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Redação

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 Jornalista/Radialista

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JAPÃO - Punch — ou Panchi-ku —, um macaco de sete meses, está conquistando a cidade de Ichikawa, no Japão, além de pessoas de outros países, por causa de sua história comovente. Após ser abandonado pela mãe, ele encontrou conforto em um macaco de pelúcia enquanto tenta se integrar a outros macacos.

O filhote viralizou nas redes sociais depois que foi compartilhado um vídeo em que Punch aparece abraçado ao macaco de pelúcia, que lhe foi dado por um tratador do zoológico como apoio emocional.

O carinho dos internautas por Punch só aumentou à medida que novas imagens foram divulgadas. Em várias delas, é possível ver o pequeno macaco sempre sozinho, sem nunca largar seu “amiguinho” de pelúcia.

No entanto, sua popularidade na internet não se refletia entre os outros macacos. Em um dos vídeos, Punch tenta se aproximar de outro filhote, mas acaba sendo empurrado por um adulto, o que gerou uma onda de carinho e preocupação nas redes sociais.

Na rede social X (antigo Twitter), chegou até a ser criada a hashtag “HangInTherePunch” (“Força, Punch”, em tradução livre).

Após a repercussão do vídeo em que o pequeno Punch é empurrado, o zoológico divulgou um comunicado informando que “a fêmea adulta que afastou Punch provavelmente é a mãe da filhote com quem ele tentou interagir”.

“Ela provavelmente sentiu que sua cria estava sendo incomodada e ficou irritada”, diz a nota.

No entanto, no dia 6 de fevereiro, o zoológico garantiu que Punch já estava mais integrado e começando a criar laços com seus companheiros, compartilhando inclusive alguns vídeos do filhote de sete meses ao lado de outros macacos.

Posteriormente, o zoológico afirmou que Punch estava fazendo progressos: "Com o passar dos dias, o número de macacos com os quais Punch interage tem aumentado", surgindo novos vídeos onde o pequeno surge abraçado a um macaco - vídeo que pode ver acima.

Felizes com a adaptação de Punch, o jardim zoológico registou um aumento do número de visitantes porque todos o querem conhecer. 

Mas não fica por aqui, uma vez que há até grandes marcas que têm demonstrado apoio ao pequeno Punch. Aliás, o prefeito de Ichikawa, Ko Tanaka, compartilhou, na terça-feira passada, uma publicação junto da presidente e diretora de Sustentabilidade da IKEA Japão, onde afirma que estavam sendo doadas várias unidade do macaco de pelúcia, assim como outros brinquedos para Punch.

Entretanto, na sexta-feira, o Jardim Zoológico voltou a reiterar que "nenhum macaco demonstrou agressividade contra Punch", pedindo ao público para "apoiar os esforços dele em vez de sentirem pena". 

"Apesar de por vezes ser repreendido [por outros macacos], Punch tem demonstrado resiliência e força mental", diz o comunicado.

 

 

Notícias ao Minuto Brasil

EUA -  Pelo menos quatro pessoas foram mortas a facadas na terça-feira (24) em Gig Harbor, no estado de Washington, nos Estados Unidos. O agressor, um homem de 32 anos, foi morto por policiais.

Três adultos morreram no local. A quarta vítima foi socorrida em estado grave a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos, segundo a emissora KING 5. O ataque ocorreu na 87th Avenue Court NW. O suspeito, que ainda não foi identificado pelas autoridades, foi morto por um policial.

Agentes do xerife do condado de Pierce foram acionados pouco antes das 09h no horário no local (11h em Brasília). Inicialmente, foi informado que o suspeito teria descumprido uma ordem de restrição. Mais tarde, a polícia esclareceu que a medida ainda não estava em vigor, pois não havia sido oficialmente entregue ao homem.

Uma testemunha relatou que viu o homem com o que parecia ser um picador de gelo. Ainda segundo o relato, voltou para dentro de casa e trancou a porta, mas o suspeito tentou arrombá-la sem sucesso.

O caso está sob investigação da Equipe de Investigação da Polícia do Condado de Pierce. O policial envolvido foi afastado administrativamente, conforme o protocolo do departamento.

 

 

por Folhapress

EUA - Em um movimento significativo no seu cerco militar ao Irã, o governo de Donald Trump enviou uma esquadrilha do mais poderoso caça do arsenal americano para Israel. É a primeira vez que o F-22 Raptor opera no Estado judeu.

Os aviões estavam havia uma semana em Lakenheath, no Reino Unido. Ao menos 12 deles decolaram na terça-feira (24) rumo a um ponto não revelado do sul de Israel, provavelmente a base aérea de Nevatim. Segundo relatos da imprensa israelense, um dos caças teve um problema e voltou, sendo incerto se seguiu viagem depois.

A chegada dos F-22 ocorre às vésperas da crucial reunião entre equipes negociadoras do Irã e dos Estados Unidos sob a mediação de Omã em Genebra, na Suíça, marcada para esta quinta (26).

Trump ameaça atacar os iranianos caso não haja um acordo acerca do programa nuclear dos aiatolás. O americano quer o fim do enriquecimento de urânio pelo país, e também insiste no desmantelamento das capacidade de lançamento de mísseis balísticos dos persas.

Teerã rejeita ambas as coisas, mas diz renunciar à bomba atômica e ofereceu diluir os 400 kg de urânio enriquecido a 60%, capaz de ser usado em talvez 15 artefatos de baixo rendimento, que produziu de forma acelerada de 2022 para cá.

Em troca, quer o relaxamento das sanções que foram retomadas pelos EUA depois do fracasso do acordo de 2015 sobre o programa nuclear. Em 2018, Trump deixou o arranjo, que trocava as punições por diversos limites à capacidade de enriquecimento de urânio do Irã.

No seu discurso sobre o Estado da União, na noite de terça, Trump voltou a dizer prefere uma solução diplomática, mas que está pronto para atacar. Ele afirmou de forma exagerada que destruiu o programa iraniano com o ataque feito a três instalações nucleares em junho passado, mas que os aiatolás querem "começar tudo de novo".

O inédito ataque de 2025 ocorreu no escopo da guerra de 12 dias entre Israel e o Irã, na qual as capacidades de defesa aérea da teocracia foram severamente degradadas. Teerã lançou cerca de 600 dos seus estimados 2.000 mísseis balísticos, mas depois do bombardeio americano apenas fez uma retaliação simbólica e previamente combinada contra uma base dos EUA no Qatar, encerrando o conflito.

Agora tudo é diferente. Trump mobilizou o maior poderio aeronaval desde a guerra de 2003 contra o Iraque na região. Segundo a ONG americana Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais há hoje 18 navios de guerra americanos em torno do teatro de operações do Irã, 2 deles porta-aviões.

É muito poder de fogo, mas parece insuficiente para uma guerra de maior duração visando a derrubada do regime. Em 2003, eram 55 navios contra o ditador Saddam Hussein, 5 deles porta-aviões, e havia o componente terrestre que não está presente no atual cerco.

Segundo a inteligência israelense, o nível atual de forças americanas, sem contar a provável ajuda do Estado judeu, dá para cerca de uma semana de guerra em alta intensidade. Isso tudo leva ao cenário já especulado pelo próprio Trump de um ataque focado.

Aí entra o simbolismo do F-22. O Raptor é um caça furtivo aos radares usado para superioridade aérea -destruir inimigos e abrir caminho abatendo inimigos e desabilitando baterias antiaéreas. Eles foram empregados desta forma no ataque de 2025, no qual as bombas em si foram despejadas pelos B-2.

Bombardeiro também furtivo ao radar, o B-2 pode fazer missões de longo alcance, como em junho, quando um grupo deles voou diretamente dos EUA e voltou, em 37 horas de ação apoiadas por aviões-tanque. Agora, o Reino Unido vetou o uso de suas bases para servir de escala numa ação, sugerindo uma repetição de 2025.

A inédita presença dos F-22 em Israel sinaliza que essa opção está mesmo na mesa, restando saber se um ataque duro para decapitar o regime teria o efeito de encerrá-lo ou apenas forçaria mais negociações.

Para analistas como o iraniano radicado nos EUA Trita Parsi, se houver risco existencial, Teerã irá retaliar com força contra bases americanas na região e Israel -país que já está em alerta máximo. Outro foco de ação deve ser o estratégico estreito de Hormuz, por onde passam 20% do petróleo e do gás liquefeito do mundo.

Além disso, matar o líder Ali Khamenei e as cabeças da teocracia pode ter o efeito de jogar o país ou numa ditadura militar ou em guerra civil, ambos caminhos desastrosos.

Ausentes da discussão estão os milhares de manifestantes contrários ao regime, cujos megaprotestos fizeram Trump prometer ajuda que não veio em janeiro, abrindo caminho para uma repressão que matou talvez mais de 5.000 pessoas.

 

 

 

por Folhapress

Instituto voltado a crianças neurodivergentes firma acordo que garante preço social a empresários e familiares

 

SÃO CARLOS/SP - A Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) formalizou nesta terça-feira, 24, uma parceria com o Instituto “Tudo por uma Vida Melhor”, iniciativa criada para acolher crianças neurodivergentes e suas famílias, além de promover ações voltadas à saúde mental. Pelo contrato, associados adimplentes da entidade terão direito a preço social em uma série de serviços terapêuticos e de acompanhamento multiprofissional. 

Na assinatura da parceria estiveram presentes Adail Alves de Toledo, presidente do instituto e idealizador do projeto; Cleide Gonçalves de Jesus, primeira secretária; Lucinei Alves Custódio, presidente do Conselho Deliberativo; e Gabriela Ruiz Berribille, coordenadora geral. Pela ACISC, participaram Ivone Zanquim, presidente; Alexandre Rosa, gerente administrativo e financeiro; e Denise Salla, gerente comercial e de comunicação. 

O acordo prevê a divulgação, pela ACISC, dos serviços ofertados pelo instituto, incluindo atendimentos terapêuticos, avaliações e programas de desenvolvimento, orientações e suporte a responsáveis, além de outras iniciativas que venham a ser implementadas. Para ter acesso ao benefício, o associado deverá comprovar adimplência junto à ACISC, mediante solicitação formal à entidade. 

Segundo Ivone Zanquim, a parceria amplia o papel social da associação. “A ACISC tem o compromisso de olhar para além do ambiente empresarial. Quando falamos em saúde mental, falamos de famílias, de colaboradores e da qualidade de vida de toda a comunidade. Essa parceria reforça nosso propósito de apoiar o associado também em questões humanas e sociais”, afirmou. 

Para Adail, a parceria com a ACISC fortalece a sustentabilidade da iniciativa. “Somos uma entidade nova e ainda não podemos captar recursos públicos. As parcerias são fundamentais para manter o atendimento e ampliar o alcance social. Nosso objetivo é oferecer suporte qualificado e humanizado a quem precisa”, afirmou. 

O Instituto 

O Instituto “Tudo por uma Vida Melhor” nasceu a partir de uma demanda identificada no Sindspam (Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos Municipais de São Carlos e Dourado). O atendimento vai além das crianças. “Entendemos que não basta olhar apenas para a criança. A família também precisa de acolhimento. Muitas vezes, o sofrimento emocional dos pais é ainda maior. Por isso ampliamos o foco para a saúde mental de forma geral”, afirmou a coordenadora geral do instituto, Gabriela Ruiz Berribille. 

A equipe é composta atualmente por três psicólogas, dois psicopedagogos e uma fonoaudióloga, além de apoio em gestão e saúde ocupacional com foco na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que trata da saúde mental no ambiente de trabalho. O atendimento contempla crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e outras especificidades, além de orientação para adultos e empresas. 

O instituto está localizado na Rua Marechal Deodoro, nº 2655, em São Carlos. O atendimento ocorre exclusivamente por agendamento, inclusive no período noturno e aos sábados, para atender trabalhadores do comércio e de outros setores. O contato é feito pelo WhatsApp (16) 99798-2655, com retorno das mensagens em até dez horas, segundo a coordenação.

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