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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O Vereador Paraná Filho, que não tem medo de colocar o dedo na ferida, realizou na tarde de ontem 10/02, mais uma audiência pública, desta vez para tratar dos elevados preços dos combustíveis na cidade em relação as cidades vizinhas e com porte menor.

Podemos destacar que a audiência foi muito bem conduzida,  contando ainda com  a presença do Dr. Marcelo Damim, Presidente da Comissão de Direito do Consumidor da OAB São Carlos, do Dr. Joner José Nery, advogado especialista e reconhecido pela Defesa do Consumidor, além dos vereadores, Ubirajara Teixeira, Profª Neusa Golineli, Robertinho Mori,  Djalma Nery e claro, com a Diretora do PROCON São Carlos Juliana Cortes.

A audiência esclareceu muitos pontos e também deixou muito transparente a vulnerabilidade do PROCON São Carlos, que hoje conta com apenas dois fiscais concursados, o que para uma cidade do tamanho de São Carlos é muito pouco. Juliana Cortes expôs também a dificuldade em se ter fiscais, visto que em 2017 uma portaria estadual exige que o fiscal possua curso superior e na prefeitura de São Carlos um auxiliar administrativo não precisa desse nível de escolaridade ao prestar esse concurso.

A Diretora ainda destacou,  que o departamento tem grandes dificuldades com a Fundação PROCON, uma vez que foi relatado que o órgão estadual não responde aos questionamentos feitos pelo órgão municipal.

O Vereador Ubirajara questionou a diretora sobre a margem de lucros de postos de combustíveis, visto que isso faz com que o combustível tenha um valor elevado na cidade.  Em resposta Juliana explicou que não existe uma legislação específica e nem orientação da Fundação PROCON do Estado de São Paulo em relação a um tabelamento da margem de lucros dos donos de postos  e que isso dificulta ao lavrar uma multa por preço abusivo.

Já a vereadora Profª Neusa Golineli voltou a questionar que as pessoas que precisam do PROCON para denuncias ou até mesmo para resolver um problema e não conseguem atendimento, uma vez que todos os horários para agendamentos online já estão preenchidos, tornando o acesso do munícipe ao departamento  praticamente impossível e que isso precisa melhorar. Em resposta Juliana Cortes disse que além do agendamento online existe o whatasapp do PROCON, 3419-4510, para agendamento.

SÃO PAULO/SP - Pesquisa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) apontam caminhos que podem levar ao desenvolvimento de um anticoncepcional masculino. O estudo, publicado na revista Molecular Human Reproduction, mostra que a partir da proteína Eppin, que regula a capacidade de movimentação do espermatozoide é possível desenvolver medicamentos que controlem a fertilidade dos homens.

Segundo o professor do departamento de Biofísica e Farmacologia da Unesp, Erick José Ramo da Silva, a partir de experimentos feitos em camundongos foi possível identificar dois pontos da proteína que regulam a movimentação dos espermatozoides. “Ela tem um papel muito importante no controle da motilidade temática por interagir com outras proteínas que agora estão no sêmen. E essas proteínas, ao interagirem com a Eppin, promovem o ajuste fino da motilidade, o controle da motilidade”, explica o pesquisador que faz estudos na área há 20 anos.

Segundo Silva, foram usados anticorpos para descobrir quais são os pontos da Eppin, que tem função semelhante nos camundongos e nos seres humanos, responsáveis por regular a movimentação célula reprodutiva masculina. Após a ejaculação, o espermatozoide precisa nadar para chegar ao óvulo e fazer a fecundação.

Porém, antes da ejaculação, os espermatozoides não se movimentam. O estudo trabalhou em identificar justamente qual é a interação que faz com que as células fiquem paradas antes do momento certo. “Quem impulsiona o espermatozoide para dentro é o próprio processo de ejaculação. Somente depois de alguns minutos da ejaculação é que o espermatozoide vai adquirir a motilidade progressiva para seguir a jornada dele”, detalha o professor.

SÃO CARLOS/SP - Toda semana tem notícia de apreensão de entorpecentes na Rua José Quatrochi, no bairro São Carlos 5, e desta vez foi a equipe Canil da Guarda Municipal que localizou as drogas.

O trabalho de patrulhamento era realizado, quando um indivíduo estava em atitude suspeita próximo ao CRAS Santa Felícia, e a abordagem foi realizada. Em revista pessoal nada de ilícito foi encontrado, porém como local já é conhecido, os GMs acionaram o apoio da cachorra K9 Índia. Com faro apurado, foi encontrado 07 invólucros de maconha, 41 eppendorfs de cocaína e uma maquininha de cartão de crédito e débito.

Pesquisa pretende conhecer a demanda de tratamento desses casos para traçar novos projetos na área

 

SÃO CARLOS/SP - Um projeto de doutorado, desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da UFSCar, está buscando homens e mulheres que já tiveram Covid-19 para verificar a presença de sintomas urinários em indivíduos que tiveram doença. A pesquisa é realizada por Ana Jéssica dos Santos Sousa, sob orientação de Patricia Driusso, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar, e conta com a participação das pesquisadoras Ana Paula Rocha e Jordana Barbosa da Silva, que atuam no Laboratório de Pesquisa em Saúde da Mulher (Lamu) da UFSCar, onde o estudo é desenvolvido.
De acordo com as pesquisadoras, uma síndrome pós-Covid-19 foi estabelecida em fevereiro de 2021 para relatar sintomas de sequelas de pacientes que tiveram a doença. "Como a síndrome pós-Covid-19 envolve fraqueza muscular generalizada e sintomas provenientes do sistema nervoso central, temos como hipótese que essas condições levam a disfunções do assoalho pélvico, como a incontinência (perda) urinária, por exemplo", destaca Ana Paula Rocha. Ela acrescenta que algumas mulheres que buscam atendimento no Lamu têm relatado que começaram a ter incontinência urinária nos últimos dois anos, mas não é possível afirmar que o sintoma é proveniente da Covid-19. "Essa é uma pesquisa inicial, com ela queremos investigar se existe uma relação entre os sintomas pós-Covid-19 e sintomas urinários", destaca Rocha. Caso essa relação seja verificada, a pesquisadora explica que será possível, então, conhecer a demanda de pessoas com essa queixa. "Esse tipo de estudo é importante, porque é a partir do resultado dele que poderemos traçar novas pesquisas que visam ao tratamento, caso exista uma demanda para isso", reforça.

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