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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RÚSSIA - As candidaturas de Suécia e Finlândia para integrar a Otan, em resposta à ofensiva russa contra a Ucrânia, são um "grave erro", afirmou o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Riabkov.

"É um grave erro adicional, cujas consequências terão um longo alcance", declarou o vice-ministro, segundo a agência de notícias Interfax.

Riabkov explicou que a resposta da Rússia "dependerá das consequências práticas da adesão" dos dois países nórdicos à Organização do Tratado do Atlântico Norte.

"Para nós, está claro que a segurança da Suécia e da Finlândia não será reforçada por esta decisão", afirmou antes de destacar que "o nível de tensão aumentará".

O Partido Social-Democrata que governa a Suécia aprovou no domingo a candidatura à Otan, poucas horas depois de o governo da Finlândia anunciar o desejo de aderir à organização, que a Rússia considera uma ameaça a sua existência.

Para Finlândia e Suécia, países que não entraram para a Aliança nem durante a Guerra Fria, a mudança de rumo é consequência da ofensiva russa contra a Ucrânia, pois Moscou é percebida como uma ameaça por seus vizinhos.

A Finlândia, em particular, compartilha 1.300 quilômetros de fronteira com a Rússia.

A Rússia justificou, entre outras alegações, a ofensiva contra a Ucrânia por sua aproximação da Otan e pelou apoio político, diplomático e militar da organização ao governo ucraniano. Moscou pretendia, desta maneira, afastar os ocidentais de suas fronteiras.

Os países da Aliança também estão fornecendo grandes quantidades de armas às forças ucranianas que lutam contra o exército russo há quase três meses.

 

 

AFP

BRASÍLIA/DF - O comando nacional do PSDB está irritado com a iniciativa do ex-governador João Doria (PSDB-SP) de questionar a decisão do partido de tentar uma aliança com o MDB. A aliados, o presidente da legenda, Bruno Araújo, disse que a carta do paulista em que acusa a sigla de “golpe” e “tapetão” é um sinal de “quase rompimento” com o PSDB, que ao fazer isso Doria “politicamente assume que não tem um partido” e que ele está entrando “em guerra” contra toda a Executiva tucana.

A carta do ex-governador foi enviada no sábado, 14, e imediatamente Araújo reagiu convocando reunião da Executiva Nacional do partido para a terça-feira, 17, para discutir o teor do documento. Dentro da cúpula tucana, a avaliação é de que uma candidatura presidencial de Doria, por sua rejeição no País, “mata” o governador Rodrigo Garcia (PSDB-SP) e consequentemente a chance de o partido permanecer governando o maior Estado do Brasil.

O ex-governador de São Paulo, que venceu as prévias do PSDB e é o pré-candidato da sigla à Presidência, rejeita fazer neste momento uma aliança com o MDB, que tem a senadora Simone Tebet (MS) como presidenciável.

As duas legendas contrataram pesquisas quantitativa e qualitativa para tentar chegar a um consenso e definir uma candidatura presidencial única. Os resultados devem ser divulgados na quarta-feira, 18, um dia depois da reunião da Executiva do PSDB.

O paulista e seus aliados costumam dizer que o estatuto do PSDB garante a ele a prerrogativa de abrir ou não mão de ser candidato. O ex-governador prometeu levar a questão à Justiça caso o seu partido declare apoio a Simone. Bruno Araújo já avisou que não aceita o argumento e que as prévias não consultaram os filiados sobre coligação com outros partidos, ou seja, não podem impedir que o PSDB se junte a outras forças partidárias.

A cúpula do partido também afirma que o diálogo com o MDB foi iniciado junto com o próprio Doria e que agora, na prorrogação do segundo tempo, ele não quer aceitar as regras do jogo, questionando o resultado da pesquisa antes mesmo de ser divulgado.

Apesar do clima hostil com os caciques do partido, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso se manifestou nas redes sociais neste domingo, 15, elogiando Doria pela atitude.

Tanto Doria quanto seu o principal rival na legenda, o deputado Aécio Neves (MG), reclamam que os critérios adotados pelos dois partidos foram feitos sob medida para beneficiar a senadora do MDB, que tem menos rejeição nas últimas pesquisas.

O mineiro, que é adversário de Doria, também é contra uma “aliança automática” com o MDB e diz que Araújo dá prioridade a Garcia em detrimento de outros da legenda. No entanto, Aécio prefere que o partido escolha outro tucano que não o ex-governador paulista para disputar a eleição e chama a pré-candidatura de Doria de “artificial”.

Assim como o ex-governador de São Paulo, Aécio também disse que não vai reconhecer a decisão do partido caso seja por apoio ao MDB nesta semana. “A prerrogativa para fazer qualquer tipo de aliança em uma eleição presidencial é da convenção do partido, não é do presidente (do PSDB), não é da Executiva e não é das bancadas”, afirmou.

“Querem retirar a candidatura do Doria com a mão do gato, com a mão do MDB. Se querem tirar, façam de frente, com clareza e coragem. Isso que está faltando no PSDB. Ou então façam o inverso, apoiem a candidatura de Doria”, disse o ex-governador de Minas.

 

 

Lauriberto Pompeu / ESTADÃO

TURQUIA - A baiana Beatriz Ferreira, a Bia, voltou a vencer no Mundial de Boxe Feminino, em Istambul (Turquia) e avançou neste domingo (15) às quartas de final na categoria até 60 quilos. Atual detentora do título – o último Mundial foi em 2019, na Rússia –  e medalha de prata na Olimpíada de Tóquio, a brasileira se classificou após superar a chilena Valentina Bustamante, por decisão unânime dos juízes (5 a 0).  A adversária na próxima fase será a sérvia Natalia Sandrina. As lutas das pugilistas brasileiras têm transmissão ao vivo no Canal Olímpico.

A primeira brasileira a disputar as quartas no Mundial será Jucielen Romeu Cequeira (57 kg), nesta segunda-feira (16), a partir do meio dia. A paulista garantiu a vaga no sábado (14), após vitória suada por 3 a 2  sobre a colombiana Marcela Arias. Jucielen enfrentará nas quartas You-Ting Lin, de Taiwan. Se avançar, a brasileira já assegura a medalha de bronze (no boxe não há disputa de terceiro lugar).

 

Quem também se classificou às quartas neste domingo (15) foi Caroline Almeida (52 kg). A pernambucana ganhou da anfitriã da Beiza Saracoglu, por 5 a 0.  A única atleta do país que deu adeus até agora à competição foi Viviane Pereira que perdeu por 3 a 2 Busra Isilda (Turquia), no sábado.

A competição, com 419 atletas de 93 países, segue até o próximo dia 20 na capital turca.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

 

SÃO PAULO/SP - Chegou ao fim, no último sábado (14), o Campeonato Brasileiro de natação paralímpica, disputado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A competição reuniu 248 atletas e foi marcada pelo recorde mundial de Gabriel Bandeira nos 100 metros (m) nado borboleta da classe S14 (deficiência intelectual), prova na qual foi medalhista de ouro na Paralimpíada de Tóquio (Japão).

O feito de Bandeira foi alcançado na sexta-feira (13), segundo dia de competições. O paulista de 22 anos completou o percurso em 54s18, superando em 28 centésimos o tempo do britânico Reece Dunn no Campeonato Mundial de 2019, em Londres (Grã-Bretanha). Na quinta-feira (12), ele já tinha quebrado o recorde das Américas dos cem metros nado costas, com 51s70.

"Esse recorde só me anima mais para o Mundial [de Funchal, em Portugal, de 12 a 18 de junho], que é daqui a um mês, apenas. Estamos com um ritmo muito forte nos treinos. Eu não contava em bater esse recorde agora, no Brasileiro, estava preparando para o Mundial. Já perseguia esse recorde há um ano e agora veio", disse o nadador, em depoimento ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

 

Outro destaque foi Lídia Cruz, que reforçou a segunda marca mundial do ano nos 200 m livre da classe S4 (entre as voltadas aos atletas com deficiências físico-motoras, é a quarta de maior comprometimento), com 3min10s20. A carioca de 23 anos havia assumido, em abril, o posto de número dois da categoria. Agora, abaixou em quase um segundo o tempo antigo.

A competição no CT Paralímpico foi a última antes do Mundial em solo português. O Brasil será representado por 29 nadadores, que tiveram os nomes anunciados na última terça-feira (10). A maioria (23) precisou atingir índices durante as duas primeiras fases nacionais. Outros cinco (Bandeira entre eles) estavam garantidos por terem conquistado medalhas de ouro em Tóquio, enquanto Larissa Rodrigues, da classe S2 (grau elevado de comprometimento físico-motor) obteve a marca na etapa de Berlim (Alemanha) do circuito internacional.

 

 

Por Lincoln Chaves - Repórter da EBC -
AGÊNCIA BRASIL 

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