Jornalista/Radialista
TÓQUIO - As brasileiras Ana Patrícia e Rebecca foram derrotadas pelas norte-americanas Kelly Claes e Sarah Sponcil por 2 sets a 1 (parciais de 17/21, 21/19 e 15/11), na sexta-feira (30) no Parque Shiokaze, no vôlei de praia da Olimpíada de Tóquio (Japão).
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— Time Brasil (@timebrasil) July 31, 2021
21/17, 19/21 e 11/15
Derrota de Ana Patrícia/Rebecca para Claes/Sponcil, que fecham sua participação na fase de grupos.
? Miriam Jeske/COB pic.twitter.com/bIGlKnRFjm
Mesmo com este revés, as brasileiras garantiram a classificação para as oitavas de final como uma das melhores terceiras colocadas da fase inicial, graças aos sets average.
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— Time Brasil (@timebrasil) July 31, 2021
Nossas 4 duplas estão classificadas para as oitavas de final ?
Agora o negócio começa a ficar sério.
? Wander Roberto/COB pic.twitter.com/CXpYiNR73X
“No primeiro set fomos muito bem, no segundo estávamos bem, mas entrou uma sequência de pontos delas que não esperávamos, em erros que normalmente não cometemos. Aconteceu e temos de entender e melhorar para o próximo. E, no tie break, começou com uma diferença de três pontos evitáveis, que tomamos decisões erradas. Não desistimos, tentamos buscar, mas reconhecemos que podemos jogar melhor”, afirmou Ana Patrícia ao Comitê Olímpico do Brasil (COB) após a partida.
*Por Agência Brasil
JAPÃO - O arqueiro carioca Marcus D´Almeida perdeu para o italiano Mauro Nespoli por 6 a 0 nas oitavas de final do tiro com arco da Olimpíada de Tóquio (Japão).
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— Time Brasil (@timebrasil) July 31, 2021
Marcus D’Almeida para nas oitavas de final dos #JogosOlimpicos
Um passo de cada vez, Marquinhos. Paris é logo ali! ?
? Jonne Roriz/COB pic.twitter.com/s97LoFErWH
Quarto colocado nos Jogos de 2016 (Rio de Janeiro), o europeu foi muito superior na disputa. Agora, o italiano aguarda o vencedor do duelo entre o alemão Florian Unruh e o canadense Crispin Duenas nas quartas de final.
Com o resultado, o brasileiro finalizou o torneio em 9º lugar, igualando o melhor desempenho da história do país, que era da Ane Marcelle, nos Jogos de 2016.
Por Juliano Justo - Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional
Com a retomada da economia o cenário tende a ser mais positivo em diversos setores
SÃO CARLOS/SP - O Núcleo de Economia da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) estima que as vendas no Dia dos Pais em São Carlos podem ter um aumento de 11% a 15% em relação a 2020.
Segundo o especialista Elton Casagrande, responsável pelo Núcleo de Economia da associação, o otimismo com a data é que em São Carlos o número de admissões sobre o de demissões tem crescido constantemente desde setembro do ano passado com relação as medidas do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), portanto o emprego formal tem se recuperado da mesma maneira que a criação de empresas em relação as empresas encerradas.
“A intenção de consumo na cidade é uma estimativa a partir de vários indicadores construídos com medidas da região metropolitana e ponderadas pelo comportamento de variáveis reais da economia local. Dessa forma podemos chegar a um número entre 11% a 15% na expectativa do aumento de vendas em relação ao consumo do Dia dos Pais do ano passado”, ressalta.
O economista explica que o ano de 2020 em relação a 2019 teve um impacto negativo muito forte, mas agora com a retomada da economia o cenário tende a ser mais positivo. “Claro que junho de 2020 registrou um patamar muito abaixo por conta da pandemia da COVID-19, mas as expectativas no dia de hoje são muito melhores. Podemos constatar isso pelo aumento tanto dos índices do preço ao consumidor quanto ao produtor, todos os preços tem aumentado indicando crescimento generalizado da demanda, então esperar um número de 11% ou 15% na expansão do comercio varejista de São Carlos é bastante pertinente”, concluiu.
Para o presidente da ACISC José Fernando Domingues, o Zelão, depois de um período difícil com a pandemia, o comércio deve começar a respirar um pouco mais aliviado neste segundo semestre. “Estes dados nos dão a esperança de que este segundo semestre seja melhor. E para ajudar a fomentar as vendas, lançamos a campanha de Dia dos Pais, que premiará o consumidor que fizer compras acima de R$ 350 reais, nas lojas associadas a ACISC, com uma maleta personalizada com kit churrasco. Para saber mais sobre a campanha entre em contato com a associação”, ressalta Zelão.
BRASÍLIA/DF - Um dia após Jair Bolsonaro fazer durante live seu principal ataque ao sistema de votação brasileiro e repetir com alarde teorias já desmentidas sobre as urnas eletrônicas, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta sexta-feira (30) não ver chances de a PEC (proposta de emenda à Constituição) do voto impresso ser aprovada na comissão especial da Casa.
Na avaliação de Lira, o texto não terá apoio suficiente para chegar ao plenário. "A questão do voto impresso está tramitando na comissão especial, o resultado da comissão impactará se esse assunto vem ao plenário ou não. Na minha visão, tudo indica que não", afirmou.
O comentário foi feito em uma live realizada pelo Conjur, que também teve a participação do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Eleito para comandar a Câmara com apoio de Bolsonaro, Lira afirmou que confia no sistema atual, mas disse não ver problemas em dar mais transparência ao processo de votação. "Onde não há problema, a gente precisa deixar ainda mais claro", defendeu.
A proposta quase foi derrotada na última reunião da comissão do primeiro semestre, mas uma manobra de governistas adiou a votação para 5 de agosto, depois do recesso parlamentar.
O relator da PEC, deputado Filipe Barros (PSL-PR), aposta em Ciro Nogueira à frente da Casa Civil para fazer o texto avançar no Congresso. Além disso, Barros promete reformular o parecer para tentar vencer resistências.
Mesmo que avance na comissão, para aprovar uma PEC são necessários ao menos 308 votos na Câmara -de um total de 513 deputados- e 49 no Senado -de um total de 81 senadores-, em votação em dois turnos. E, para valer para as eleições de 2022, a proposta teria de ser promulgada até o início de outubro.
Ao comentar sobre o assunto, Gilmar Mendes disse considerar que a discussão do voto impresso é "uma falsa questão" que esconde outras intenções.
"Essa ideia de que, sem voto impresso, não podemos ter eleições ou não vamos ter eleições confiáveis, na verdade, esconde talvez algum tipo de intenção subjacente, de uma intenção que não é boa", afirma.
O ex-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) disse que é preciso "parar de conversar fiada" e sugeriu que, diante das desconfianças, os defensores do voto impresso deveriam pedir a volta do voto manual "como um todo".
"Se de fato nós temos tanta certeza de que não há problemas no voto impresso, seria melhor voltar para o voto manual, que nós tivemos inúmeros problemas, inclusive na contabilização e depois no fenômeno que nós conhecemos do mapismo. Portanto, vamos parar um pouco de conversa fiada. Claro que todos nós somos favoráveis à auditabilidade da urna, queremos que seja auditável, e ela é auditável", comentou.
O ministro do STF rebateu também as afirmações de que Aécio Neves (PSDB) teria vencido as eleições de 2014, alegação sem qualquer indício de verdade que tem sido repetida com frequência por Bolsonaro.
"O caso do Aécio [...] não lhe faltou outra coisa que não votos. Se pode até discutir abuso de poder econômico, abuso de poder político, mas isso nada tem a ver com o voto eletrônico", defendeu.
As falas de Bolsonaro na quinta-feira geraram reações tanto no STF e no TSE. Nos bastidores, ministros classificaram como "patética" a live nas redes sociais.
Para magistrados, o presidente revelou-se desesperado diante da perda de popularidade que vem sofrendo e por ser alvo de denúncias de suspeitas de irregularidades e corrupção na compra de vacinas.
*Por: WASHINGTON LUIZ / FOLHA
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