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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RÚSSIA - O Parlamento russo concedeu na terça-feira (22/02) ao presidente Vladimir Putin a permissão para enviar forças militares para cumprir "missões de paz” em Donetsk e Lugansk, as duas "repúblicas” separatistas no leste da Ucrânia, formalmente reconhecidas pelo líder russo no dia anterior.

A votação dá luz verde à mobilização das Forças Armadas para as duas regiões. Ao todo, Moscou já enviou mais de 150 mil soldados para a fronteira com a Ucrânia. Iniciado há oito anos, o conflito entre separatistas e forças de defesa ucranianas já fez mais de 14 mil vítimas.

A decisão do Conselho da Federação, a câmara alta do Parlamento russo, deve acirrar ainda mais as tensões entre Moscou e o Ocidente. As ações de Putin em relação à Ucrânia geraram uma enxurrada de críticas internacionais e destravaram novas sanções contra a Rússia.

Segundo parlamentares, a permissão para o envio de tropas ao exterior passa a valer imediatamente: "Ao aprovarmos o emprego das Forças Armadas no exterior, presumimos que elas serão forças de paz, voltadas para a manutenção da paz e estabilidade nas [autoproclamadas] repúblicas”, afirmou a líder do Conselho da Federação, Valentina Matvienko.

 

Acordos de amizade

Enquanto os parlamentares discutiam a medida, o Kremlin anunciava que Putin ratificou acordos de amizade entre Moscou e as regiões separatistas, que permitirão a construção de bases militares e o estabelecimento de uma postura comum de defesa, além de reforçar a integração econômica.

Vários líderes europeus já denunciaram a mobilização de soldados russos para as regiões separatistas, logo após Putin reconhecer a independência das duas "repúblicas”. Entretanto, não está clara ainda a dimensão desses contingentes.

Há muito a Ucrânia e o Ocidente vêm denunciando a participação de soldados russos no conflito no leste do país, o que Moscou ainda nega. Apesar de os temores terem sido exacerbados com as medidas tomadas pelo governo russo nas últimas horas, o Kremlin ainda desmente que tenha intenção de invadir a Ucrânia.

 

 

rc/av (AP, Reuters)

DW.COM

EUA - A Casa Branca e congressistas democratas tentam zerar os tributos federais na gasolina, na tentativa de conter a inflação norte-americana. O índice anual saiu de 1,4% em janeiro de 2021 para 7,5% no mês passado, o maior dos últimos 40 anos.

A escalada inflacionária preocupa o presidente Joe Biden e os democratas, principalmente por causa das eleições de novembro. Se a situação econômica do país continuar ruim até lá, o partido pode perder a maioria na Câmara e no Senado.

© Fornecido por Poder360

 

O Poder360 apurou que o mercado financeiro, que acompanha o plano de perto, acredita que os efeitos de uma eventual isenção dos tributos federais serão praticamente nulos. Com um iminente conflito entre Rússia e Ucrânia, o preço do barril do petróleo deve subir. Ainda não se sabe quanto, mas se for de pelo menos US$ 5, o impacto vai absorver a parcela de US$ 0,05 por litro da qual o governo americano e parte do Congresso ensaiam abrir mão.

A Rússia é a 2ª maior produtora de petróleo do mundo. No final de janeiro, os Estados Unidos confirmaram que estavam traçando um plano de contingência para prevenir uma possível escassez energética na Europa no caso de um ataque russo à Ucrânia. Os russos são o principal fornecedor de gás para os europeus.

No Brasil, a preocupação com a inflação e com o avanço dos preços dos combustíveis já dura meses. No momento, há 4 propostas no Congresso Nacional para conter o aumento, que vão desde a redução de impostos à criação de um fundo de estabilização.

Um dos principais motivos para o recorrente aumento dos preços do diesel e da gasolina é a adoção do PPI (preço de paridade de importação), pelo qual a Petrobras equipara os valores dos combustíveis no Brasil aos praticados no mercado externo. O PPI está em vigor desde 2016.

Na 2ª feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o retorno de um controle dos preços nas refinarias da Petrobras, como ocorreu em governos anteriores, quebraria a empresa.

 

 

 Rafaella Barros / PODER360

BRASÍLIA/DF - A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) anunciou nesta terça-feira (22) o cronograma da primeira fase da Liga das Nações. A seleção brasileira feminina, medalhista de prata na Olimpíada de Tóquio (Japão), estreia no dia 31 de maio contra a Alemanha, em Los Angeles (Estados Unidos), às 19h (horário de Brasília). O time masculino, atual campeão do torneio, faz o primeiro jogo em Brasília, contra a Austrália, em 9 de junho, às 21h.

Na primeira fase, as 12 seleções jogam entre si, em sedes que mudam a cada quatro rodadas. As mulheres, que buscam o primeiro título na Liga das Nações, fazem as quatro primeiras partidas em Los Angeles - além das alemãs, elas enfrentam Polônia, República Dominicana e Estados Unidos, entre 31 de maio e 5 de junho. As quatro seguintes serão em Brasília, contra Polônia, Holanda, Itália e Sérvia, de 16 a 19 de junho. Nas quatro últimas, em Ufa (Rússia), as rivais serão China, Coreia do Sul, Tailândia e Rússia, no intervalo de 29 de junho a 3 de julho.

Os homens terão Brasília, Sofia (Bulgária) e Osaka (Japão) como sedes. Além dos australianos, os brasileiros serão mandantes contra Eslováquia, EUA e Rússia, de 9 a 12 de junho. Na capital búlgara, entre 22 e 26 de junho, os adversários serão Polônia, Sérvia, Irã e os anfitriões. Na cidade japonesa, o Brasil terá pela frente Alemanha, Canadá, França e a seleção da casa, no período de 6 a 10 de julho.

As oito melhores equipes do torneio masculino e as oito do feminino avançam para o mata-mata, ainda sem local definido. A fase final das mulheres ocorrerá entre os dias 13 e 17 de julho, enquanto a dos homens será de 20 a 24 do mesmo mês.

 

 

 

Por Lincoln Chaves - Repórter da EBC 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO CARLOS/SP - O Tenente-coronel Jefferson Lopes Jorge, reassume o Comando do 38º Batalhão de Polícia Militar do Interior, após 04 meses de afastamento para tratamento de saúde.

Em nota o Tenente-coronel agradeceu primeiramente a Deus pelo seu retorno as atividades e a todos pelas orações e mensagens de carinho e incentivo, colocando-se a disposição para continuidade aos trabalhos junto à comunidade de São Carlos e região.

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