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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Um bandido acabou morrendo em confronto com a Polícia Militar na noite de ontem, 18, no km 156 da rodovia SP-215, São Carlos

Segundo informações, três criminosos teriam roubado uma caminhonete S-10 de um lava-rápido no bairro Cidade Aracy. O que os bandidos não contavam é que o veículo possuía um rastreador, assim a Polícia foi atrás.

Próximo ao local onde estaria a S-10, os PMs avistaram um veículo Tiguan preto, suspeito, e os Policiais deram ordem de parada, mas o motorista não parou, iniciando assim a perseguição, porém os bandidos despistaram a viatura, mas outras equipes foram dar apoio e uma viatura de Força Tática avistou o Tiguan preto em fuga.

Ao avistar os Policiais, os três ocupantes do carro abandonaram o veículo e entraram na mata, e os PMs foram atrás, onde teriam sido recebidos por 5 disparos, ao revidar acertou Matheus Silva Santana, que morreu no local.  

SÃO CARLOS/SP - A preservação de espécies animais nativos, ameaçadas ou não, sempre foi um dos principais pilares de trabalho do Parque Ecológico de São Carlos, sendo um dos poucos zoológicos no Brasil a dedicar seus trabalhos a fauna sul-americana, em especial a brasileira.

Com base nesta filosofia o Parque integrou como signatário o Acordo de Cooperação Técnica assinado entre a Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Ministério do Meio Ambiente (MMA), no qual se compromete, junto com outras instituições no Brasil a aumentar seus esforços na recuperação de algumas espécies de animais brasileiros seriamente impactadas pela destruição do ambiente e pela caça

Nestes últimos dias, a equipe do Parque Ecológico, destinou dois Sauins de Coleira (Saguinus bicolor), espécie de primata amazônico que é mantida no local e com vários nascimentos em São Carlos, a duas novas instituições para formar outras famílias da mesma espécie, BioPark de Cotia (SP) e Mantenedor Arca de Noé (RS). Estas transferências atendem ao Plano Nacional de Conservação desta espécie coordenando pela AZAB e sob responsabilidade da Zootecnista Claudia Ladeira, diretora do Zoológico de Bauru/SP.

As transferências, após a devida autorização dos órgãos oficiais foram feitas de carro e por via aérea, e os animais chegaram bem a seus destinos.

Acesse www.belladasemana.com.br

 

FLORIANÓPOLIS/SC - Se você pensou que o Carnaval já tinha acabado, aqui no Bella da Semana nosso bloco segue a todo vapor! Finalmente vamos revelar a identidade da maravilhosa “Bella Mascarada”. Conheça Ana Almeida, uma loiraça que chegou com tudo, completamente sem pudores, levando os assinantes ao delírio durante o ensaio ao vivo (que foi super apimentado). O ensaio com a modelo já está no ar no site www.belladasemana.com.br

Nascida em Florianópolis, Ana é torcedora do Avaí. Divertida, humilde e verdadeira, com ela mesmo descreve sua personalidade, a modelo conta que o segredo para manter a forma é treinar pesado cinco vezes na semana e manter uma alimentação saudável. 

Estímulo à autonomia, empoderamento de famílias e acesso ao ensino regular são essenciais para melhora da qualidade de vida e fomento à inclusão

 

SÃO CARLOS/SP - No dia 21 de março, é celebrado o Dia Mundial da síndrome de Down, também chamada de Trissomia 21 (T21). A data faz alusão à presença de três cópias do cromossomo 21 nas pessoas com a síndrome.
Na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), pesquisas buscam respostas a demandas que surgem na prática e apontam três ações para melhora na qualidade de vida de pessoas com Trissomia 21, bem como no fomento à inclusão: estímulo à autonomia e à independência, empoderamento familiar e acesso ao ensino regular.
Márcia Duarte Galvani, docente no Departamento de Psicologia (DPsi) e líder do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre a Escolarização da Pessoa com Deficiência (GEPEPD) da Universidade, trabalha com o tema há mais de 20 anos e conta que dois projetos de extensão desenvolvidos sob sua coordenação em parceria com o Instituto Conviva Down de Araraquara (SP) - "ABC da inclusão para crianças e adolescentes com síndrome de Down" e "O direito à participação social de jovens e adultos com síndrome de Down", voltados a pessoas com Trissomia 21, seus familiares e educadores - permitem a escuta sensível de suas necessidades cotidianas.
"Trabalhamos a identidade delas que, juntamente com seus familiares, trazem angústias; nós desenvolvemos os temas colocados em rodas de conversa e, em paralelo, realizamos estudos para entender mais sobre este universo. Pesquisa e extensão estão intimamente relacionadas", registra a docente.
Segundo a pesquisadora, a autonomia e a independência devem ser fortalecidas desde a infância, por meio de estímulo às habilidades físicas (movimentos do corpo), motoras (coordenação, segurar e manusear objetos) e sociais (empatia, autocontrole, falar e trabalhar em público, resolução de problemas).
Para isso, um primeiro passo é enxergar cada pessoa como única. "Nossos estudos (https://bit.ly/3COQ7x2) apontam que há habilidades sociais que precisam ser mais ou menos aperfeiçoadas, não podendo generalizá-las. O ideal é detectar as dificuldades individuais e trabalhá-las, sempre com novos incentivos."
Um exemplo de preocupação, ainda na idade infantil, foi relatado por mães: há filhos que não seguram corretamente o lápis ou a tesoura. "Passamos a trabalhar essas habilidades motoras para que eles utilizem os objetos sozinhos; somente a partir deste passo é possível avançar com a alfabetização", relata Galvani.
Assim, os projetos de extensão também promovem atividades lúdicas, exercícios de motricidade, estímulo à identidade e a atividades sociais - estas últimas, para os adultos, envolvendo conhecer pessoas, buscar interações e práticas de lazer.
No que tange à socialização, como poucas pessoas com Trissomia 21 chegam ao Ensino Superior - seja por falta de ensino adequado ou de oportunidades -, há uma tendência ao isolamento. "Sem círculo social, não há encorajamento à independência, e o excesso de proteção familiar pode intensificar ainda mais este cenário", analisa a docente da UFSCar.
Ela exemplifica: "As escolhas precisam partir destas pessoas; ir para bares e restaurantes que as agradam, escolher o que comer, ter uma carteira para colocar o dinheiro, pagar a conta, ou seja, dar oportunidades. São ações que promovemos no grupo e que geram resultados positivos; elas devem ser criadas também por familiares e professores de forma contínua".

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