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Redação

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 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
  • Pesquisa avaliou as populações de antas no bioma mais devastado do Brasil, onde sua distribuição está restrita a 1,78% do extensão original. Foram identificadas 48 populações, a maioria isolada em pequenos fragmentos de floresta onde vivem pouquíssimos indivíduos. Apenas entre 3 e 14 populações de antas são viáveis no longo prazo.
  • O isolamento se dá sobretudo pela grande malha viária na região do bioma, responsável também pelo grande número de atropelamento de antas.
  • Os pesquisadores, porém, estão otimistas: o estudo revelou que as antas da Mata Atlântica permanecem estáveis ou com indícios de aumento um alívio diante do cenário sombrio de décadas atrás. 

Se te chamarem de anta, receba o insulto como um elogio.

Poucos animais são tão essenciais, subestimados e perseguidos como o Tapirus terrestris, maior mamífero terrestre nativo da América do Sul e um dos mais eficientes promotores de biodiversidade do planeta.

No Brasil, onde virou termo pejorativo (ao contrário do senso comum, a anta é inteligente e tem alta concentração de neurônios, similar ao elefante), foi caçada até quase sumir do mapa da Mata Atlântica e entrar na lista de espécies vulneráveis.

Conhecido pela habilidade de manter o equilíbrio da diversidade de plantas ao dispersar importantes sementes por grandes extensões, como indicou um estudo da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o bicho ganhou a fama de jardineiro das florestas.

A virada de jogo da anta-brasileira na Mata Atlântica, contudo, depende de ações urgentes para neutralizar o isolamento da população, agravado pela grande malha rodoviária da região, que dificulta o trânsito de antas entre diferentes fragmentos de florestas, não raro resultando em atropelamentos.

É o que indicou um estudo feito pelo norte-americano Kevin Flesher, pesquisador do Centro de Estudos da Biodiversidade da Reserva Ecológica Michelin, na Bahia, e a brasileira Patrícia Medici, cofundadora do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) e uma das maiores especialistas em anta no mundo, que estimou sua distribuição e o estado de conservação na Mata Atlântica do continente sul-americano.

Publicado na revista Neotropical Biology and Conservation, o levantamento revelou que, apesar de as antas estarem restritas a 1,78% de sua distribuição original na Mata Atlântica no Brasil, Argentina e Paraguai, os sinais são de que a maioria das populações parece estável ou com indícios de aumento.

A anta persiste vivendo em áreas diminutas, pequenas populações desconectadas e longe de estarem em bom estado de conservação, conta Patrícia Medici. Mas a realidade é que já esteve numa situação muito pior que ocorreu lá atrás, extinguindo esse animal localmente em várias áreas de distribuição na Mata Atlântica. A população se mantém em um platô ao longo das últimas décadas, só que se a gente não intervir de forma criteriosa a situação vai voltar a piorar.

Medici é presidente do grupo de especialistas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), uma rede internacional de 130 membros em 27 países envolvidos na conservação da anta e suas quatro ameaçadas espécies, a anta-brasileira (Tapirus terrestris); a anta-das-montanhas (T. pinchaque), encontrada na Cordilheira dos Andes; a anta-centro-americana (T. bairdii); e a anta-malaia (T. indicus), presente no Sudeste Asiático.

 

Poucas populações serão viáveis em cem anos 

O fundo do poço da anta-sul-americana na Mata Atlântica, que já havia sido eliminada das encostas mais baixas da Serra do Mar do sul do Rio de Janeiro e em partes do Nordeste no final do século 19, ocorreu entre as décadas de 1950 e 1970, período em que os caçadores reduziram as populações remanescentes e as isolaram em florestas mais inacessíveis.

Atualmente, a pesquisa mostrou que existem ao menos 48 populações ocupando 26.654 km2 na Mata Atlântica apenas uma fração da extensão original do bioma, 1,5 milhão de km2. O número estimado de indivíduos no bioma está entre 2.665 e 15.992. A maior população entre mil e 6 mil espécimes está no mosaico formado pelas florestas da província de Misiones, na Argentina, e o contíguo Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná.

Na maior parte dos fragmentos, porém, o número de indivíduos é muito pequeno, alguns mal passando de seis animais, como é o caso da Reserva Biológica da Mata Escura, em Minas Gerais, onde a população se encontra em iminente ameaça de extinção.

A análise de viabilidade populacional, por sua vez, usada para estimar o número de bichos em um local e se este número é o suficiente para sobreviver numa escala de tempo de cem anos, revela um quadro ainda mais preocupante.

Das 48 populações de antas estudas, entre 3 e 14 são viáveis no longo prazo tanto do ponto de vista demográfico, ou seja, se tem indivíduos suficientes para perdurar diante das ameaças presentes na região quanto genético. Neste caso, o risco é de que indivíduos da mesma família cruzem entre si, aniquilando e corroendo a diversidade genética.

A análise de viabilidade populacional é que vai nos dizer se um animal vai apenas persistir no local ou se ele pertence a uma população viável durante cem anos, afirma a pesquisadora brasileira. O número mágico é ter entre 200 e 250 antas, quantidade necessária para estabilizar uma população saudável diante dos impactos e manter a sua viabilidade genética.

De acordo com Kevin Flesher, o risco nas pequenas populações é alto porque que a anta precisa se deslocar muito para encontrar recursos alimentares fora de seu diminuto habitat, o que pode levá-la a ser atropelada ao atravessar uma estrada.

Ao mesmo tempo, o período de gestação das antas acontece em intervalos de três anos, dura 14 meses e gera apenas um filhote, deixando as populações suscetíveis a rápidos declínios, sobretudo se o número de animais naquela área for pequeno. A perda de um único indivíduo pode significar a extinção local.

Na visão de Patrícia Medici, se faz urgente a adoção de medidas que garantam a segurança para os animais transitarem entre os trechos de floresta. Muitos morrem ao tentar cruzar rodovias de alto tráfego como a BR-101, que atravessa a Mata Atlântica brasileira de norte a sul.

Não tenho nenhum pudor ou dúvida em dizer que a principal ameaça as antas no nosso país são os atropelamentos, diz Medici. A malha viária só aumenta e é um problema que tende a aumentar. A estratégia é pegar os pontos críticos de estradas onde comprovadamente morrem muitas antas e preparar planos de mitigação, como passagens inferiores, cercas, placas e radares. Temos ferramentas muito eficientes. O que a gente não tem é vontade política para pressionar os gestores destas rodovias a fazer o que tem que ser feito.

Apesar dos riscos, os pesquisadores veem a situação da anta na Mata Atlântica com certo otimismo, principalmente em populações maiores e em áreas onde a agricultura e a pecuária entraram em declínio.

Pelo que vimos em campo, há uma queda na pressão de caça, especialmente nas serras do Sul e do Sudeste, onde terras que foram colonizadas muitos anos atrás estão sendo abandonadas, as matas estão renascendo e as antas ocupam estes espaços, diz Flesher.

O pesquisador cita um caso: no Parque Estadual da Serra do Mar, em São Paulo, onde tem uma das populações mais importantes do Brasil, os animais estão começando a descer ao ponto de quase entrar na cidade de Caraguatatuba.

 

 

Por Luís Patriani em Mongabay   

Equipe eCycle

BRASÍLIA/DF - A Agência Nacioanl de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou três produtos a base de cannabis: Canabidiol Belcher 150 mg/mL, Canabidiol Aura Pharma 50 mg/mL, Canabidiol Greencare 23,75 mg/mL.

As regras da Anvisa permitem que produtos a base de cannabis possam ser comercializados no Brasil, desde que autorizados pelo órgão. Seguindo as normas da Agência, os produtos serão comercializados respeitando o limite de no máximo 0,2% de tetrahidrocanabinol (THC). 

O canabidiol só pode ser utilizado a partir de um determinado tipo de receita médica (tipo B) e somente no caso de esgotamento de outros tratamentos, conforme determina a legislação para o tema.

De acordo com o regramento da Anvisa, essas substâncias são produtos, e não medicamentos. Isso porque neste último caso precisa haver estudos clínicos que comprovem a eficácia das substâncias.

Até o momento, argumenta a Anvisa, as pesquisas científicas ainda não desenvolveram métodos para aferir as evidências e informações suficientes para que tais produtos sejam considerados medicamentos. No total, já foram autorizados, 14 fármacos a base de cannabis no Brasil.

 

 

Por Jonas Valente - Repórter da Agência Brasil

As vagas são para aulas de Violino, Violoncelo, Viola de Arco e Contrabaixo Acústico


 

SÃO CARLOS/SP - O Núcleo de Música do Sesi São Carlos está com vagas abertas para os cursos de iniciação musical em instrumentos de cordas friccionadas (violino, viola de arco, violoncelo e contrabaixo acústico). 

São cursos livres, gratuitos, de caráter não profissionalizante, oferecidos ao público em geral com idade a partir de 18 anos. O objetivo é promover o acesso à música, de forma interativa e lúdica, tendo em vista o desenvolvimento pessoal, a sensibilidade estética e artística do aluno.  

Aulas acontecem uma vez por semana e são divididas em quatro níveis, através de uma metodologia desenvolvida pelo próprio Sesi-SP. 

Turmas:
Terça-feira, das 19h30 às 20h45
Quarta-feira, das 18h00 às 19h15
Quinta-feira, das 18h00 às 19h15
Sexta-feira, das 19h30 às 20h45 
  

Matrículas
Matrículas podem ser feitas pelo WhatsApp do Sesi São Carlos, através do número (16) 99617-1071. 

Documentos necessários:
Cópia e Original de RG, CPF e Comprovante de Endereço

As aulas terão início a partir do dia 8 de março. O Sesi São Carlos está localizado na Rua Cel. José Augusto de Oliveira Salles, 1325, bairro Vila Izabel. 

  

Durante a Pandemia
Durante a pandemia, para a segurança de nossos alunos e professores, as aulas tiveram que continuar em formato não presencial. Para manter a qualidade do ensino, comprovado em mais de 08 anos de atuação dos Núcleos de Música, o SESI-SP desenvolveu uma plataforma específica e compatível com a metodologia já aplicada, Método SESI-SP de Ensino de Música. Preocupada com o desenvolvimento prático das diferentes turmas espalhadas pelo Estado, a instituição também empresta os instrumentos aos alunos. 

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Volume representa um acréscimo de 40%, em média, no fluxo normal de tráfego nas 12 rodovias sob concessão

 

RIO CLARO/SP - Mesmo com o cancelamento das festas de Carnaval em muitos municípios paulistas em razão da pandemia de Covid-19, é esperado um aumento considerável na movimentação de veículos nas 12 rodovias administradas pela Eixo SP Concessionária de Rodovias. A estimativa é de que 1,2 milhão de veículos circulem pelas estradas neste feriado. Isso representa um aumento médio de 40% na movimentação em comparação aos dias normais, de acordo com Marcelo Jazra, gerente de arrecadação da Eixo SP.

A Operação Carnaval começa na próxima sexta-feira (25) e será encerrada na Quarta-Feira de Cinzas (2), às 12h. Os horários de maior movimentação são esperados para sexta-feira, após as 14h, e no sábado, das 8h às 13h. Na volta, as estradas devem ficar mais cheias na terça-feira, após as 14h, e na quarta, das 8h às 12h. Em razão do aumento na movimentação de veículos neste feriado, a concessionária colocará todo seu efetivo em serviço para garantir aos usuários uma viagem tranquila e segura.

Para aqueles que vão pegar a estrada, o gerente de Operações da Eixo SP, Paulo Balbino, reforça a recomendação de verificar os principais itens de segurança, como sistema de freios, calibragem de pneus, nível do óleo, da água e sistemas de iluminação e sinalização. “A manutenção desses itens deve estar em dia. Isso ajuda a diminuir o risco de imprevistos e garantir um passeio tranquilo”, orienta.

O uso de cinto de segurança por todos os ocupantes do veículo, parar no acostamento somente em caso de emergência, com pisca alerta ligado e triângulo distante 100 metros antes do veículo, fazer pausa para descanso em locais seguros, como as bases dos Serviços de Apoio ao Usuário (SAU), que a Eixo SP oferece ao longo do percurso, são outras dicas importantes, segundo Balbino.

 

Tolerância zero

Ele chama a atenção também para a sempre perigosa mistura álcool e direção. Neste caso, a ordem é “se beber não dirija”. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece tolerância zero para o consumo de bebida alcóolica e impõe punições pesadas para motoristas que desobedecem a norma.

O artigo 165 do CTB define como “gravíssima” a infração de dirigir sob efeito de álcool. A multa para quem comete essa infração é de R$ 2.934,70. Esse valor dobra caso o infrator seja flagrado novamente no período de um ano. Além disso, há o risco de ter a carteira de motorista suspensa por 12 meses.

 

Obras suspensas

Obras de melhorias que causam interferência no tráfego serão suspensas em todo o trecho administrado pela Eixo SP nos períodos de maior movimentação de veículos. A exceção ficará por conta das obras de recuperação da SP 191 - Rodovia Carlos Mauro, entre os munícipios de Charqueada e São Pedro. Elas não serão interrompidas durante o feriado.

 Durante toda a Operação Carnaval, a Eixo SP estará com efetivo extra para atender os usuários. Informações sobre as condições de tráfego serão exibidas nos painéis eletrônicos instalados ao longo do trecho. A concessionária também coloca à disposição os serviços de guincho e equipes de resgate para atendimento pré-hospitalar, além de bases de atendimento com sanitários, água e equipe de apoio. O serviço de atendimento ao usuário pode ser acionado pelo telefone 0800 170 8998.

 

Sobre a Eixo SP

A Eixo SP Concessionária de Rodovias administra mais de 1.221 km de estradas que passam por 62 municípios da região de Rio Claro, no centro do Estado, até Panorama, no extremo oeste, na divisa com o Mato Grosso do Sul. O maior contrato sob supervisão da Artesp (Agência Reguladora de Transportes do Estado de São Paulo) terá investimentos na ordem de R$ 14 bilhões em obras de ampliação, conservação, além da modernização de serviços ao usuário. Para mais informações acesse: www.eixosp.com.br.

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