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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Além do Sul, alguns postos de abastecimento da região Sudeste também passaram a registrar o litro da gasolina a R$ 7,999 na última semana, ampliando a alta no maior mercado do País, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados neste sábado, 13.

O preço médio do litro da gasolina na semana de 7 a 13 de novembro ficou em R$ 6,753, 0,6% mais caro que na semana anterior. O menor preço da gasolina foi encontrado também na região Sudeste, a R$ 5,259, informou a ANP.

O gás de cozinha continua custando R$ 140 na região Centro-Oeste, de mais difícil acesso, e o preço médio nesta semana ficou em R$ 102,52 o botijão de 13 quilos, estável em relação à semana anterior. O menor preço foi de R$ 80, na região Sudeste.

Segundo a ANP, o óleo diesel foi comercializado na semana de referência a R$ 5,356 em média, com o valor mais alto, de R$ 6,7 o litro, sendo encontrado na região Norte, e o mais baixo, R$ 4,549, na região Sul.

SÃO CARLOS

Em São Carlos ainda não registramos esse preço, por enquanto a maioria dos postos de combustíveis vende o valoroso produto por R$6,649.

 

ISTOÉ DINHEIRO

ESCÓCIA - A conferência climática da Organização das Nações Unidas (ONU) na Escócia terminou com um acordo global que busca pelo menos manter viva a esperança de limitar o aquecimento global a 1,5 grau Celsius e, portanto, uma chance realista de salvar o mundo das catastróficas mudanças climáticas.

Alok Sharma, presidente da conferência, bateu o martelo para sinalizar que não houve objeções decisivas das quase 200 delegações nacionais presentes em Glasgow. As delegações incluem desde superpotência alimentadas a carvão e gás a produtores de petróleo e ilhas do Pacífico, que estão sendo engolidas pela elevação do nível do mar.

Após revisão, o acordo foi aprovado, depois de uma mudança de última hora no texto em relação ao carvão, o que provocou reclamações de países vulneráveis quer queriam um comunicado mais definitivo sobre subsídios a combustíveis fósseis.

Depois de uma mudança de última hora na linguagem em torno do carvão, com a Índia sugerindo substituir a palavra "eliminar" por "reduzir", Sharma sinalizou que o texto foi aprovado.

O acordo é o resultado de duas semanas de negociações duras em Glasgow, que foram estendidas por um dia para equilibrar as demandas de nações vulneráveis ao clima, grandes potências industriais e países em que o consumo ou exportação de combustíveis fósseis é vital para o desenvolvimento econômico.

“Por favor, não se pergunte o que mais você pode querer, mas se pergunte o que é o suficiente”, disse Sharma aos delegados nas horas finais.

“E ainda mais importante - por favor, perguntem-se se, no fim das contas, esses textos funcionam para todas as pessoas e para nosso planeta”.

O objetivo geral da conferência, sediada pelo Reino Unido, era modesto demais, na opinião de ativistas do clima e países vulneráveis - manter a meta do Acordo de Paris de 2015 de limitar o aquecimento global a 1,5 grau Celsius acima dos níveis pré-industriais.

Um rascunho de acordo, que circulou no começo deste sábado, na prática reconheceu que os compromissos feitos até agora, para cortar as emissões de gases de efeito estufa que aquecem o planeta, não estão nem perto do suficiente. Também pediu que as nações façam promessas mais duras em relação ao clima no ano que vem, em vez de a cada cinco anos, como atualmente são obrigadas a fazer.

Cientistas dizem que um aquecimento acima de 1,5 grau Celsius geraria um crescimento extremo do nível do mar e catástrofes como secas, tempestades e incêndios muito piores do que as que o mundo está sofrendo neste momento.

Mas, até agora, as promessas dos países para cortar emissões de gases de efeito estufa - principalmente dióxido de carbono da queima de carvão, óleo e gás - limitariam o crescimento da temperatura global média em 2,4 graus Celsius.

No entanto, o rascunho deste sábado, publicado pela ONU, cobrou esforços para reduzir o uso de carvão e os enormes subsídios que governos ao redor do mundo dão ao petróleo, carvão e gás que alimentam fábricas e aquecem casas - o que nunca foi acordado em nenhuma outra conferência do clima.

A Índia, cujas demandas de energia são muito dependentes do carvão, fez objeções de última hora a essa parte do acordo.

Países em desenvolvimento argumentam que as nações ricas, cujo histórico de emissões é amplamente responsável por aquecer o planeta, precisam pagar mais para ajudá-los a se adaptar às consequências e também para reduzir suas pegadas de carbono.

 

 

 

*Reportagem adicional de William James, Simon Jessop, Richard Valdmanis e Kate Abnett

Por Elizabeth Piper, Valerie Volcovici e Jake Spring - Repórteres da Reuters

URUGUAI - O Brasil está garantido na Copa do Mundo de rugby feminino da Cidade do Cabo (África do Sul), que será disputada entre 9 e 11 de setembro do ano que vem. Neste sábado (13), as Yaras (como a seleção é conhecida) conquistaram pela 19ª vez o Campeonato Sul-Americano da modalidade, na categoria sevens (sete atletas de cada lado), realizado em Montevidéu (Uruguai). Na final, as brasileiras derrotaram a Colômbia por 36 a 5.

Será a quarta participação do Brasil no Mundial de sevens. As presenças anteriores foram nas edições de 2009, em Dubai (Emirados Árabes); de 2013, em Moscou (Rússia); e de 2018, em São Francisco (Estados Unidos). Em todas, as Yaras representaram sozinhas o continente sul-americano. Em 2022, elas terão a companhia das colombianas. Outras cinco seleções estão classificadas: EUA, França, Nova Zelândia (atual campeã) e Austrália, além da anfitriã África do Sul.

A melhor campanha na história das Copas foi o décimo lugar em 2009. Quatro anos depois, a seleção ficou na 13º posição, mesmo desempenho alcançado em 2018. No ano que vem, a equipe nacional tentará chegar, pela primeira vez, às quartas de final.

As brasileiras não tiveram dificuldade para conquistar o Sul-Americano pela 19ª vez em 19 participações. Na primeira fase, derrotaram Costa Rica (59 a 0), Guatemala (55 a 0), Argentina (29 a 12) e Uruguai (28 a 12). Na semifinal, atropelaram o Paraguai por 57 a 0, antes de superarem a Colômbia no jogo decisivo, com destaque a Thalia Costa, responsável por 15 dos 36 pontos das Yaras, graças a três tries (quando a atleta cruza a linha final do campo com a bola e a coloca no chão, vale cinco pontos). Bianca Silva, por sua vez, foi escolhida a craque da competição.

"A partir da semifinal contra o Paraguai, conseguimos colocar tudo que desenvolvemos nos últimos dois anos. Bom lembrar que a equipe não é formada somente por 12 atletas. Temos mais de 20 atletas em São Paulo que treinam forte todos os dias. Fomos dominantes na defesa ao longo do torneio e isto me deixou muito tranquilo", disse o técnico William Broderick, em nota à imprensa da Confederação Brasileira de Rugby (CBRu).

 

 

Por Lincoln Chaves - Repórter da TV Brasil e Rádio Nacional

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos está finalizando mais uma etapa do programa de recapeamento em 2021, desta vez em Santa Eudóxia. Em 2018, primeira gestão do prefeito Airton Garcia, o distrito recebeu investimento de R$ 152.028,96 para o recapeamento 4.680,10 metros quadrados de vias, entre elas as ruas Zilda Brandão e Orlando Tassin.

Desta vez estão sendo recapeados 18 quarteirões, totalizando 12.978,50 metros quadrados, um investimento de R$ 492.761,12 com recursos do próprio município.

No final da manhã desta sexta-feira (12/11) o prefeito Airton Garcia fez questão de acompanhar os trabalhos no distrito de Santa Eudóxia. “Sempre falei que no meu mandato o recape continuaria até o último dia, agora esse prazo foi estendido até dezembro de 2024. Começamos uma nova corrida para que o serviço atenda todas as regiões da cidade, incluindo os distritos. Já avançamos muito, mas não vamos parar”.

Esse ano o programa de recape teve início em 13 de janeiro pelo Jardim Alvorada. Na primeira etapa de 2021 foram recuperadas 46 ruas e 1 rotária, totalizando uma área de 80.813 m² de vias. Entre os bairros que já receberam o programa de recape estão: Jardim Alvorada, Astolpho Luís do Prado, Timburis, Maracanã, Douradinho, Vila Derigge e Vila Marina. O investimento foi de R$ 2,3 milhões, por meio de uma emenda parlamentar do deputado federal Orlando Silva (PCdoB). Depois a Prefeitura atendeu o Parque Faber, um investimento de R$ 500 mil com recursos próprios e agora trabalha no distrito de Santa Eudóxia.

Na primeira gestão do prefeito Airton Garcia foram recapeados mais 3.700 quarteirões em 27 bairros de São Carlos, o que corresponde a cerca de 280 quilômetros de asfalto novo, um investimento de aproximadamente R$ 70 milhões.

Acompanharam a visita no distrito de Santa Eudóxia o presidente da Câmara Municipal, Roselei Françoso, os vereadores Tiago Parelli e professora Neusa, os secretários de Obras, João Muller e de Serviços Públicos, Mariel Olmo.

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