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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Os vereadores aprovaram na sessão de terça-feira (8) o projeto de lei que autoriza a Prefeitura de São Carlos a investir R$ 99,2 mil na reforma do campo da Sociedade Esportiva e Recreativa de Santa Eudóxia (Serse).

Os recursos foram suplementados à Secretaria Municipal de Obras Públicas para coordenar a reforma do campo e se somam, de acordo com o presidente da Câmara Municipal, Roselei Françoso (MDB), a outros R$ 250 mil oriundos de contrapartida de empreendimento privado aprovado pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (Comdusc).

O objetivo é levar um campus da Fundação Educacional de São Carlos (FESC) para o desenvolvimento de atividades educacionais, sociais e de formação de mão de obra.

“Agradeço aos secretários Edson Fermiano e João Muller por terem enviado o projeto de lei à Câmara”, registrou Roselei. “É mais uma etapa conquistada em prol do distrito de Santa Eudóxia”, salientou o presidente da Câmara. O parlamentar mencionou ainda a importância da autorização da compensação financeira aprovada pelo Comdusc.

“Faço questão de agradecer o empenho do presidente da Câmara e da Prefeitura na reforma do campo do Serse”, disse o vereador Moisés Lazarine (PSL).

“É uma honra poder colocar este projeto de lei para ser votado enquanto presidente da Câmara”, destacou Roselei. “Agora, junto com outros vereadores que atuam a favor do distrito, vamos trabalhar para implantar atividades no campo do Serse”, destacou o presidente.

Na ação, além das drogas, foram apreendidos objetos relacionados ao tráfico e uma arma de fogo

 

CAMPINAS/SP - A Polícia Civil prendeu um homem, de 24 anos, após flagrá-lo recebendo uma encomenda dos Correios contendo dois pacotes de maconha. A ação ocorreu na segunda-feira (7), no Jardim Paulicéia, em Campinas,  e resultou na apreensão das drogas, bem como de objetos relacionados ao tráfico e uma arma de fogo.

Os trabalhos foram desempenhados por equipes da 2ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) da cidade. Após serem acionados pelos agentes dos Correios sobre uma encomenda suspeita vinda do Estado do Mato Grosso do Sul com destino a um morador da rua Conego Januário da Cunha, em Campinas, os policiais passaram a monitorar a entrega.

Quando o investigado recebeu a encomenda em sua residência, a equipe realizou a abordagem e constatou que o suspeito não havia usado o nome verdadeiro para assinar o recibo. Ao verificarem o pacote recebido, os agentes encontraram uma lixeira metálica contendo em seu interior dois pacotes de maconha, que somaram um quilo.

Questionado, o homem negou a compra do entorpecente via Correios, mas não quis explicar o motivo por ter assinado o recibo com outro nome. Em buscas pela sua casa, no entanto, foram encontrados uma máquina seladora, duas balanças de precisão, 25 tubos transparentes normalmente usados para armazenar drogas, anotações do tráfico, bem como uma espingarda calibre 36 e 15 munições de diversos calibres, sendo uma para fuzil.

Todo o material, incluindo os entorpecentes e o celular do suspeito, foi apreendido e exames periciais solicitados.

O homem foi preso em flagrante e levado à especializada, onde foi indiciado por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo de uso permitido. Posteriormente, ele foi encaminhado ao cárcere, permanecendo detido à disposição da Justiça.

Na ação foram localizados dois caminhões com as cabines desmontadas e outras oito cabines sem as devidas identificações

 

SÃO JOÃO DA BOA VISTA/SP - A Polícia Civil, por meio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), prendeu, na segunda-feira (7), um homem envolvido com o desmanche ilegal de caminhões. A detenção ocorreu em um estabelecimento comercial na rua Diamante, em São João da Boa Vista, no interior do Estado.

Os trabalhos foram realizados por equipes da 4ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Furtos, Roubos e Receptações de Veículos e Cargas (Divecar). Os agentes realizavam apurações para combater o roubo, furto e receptação de veículos quando recebeu a denúncia de um local que realizava o desmonte de veículos produtos de crime para comercializar as peças automotivas.

A equipe da Divecar foi até o endereço informado e foi recebida pelo proprietário do estabelecimento, que permitiu a entrada dos policiais para buscas. No local, foram encontrados dois caminhões com sinais de desmonte e suas respectivas cabines originais no fundo do imóvel.

Questionado, o suspeito alegou que havia sido contratado para reparo e substituição das cabines, mas não apresentou notas fiscais que comprovassem tal fato. Outras oito cabines, de marcas diversas e sem a identificação obrigatória e documentação, também foram localizadas no espaço.

Diante dos fatos, o homem foi preso em flagrante e levado à especializada, onde foi indiciado por receptação qualificada e permaneceu detido à disposição da Justiça.

BRASÍLIA/DF - Cogita-se na Câmara uma nova versão do distritão que diminua o estrago que essa modalidade de eleição de deputados pode causar às siglas. O formato mina o poder dos partidos porque reduz a dependência entre candidatos e legendas.

A nova ideia é amarrar às siglas até senadores, prefeitos e governadores, que hoje podem mudar livremente de partido. Ocupantes de cargos proporcionais (deputados e vereadores) só podem mudar de legenda em épocas específicas, ou correm risco de perder os respectivos mandatos.

Ficariam presos à respectiva legenda quem usar, na campanha, recursos dos fundos Partidário e Eleitoral ou usar o tempo de rádio e televisão dedicado à sigla. O Poder360 ouviu a ideia de 5 fontes diferentes.

Um dos motivos de a ideia ter ganhado força foi a mudança de partido do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. Ele foi eleito no ano passado pelo DEM, usando recursos e tempo de TV do partido, mas assinou a ficha de filiação ao PSD menos de 6 meses depois da posse na prefeitura.

A conversa esquentou também porque os diretórios estaduais dos partidos estão com problemas nas tratativas iniciais para lançar candidatos a deputado no ano que vem. Ter poucos postulantes a deputado, no modelo atual, significa correr o risco de eleger menos filiados.

Isso porque, com mais candidatos, há mais gente fazendo campanha. E os partidos não dependem apenas do desempenho individual de cada postulante para eleger seus quadros, como seria no distritão.

Essa dificuldade não existia em 2018, último ano em que foram permitidas as coligações para eleições proporcionais. Eram essas alianças que tentavam chegar ao número máximo de candidatos, equivalente a 150% das vagas de cada Estado.

O distritão é a forma de eleger deputados em que os mais votados de cada Estado são eleitos, independentemente do desempenho dos partidos.

Se forem mantidas as regras atuais para o ano que vem, as vagas de cada Estado na Câmara serão divididas de acordo com as votações das siglas. Por exemplo: se o PT de São Paulo tiver votos suficientes para 5 vagas, os 5 petistas mais votados da sigla em SP assumem.

Um candidato que individualmente teve mais votos pode ficar fora, dependendo do desempenho de sua legenda.

Deputados têm falado que há apoio suficiente na Câmara para aprovar o distritão. A proposta precisa de ao menos 308 votos dos 513 deputados. Mas há dúvidas se o projeto chegará a ser votado. No Senado, porém, a ideia enfrenta maior rejeição porque a mudança no modelo não agrada aos senadores.

Até o momento não há consenso sobre outros aspectos de uma reforma política, como a possibilidade de volta das coligações ou mecanismo semelhante. A reforma política só valerá em 2022 se for aprovada na Câmara e no Senado até outubro.

A Câmara discute mudanças nas regras eleitorais em 3 frentes. Uma comissão especial discute, em PEC (proposta de emenda à Constituição), o formato das eleições proporcionais. É onde pode ser inserido o distritão.

Outro colegiado debate outra PEC que poderá restituir, ao menos parcialmente, as cédulas impressas nas eleições. Há, ainda, um grupo de trabalho que debate mudanças legais, não constitucionais. Por exemplo, regras de campanha ou regulamentação de pesquisas.

 

 

*Por: Caio Spechoto / PODER360

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