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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Na sessão da Câmara Municipal desta terça-feira (4), o vereador Gustavo Pozzi teve aprovado por unanimidade seu pedido de audiência pública virtual para discutir o eventual retorno presencial das aulas no município.

Pozzi manifestou sua preocupação diante da perspectiva de volta das aulas durante a pandemia: “Eu conheço o dia a dia das salas de aula e das escolas, pois sou professor desde 2010.Nas escolas já temos problemas de indisciplina e será muito difícil para o professor controlar na sala de aula o distanciamento de 2m entre um aluno e outro e fazer com que todos usem mascaras”, afirmou. Em sua opinião, “não será possível evitar a aglomeração dos alunos”.

Sobre a audiência pública o vereador Gustavo destacou não ter sido eleito para manifestar somente a sua opinião, por isso entende que a retomada das aulas presenciais no município “deveria ser amplamente debatida, o que justifica a realização dessa audiência pública virtual”.

Pozzi ainda destacou que “os professores nesse período de pandemia estão trabalhando muito mais do que se estivessem em sala de aula; o trabalho remoto dos professores e equipe gestora é motivo de reconhecimento e aplausos”.

MUNDO - O Banco Mundial anunciou, nessa última quarta-feira (5), que está pronto para avaliar os prejuízos e necessidades do Líbano após a devastadora explosão ocorrida no porto de Beirute, e disse que ajudará a mobilizar financiamento público e privado para reconstrução e recuperação.

Em nota, a instituição disse que "também estará disposto a reprogramar recursos existentes e a explorar financiamento para apoiar a reconstrução das vidas e do sustento das pessoas impactadas pelo desastre".

O banco não indicou os recursos que poderiam ser direcionados para uma iniciativa de recuperação. Em junho, o credor multilateral de desenvolvimento anunciou que realocaria US$ 40 milhões de um programa de saúde existente, de US$ 120 milhões, para o Líbano, que ajudaria o país a combater a pandemia do novo coronavírus.

Pelo menos 135 pessoas morreram e 5 mil ficaram feridas na explosão no porto de Beirute, que também deixou até 250 mil pessoas desabrigadas, após ondas de choque destruírem fachadas de edifícios.

Também não ficou claro se o desastre irá alterar as difíceis negociações do Líbano com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Desde maio, o FMI e o Líbano tentam estabelecer um pacote amplo de resgate financeiro para estancar uma crise que tem sido vista como a maior ameaça à estabilidade do país desde a guerra civil que durou entre 1975 e 1990.

As conversas foram travadas após discordâncias em relação às perdas financeiras no sistema bancário libanês.

 

 

*Por David Lawder - Repórter da Reuters

Iniciativa contribui para a promoção do acesso de pessoas negras, indígenas e com deficiência em programas de pós-graduação

 

SÃO CARLOS/SP - A Política de Ações Afirmativas para a Pós-Graduação da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) foi aprovada em 1° de julho de 2020, pelo Conselho de Pós-Graduação da UFSCar (CoPG). O texto está sendo finalizado pela comissão responsável.

Nesse contexto e no sentido de contribuir para a promoção do acesso de pessoas negras (pretas e pardas), indígenas e com deficiência em programas de pós-graduação (mestrado, mestrado profissional e doutorado), o projeto Empodera Pós, iniciativa do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) da UFSCar, recebe inscrições, até o dia 12 de agosto, de pessoas interessadas em tutoria preparatória para o ingresso em cursos de pós-graduação stricto sensu.

Os tutores são docentes e estudantes de pós-graduação da UFSCar de áreas como Educação, Sociologia, Psicologia, Física, entre outras. A tutoria focará em orientações para a construção do projeto de pesquisa, organização do currículo Lattes e sistematização de estratégias de estudos para provas de conteúdo específico e idiomas.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por meio do preenchimento deste formulário online (https://bit.ly/2CFdIFO). Mais informações estão disponíveis nos vídeos disponibilizados pelo NEAB - em Língua Portuguesa (https://bit.ly/32O8TVy) e em Língua Brasileira de Sinais - Libras (https://bit.ly/32NlVT7). Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

SÃO PAULO/SP - O deputado estadual Tenente Coimbra (PSL/SP) protocolou um projeto de lei na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) que propõe que Guarda Civis Municipais investigados sejam recolhidos para quartéis ou estabelecimentos próprios aos agentes de segurança pública do Estado, não sendo mais levados para prisões comuns.

A lei permitiria que a Secretaria da Segurança Pública firmasse convênios com os municípios para que os GCMs, assim como policiais militares e civis, fiquem retidos em celas especiais. A situação se aplicaria antes que o suspeito tenha sua condenação definitiva.

“A proposta busca dar um tratamento isonômico entre os guardas municipais e os demais agentes de segurança. Antigamente, os GCMs só tinham que defender a parte patrimonial do município, mas hoje em dia, com o aumento da criminalidade, eles possuem uma atuação semelhante à polícia, atendendo a chamadas de furtos, roubos, tráfico de drogas, entre outros crimes”, pontua o Tenente Coimbra.

Atualmente, caso um guarda municipal seja preso, ele é levado para a mesma prisão onde ficam, muitas vezes, criminosos que ele ajudou a prender, o que traz riscos para a integridade do agente. “Ao dividir o mesmo ambiente com delinquentes do crime organizado, com sede de vingança, a vida do guarda é colocada em risco”, afirma.

Caso aprovada, a medida resguardaria, somente na cidade de São Paulo, mais de 6 mil profissionais. “Precisamos defender quem nos defende da criminalidade diariamente. Com este projeto, será possível resgatar o reconhecimento das Guardas Civis municipais como forças de segurança, já que elas atuam na manutenção do patrimônio mais importante de qualquer município: a vida dos cidadãos”, conclui o deputado.

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