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Redação

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 Jornalista/Radialista

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MOSCOU - O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, se reunirão no Uzbequistão na sexta-feira para discutir comércio, vendas de fertilizantes russos e suprimentos mútuos de alimentos, informou o Kremlin na terça-feira.

"Há planos para discutir questões de 'saturação' do mercado indiano com fertilizantes russos e suprimentos bilaterais de alimentos", disse o Kremlin ao distribuir materiais para o encontro.

A reunião será realizada à margem de uma cúpula da Organização para Cooperação de Xangai, um bloco regional de segurança.

 

 

Reuters

PARIS - O governo francês reduziu sua perspectiva de crescimento para 2023, mas não vê necessidade de revisar sua meta de déficit orçamentário como resultado, disse o ministro das Finanças, Bruno Le Maire, nesta terça-feira.

A economia da França agora deve desacelerar de estimados 2,5% de expansão este ano para 1% no próximo, abaixo do ritmo de 1,4% esperado antes, afirmou Le Maire a jornalistas enquanto delineava as principais previsões que sustentam o projeto de lei orçamentária de 2023, que será apresentado ainda este mês.

"Estamos mantendo uma previsão de crescimento positiva, mas estamos a ajustando para (refletir) a realidade da situação internacional, as tensões do mercado de energia e as dificuldades de nossos parceiros comerciais", disse Le Maire.

Apesar da perspectiva mais fraca, ele disse que abandonar os planos do país de reduzir o déficit do setor público de estimados 5% da produção econômica este ano para menos de 3% em 2027 não era uma opção.

 

 

Por Leigh Thomas / REUTERS

BALAKLIIA - A Ucrânia estabeleceu o objetivo de libertar todo o território ocupado pelas forças invasoras russas depois de expulsá-las em uma rápida contraofensiva no nordeste do país, e há indicações de que mais ajuda militar dos Estados Unidos está a caminho para apoiar a missão.

Em um discurso na noite desta terça-feira, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, disse que cerca de 8 mil quilômetros quadrados foram liberados até agora, aparentemente todos na região de Kharkiv, no nordeste.

"Medidas de estabilização" foram concluídas em cerca de metade desse território, disse Zelenskiy, "e em uma área liberada que tem aproximadamente o mesmo tamanho, as medidas de estabilização ainda estão em andamento".

A Reuters não conseguiu verificar imediatamente a dimensão do sucesso alegado pela Ucrânia no campo de batalha.

Desde que Moscou abandonou seu principal bastião no nordeste do país, no sábado, marcando sua pior derrota desde os primeiros dias da guerra, as tropas ucranianas recapturaram dezenas de cidades em uma impressionante mudança no ímpeto do campo de batalha.

Em Washington, a Casa Branca afirmou que os Estados Unidos provavelmente anunciarão um novo pacote de ajuda militar para a Ucrânia nos "próximos dias". As forças russas deixaram posições defensivas principalmente em torno de Kharkiv, a segunda maior cidade da Ucrânia, disse um porta-voz dos EUA.

As forças russas ainda controlam cerca de um quinto do território da Ucrânia, no sul e no leste, mas Kiev está agora na ofensiva em ambas as áreas.

Falando na praça central de Balakliia, um importante centro de abastecimento militar tomado pelas forças ucranianas no final da semana passada, a vice-ministra da Defesa da Ucrânia, Hanna Malyar, disse que 150 mil pessoas foram libertadas do domínio russo na área.

Bandeiras ucranianas foram hasteadas e uma grande multidão se reuniu para receber pacotes de ajuda humanitária. Um shopping center foi destruído, mas muitos prédios permaneceram intactos, com lojas fechadas e lacradas.

"O objetivo é libertar a região de Kharkiv e além - todos os territórios ocupados pela Federação Russa", disse Malyar na estrada para Balakliia, que fica 74 km a sudeste de Kharkiv.

 

 

(Reportagem adicional de Pavel Polityuk, Olzhas Auyezov, Aleksandar Vasovic, Miranda Murray e outros repórteres da Reuters)

ÁFRICA - Nesta terça-feira, o atacante camaronês Vincent Aboubakar, de 30 anos, disparou contra a equipe do Brasil, futura adversária na Copa do Mundo, em novembro. Em entrevista ao veículo Actu Cameroun, o camisa dez da seleção africana disse não temer os brasileiros.

"Caímos em um grupo difícil, com Brasil, Suíça e Sérvia. No entanto, não temos medo do Brasil porque esse time não é como os que conhecemos no passado", afirmou.

O duelo entre a Seleção Brasileira e Camarões acontece no dia 2 de dezembro (sexta-feira). Válida pela terceira - e última - rodada da fase de grupos, a partida acontece às 16 horas (de Brasília), no Estádio Nacional de Lusail, em Lusail (CAT).

"É claro que existem bons jogadores, mas para ir longe em uma competição como essa, você precisa de um grupo muito unido. Sem esse coletivo, de pouco adianta alinhar os grandes nomes", completou o atacante.

Com passagens pelo futebol europeu, Aboubakar é um dos principais nomes da seleção camaronesa. Atualmente, o jogador atua no Al Nassr, da Arábia Saudita. Por Camarões, soma 33 gols em 87 partidas.

Além disso, o atacante foi o artilheiro da última Copa Africana de Nações, com oito gols marcados - competição em que a equipe conquistou a medalha de bronze. No entanto, na última vez que enfrentou o Brasil, na fase de grupos da Copa do Mundo de 2014, passou em branco. Na ocasião, os brasileiros venceram por 4 a 1.

 

 

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