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Redação

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 Jornalista/Radialista

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O flagrante foi realizado pelo policiamento rodoviário em Maracaí

 

MARACAÍ/SP - A Polícia Militar prendeu, na manhã da última segunda-feira (10), uma mulher, de 27 anos, e um homem, de 31, que foram surpreendidos transportando pasta base de cocaína e maconha. Os flagrantes aconteceram próximo ao km 481 da Rodovia Raposo Tavares, em Maracaí.

Os trabalhos foram realizados por uma equipe do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), do 2º Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv), que estava em patrulhamento quando abordou um ônibus interestadual, que fazia o itinerário Corumbá (MS) à São Paulo (SP).

Após comportamento suspeito de uma passageira boliviana, sua bagagem de mão foi vistoriada, sendo localizadas duas sacolas com cinco tabletes de pasta base de cocaína. A acusada estava acompanhada de um comparsa, da mesma nacionalidade, com quem foi localizado mais uma porção de maconha.

A dupla foi presa em flagrante e apresentada à Policia Federal de Marília, onde foi indiciada à Cadeia Pública de Avaí. A mulher estava com seu filho, menor de idade, que foi encaminhado ao Conselho Tutelar de Marília.

IBATÉ/SP - A Prefeitura de Ibaté, por meio da Secretaria Municipal da Assistência Social, orienta a população que os beneficiários do antigo Bolsa Família serão contemplados automaticamente com o Auxílio Brasil. Entretanto, a Secretaria destaca a necessidade de atualização cadastral para famílias cuja última atualização tenha sido antes de janeiro de 2020, pois o Cadastro Único possui validade de dois anos, sendo necessário atualizá-lo, mesmo que a família não tenha passado por qualquer mudança.

A diretora de Assistência Social, Adriana Adegas Martinelli, explica que é importante a família entrar em contato com o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) ou com a Secretaria Municipal de Assistência Social para consultar a data da última atualização. “Caso haja a necessidade de atualização, a família será direcionada ao ponto de atendimento do CadÚnico, localizado na Secretaria de Assistência Social de Ibaté”, ressaltou.

As informações do CadÚnico devem ser renovadas também sempre que houver alterações cadastrais da família (mudança de endereço, telefone, estado civil, renda mensal; ou em casos de alteração na composição familiar, tais como, nascimento, adoção ou óbito. Adriana comenta que a melhor maneira de saber se a família está cadastrada, e/ou precisa atualizar as informações é por meio do aplicativo Meu CadÚnico.

“A ferramenta informa se o cadastro está desatualizado e permite a impressão de comprovante”," explicou. “Para consultas, caso o usuário não tenha internet, pode procurar o CRAS localizado no Jardim América, ou a Assistência Social no prédio a Secretaria de Promoção Social, localizado na avenida São João, 231, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Entretanto, para atualização cadastral, o atendimento será realizado exclusivamente no prédio da Secretaria de Assistência Social”, concluiu.

CadÚnico

As famílias de baixa renda ainda não inscritas no CadÚnico que preenchem os seguintes requisitos: renda por pessoa na família de até meio salário mínimo ou renda mensal de até três salários mínimos podem fazer o Cadastro Único, que possibilita o acesso a outros benefícios sociais, tais como Auxilio Brasil, Renda Cidadã, Tarifa Social de Energia Elétrica, entre outros. No município de Ibaté o processo de inclusão é feito exclusivamente no Núcleo de Atendimento do Cadastro Único localizado na Secretaria de Assistência Social de Ibaté.

BRASÍLIA/DF — O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou na terça-feira, 11, um requerimento para abertura de uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. O pedido, endereçado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), foi apresentado para investigar atos e omissões do governo Jair Bolsonaro no combate à pandemia a partir de novembro do ano passado.

Entre os pontos que seriam alvos de apuração do colegiado, estão o atraso no início da vacinação de crianças de 5 a 11 anos; apagão de dados no Ministério da Saúde após um ataque hacker; ataques do presidente da República a técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e à imunização de crianças; e a insuficiência na política de testagem.

Para instalação da CPI, no entanto, são necessárias 27 assinaturas de senadores e decisão favorável de Pacheco. No Twitter, Rodrigues anunciou que já começou o recolhimento das assinaturas. Procurada, a assessoria de imprensa do senador disse que ainda não há balanço da quantidade de signatários do documento.

O senador lembra no requerimento que, desde o encerramento da primeira CPI da Covid, que teve relatório final aprovado em 26 de outubro do ano passado, os ataques de Bolsonaro à vacinação passaram a ser constantes.

“A nova fronteira do absurdo tem sido o boicote do presidente à vacinação das crianças, afrontando os direitos inscritos na Constituição e no Estatuto da Criança e do Adolescente. No dia 06 de janeiro de 2022, o Presidente da República, na sua interminável campanha de desinformação da população brasileira e de propagação de fake news, voltou a atacar a Anvisa e a vacinação infantil contra Covid-19, em uma entrevista amplamente repercutida pela mídia”, lembrou o senador no requerimento.

Randolfe também argumentou que o apagão de dados, que começou em 9 de dezembro e persiste até então, impossibilita mensurar a real dimensão da pandemia no Brasil, em um momento de aumento de casos por causa da variante Ômicron.

“(O apagão) leva a um quadro em que não se sabe número exatos sobre a evolução de casos, internações, mortes e vacinação, inviabilizando o trabalho da comunidade científica em obter um retrato fiel da pandemia e tornando impossível que políticas públicas efetivas sejam implementadas.”

O parlamentar justifica no requerimento que a primeira CPI da Pandemia, que durou de abril a outubro do ano passado, foi “fundamental para pressionar o governo brasileiro a comprar e avançar a oferta de vacinas para a população”.

“A comissão desvendou os caminhos tortuosos que nos levaram a essa situação catastrófica. Inúmeras provas reveladas comprovaram omissões e ações deliberadas em torno de uma falsa imunidade de rebanho, com a promoção de tratamentos ineficazes e boicotes às medidas não farmacológicas como o uso de máscaras, distanciamento social e álcool em gel. Isso tudo apoiado por uma extensa rede de fake news alimentada por autoridades públicas”, escreveu o senador para defender a necessidade de uma nova comissão.

O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da primeira CPI, afirmou que apoia a abertura de uma nova comissão. “Há fatos novos e determinados: boicote à vacinação infantil, apagão de dados no MS, tocado por um sabujo, além da explosão de casos”, afirmou ele, no Twitter.

 

 

Bruno Luiz e Daniel Weterman / ESTADÃO

BRASÍLIA/DF - A partir de hoje (12), depois de 77 dias sem aumentos, a Petrobras fará ajustes nos seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras. O anúncio foi feito ontem (11) pela companhia, em nota à imprensa.

Segundo a empresa, os últimos aumentos ocorreram em 26 de outubro do ano passado. Desde então, o preço cobrado pela Petrobras para a gasolina chegou a ser reduzido em R$ 0,10 litro, em 15 de dezembro. Já o preço do diesel ficou estável.

Com a decisão de hoje, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,26, em média, para R$ 2,37 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,11 por litro”, explicou a companhia, na nota.

Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras subirá de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro. Levando em conta a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será elevada de R$ 3,01, em média, para R$ 3,25 a cada litro vendido na bomba, mostrando variação de R$ 0,24 por litro.

Abastecimento

De acordo com a Petrobras, esses ajustes “são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”.

A companhia reiterou seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações de alta e baixa, “ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio, causadas por eventos conjunturais”.

 

 

Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

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