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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Durante a ação, também foram apreendidos mais de R$ 14 mil

 

SÃO CARLOS/SP - A Polícia Civil prendeu um homem, de 27 anos, que foi surpreendido armazenando arma de fogo, munições e dinheiro em seu apartamento, no Jardim João Rossi, em Ribeirão Preto, no interior do Estado. 

Uma equipe da 1ª Delegacia de Investigações Gerais (DIG), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) local, apurou que um morador da cidade seria portador de arma e ainda praticaria o tráfico nas imediações do prédio

Foi requisitado mandado de busca e apreensão para o imóvel, sendo que o pedido foi prontamente deferido pelo Poder Judiciário. Os agentes então foram até o local, encontraram o rapaz que era alvo de investigação, o qual acompanhou as diligências.

Durante as buscas, foram encontrados R$ 14.024,00 em notas diversas, dois celulares, além de uma pistola calibre .45, com carregador e 21 munições. Os materiais foram apreendidos e encaminhados ao Instituto de Criminalística para perícia.

O homem foi indiciado por posse irregular de arma de fogo de uso permitido, mas como o armamento era de calibre de uso permitido, estava com numeração aparente e não apresentava restrições, o suspeito foi liberado após pagamento de fiança.

Contudo, como não conseguiu explicar a origem do dinheiro, o valor encontrado foi apreendido. A Polícia Civil prossegue com as investigações para identificar se a quantia está relacionada à eventual lavagem de dinheiro ou outro crime.

SÃO CARLOS/SP - A partir agora, semanalmente, eu Ricardo Geraldi, Terapeuta na cidade de São Carlos, junto com esse maravilhoso canal de comunicação a Rádio Sanca Web, estaremos trazendo de maneira simples e objetiva, informativos que ajudarão você caro leitor, a compreender melhor as suas emoções.

Estamos passando por momentos difíceis, momentos estes nunca antes imaginados e vivenciados por essa geração, estamos sentindo de forma mais intensa dores físicas e emocionais como: solidão, tristeza, angústias, ansiedade, depressão e, se não bastasse tudo isso, ainda tivemos inúmeras perdas humanas e também materiais. Quando paramos para pensar em todo esse “novo” contexto de vida, algo deveria ressoar fortemente dentro do nosso ser existencial:

“Como anda nossa saúde emocional?”

Mas antes de fazermos esta pergunta, será que sabemos o que é verdadeiramente saúde emocional? Será que fazemos ideia de quão importante é esse tema, para que possamos ter uma vida plena e saudável?

Mas afinal, como ter saúde emocional?

Bem, vamos por partes:

Saúde emocional de forma clara e objetiva nada mais é do que a capacidade de controlar e administrar nossas emoções diante dos acontecimentos do dia a dia, lembrando que, sentir emoções é inevitável sendo elas boas ou ruins (falaremos sobre emoções em outro artigo), resultando assim num sentimento de bem estar dentro do seu ser, tendo autoconfiança e buscando sempre construir relações satisfatórias.

Buscar por saúde emocional é muito importante para nós seres humanos, pois uma mente saudável ajuda e muito no bom funcionamento do sistema imunológico do corpo, onde substâncias químicas de proteção que estão presentes em nosso organismo atuam melhor quando estamos nos sentindo felizes.

Estudos revelam que pessoas que buscam constantemente eliminar pensamentos negativos e ter uma mente mais limpa e positiva, aumentaram significativamente os anticorpos de defesa do corpo contra doenças. E o principal: o pensamento negativo diante das situações em um curto espaço de tempo pode nos fazer sentir sintomas de enfermidades muitas vezes inexistentes no nosso físico, ficando assim evidentes em nosso corpo de maneira emocional.

Fica aqui algumas dicas para termos saúde emocional plena:

1 - Faça terapia: eliminar traumas, mágoas e ressentimentos,  é a principal ferramenta pra ter saúde emocional equilibrada;

2 – Identifique em você pensamentos e emoções negativas;

3 – Busque substituir pensamentos negativos por positivos – ler bons livros pode ajudar você nesse processo;

4 – Entenda que você não vai conseguir mudar as outras pessoas;

5 – A única pessoa que tem que mudar é você mesmo, e com isso a sua percepção externa mudará;

6 – Entenda que vivemos num mundo real, dificuldades existem desde que o mundo é mundo, a vida não é mais difícil pra você do que pros outros;

7 – Não se compare outras pessoas, você é único e por isso seja honesto e sincero com você mesmo;

8 – Adquira novos hábitos bons, faça uma caminhada, elogie alguém e a si mesmo, sorria mais;

9 – Busque ajuda profissional, não tenha vergonha e quebre esse paradigma dentro de você, será prazeroso e muito mais rápido lidar com suas questões emocionas.

10 - Cuide de você em primeiro lugar, você é a pessoa mais importante da sua vida e merece todo o amor e respeito!

Gostou do texto? Deixe seu comentário, dúvidas e perguntas, será um prazer interagir com vocês.

 

                                                Ricardo Geraldi

TERAPEUTA / TERAPIA BRVE

Especialista em Hipnose Clinica;

Terapeuta Método Kraisch T.R.I (Terapia de Reintegração Implícita)

Especialista em Inteligência Emocional

Analise do Comportamental Método D.I.S.C

Consciência Sistêmica e Constelação Sistêmica (IBRACS)

Auriculoterapia (Acupuntura do pavilhão auricular)

Coach / Mentor em relacionamentos

AJUDO VOCÊ A CONQUISTAR SAÚDE E LIBERDADE EMOCIONAL

Evento promovido pela Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos contou com mais de 150 especialistas brasileiros e estrangeiros

 

BRASÍLIA/DF - O aperfeiçoamento de políticas públicas para pessoas em situação de rua foi o foco de um debate promovido pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, nesta última semana. A oficina virtual “Gestão e Execução dos Projetos de Housing First: diálogos sobre elaboração de projetos e experiências de implantação” reuniu mais de 150 especialistas brasileiros e estrangeiros na temática.

Representantes da sociedade civil e gestores e técnicos de órgãos do Brasil, do Uruguai, do Chile, do Paraguai, da Costa Rica, da Colômbia e de Portugal discutiram, ainda, a metodologia de projetos já em execução e estratégias para fortalecer iniciativas de apoio a famílias em situação de rua.

Eles defenderam uma ação conjunta visando a necessidade de políticas governamentais sustentáveis e seguras, que possam contribuir para a redução do número de pessoas em situação de rua. Para os especialistas, a metodologia Housing First tem fornecido importantes resultados e se mostrado promissora em relação às estratégias desenvolvidas para a saída deste público das ruas.

A titular da Secretaria Nacional de Proteção Global (SNPG/MMFDH), Mariana Neris, ressaltou a necessidade da troca de experiência entre países para o aprofundamento de projetos de proteção dos direitos da população em vulnerabilidade.

“Quando falamos na falta de moradia, estamos lidando com pessoas que estão com uma série de direitos violados. A nossa motivação e o nosso trabalho diário é proporcionar uma alternativa eficaz para consolidar o processo de saída das ruas, proporcionando uma política sólida e sustentável para essas pessoas que buscam a rua como espaço de moradia e sobrevivência", explicou.

A representante do EUROsociAL, — programa da Comissão Europeia que atua na América Latina para contribuir com a redução da desigualdade social e parceiro do evento – Denise Verdade, falou sobre o trabalho da entidade.

“Queremos construir um entendimento comum entre todos os países, respeitando as características locais. Estamos desenvolvendo um guia que poderá facilitar e ajudar na implementação de políticas públicas para as famílias mais vulneráveis. Por isso, essa troca de experiência e de especificidade de cada país é fundamental para o nosso trabalho”, disse.

Verdade destacou o Projeto Moradia Primeiro, promovido pelo MMFDH, baseado no modelo Housing First. Atualmente, a pasta está desenvolvendo parcerias com o município de Fortaleza, estado do Paraná e Distrito Federal e vem acompanhando o desenvolvimento da iniciativa em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS).

Saiba mais

Política contínua

Durante a oficina, o coordenador-geral dos Direitos das Populações em Situação de Risco da SNPG, Carlos Ricardo, explicou que "o objetivo do ministério é transformar esta em uma política contínua e sustentável".

CHILE - Juan Andrés Fontaine e José De Gregorio têm sido os guardiões da economia de livre mercado do Chile por mais de três décadas, no banco central, como ministros da Economia e professores.

Então, como muitos veteranos em Santiago, observaram com apreensão os protestos de rua generalizados que provocaram um ataque contra o sistema de fundos de pensão do Chile, a redação de uma nova Constituição e a possível eleição no fim deste mês do primeiro presidente da esquerda “dura” do país desde Salvador Allende, na década de 1970. A economia mais rica da América Latina, diz Fontaine, “atravessa um campo minado; para onde quer que se olhe, existe a possibilidade de uma explosão perigosa”.

Apesar de tudo, o que lhes dá esperança é que o modelo econômico chileno é tão aberto e tão orientado ao mercado que deveria servir de salvaguarda. Qualquer mudança radical, na opinião deles, pode desencadear uma reação tão negativa nos mercados que os custos obrigarão o governo a moderar as políticas.

“Uma economia aberta, tanto no comercial quanto no financeiro, castiga muito rapidamente as aventuras nas quais alguns políticos queiram embarcar”, diz Fontaine. O mercado, quando agitado, “chuta muito forte”.

Sinais disso já se tornam evidentes. O peso chileno está entre as moedas com pior desempenho do mundo este ano. Embora o mercado de títulos doméstico tenha se saído melhor nas últimas semanas, os rendimentos de referência ainda registram alta de 120 pontos-base nos últimos três meses. As taxas de swap subiram para uma máxima em nove anos em outubro.

Os dois vêm de campos políticos diferentes - um do lado conservador e o outro um pouco mais à esquerda. Fontaine, que trabalhou no governo de centro-direita do presidente Sebastián Piñera e como diretor de pesquisa do banco central, e De Gregorio, ministro da Economia do ex-presidente socialista Ricardo Lagos e ex-presidente do banco central, conversaram com repórteres da Bloomberg News por Zoom para falar sobre as perspectivas para o Chile.

Eles não concordam em tudo, mas uma visão comum é que as queixas que reverberam nos bairros da classe trabalhadora do país têm certa base. Embora o marco estabelecido pelo ex-ditador Augusto Pinochet e pelo grupo de economistas conhecidos como “Chicago Boys” nas décadas de 1970 e 1980 (que incluía Fontaine) tenha colocado o Chile em um caminho de crescimento e progresso extraordinários, os políticos não conseguiram fazer pequenos ajustes ao longo dos anos que poderiam ter solidificado a rede de segurança social. Esse fracasso político é o culpado pelos protestos e descontentamento da população, disseram.

“Durante anos, os políticos seguiram a tese do ‘if it ain’t broke, why fix it?’, que foi grande erro”, disse De Gregorio, que agora é reitor da Faculdade de Economia da Universidade do Chile. A estratégia nos levou “a uma grande polarização, com prevalecimento dos populistas”, disse.

A popularidade do sistema será testada nas eleições presidenciais marcadas para 21 de novembro. Os dois favoritos, o esquerdista Gabriel Boric e o conservador José Antonio Kast, estão em extremos opostos do espectro político. Kast promete cortes nos impostos corporativos e patrimoniais, bem como políticas de migração mais rígidas. Boric promete enterrar o modelo “neoliberal” do Chile.

Enquanto Fontaine e De Gregorio contemplam o que o futuro reserva, adivinhar o país latino-americano com o qual o Chile será mais parecido dentro de alguns anos se tornou uma prática popular no país.

De Gregorio diz que é mais provável que o Chile - depois de algumas reformas para aliviar a pressão sobre o novo governo - possa acabar se parecendo com o Peru, onde a intervenção estatal produziu uma economia em geral estável com um crescimento consistentemente fraco.

Para Fontaine, sua visão mais otimista seria que o Chile acabasse como o México, onde o governo tem uma presença maior na economia, mas a estrutura é sustentada por pilares do livre mercado.

 

 

Valentina Fuentes e Eduardo Thomson /  Bloomberg L.P.

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