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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Força Tática conseguiu deter 4 vagabundos na noite de ontem, 28, após o roubo de um celular na Rua Episcopal, no Centro de São Carlos.
Segundo Boletim de Ocorrência (B.O), faltava 10 minutos para meia noite, quando uma jovem de 21 anos, foi rendida por 2 criminosos. Com uma faca em punho e sob forte ameaça, os bandidos roubaram o aparelho celular e fugiram em um Celta preto.
A PM foi acionada e realizaram buscas na região do roubo. Foi quando na rua citada avistaram uma outra mulher gritando por SOCORRO, e era o mesmo veículo citado pela vítima anterior.
Assim que viram a viatura os criminosos empreenderam fuga e um breve acompanhamento foi realizado, mas foram detidos. No interior do Celta os Militares encontraram o celular roubado e uma faca.
Os Meliantes foram conduzidos à Central de Polícia Judiciária, onde foram ouvidos pelo delegado Dr. Gilberto de Aquino.
O jovem de 19 anos disse que era somente o motorista, o amigo K.G.R, de 20 anos, seria o olheiro, o companheiro C.S.G.A de 16 anos e o de 19 seriam os que assaltavam as vítimas. 
K.G.R e C.S.G.A, foram autuados em flagrante e recolhidos ao Centro de Triagem de São Carlos. O menor foi apreendido, pois estava com mandado de busca e apreensão. Já o indivíduo condutor do Celta foi liberado.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura Municipal de São Carlos e a empresa Rumo Malha Paulista S.A informam que as fortes chuvas do dia 28 de dezembro abalaram a estrutura da Linha Férrea sobre o Córrego do Monjolinho (Rotatória do Cristo). Equipes de trabalho da concessionária foram mobilizadas e estão trabalhando no local para restabelecer o sistema de drenagem e recuperação da área afetada. 

Neste período pedimos a compreensão dos moradores do entorno na linha férrea e dos condutores de veículos naquela região. A empresa trabalhará 24 horas por dia para reestabelecer o funcionamento da ferrovia nos próximos dias.

Prefeitura e Empresa vão discutir intervenções definitivas para ampliar a vazão de água na localidade para solucionar um passivo histórico de drenagem na região da rotatória do Cristo.

SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta (PL), protocolou um projeto de lei na Câmara Municipal propondo que o “Natal Iluminado” seja incluído no calendário oficial do município.

Ele destacou a importância de tal medida: “Fazia muito tempo que nossa cidade não ficava tão bonita como neste Natal. Fiz questão de acompanhar a realização dos eventos natalinos. O “Natal iluminado” aqueceu e valorizou nosso comércio, nosso objetivo com a lei é que isso se estenda nos anos seguintes”.

 “A Campanha “Natal Iluminado” deu certo. Uma parceria exitosa entre o poder público (Prefeitura e Câmara Municipal de São Carlos) e a iniciativa privada (ACISC - Associação Comercial e Industrial de São Carlos). Destaco o brilhante trabalho realizado pela ACISC, fazendo jus ao seu papel: cuidar de nosso comércio e consequentemente de toda população”, afirmou o parlamentar.  

 Com um formato inovador o “Natal Iluminado” foi considerado um grande sucesso, levando aos finais de semana um considerável público nas atividades na Praça do Mercado e na Praça XV de Novembro. “Medidas como esta, precisam ser incentivadas pelo poder público, afinal, enquanto gestores públicos, uma de nossas funções é também levar lazer, cultura e entretenimento a toda população”, completou o parlamentar. 

Projeto 'SacoLê' empresta kits com 10 livros para professores, crianças e seus familiares

 

SÃO CARLOS/SP - Uma minibiblioteca itinerante com livros infantis que trazem em suas histórias personagens negras em destaque: esse é o projeto "SacoLê", criado pelo grupo de leitura Nós no Mundo em parceria com a pesquisadora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Ayodele Floriano Silva. A iniciativa empresta kits com 10 livros para professores, crianças e seus familiares. "A circulação dos SacoLês tem sido muito satisfatória para a leitura deste tipo de conteúdo ser cada vez mais presente na vida das crianças, sobretudo em ambientes escolar e familiar. É muito importante que as crianças de todos os pertencimentos étnico-raciais vejam personagens negras representadas de modo positivo, assim como é essencial que a cultura africana e afro-brasileira seja apresentada de maneira culturalmente rica, sem os estereótipos e preconceitos comuns da nossa sociedade", explica.
O acervo conta com 80 títulos e foi selecionado a partir das indicações e reflexões presentes na pesquisa de mestrado "Personagens negras infantis: retalhos de histórias", desenvolvida por Ayodele Floriano Silva no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UFSCar. No estudo, ela identificou nos livros padrões de enfrentamento ao racismo por meio da valorização estética e da cultura afro. A pesquisadora considerou o espaço no qual as personagens estavam, as interações com familiares, com outras personagens infantis, seres da natureza, seres míticos e imaginários. "Pudemos ver situações e experiências comuns a qualquer criança, como medo do escuro, por exemplo, que é algo que pode ser vivenciado por personagens infantis de diferentes pertencimentos étnico-raciais. Mas vimos também experiências relacionadas ao pertencimento racial das personagens. Este segundo padrão se relaciona com as experiências ligadas ao racismo, que atinge diretamente as personagens infantis negras, e à negritude, como enfrentamento a essa forma de violência com a valorização da estética e da cultura negra", menciona.
A literatura, como reflexo da sociedade, excluiu ou tratou a população negra de forma diferenciada ao longo de muitos anos na história do Brasil. Até 1920, personagens negras praticamente não apareciam nas páginas dos livros publicados. Com o passar dos anos, essa presença foi se tornando mais comum, porém sempre associada à condição de escravidão, pobreza, violência e subalternidade, ou ainda trazendo a cor negra relacionada à maldade ou à falta de beleza. Tais fatos levaram gerações de crianças negras a crescerem sem representatividade positiva, enquanto isso, crianças não negras recebiam uma interpretação negativa ou equivocada da população negra. A partir da década de 80, a invisibilização começou a diminuir e personagens negras passaram a ter mais destaque nas publicações, ainda de forma sub-representada.
Com o incentivo às políticas de valorização da população negra, promovidas nas últimas décadas, alguns avanços na representatividade negra em livros infantis foram registrados. Hoje em dia, a indústria editorial tem dedicado mais atenção a esse público, com a valorização dessa cultura. De acordo com a pesquisadora, a literatura ajuda crianças e adultos de todos os pertencimentos étnico-raciais a refletirem sobre as contribuições da população negra para a sociedade brasileira. "Desmistificar uma suposta superioridade do branco sobre o negro é importante para que todos e todas as crianças cresçam na direção da superação do racismo na sociedade brasileira", completa. Mais informações sobre o projeto SacoLê podem ser obtidas pelo Instagram @grupo.nosnomundo ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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