vitória. Me considero um vencedor. Saí da periferia para fazer 850 jogos na maior liga de basquete do planeta e mais de 100 jogos* defendendo o meu país. Quatro Copas do Mundo, dois Jogos Olímpicos, tenho um anel de Campeão da NBA, fui o primeiro brasileiro a receber um prêmio individual na NBA, fui Campeão Brasileiro... Caramba! Não tem como não me orgulhar. Acredito que consegui jogar em alto nível durante todos esses anos, tanto que me despeço como maior pontuador do último NBB. Estou pronto para um novo começo, uma nova caminhada, de novo com a bola laranja nas mãos. A transição será rápida, como sempre foi. É uma enorme alegria anunciar meu retorno ao Golden State Warriors, como Player Mentor Coach.Tenho certeza que me sentirei em casa, afinal, foi assim como jogador e tem sido assim desde então. Não poderia estar mais motivado, sei que estarei rodeado de profissionais brilhantes e farei tudo que estiver ao meu alcance para colaborar com o desenvolvimento de jogadores e toda a organização. Agradeço pelo convite e pela confiança no trabalho que posso desempenhar. For English version in comments..

Uma publicação compartilhada por Leandrinho Barbosa (@theblurbarbosa) em

Além do título na temporada 2014/2015, Leandrinho foi considerado o melhor sexto homem quando defendia o Phoenix Suns, em 2007. Durante a carreira, fez 850 jogos na principal liga de basquete do mundo. Com a camiseta verde e amarela, foram mais de 100 participações, quatro Copas do Mundo e duas olimpíadas.

"Me considero um vencedor. Saí da periferia para fazer 850 jogos na maior liga de basquete do planeta e mais de 100 jogos defendendo o meu país. Fui o primeiro brasileiro a receber um prêmio individual na NBA. Caramba!  Não tem como não me orgulhar. Acredito que consegui jogar em alto nível durante todos esses anos".            

Pelo Twitter, a Confederacão Brasileira de Basketball agradeceu ao atleta.

 

 

*Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil

*Agência Brasil

SÃO PAULO/SP - A chegada da pandemia do novo coronavírus (covid-19) paralisou o basquete masculino no Brasil em 15 de março, com a interrupção da temporada do Novo Basquete Brasil (NBB). Passados dois meses, ocorreram reuniões por videoconferência e até houve a elaboração de um protocolo de saúde para um eventual retorno. Mesmo assim, os clubes decidiram pelo cancelamento da edição 2019/2020 do campeonato nacional da modalidade. A expectativa é que a bola laranja volte a quicar em quadras país afora a partir deste mês de agosto, mesmo que em ritmo de treino. A retomada das atividades, porém, dependerá da liberação das autoridades de saúde, o que poderá variar bastante de estado para estado – e até de cidade para cidade.

A previsão da Liga Nacional de Basquete (LNB), responsável por promover o NBB, é que a edição 2020/2021, a 13ª da história da competição, comece no dia 14 de novembro, com rigorosos cuidados sanitários e sem torcida. "Teremos consequências diretas [da pandemia] não só na realização dos jogos, mas também na presença do público. Nas partidas, a dificuldade será atender a todos os protocolos necessários para preservar a segurança de jogadores, árbitros, mesários e comissões. Os deslocamentos terão que ser bem estudados. Todos entendem que será um ano de transição, um NBB de travessia em meio a uma dificuldade mundial", analisa Lula Ferreira, supervisor técnico do Sesi Franca, em entrevista à Agência Brasil.

A equipe é uma das que pretende iniciar os treinos em agosto. "Administrativamente, estamos preparados para reiniciar as atividades. A dependência ficará, exclusivamente, das autoridades de saúde. É algo que independente da nossa vontade. Vamos acompanhar as orientações e segui-las rigorosamente", garante Ferreira.

A cidade de Franca (SP), porém, situa-se numa região ainda considerada crítica pelo governo paulista quando o assunto é covid-19. Tanto que ainda está na chamada Fase Vermelha, a primeira - de um total de cinco - do Plano São Paulo, que flexibiliza a quarentena no estado. Isso significa que, no município apelidado de "Capital do Basquete", apenas serviços essenciais podem funcionar. Além dessa particularidade, no caso do Franca e dos times do estado de São Paulo que disputam o NBB, há pela frente o Campeonato Paulista, previsto para iniciar entre setembro e novembro. "Acredito que essa volta tenha que ter, no mínimo [uma pré-temporada], de 45 dias para mais. Creio que, ao menos, dois meses seja o ideal para que os atletas estejam inteiros para correr o menor risco de contusão", avalia o técnico francano Hélio Rubens Garcia Filho, o Helinho.

Campeão na temporada 2018/2019 diante do próprio Franca, o Flamengo é outro com a volta aos treinos prevista para este mês. Mas, ao contrário do rival paulista, o Rubro-Negro tem uma final continental pela frente antes do próximo NBB. Em março, o clube se garantiu na final da Champions League, a "Libertadores" do basquete masculino ao superar o Instituto, da Argentina. A equipe aguarda o ganhador do confronto entre os também argentinos Quimsa e San Lorenzo, cuja disputa está empatada, com uma vitória para cada lado.

A Federação Internacional da modalidade (Fiba) ainda não divulgou as datas para continuação do torneio, mas, a expectativa é que as partidas ocorram antes do novo NBB começar. "A Fiba, a princípio, trabalha com o retorno [da Champions] para outubro. O objetivo é sermos campeões e disputarmos o Mundial de Clubes. Empenhamos muitas forças em 2019/2020 e, por isso, antecipamos o planejamento para minimizar o tempo em que estivemos parados. Gosto de ressaltar que é difícil isso, estrear jogando uma decisão, mas é a mesma dificuldade que outras equipes terão", diz o gerente do basquete rubro-negro, Diego Jeleilate.

 

Primeiros movimentos

Até por isso, o Flamengo é justamente um dos times mais ativos no mercado de transferências que ainda está no começo. Além de renovar com o técnico Gustavo de Conti e com jogadores - como o ala Marquinhos, o armador Franco Balbi e o pivô Olivinha, destaques do grupo campeão do NBB em 2019 -, o Rubro-Negro investiu pesado na contratação de outros três jogadores: o armador Yago, revelação do Paulistano; o ala Chuzito González, que estava no Instituto, da Argentina; e o pivô Rafael Hettsheimeir, que estava no Franca.

"O nosso planejamento é de longo prazo, onde a gente sempre busca manter a excelência da equipe, uma ótima logística, um ótimo padrão de time para sempre buscar os títulos que disputamos. A pandemia fez com que a gente antecipasse alguns aspectos, e nos replanejamos para que possamos, a partir de agosto, retomar as competições com excelência e qualidade", explica Jeleilate.

Além de Hettsheimeir, os francanos perderam o pivô Cipolini e o ala-armador David Jackson. Por outro lado, renovaram com o ala Lucas Dias, o armador Elinho e o pivô Guilherme Hubner. Também trouxeram de volta ao time os alas André Goes e Danilo Fuzaro, que defendiam o Mogi das Cruzes. "As grandes conquistas do clube em meio à pandemia foram a renovação da parceria com o Sesi e a manutenção do patrocinador máster e de parceiros importantes. A gente sabe que é difícil para o torcedor entender que o time perderá jogadores. Fizemos todas as propostas possíveis, mas dentro de um orçamento, porque o clube precisa ter responsabilidade", argumenta Ferreira, dizendo que o elenco para 2020/2021 será completado por atletas formados na base.

Um dos grandes rivais do Franca, o Bauru, desistiu do último NBB alegando problemas financeiros, um mês após a paralisação do torneio, antes mesmo do cancelamento da competição. No começo de julho, o clube ainda perdeu o patrocinador máster, mas, três semanas depois, anunciou uma nova parceira (Zopone Engenharia), a manutenção do experiente ala Larry Taylor e o primeiro reforço: o armador Alexey, que estava no Mogi. Já nos últimos dias, o agora Zopone/Bauru confirmou duas contratações: o pivo Dikembe, ex-Paulistano e revelação da temporada passada, e do ídolo da torcida baruense, o ala Alex, campeão nacional em 2017, e eleito melhor jogador das finais.

Ninguém até agora, porém, mexeu-se tanto no mercado quanto a Unifacisa. A equipe de Campina Grande (PB), que iniciou o projeto no basquete há oito anos. O time debutou no NBB justamente na temporada encerrada precocemente. O clube anunciou sete reforços entre junho e julho: o ala-armador Betinho (ex-Pinheiros), os alas Felipe Vezaro (Corinthians) e Nehemias Morillo (São José), os alas-pivôs Vinícius Pastor (Rio Claro) e Rafa Oliveira (São José), o armador Arthur Pecos (Corinthians) e o pivô Paranhos (Mogi). A Unifacisa ainda confirmou a renovação do armador Nate Barnes, destaque do time paraibano na edição 2019/2020.

 

 

*Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e Rádio Nacional

*AGÊNCIA BRASIL

MUNDO - A NBA se prepara para retornar no dia 30 de julho, na Disney, em Orlando, confinando os jogadores e todos os envolvidos nas partidas em uma bolha.

Na última sexta-feira, foi divulgado o restante do calendário dos 22 times que vão jogar em Orlando, com mais oito partidas para cada equipe.

No dia 30 de julho, a liga recomeça com New Orleans Pelicans x Utah Jazz e Los Angeles Clippers x Los Angeles Lakers. No dia seguinte, teremos Trail Blazers x Grizzlies, Bucks x Celtics e Mavericks x Rockets.

Os jogos restantes dos Lakers, já classificados aos playoffs, serão contra, nesta ordem: Raptors (1/8), Jazz (3/8), Thunder (5/8), Rockets (6/8), Pacers (8/8), Nuggets (10/8) e Kings (13/8).

Já os Clippers enfrentam depois Pelicans (1/8), Suns (4/8), Mavericks (6/8), Blazers (8/8), Nets (9/8), Nuggets (12/8) e Thunder (14/8).

Pela nova regra para o retorno, os sete primeiros de cada conferência estão garantidos nos playoffs. Se ao fim da temporada regular o oitavo tiver a menos de quatro jogos à frente do nono, eles se enfrentam em uma repescagem.

Nesta repescagem, o oitavo só precisa ganhar um jogo para ir aos playoffs, enquanto o novo precisa vencer dois.

 

*Por: ESPN.com.br

MUNDO - De acordo com o jornalista da ESPN Brian Windhorst, a NBA pode ter uma novidade quando retomar sua temporada, paralisada desde 12 de março por conta da pandemia do coronavírus.

Segundo Windhorst, há 'boas chances' dos playoffs da temporada serem realizados levando em conta apenas as 16 melhores campanhas, independente de conferência.

No atual formato, os oito melhores de cada conferência se enfrentam, com o duelo entre o vencedor do Leste e do Oeste sendo a final da NBA.

Se isso fosse mudado, seria possível Los Angeles Lakers e Los Angeles Clippers na final da NBA, por exemplo.

A NBA negocia para retornar no mês de julho e com uma sede única, possivelmente na Disney, em Orlando.

Por ser uma sede única, os problemas de viagem não existiriam e isso viabilizaria um playoff que não "respeitasse" as conferências.

Windhorst esclarece, no entanto, que uma mudança assim precisaria ser votada entre todos os donos de franquias.

Veja abaixo como seriam os playoffs hoje se não existisse a divisão por conferências:

(1) Milwaukee Bucks vs. (16) Orlando Magic

(8) Miami Heat vs. (9) Oklahoma City Thunder

(4) Los Angeles Clippers vs. (13) Dallas Mavericks

(5) Boston Celtics vs. (12) Philadelphia 76ers

(3) Toronto Raptors vs. (14) Memphis Grizzlies

(6) Denver Nuggets vs. (11) Indiana Pacers

(7) Utah Jazz vs. (10) Houston Rockets

(2) Los Angeles Lakers vs. (15) Brooklyn Nets

 

 

*Por: ESPN.com.br

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Outubro 2020 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
      1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30 31