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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Diversos pontos de ônibus da cidade seguem sem cobertura, enquanto outros que já possuem estrutura apresentam necessidade de manutenção. A situação tem gerado reclamações frequentes de moradores que dependem diariamente do transporte público e enfrentam dificuldades constantes no dia a dia.

Como exemplo, o vereador Jùlio Cesar citou o ponto localizado entre a Avenida João Dagnone e a Rua Mario Pisani, no bairro Santa Angelina, que não conta com qualquer tipo de cobertura. No local, passageiros aguardam o coletivo totalmente expostos ao sol forte, à chuva e ao vento, o que torna a espera ainda mais desgastante, principalmente em dias de temperaturas elevadas ou mau tempo.

Segundo o parlamentar, a falta de estrutura adequada traz transtornos significativos, especialmente para trabalhadores que cumprem horários rígidos, estudantes, idosos, pessoas com deficiência e mães com crianças. Além do desconforto, muitos usuários relatam insegurança e dificuldades para permanecer no local por longos períodos.

Jùlio Cesar destacou que o problema não é isolado e se repete em diferentes bairros, reforçando a necessidade de atenção e planejamento para garantir melhores condições aos usuários do transporte público.

O vereador afirmou que seguirá cobrando a secretaria responsável para que sejam adotadas as medidas necessárias, tanto para a instalação de novas coberturas quanto para a manutenção das já existentes, assegurando mais dignidade, segurança e proteção à população.

SÃO CARLOS/SP - O Parque Ecológico de São Carlos anuncia a abertura das inscrições para o Programa de Serviço Voluntário 2026, voltado para a Educação Ambiental. A iniciativa busca engajar pessoas interessadas em contribuir para a conservação da fauna e na sensibilização da sociedade quanto à preservação dos ecossistemas. 

O programa é destinado a voluntários com 18 anos ou mais, matriculados em cursos de graduação nas áreas de Biologia, Medicina Veterinária, Pedagogia, Gestão Ambiental ou afins. Os voluntários selecionados atuarão em diversas atividades de Educação Ambiental, como mediar recintos e dialogar com visitantes sobre biologia e ameaças às espécies, auxiliar em oficinas educativas com crianças e escolas, participar de campanhas de conscientização e colaborar em exposições, palestras, cursos e workshops promovidos pelo parque.

É necessário ter boa comunicação, interesse em lidar com o público, disponibilidade para treinamentos iniciais e para atuar em finais de semana, feriados, pontos facultativos e, eventualmente, em períodos noturnos. A carga horária mínima é de oito horas semanais, com duração de seis meses, de março a setembro, ou de um mês, no período de julho. 

Os participantes receberão certificação de horas de trabalho voluntário, desde que cumpram no mínimo 60 horas, além de capacitação técnica em manejo e conservação, experiência prática em uma das áreas mais dinâmicas do setor ambiental e oportunidades de networking com profissionais da área. O processo de seleção será realizado em três etapas: avaliação de habilidades e disponibilidade, conferência de documentação e participação no treinamento de integração. Os interessados podem se inscrever pelo link https://forms.gle/MUVzyF5vZuz3fmeRA, garantindo a oportunidade de integrar um programa que alia aprendizado, prática e engajamento em prol da preservação ambiental.

SÃO CARLOS/SP - Um problema que começa dentro de casa pode estar colocando dezenas de profissionais em perigo em São Carlos. O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, Lucão Fernandes, fez um alerta contundente sobre o uso indiscriminado das chamadas “canetas emagrecedoras” sem prescrição médica e o descarte irregular de agulhas e seringas no lixo doméstico.

Segundo o parlamentar, medicamentos injetáveis indicados para tratamento de doenças específicas vêm sendo utilizados como solução estética rápida, sem acompanhamento profissional. Ele destaca que o uso inadequado pode provocar efeitos colaterais graves, como pancreatite aguda, hipoglicemia severa, distúrbios gastrointestinais intensos, problemas renais, alterações na vesícula biliar e desequilíbrios metabólicos.

“Não se trata de produto milagroso. Trata-se de medicamento que exige responsabilidade”, afirmou.

Acidentes preocupam

Dados da empresa responsável pela coleta de lixo mostram um cenário alarmante. Em 2025, foram registrados 13 acidentes de trabalho , sendo oito causados por agulhas — cerca de 60% dos casos. Já em 2026, em apenas 45 dias, ocorrências com agulhas já representam 75% das perfurações contabilizadas.

Além dos ferimentos, o risco envolve possível contaminação por doenças como hepatite B, hepatite C, HIV, tétano e infecções bacterianas graves, ampliando o problema para a esfera da saúde pública.

Situação flagrada na reciclagem

Durante visita à cooperativa Coopervida, o presidente da Câmara acompanhou a triagem de materiais e constatou a presença de canetas injetáveis, agulhas expostas e frascos de medicamentos misturados ao lixo comum. Trabalhadores relataram situações de perigo, incluindo um caso de acidente provocado por descarte inadequado desse tipo de material.

O episódio evidencia a vulnerabilidade dos profissionais da coleta e da reciclagem, que muitas vezes entram em contato com resíduos perfurocortantes sem qualquer aviso ou proteção adequada.

Descarte correto é dever do cidadão

Lucão Fernandes reforça que seringas e agulhas não devem ser descartadas no lixo doméstico. O correto é encaminhá-las às unidades de saúde, que possuem estrutura adequada para o manejo seguro desses resíduos.

Ele também defendeu campanhas educativas mais intensas e ações de fiscalização por parte do poder público, ressaltando que a negligência individual pode gerar consequências coletivas graves.

“Não podemos permitir que a busca por um padrão estético coloque vidas em risco. São Carlos precisa agir — e agir agora”, concluiu.

SÃO CARLOS/SP - O município de São Carlos contabiliza, até o momento, 118 confirmações de dengue neste ano. Além disso, seis casos permanecem sob análise laboratorial e 57 suspeitas foram descartadas nesta semana após exames conclusivos. Não há registro de mortes associadas à doença em 2026.

No monitoramento das demais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, os dados indicam cenário controlado. As 26 notificações de chikungunya registradas até agora foram descartadas, assim como os 20 casos suspeitos de zika vírus. Para febre amarela, não houve sequer notificação.

As autoridades sanitárias seguem acompanhando o quadro epidemiológico e orientam a população a manter quintais limpos, evitar o acúmulo de água parada e procurar atendimento médico ao apresentar sintomas como febre alta, dores no corpo e manchas na pele.

O controle da dengue, segundo a Vigilância, depende diretamente da colaboração da comunidade na prevenção.

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