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VACINAS CONTRA COVID: Quais os Efeitos colaterais catalogados até agora?

 

SÃO PAULO/SP - A deputada estadual Leticia Aguiar (PSL) enviou requerimento de informações ao secretário de estado da Saúde, Jean Gorinchteyn, cobrando a divulgação dos dados sobre o monitoramento contínuo da segurança das vacinas quando elas já se encontram disponibilizados e em uso pela população.

“Todas as vacinas em uso no Brasil estão na Fase IV de ensaios clínicos, quando já estão sendo distribuídos para a população. Entretanto temos visto e recebido relatos de diversas pessoas que desenvolveram a forma grave do Coronavírus mesmo após vacinadas” disse Leticia Aguiar.

A deputada defende que somente o acesso as informações podem evitar fake News sobre a eficácia das vacinas: “Não são raras as mensagens que nos chegam com denúncias de pessoas que morreram após terem sido vacinadas. A informação correta, transparente e avalizada pela ciência tem que ser disponibilizada à população”, declarou Leticia.

O requerimento de informações protocolado na Assembleia Legislativa na semana passada questiona o secretário de estado da Saúde solicitando a divulgação dos dados e dos efeitos colaterais causados pelas vacinas aplicadas aos paulistas.

Entre os questionamentos a parlamentar paulista quer saber se afinal existe um monitoramento da Secretaria da Saúde?

Quem realiza o monitoramento contínuo da segurança destes produtos quando eles já se encontram disponibilizados e em uso pela população?

E principalmente quais medidas estão sendo tomadas para as pessoas imunizadas que apresentam sintomas da covid ou efeitos colaterais?

“Deixo meus questionamentos reafirmando mais uma vez a importância das vacinas, mas principalmente ao direito a informação cientificamente comprovada ao alcance de todos para evitar que informações falsas sejam disseminadas.”

Com isso, a parlamentar quer garantir a internalização do conhecimento adquirido com a realização destes estudos e contribuir para a integração de todas as etapas do processo de (P&D). Cabe ressaltar ainda que é necessária a realização de atividades de farmacovigilância para todas as vacinas produzidas, com monitoramento contínuo da segurança.

BRASÍLIA/DF - O requerimento de criação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da covid-19 deve ser lido na 3ª feira (13.abr) no Senado. Governo e oposição já dão o fato como certo. Integrantes do STF (Supremo Tribunal Federal) procuraram o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para que não haja ruídos ou atropelo do Judiciário no Legislativo, segundo senadores ouvidos pelo Poder360.

Na última 5ª feira (8.abr.2021), o ministro Luís Roberto Barroso determinou que o Senado instale uma CPI para apurar eventuais omissões do governo federal no combate à pandemia.

O presidente da Corte, ministro Luiz Fux, marcou para 14h da próxima 4ª feira (14.abr) o julgamento sobre a instalação da comissão. A sessão do plenário será virtual.

Não se sabe o que o Supremo fará, mas a ideia debatida foi minimizar a sensação de que interferem no Senado, mas sem deixar Barroso exposto. Entre as opções aventadas estão:

  • perda de objeto – com a instalação da CPI na 3ª, não haveria o que ser analisado pelo plenário. A Corte sairia de cena, sem se meter em assuntos considerados do Senado;
  • restrição ao funcionamento – os ministros podem decidir que a CPI só poderá ter reuniões passado o atual estágio da pandemia. Atenderiam aos interesses dos senadores contrários à investigação.

Mesmo com a instalação da CPI, governistas ainda não acreditam completamente no funcionamento do colegiado. Senadores que apoiam o governo disseram que tentariam retirar assinaturas do requerimento antes que fosse lido, mas o movimento não deve ganhar força. São necessários ao menos 27 nomes para o documento ter validade. O requerimento tem 32.

Articuladores do governo na Casa dizem que a pandemia deve pesar e que a CPI pode ficar suspensa até uma melhora do quadro pandêmico. O Brasil ultrapassou no sábado (10.abr) a marca de 350 mil mortos pela covid-19.

A comissão deverá investigar falhas de governos em todos os níveis (federal, estaduais e municipais). O presidente Jair Bolsonaro pediu nos últimos dias que governadores e prefeitos fossem incluídos. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) pediu a ampliação das investigações. Ele enfatizou à reportagem do Poder360 que não tratou do tema com Bolsonaro. O senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO), por outro lado, divulgou conversa com o presidente por telefone. Disse que “não abre mão” de ouvir governadores.

 

PRIORIDADE: COVID-19

A comissão que acompanha o combate à pandemia no Senado fez uma lista com 158 projetos relacionados à doença. O 1º levantamento feito contabilizou mais de 600 propostas.

O levantamento dos projetos foi apresentado aos líderes na última 5ª feira (8.abr). Servirá de base para a formulação das pautas nas próximas semanas. No rol de projetos estão 3 que tratam da compra de vacinas pelo setor privado.

 

CÂMARA E LSN

A Câmara deve declarar urgência para votar o projeto que revisa a LSN (Lei de Segurança Nacional). Na reunião de líderes, na 5ª, todos os partidos apoiaram a medida, menos o PSL. O governo tem usado a lei com frequência para perseguir seus críticos.

O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), sinalizou aos deputados que pretende diversificar os temas discutidos na Casa. Não quer 100% do foco na pandemia.

O projeto de geração distribuída deve entrar na pauta. O relator, Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), disse ao Poder360 que alguns deputados estão contra a proposta, mas nenhuma bancada partidária.

Os deputados também podem votar o projeto que adia a declaração do Imposto de Renda para pessoa física. É a última etapa antes do envio à sanção. Quando esta reportagem foi concluída, ainda não havia sido divulgada a agenda do plenário da Câmara.

 

 

*Por: MATEUS MAIA / PODER360

SERRANA/SP - A cidade de Serrana termina neste domingo (11) a vacinação em massa da população contra a covid-19. A cidade é parte de um estudo clínico do Instituto Butantan para medir a eficácia da CoronaVac, vacina desenvolvida pela chinesa Sinovac.

A pesquisa avaliará a eficiência do imunizante na diminuição da taxa de transmissão do coronavírus na cidade. Entre os efeitos que serão analisados está a imunidade de rebanho.

Segundo o Butantan, as primeiras conclusões saem em maio, quando termina o período de 15 dias para que a imunização completa seja obtida.

A 1ª fase do chamado Projeto S foi finalizada em 14 de março. Foram vacinados 97,3% do público-alvo. Segundo balanço divulgado pelo instituto, 27.619 pessoas das 28.380 inscritas receberam a 1ª dose.

Os pesquisadores esperam números semelhantes na 2ª e última fase. Três dos 4 grupos em que os participantes foram separados já receberam a 2ª dose. O comparecimento foi de 94% no grupo verde, 93% no amarelo e 88% no cinza.

A cidade, de aproximadamente 45.600 habitantes, foi escolhida para o estudo por reunir 3 condições: número adequado de cidadãos para a pesquisa clínica, alta taxa de infecção e proximidade a um centro de pesquisa, em Ribeirão Preto.

A adesão ao estudo clínico foi voluntária. Todo morador com mais de 18 anos estava apto a ser vacinado, com exceção das grávidas, das lactantes e de pessoas com contraindicação médica.

Serrana bateu, em março, o recorde de mortes por covid: 19. Antes, o pior  mês tinha sido agosto de 2020, quando 16 pessoas por causa da doença. Dados da 1ª semana de abril apontam que a situação melhorou. Foram registradas duas mortes no período.

Informações da secretaria municipal de Saúde também mostram que a cidade vive um momento mais tranquilo. Há 3 semanas, davam entrada por dia nas UPAs (unidades de pronto atendimento) uma média de 90 pacientes com sintomas gripais e suspeita de covid-19. Agora, são 40.

 

 

*Por: PODER360

BRASÍLIA/DF - O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, marcou para quarta-feira (14), o julgamento em plenário da instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19 no Senado. O relator da ação no Supremo é o ministro Luís Roberto Barroso. A sessão de julgamento está marcada para as 14h e esse será o primeiro item da pauta.

Na quinta-feira (8), Barroso atendeu a um pedido de liminar feito pelos senadores Jorge Kajuru (GO) e Alessandro Vieira (RS), ambos do partido Cidadania, e determinou a adoção das medidas necessárias para a instalação, no Senado, de uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar eventuais omissões do governo federal no combate à pandemia de covid-19.

Como a decisão foi monocrática, agora deverá passar pelo plenário, onde os ministros devem decidir por sua confirmação. Inicialmente, a análise dessa liminar estava marcada para sexta-feira (16), mas os ministros conversaram e decidiram antecipar a votação.

 

 

*Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

SÃO CARLOS/SP - O vereador Sérgio Rocha (PTB) protocolou nesta sexta-feira, Projeto de Lei que visa a disponibilização de medicamentos para o tratamento precoce da COVID-19 na rede SUS do Município. 

No Projeto, o vereador menciona o agravamento da situação pandêmica que a população está vivenciando, além de uma série de fases mais restritivas no município e o iminente esgotamento do sistema de saúde público e privado. 

"O Poder Público deve tomar as medidas necessárias ao atendimento da população mais necessitada e disponibilizar de forma gratuita medicamentos que podem auxiliar o tratamento da COVID-19 ", destacou o vereador. 

Outro ponto do Projeto é dar voz aos profissionais da saúde, que se dedicam e se expõem diariamente para combater o vírus. “a nós vereadores, cabe apoiá-los e ouvi-los, além da nossa eterna gratidão”, finalizou Rocha.

PERU - Os peruanos viram quatro presidentes passarem pelo cargo desde 2018. Neste domingo (11), escolherão o novo presidente em meio a um número recorde de casos e mortes por coronavírus, após uma campanha atípica, com 18 candidatos e nenhum favorito.

Os candidatos encerraram suas campanhas na quinta-feira em busca dos últimos votos, com comícios coloridos e barulhentos, acompanhados de centenas de eleitores aglomerados, enquanto a segunda onda da pandemia não dá trégua com um recorde de quase 13 mil infecções e 314 mortes em um dia.

Nenhum candidato ultrapassa 10% das intenções de voto, de acordo com as últimas pesquisas publicadas, e sete têm a possibilidade de chegar ao segundo turno previsto para 6 de junho.

Estes últimos são o ex-legislador Yonhy Lescano (centro, direita), a antropóloga Verónika Mendoza (esquerda), o economista Hernando de Soto (direita), Keiko Fujimori (populista, direita), o ex-jogador de futebol George Forsyth (centro, direita), o professor e sindicalista Pedro Castillo (esquerda radical) e o empresário Rafael López Aliaga (extrema-direita).

"Temos o pior cenário possível para este domingo: fragmentação e polarização", afirmou o cientista político Carlos Meléndez à AFP.

"São as eleições mais fragmentadas da história, nunca vimos tantos candidatos como opção", explicou o diretor da empresa de pesquisa Ipsos, Alfredo Torres, a correspondentes estrangeiros.

 

- "Festa democrática" -

Nesta nação andina onde o líder é mais importante que a ideologia, existem 10 candidatos de direita ou centro-direita, quatro de esquerda, três nacionalistas e um de centro.

"O importante é ir às urnas e poder escolher [...], que seja uma festa democrática", declarou Keiko, filha do ex-presidente preso Alberto Fujimori (1990-2000), ao encerrar sua campanha no populoso bairro de Lima, Villa El Salvador.

Enquanto isso, Lescano se declarou "feliz por ter viajado por todo o Peru" ao final de sua campanha em frente à sede do partido, no centro de Lima.

"Peço aos jovens, trabalhadores, reservistas, agricultores, que coloquem sua confiança em um homem do povo", declarou Castillo, em um caminhão na Plaza 2 de Mayo, onde em 2017 liderou os protestos no decorrer de uma longa greve nacional de professores.

A incerteza eleitoral abalou os mercados, aumentando a cotação do dólar até o recorde de 3,8 soles.

Depois de crescer durante anos acima da média latino-americana, a economia peruana retraiu-se no último ano em 11,12%, o pior número em três décadas, aumentando o desemprego e a pobreza.

No domingo, o Congresso unicameral de 130 membros também será renovado, após uma série de crises políticas desde 2016, que atingiu seu clímax em novembro, com três presidentes em cinco dias.

 

- Semana mais mortal -

No Peru, o voto é obrigatório e o Gabinete Nacional Eleitoral (ONPE) prevê a participação de "nove entre dez peruanos", apesar desta ter sido a semana mais letal em 13 meses da pandemia no Peru, com uma média de 271 mortes diárias, segundo o Ministério da Saúde. Nas 10 semanas anteriores, as mortes eram de cerca de 200 por dia.

A imunização contra a covid-19 começou há dois meses, mas está progredindo lentamente. Por enquanto, chegou apenas ao pessoal da linha de frente e os idosos, levando todos os candidatos a prometer uma vacinação acelerada.

O Peru acumula 54.000 mortes em 1,6 milhão de casos. Entre os infectados estão cinco candidatos presidenciais, os últimos deles Forsyth, que teve de encerrar sua campanha virtualmente, e José Vega, de um partido nacionalista minoritário.

Os locais de votação ficarão abertos no domingo por 12 horas, quatro a mais que o normal, para evitar multidões.

Além disso, cada eleitor deve comparecer em horário pré-determinado, de acordo com o último dígito do documento de identidade. Estão convocados às urnas 25 milhões dos 33 milhões de peruanos.

O ONPE prometeu divulgar os primeiros resultados oficiais parciais por volta das 23h30 locais (1h30 da segunda-feira no horário de Brasília), mas a apuração dos votos para o Legislativo pode levar alguns dias.

Quase 160.000 policiais e militares serão destacados para garantir a segurança do processo. Destes, 8.000 soldados protegerão os 1.298 centros de votação do maior vale 'cocaleiro' do país, onde operam os remanescentes da guerrilha Sendero Luminoso associados a gangues do narcotráfico, segundo autoridades.

O novo presidente e a nova legislatura do Congresso tomarão posse em 28 de julho, dia em que o Peru comemora o bicentenário de sua independência.

 

 

*Por: AFP

SÃO PAULO/SP - Com uma leve queda no número de novas internações, o governo de São Paulo decidiu não prorrogar a fase emergencial, que é um estágio mais restritivo e que vai se encerrar no domingo (11). No entanto, o governo paulista decidiu manter o estado na fase 1-vermelha do Plano São Paulo, onde somente serviços considerados essenciais podem funcionar. A fase 1-vermelha entra em funcionamento a partir da próxima segunda-feira (12) e vale até 18 de abril.

Desde o dia 6 de março, todo o estado de São Paulo está na fase 1-vermelha do Plano São Paulo. Mas como a taxa de isolamento não estava crescendo a níveis considerados satisfatórios, o governo endureceu ainda mais essa medida. Com isso, desde o dia 15 de março entrou em funcionamento no estado a fase emergencial, com medidas ainda mais restritivas. As aulas da rede pública foram suspensas, jogos de futebol paralisados e cultos e celebrações religiosas coletivas foram proibidos. Foi estabelecido um toque de recolher das 20h às 5h.

Apesar de avançar para a fase 1-vermelha, algumas medidas tomadas na fase emergencial serão mantidas nessa nova etapa. Cultos e celebrações religiosas coletivas, que são considerados atividades essenciais e poderiam funcionar na fase vermelha, continuarão proibidos no estado, atendendo ao que ficou decidido ontem no Supremo Tribunal Federal, em Brasília.

Também será mantida a recomendação de escalonamento de horário de trabalho para as atividades essenciais que estão permitidas nessa etapa. Segundo o governo, continuam valendo também o toque de recolher, estabelecido entre as 20h e 5h, e a recomendação de teletrabalho.

 

Futebol

Já os jogos de futebol e outros esportes, que estavam proibidos desde o dia 15 de março, poderão retornar agora, ainda sem a presença de público. Também vai ser permitido que os consumidores voltem a retirar suas encomendas diretamente nos restaurantes, shoppings e comércio. O consumo ou atendimento no local, no entanto, continua proibido. Outra mudança é que será permitido a abertura de lojas de materiais de construção.

Outra alteração anunciada pelo governo é a volta às aulas. As escolas da rede pública serão reabertas e as aulas presenciais serão permitidas a partir de 14 de abril, mas o retorno será gradual, com limite de ocupação de 35%.

O Plano São Paulo é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul). O plano divide o estado em 17 regiões e cada uma delas é classificada em uma fase do plano, dependendo de fatores como capacidade do sistema de saúde e a evolução da epidemia.

 

 

*Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil

O cadastro no site Vacinaja é o primeiro passo para imunização que começa neste sábado (10/04)


SÃO CARLOS/SP - A imunização contra a COVID-19 para os profissionais da educação com 47 anos ou mais que atuam nas escolas, desde a creche ao ensino médio, nas redes estadual, federal, municipais e privadas de São Carlos, começa neste sábado (10/04) em São Carlos.

Poderão ser imunizados profissionais que atuem nas escolas com funções como secretários, auxiliares de serviços gerais, faxineiras, mediadores, merendeiras, monitores, cuidadores, diretores, vice-diretores, professores de todos os ciclos da educação básica, professores coordenadores pedagógicos, além de professores temporários.

Para fazer a imunização o Departamento de Vigilância em Saúde da Prefeitura de São Carlos retirou no Departamento Regional de Saúde (DRS III de Araraquara) mais 6.270 doses da Coronavac, sendo 4.320 doses para idosos e 1.950 para a educação.
“Essas doses serão utilizadas para a imunização em segunda dose dos idosos de 72 a 74 anos e para os trabalhadores da educação a partir de 47 anos”, explica Crislaine Mestre, diretora de Vigilância em Saúde.

Os profissionais da educação devem fazer o cadastro no site https://vacinaja.sp.gov.br/educacao, com número do CPF, nome completo e e-mail. Em seguida, receberão um link no e-mail indicado e será necessário validá-lo para dar continuidade ao cadastro. É importante verificar se o e-mail não foi deslocado para a caixa de spam.

No passo seguinte, o profissional da educação deve confirmar os dados pessoais e apontar nome da escola, rede de ensino, município e cargo ocupado. Também será necessário anexar os holerites dos meses de fevereiro e março.

Na sequência, o cadastro passará por um processo de análise e, se validado, o profissional receberá em seu e-mail o comprovante VacinaJá Educação e este documento terá um QRCode para verificação de autenticidade.

No momento da vacinação, o profissional da educação deverá apresentar o comprovante Vacinaja Educação, RG e CPF para conferência dos dados pelo profissional de saúde. Caso o usuário não apresente o comprovante Vacinaja Educação ou o seu número de CPF não conste no comprovante apresentado, ele não poderá ser imunizado.

LOCAIS – Neste sábado (10/02) a vacinação dos profissionais da educação vai ocorrer somente nos dois postos volantes com sistema drive thru localizados na FESC, na Vila Nery e no Estádio do Luisão, na Vila Prado, das 9h às 13h. Durante a semana, além dos postos volantes, os profissionais da educação também podem procurar as unidades básicas de saúde do Santa Felícia com extensão na Escola Estadual Attilia Prado Margarido) da Vila São José (com extensão na E.E. Andrelino Vieira) da Redenção (com extensão na EMEB Carmine Botta), do Azulville e do Cidade Aracy. O horário nessas unidades será das 13h às 16h.

Na quarta-feira (14/04), excepcionalmente, as unidades básicas de saúde do Santa Felícia e da Vila São José também vão atender os profissionais da educação no período da manhã, das 9h às 13h.

Denise Braga, diretora do Departamento de Gestão e Cuidado Ambulatorial, disse que com o esquema montado não há necessidade de aglomeração. “Estamos colocando também as escolas como postos de apoio das maiores unidades básicas, caso das UBS’s da Redenção, Vila São José e Santa Felícia. Vamos atender a todas e todos, por isso é preciso calma para que não ocorra aglomeração”.

IDOSOS – Os idosos que precisam tomar a segunda dose e aqueles com 68 anos ou mais que ainda não se vacinaram devem procurar essas mesmas unidades durante a semana, porém no período da manhã, das 9h às 13h.

Projeto está na terceira fase e, em breve, resultados serão disponibilizados na Internet

 

SÃO CARLOS/SP - Estamos vivendo a pior pandemia de escala global. A Covid-19 continua fazendo milhares de vítimas por dia em todo o mundo. O Brasil, hoje, é o epicentro da doença, com o maior número de mortes diárias. Nesse cenário, as projeções a curto e médio prazos são de extrema relevância a fim de possibilitar a formulação de políticas públicas que minimizem os efeitos da doença no sistema de saúde.

Um grupo de pesquisadores de áreas diferentes, como Matemática, Ciência da Computação e Medicina, resolveu se unir para desenvolver o projeto "Acompanhamento de curvas de casos, mortes e internações por Covid-19: modelagem matemática, projeção futura e previsão de cenários", um projeto de modelagem de curvas que prevê notificações oficiais sobre a pandemia.

"A Matemática contribui no entendimento e uso das funções logísticas generalizadas. A Computação no uso de algoritmos genéticos para otimizar o valor dos parâmetros das funções logísticas generalizadas e também com algoritmos para detecção de novas ondas com base nos dados de média móvel de casos. E a Medicina para indicar o uso de parâmetros efetivos de transmissão, como exemplo, a taxa de transmissão de forma a verificar se as curvas estão em conformidade com os aspectos epidemiológicos esperados para a doença", explicou Ricardo Rodrigues Ciferri, docente do Departamento de Computação (DC) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Além dele, também integram o projeto Gil Vicente Reis de Figueiredo, docente aposentado do Departamento de Matemática (DM) da UFSCar e idealizador do projeto; José Antonio Salvador, docente do DM da UFSCar; Domingos Alves, docente do Departamento de Medicina Social da Universidade de São Paulo (USP); e o doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) pela UFSCar, Douglas Menegol Folletto.

O projeto, apoiado pelo Sindicato dos Docentes em Instituições Federais de Ensino Superior dos Municípios de São Carlos, Araras e Sorocaba (ADUFSCar), foi desenvolvido em fases. A primeira fase objetivou apenas representar as curvas de casos já ocorridas por meio de equações matemáticas. Pelo fato de a pandemia de Covid-19 ser composta de múltiplas ondas sucessivas e com sobreposição, diferente de outras pandemias e epidemias, Figueiredo propôs uma solução a partir da composição de várias ondas, cada qual representada por uma função logística generalizada. Apesar da ideia ser promissora, a solução ainda não conseguia representar adequadamente as curvas devido à dificuldade de se escolher valores mais adequados para os valores dos parâmetros das funções logísticas. Assim, Ricardo Ciferri entrou no projeto de forma a auxiliar no uso de soluções computacionais para identificar esses valores para os parâmetros das funções logísticas. Em seguida, Salvador foi integrado para ajustar os valores das funções logísticas generalizadas e também para ajudar na identificação de novas ondas. "A primeira fase do projeto foi desenvolvida com sucesso e conseguimos representar com muito boa precisão as curvas de casos por meio de ondas, cada qual representada por uma função logística generalizada", avaliou o professor do DC.

A segunda fase do projeto teve por objetivo fazer projeção futura, ou seja, estimar o valor esperado para acontecer nos próximos 30 dias. Como a projeção conseguida não foi satisfatória, surgiu a ideia de convidar, para integrar o projeto, o professor Alves, visando ajudar na qualidade da projeção. Nesse momento, o projeto está na terceira fase, que consiste em fazer previsões com base em cenários distintos, algo como, "se aumentar o percentual de vacinação de 9% para 90%, o que acontece com a estimativa futura?"

O projeto usa dados públicos de média móvel de 14 dias de casos, mortes, internações em enfermaria e internações em UTI, disponibilizados pelo Governo Federal e pelas secretarias estaduais de saúde. 

A projeção do modelo pode ser infinita, mas do ponto de vista de precisão, foram obtidos muito bons resultados com até 14 dias e bons resultados entre 20 e 30 dias. Na prática, os dados vêm sendo trabalhados com projeção futura de até 30 dias. 

"A pesquisa está em fase de execução de testes exaustivos para verificar a confiabilidade estatística do modelo. Executamos vários testes e tivemos resultados promissores, com precisão frequente de erro de menos de 2% para 14 dias e já tivemos casos de projeção de 25 dias com erro menor do que 7%. Um erro de até 15% é aceitável para esse tipo de problema. Para projeções de 30 dias, temos alcançado erro de 10%", afirmou.

Os resultados são divulgados por meio de relatórios emitidos semanalmente pela ADUFSCar. Em breve, serão disponibilizados pela Internet.

A pergunta que não quer calar: quais são as projeções para os próximos dias? Nada boas. "Segundo o nosso modelo estamos na quinta onda com pico de casos previstos entre 6 de abril e 10 de abril. O pico de mortes tem um deslocamento de 14 dias e, atualmente, está no meio da curva ascendente. Porém, com o feriado da Páscoa, provavelmente teremos a sexta onda e, com isso, a pandemia pode ter novamente duas ondas sobrepostas em momentos distintos (uma onda terminando e outra começando), cuja soma dos efeitos pode ser devastadora", concluiu o pesquisador.

EUA - Joe Biden está mais uma vez aumentando suas metas de vacinação. O presidente americano anunciou na terça-feira (6) que todos os adultos no país poderão ser vacinados contra a Covid-19 a partir de 19 de abril, quase duas semanas antes do previsto. A Califórnia vai suspender as medidas restritivas vinculadas à pandemia a partir de 15 de junho.

Até o final de maio, a grande maioria dos adultos americanos terá recebido uma primeira dose da vacina, diz Joe Biden. “Esse sucesso vai salvar vidas e permitir ao país retomar uma vida normal mais cedo”, acrescentou o ocupante da Casa Branca.

Vários estados já suspenderam as restrições para o acesso ao precioso imunizante e o presidente pretende generalizar a medida em nível federal duas semanas antes do previsto: “Até 19 de abril, em qualquer lugar deste país, qualquer adulto com idade superior a 18 anos pode ser vacinado. Sem regras confusas, sem restrições confusas", garantiu.

Uma corrida contra a morte sem fim

Mas Joe Biden continua a pedir que os americanos sejam extremamente cuidadosos. “A luta não acabou. Esse progresso pelo qual temos lutado para alcançar pode ser revertido. Agora não é hora de desistir. Ainda temos muito trabalho a fazer. Ainda estamos em uma corrida de vida ou morte contra esse vírus."

E como sempre que fala sobre a pandemia, o presidente tirou do bolso uma pequena nota em que faz a contagem das vítimas do coronavírus nos Estados Unidos. E para lançar a cifra do dia: 554.064 mortos.

Volta ao normal em junho na Califórnia

Definida para alguns dias antes do início de verão na ensolarada Califórnia, a promessa do governador Gavin Newsom de reabrir a economia traz esperanças depois de mais de um ano de restrições para frear a propagação da Covid-19.

“A taxa de mortalidade está caindo, a contaminação está se estabilizando. Se mantivermos esse ritmo, estamos confiantes de que poderemos reabrir nossa economia a partir de 15 de junho. Mas isso com a condição de continuarmos usando a máscara e permanecermos vigilantes. Assim podemos ver a luz no fim do túnel", afirmou.

Programa de vacinação acelerada

Se a Califórnia está começando a ver o fim do túnel, é graças à vacinação massiva e rápida de sua população. O estado acaba de ultrapassar a marca de 20 milhões de doses de vacina ministradas e o ritmo continua aumentando.

Até o final de abril, serão 30 milhões de doses e, em dois meses, as autoridades acreditam ter distribuído a primeira injeção para toda a população adulta. Um recorde no país para o estado que foi o primeiro a confinar sua economia e o mais afetado pelo coronavírus, com quase 60 mil mortes.

 

 

*Por: RFI

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