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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Apenas quatro entre dez brasileiros conhecem o movimento cooperativista e entre a população “bancarizada”, somente 10% utiliza o cooperativismo financeiro no Brasil. Esse estudo da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) inspirou realização da campanha “Sicoob: mais do que uma escolha financeira”.

“O objetivo desta campanha é mostrar como funciona o cooperativismo financeiro, em especial o Sicoob, que tem chegado em cada vez mais cidades do país”, frisou a presidente do Conselho de Administração do Sicoob Crediacisc, Lídia Maria Lima.

Segundo a presidente do Conselho do Sicoob, quem já é cooperada aprova os serviços e a forma como as cooperativas de crédito funcionam. “Precisamos mostrar para as pessoas que não conhecem como a cooperativa funciona, como é ser dono do próprio negócio”, explicou Lídia.

Para incentivar o ingresso de novos associados, o Sicoob Crediacisc, cooperativa de crédito fundada em São Carlos há 17 anos a partir da união de empresários ligados à Associação Comercial (Acisc), está com uma campanha de boas-vindas.

De acordo com o diretor operacional, Adão Luís Garcia, a integralização foi reduzida a R$ 20,00, está sendo oferecido um pacote com talão de cheques, cartão múltiplo, ambos com limite de crédito de R$ 1 mil, conta capital e conta corrente por R$ 19,90/mês, além de taxa pós-fixada em 0,9% para financiamento de veículos, capacitação em educação financeira e atendimento personalizado.

“As vantagens de se tornar um cooperado são inúmeras quando comparamos com o mercado financeiro tradicional”, disse Garcia. “Além disso, ao participar do cooperativismo financeiro a pessoa fortalece a economia local”, apontou.

Esses benefícios atendem pessoas físicas ingressarem no Sicoob Crediacisc até dia 30 de junho. “Temos outros benefícios para empresas, especialmente os pequenos negócios”, observou Garcia.

O Sicoob Crediacisc mantém duas unidades em São Carlos – av. Sallum, 526, e av. São Carlos, 2323 – uma sala de negócios na Galeria Pérola, em Dourado, e atendimento por whatsapp (16) 99774 4259. Saiba mais  www.crediacisc.com.br. Assista a campanha aqui https://www.youtube.com/watch?v=-V5b2vEKFtM.

 

 

Rogério Gianlorenzo

Indústrias da região de Araraquara recebem com otimismo redução do Imposto sobre Produtos Industrializados e vislumbram um cenário positivo para os negócios

ARARAQUARA/SP - Recentemente, o governo federal anunciou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 25%. Na opinião de Rafael Cervone, presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), essa redução é positiva, pois o setor industrial é tributado de maneira desproporcional se comparado a outros segmentos. “A tributação da indústria de transformação é muito elevada, o que faz com que o total de impostos pagos seja muito superior à sua participação no PIB e isso prejudica o desenvolvimento do país”, considerou.

      Na região de Araraquara, os empresários esperam ser impactados positivamente com a medida, pois com taxação menor acredita-se que haverá crescimento no consumo e, portanto, nas vendas.

       Wilian Julianetti, proprietário da Julianetti Colchões, pontua que a redução de IPI deverá ajudar no cenário global, tendo em vista que possibilitará equalizar outras demandas que a indústria vem absorvendo devido ao cenário pós-pandêmico e de guerra. “Nesse momento, a redução ainda pode ser pouco notada pelo consumidor final, mas, na cadeia produtiva de maneira geral, o impacto é positivo e deverá ser sentido a curto e médio prazo com o aumento do consumo”, avalia.

     O setor de utilidades domésticas já começa a perceber os sinais positivos da redução de tributação. Na Aluminio Fort Lar, indústria de panelas e de acessórios de cozinha, a expectativa é boa e já reflete o aumento das vendas.  “Percebemos entusiasmo dos comerciantes ao comprarem mais produtos para oferecer diversidade aos clientes, além de ampliarem os estoques”, comenta Fabrício Ramos da Silva, diretor industrial. Trata-se de uma possibilidade de reduzir o valor de comercialização com o consequente aumento de vendas, o que pode ser interpretado como aquecimento da economia, pontua o industriário.

     Bruno Franco Naddeo, diretor do Ciesp - regional de Araraquara, considera positiva a iniciativa, mas acredita que será preciso um pouco mais de tempo para sentir na prática os impactos da medida. “As famílias estão vivendo um período de recessão e alta da inflação, o que tem impacto diretamente no consumo, mas encaramos a redução do IPI como um alívio para a indústria, mas poderia ser ainda mais positiva se viesse acompanhada de uma reforma tributária mais ampla”, considera.

SÃO CARLOS/SP - Equipes da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social e da Vigilância Sanitária Municipal (VISAM) reuniram-se na sede da PROHAB com o diretor presidente Walcinyr Bragatto, a diretora de Projetos, Jessica Seabra e a arquiteta Regina Grabarz para discussão do projeto de reforma e ampliação da unidade I da Casa de Acolhimento “Cláudia Picchi Porto”.

O projeto, solicitado pela Prefeitura e desenvolvido por técnicos do Departamento de Projetos da PROHAB, prevê ampliação dos espaços utilitários existentes, adequação de dormitórios e áreas de convivência, construção de espaços de armazenamento, instalações de acessibilidade e adaptação de uma sala de estudos, bem como a criação de uma brinquedoteca, além de reparos diversos nas acomodações da unidade. Estão previstos no projeto também novos mobiliários, a fim de atender às necessidades das crianças abrigadas na Casa.

Os técnicos Fernando Morão e Lilian Martinelli, da Vigilância Sanitária, apontaram alguns ajustes no projeto, que serão encaminhados para análise com possíveis alterações e complementações prévias à execução da obra. 

Segundo a secretária de Cidadania e Assistência Social, Vanessa Soriano, a reforma terá início o quanto antes, logo após a elaboração da documentação necessária pela Secretaria Municipal de Obras Públicas e posterior licitação da obra pelo Departamento de Licitações da Prefeitura de São Carlos.

“Haverá uma melhoria significativa, com especial cuidado às condições de saúde e socialização em espaços bem definidos para as crianças e profissionais, inclusive em atendimento às disposições do Ministério Público, que vem atuando com total atenção à qualidade de vida das crianças da unidade”, ressalta Bragatto.

Estudo vai avaliar os efeitos da terapia manual na intensidade da dor, funcionalidade e na percepção de melhora dos pacientes

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de pós-doutorado, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da UFSCar, está buscando voluntários que tenham dor lombar crônica para investigar os efeitos da terapia manual na intensidade de dor, na funcionalidade e na percepção de melhora dos indivíduos. Serão oferecidas seis sessões de terapia manual gratuitas para os participantes. O estudo é realizado pela pós-doutoranda Helen Nogueira Carrer, sob supervisão de Thaís Chaves, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar.
A coluna lombar está localizada na parte mais baixa nas costas, próximo ao quadril. De acordo com Helen Carrer, a dor lombar afeta cerca de 23% da população mundial e pode ser recorrente em até 80% dos indivíduos acometidos. "Geralmente, esse tipo de dor está associado a incapacidades progressivas, que trazem prejuízos tanto na funcionalidade e qualidade de vida dos indivíduos, como desdobramentos socioeconômicos desfavoráveis", explica a pesquisadora. Ela também relata que a causa da dor lombar é multidimensional e diversos fatores de risco estão associados, como por exemplo, o sedentarismo, a obesidade, o estresse, dentre outros.
Carrer explica que não há um tratamento padronizado para pacientes que apresentam dor lombar e há várias intervenções fisioterapêuticas disponíveis para tratar o problema. No entanto, segundo ela, a terapia manual tem se destacado nos estudos já realizados por possibilitar mudanças nos desfechos clínicos de percepção de dor e funcionalidade dos pacientes. "A terapia manual consiste na realização de movimentos articulares bem específicos que são capazes de promover melhora da mobilidade da coluna e, consequentemente, melhora da dor", explica a pós-doutoranda da UFSCar.
Além de oferecer as sessões de terapia manual para os participantes, a pesquisa também vai testar como a terapia manual interfere na percepção de dor ao estímulo térmico de calor nos voluntários. "A aplicabilidade desse estudo, além de oferecer assistência às pessoas, possibilita uma conduta terapêutica com maiores detalhamentos técnicos e com uma nova perspectiva de avaliação por meio do teste de dor ao calor", destaca a pesquisadora sobre a importância do estudo. 

Voluntários
Para realizar a pesquisa, estão sendo convidados voluntários, homens ou mulheres, com idades entre 18 e 55 anos, que tenham dor lombar há três meses ou mais, e que não tenham feito nenhum tratamento nos últimos três meses. Além disso, os voluntários devem apresentar limitações nas tarefas diárias causadas pela dor.
Os participantes passarão por avaliação e seis sessões de terapia manual (uma vez por semana). As reavaliações acontecerão um e três meses após a primeira avaliação. Todas as atividades serão presenciais e acontecerão na Unidade Saúde Escola (USE), que fica na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar. Os interessados devem entrar em contato com a equipe pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone/WhatsApp (16) 98163-8793 (Helen). Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 52359521.1.0000.5504).

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