Jornalista/Radialista
Marina Donato é responsável pelo intimista hall de entrada da mostra, nomeado como “Cubo invólucro”. Evento acontece até o dia 20 de outubro
SÃO CARLOS/SP - Maior mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas, a CASACOR Ribeirão Preto abriu as portas para o público no dia 20 de agosto. Em sua 6ª edição, o evento apresenta as principais tendências e inovações do mercado em mais de 30 ambientes assinados por grandes profissionais. No elenco deste ano, está a arquiteta Marina Donato, da cidade de São Carlos, que assina o espaço “Cubo invólucro”.
Com uma composição original entre materiais, cores e texturas, além da cuidadosa curadoria na escolha do mobiliário e da decoração, o intimista hall de entrada proporciona um momento de desaceleração, com iluminação discreta, elegância e muito aconchego. “Minha preocupação foi que os visitantes se sentissem abraçados e que, dali, levassem uma mensagem”, explica Marina.
Playlist potencializa a experiência
A experiência no cubo é potencializada por uma playlist especial, com uma seleção de músicas definida de acordo com a proposta do ambiente. “Essência é a nossa palavra chave. É o nosso convite à introspeção de um presente vivo – que estabelece a conexão com o tema ‘De presente, o agora’, que conduz a mostra de 2024 – e de um futuro que nos aguarda”, resume.
SOBRE A CASACOR 2024
A 6ª edição da CASACOR Ribeirão Preto, uma das mais importantes vitrines do setor de arquitetura, paisagismo, arte e design de interiores das Américas, está disponível para visitação até 20 de outubro, com o tema “De presente, o agora”.
Obra dos arquitetos João Barreto e Francisco Segnini, a nova casa, construída em 1974, fica na Avenida Costábile Romano, 931, no bairro Ribeirânia.
A venda de ingressos está disponível no site: www.casacor.com.br
SÃO PAULO/SP - Uma ação em andamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alega que Leonardo Alves Araújo, conhecido como Leonardo Avalanche, teria cometido crimes de ameaça, coação, fraude e suborno contra dirigentes regionais do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB). Esse partido tem como principal candidato nas eleições municipais deste ano em São Paulo Pablo Marçal. Essas acusações, se comprovadas, podem ter sérias implicações para a campanha e para os envolvidos, podendo impactar tanto o partido quanto a candidatura de Pablo Marçal. A situação está sendo acompanhada de perto pelas autoridades eleitorais.
A ação foi apresentada pelos integrantes do partido Rachel de Carvalho, Marcos André de Andrade e Moacir Manoel no dia 19 de julho último. Eles tentam, por meio judicial, tirar Avalanche do comando nacional da legenda. Em liminar no começo deste mês, a ministra Cármen Lúcia rejeitou o pedido de imediato. O mérito ainda será analisado.
De acordo com a ação assinada pelos advogados Luís Felipe Cardoso Oliveira e Ingrid Cunha Dantas, "o presidente do partido (Avalanche) ameaçou a sua vice, mulher, e a fez renunciar a seu cargo" e "afirma a quem quiser ouvir ter influência e negociações com figuras importantes do Judiciário e ligação com o crime organizado (PCC), que poderia matá-la ou alguém de sua família".
Procurado, por meio de assessoria, Avalanche não respondeu até a publicação deste texto.
Na ação, a defesa afirmou que os fatos estão desprovidos de elementos mínimos de confiabilidade. Pablo Marçal também foi procurado para se manifestar sobre a acusação contra o presidente de seu partido e padrinho político na legenda, mas também não retornou os contatos até a publicação desta reportagem.
De acordo com os autos, Rachel diz ter começado a montar a chapa para a disputa presidencial da legenda no final de 2023, quando foi procurada por Avalanche para formarem um grupo único. Em fevereiro deste ano, eles venceram a disputa. Contudo, Rachel alega ter sido retirada do diretório. Ela foi procurada para se manifestar sobre a ação, mas não foi encontrada.
Uma mensagem via WhatsApp teria sido encaminhada por Avalanche solicitando urgência para que Rachel renunciasse, por meio de ameaças de morte. "Avalanche fez ameaças de morte a Rachel e para sua família, com o objetivo de conseguir a sua renúncia. E conseguiu", afirmam nos autos. A inicial cita ainda que Avalanche teria montado um grupo para negociar com diretórios do País "posições diretivas no partido e candidaturas para o pleito" deste ano.
Avalanche também, segundo o documento apresentado à Justiça Eleitoral, teria filiado seus adversários em um outro partido para evitar oposição incômoda. Os advogados dizem que foram filiados 77 membros do PRTB no Mobiliza, sem que as pessoas soubessem, para que fossem desfiliados do PRTB. O Estadão confirmou que essas pessoas estão de fato filiadas hoje ao Mobiliza. Os representantes do partido não foram localizados para responder no telefone apresentado pela legenda ao TSE.
Outra ação que tramita no TSE foi movida por Aldineia Fidelix, viúva de Levy Fidelix, então presidente do PRTB. Ela alega que Avalanche não cumpriu acordos para que ela comandasse os diretórios estaduais de São Paulo, Rio, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Roraima em um momento de intervenção determinada pela Justiça para pacificar a legenda. A Justiça determinou que Avalanche se manifeste em três dias.
A defesa de Avalanche afirmou nos autos que "em um cenário como o alegado, naturalmente seria o caso de os prejudicados terem se socorrido do Ministério Público para promover a persecução criminal dos fatos ventilados, graves, e não somente após três meses do ocorrido, durante o período de convenções, trazer a lume graves acusações desprovidas de elementos mínimos de confiabilidade".
A peça é assinada pelos advogados Gustavo Bonini Guedes e Thiago Fernandes Boverio. "Como dito, todas as provas são unilaterais, como as atas notariais e boletins de ocorrência, demandando na investigação e eventual comprovação judicial, distante de um valor probatório minimamente seguro a subsidiar quaisquer das alegações tecidas."
'Caos' no PRTB virou destaque nacional
No dia 29 de maio, o Estadão revelou que Tarcísio Escobar de Almeida comandou por três dias o diretório estadual do PRTB em São Paulo. Escobar foi indiciado pela Polícia Civil de São Paulo em 2023 por associação ao tráfico e ao PCC. Avalanche afirmou que foi pressionado pelo advogado Joaquim Pereira de Paulo Neto, que figurou como presidente em São Paulo após a saída oficial de Escobar, a colocá-lo no comando.
Depois de descobrir que Escobar era investigado, Avalanche disse ter tirado o então presidente do partido. No entanto, Joaquim Neto nega a pressão. Em um vídeo publicado nas redes sociais, Escobar aparece ao lado de Avalanche para uma sessão fotográfica para o partido. A data do vídeo é 29 de maio - pouco mais de dois meses depois da saída oficial de Escobar. Joaquim Neto, Escobar e também Michel Winter, do PRTB de Minas Gerais, romperam com Avalanche sob argumento de descumprimento de acordos.
POR ESTADAO CONTEUDO
BRASÍLIA/DF - O número de municípios que decretaram situação de emergência por incêndios florestais em agosto aumentou em 354% em comparação com o mesmo mês de 2023, de acordo com um levantamento divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Esse dado reflete uma intensificação significativa das ocorrências de incêndios florestais no Brasil, o que pode ser atribuído a fatores como condições climáticas extremas, aumento das práticas de desmatamento e outros fatores ambientais que têm agravado a vulnerabilidade das áreas florestais a incêndios.
Somente neste mês, 118 gestores municipais registraram a condição no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Este ano, até o dia 26 de agosto, 167 municípios declararam situação de emergência. No mesmo período de 2023 apenas 57 enfrentavam o problema.
De acordo com o levantamento, 4,4 milhões de pessoas já foram afetadas pelos incêndios florestais este ano, sendo que a maioria, 4 milhões, foram alcançados pelos efeitos como poluição do ar e perda da biodiversidade.
O maior número de decretos foi registrado em São Paulo, por 51 municípios, seguido por Mato Grosso do Sul, com 35 registros; Acre, com 22; Espírito Santo e Rondônia, dois municípios, e Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Santa Catarina, apenas um município cada.
Até o momento, o sistema aponta que já foram reconhecidos pelo governo federal a situação de emergência por incêndio florestal em 12 municípios em Mato Grosso do Sul. Os demais processos ainda estão em andamento para que os gestores possam ter acesso aos recursos públicos federais para medidas emergenciais.
A instituição estima um prejuízo de R$ 10 milhões em assistência médica emergencial para a saúde pública, que ainda pode crescer com impactos causados pela exposição da população à fumaça.
Por Fabíola Sinimbú - Repórter da Agência Brasil
EUA - Mariah Carey não teria falado com a irmã antes dela morrer, apesar de saber que o seu estado já era terminal.
Quem o revelou foi um amigo de Alison Carey, David Baker, ao 'Sun'. O homem garantiu que a cantora nunca entrou em contato com a irmã, mesmo tendo conhecimento de que se encontrava internada num hospício há semanas.
"Um telefonema ou uma videochamada teriam feito uma enorme diferença. Mas nunca aconteceram", contou.
Baker afirmou que a irmã mais velha da artista estava "infeliz" por Carey ter "cortado o contato com ela". "A rejeição óbvia doeu mais do que a dor da Alison. Ela costumava falar sobre isso. Não sabia se a Mariah ou algum dos familiares viriam ao funeral", completou.
Alison descobriu que era HIV positivo em 1988, quando tinha 27 anos, e desde então enfrentou problemas com drogas e trabalhava com prostuição. A irmã da cantora chegou a ser presa duas vezes, em 2016 e, mais recentemente, em 2020, por problemas com vícios.
Em seu livro de memórias, Mariah Carey revelou que Alison a tentou vender para alguns homens quando ela era criança, já que a família era muito pobre. A cantora revelou uma mágoa com a irmã por ela ter tentado a prostituir e também por causar problemas para a família.
POR RAFAEL DAMAS
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