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Redação

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 Jornalista/Radialista

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EUA - Mais de 20 congressistas dos EUA pediram ao diretor geral da gigante da tecnologia Meta que tome medidas contra a "desinformação em espanhol" em canais "de propriedade russa" sobre a guerra na Ucrânia, informou nesta quarta-feira um dos senadores envolvidos, todos do Partido Democrata.

"Desde o começo do ano, a mídia controlada pelo Estado russo faz um esforço para atingir as comunidades hispânicas, a fim de divulgar discursos falsos antes e depois da invasão à Ucrânia", escreveram em carta enviada a Mark Zuckerberg, segundo comunicado de Bob Menendez, presidente do Comitê de Relações Exteriories do Senado. "Os canais de propriedade do Kremlin estão vencendo a guerra da informação com os hispânicos."

A "propagação viral" do conteúdo contrasta "com as garantias que a Meta deu à opinião pública e aos membros do Congresso de que prioriza as necessidades prementes das comunidades hispânicas nos Estados Unidos", protestaram na carta.

O RT en Español, canal de propriedade russa, "engana seus mais de 18 milhões de seguidores no Facebook com desinformação e propaganda apoiando a falsa justificativa de Putin para a sua invasão não provocada e injustificada da Ucrânia", acrescenta o comunicado.

A Meta, empresa controladora das gigantes das redes sociais Facebook e Instagram, proibiu a transmissão do RT na União Europeia, mas o serviço segue ativo na América do Norte.

"Essas mentiras são elaboradas para minar uma resposta global decisiva necessária para se opor à agressão do governo russo", afirma o texto dos congressistas, que acusa a Meta de "não ver o problema da desinformação em espanhol nos Estados Unidos como prioridade crítica para a saúde" da democracia.

Congressistas americanos e espanhóis acusaram em março "agentes" que se dedicam "ativamente" à desinformação em espanhol "a partir do território da Federação Russa ou com o apoio do governo russo".

Os gigantes digitais afirmam que atuam contra a desinformação excluindo contas de usuários.

 

 

AFP

BRUXELAS- A Heineken manteve a projeção de margem de lucro para 2022 nesta quarta-feira, após saltos acentuados nas vendas e preços de cerveja da companhia no primeiro trimestre animarem o mercado, apesar da incerteza em relação à guerra na Ucrânia.

Impulsionados por um afrouxamento constante das restrições à Covid-19, principalmente na Europa, os volumes comparáveis de cerveja da Heineken aumentaram 5,2% ante mesmo período do ano passado, superando a estimativa média de 3,5%.

A expansão na Europa foi de 11,5%, com as vendas de cerveja em bares e restaurantes quase triplicando.

No total, a segunda maior cervejaria do mundo elevou o lucro médio por litro em 18,3%, dados os aumentos diretos de preços, consumidores migrando para cervejas mais caras e uma transição nas vendas de supermercados para bares, resultando em crescimento de 24,9% na receita.

As ações da Heineken subiram 5,2%.

"A principal leitura hoje, e a razão pela qual os mercados reagiram positivamente, é do ressurgimento do consumo de cerveja na Europa após as restrições observadas no ano passado", disse Matt Britzman, analista da Hargreaves Lansdown.

A fabricante das marcas Heineken, Sol e Tiger disse que a invasão da Ucrânia pela Rússia trouxe incerteza adicional para as perspectivas econômicas globais e os mercados de commodities.

"Esperamos que as crescentes pressões inflacionárias afetem a renda disponível das famílias e sejam um consequente risco para o consumo de cerveja mais tarde neste ano", disse a Heineken em comunicado.

A empresa afirmou que está se beneficiando das posições de hedge tomadas em 2021, mas enfrentou custos crescentes, desafios na cadeia de suprimentos e pressão após decidir deixar a Rússia.

Apesar disso, a Heineken manteve a meta de melhora "estável a modesta" na margem de lucro operacional em 2022.

A Heineken dissera em fevereiro que a inflação poderia levar a um menor consumo de cerveja, lançando dúvidas sobre o plano da empresa de aumentar a margem operacional para 17% em 2023.

 

 

Por Philip Blenkinsop / REUTERS

LONDRES - Os organizadores de Wimbledon confirmaram a proibição de jogadores de tênis russos e belarussos por conta da invasão russa à Ucrânia, em um comunicado na quarta-feira (20): “é nossa responsabilidade desempenhar nosso papel nos esforços generalizados do governo, indústria, instituições esportivas e criativas para limitar a influência global da Rússia através dos meios mais fortes possível”.

Wimbledon, o terceiro Grand Slam do ano, está marcado para começar em 27 de junho.

O Kremlin disse anteriormente que a proibição de jogadores russos é “inaceitável”. O porta-voz do governo, Dmitry Peskov, respondeu a uma pergunta sobre a proibição de jogadores russos e belarussos no torneio.

“Fazer atletas vítimas de algum tipo de preconceito político, intrigas, ações hostis ao nosso país é inaceitável. Só podemos expressar arrependimento aqui”, disse Peskov em uma teleconferência com repórteres.

“Considerando que a Rússia é afinal um país de tênis muito forte, nossos tenistas estão nas primeiras linhas do ranking mundial, a própria competição sofrerá com sua remoção”, disse Peskov.

“Eu gostaria de desejar que os caras façam tudo para não perder a forma e não perder sua classe mundial de tênis.”

O All England Lawn Tennis Club (AELTC), que organiza e sedia o evento, disse à CNN no início deste mês que estava “continuando a se envolver em discussões com o governo do Reino Unido, a LTA (Lawn Tennis Association) e os órgãos governamentais internacionais da tênis” em relação à participação de jogadores russos e belarussos.

Os organizadores acrescentaram que planejavam tomar uma decisão antes do prazo de inscrição em meados de maio. A proibição impede que vários jogadores de alto escalão compitam no icônico Grand Slam de quadra de grama.

Quatro homens russos, incluindo o número dois do mundo e atual campeão do US Open, Daniil Medvedev, estão atualmente classificados entre os 30 melhores do ATP Tour. A Rússia tem cinco mulheres no top 40 do ranking do WTA Tour. Aryna Sabalenka, de Belarus, está atualmente em quarto lugar no mundo e foi semifinalista de Wimbledon no ano passado, enquanto a compatriota Victoria Azarenka, ex-número um do mundo, está atualmente em 18ª.

A decisão da AELTC é a primeira vez que jogadores russos e belarussos são proibidos de competir em um evento de tênis de elite. Os órgãos dirigentes do tênis baniram a Rússia e Belarus das competições internacionais de equipes após a invasão. Jogadores individuais podem competir nos circuitos ATP e WTA, mas não sob o nome ou a bandeira de seus países.

O presidente da Federação Russa de Tênis, Shamil Tarpichev, disse ao jornal Sport Express do país mais cedo que não havia nada que pudesse fazer.

“Acho que esta decisão está errada, mas não há nada que possamos mudar”, disse Tarpichev. “A Federação Russa de Tênis já fez tudo o que podia.”

“Não quero falar sobre isso, mas direi que essa decisão vai contra os atletas. Estamos trabalhando na situação, é tudo o que posso dizer.”

Wimbledon não baniu atletas de países desde a Segunda Guerra Mundial, quando jogadores da Alemanha e do Japão não foram autorizados a competir. Mais cedo, as jogadoras ucranianas Elina Svitolina e Marta Kostyuk emitiram declarações pedindo a proibição geral de atletas russos e belorussos de eventos internacionais.

O grupo de pressão internacional liderado por atletas, Global Athlete, disse que banir jogadores dos dois países também “protegeria esses atletas que não têm escolha de se retirar das competições”.

“Esses atletas devem seguir as ordens dos líderes de seus países”, acrescentou.

O ministro do Esporte britânico, Nigel Huddleston, disse no mês passado que não se sentiria confortável com um “atleta russo com a bandeira russa” e vencendo Wimbledon em Londres.

 

 

*com informações da Reuters

Aleks KlosokAnna Chernova, da CNN

PORTO ALEGRE/RS - O São Paulo arrancou um empate de 2 a 2 com o Juventude na quarta-feira (20), em pleno estádio Alfredo Jaconi, pela ida da terceira fase da Copa do Brasil. Este foi um resultado importante para a equipe comandada pelo técnico Rogério Ceni, que agora decide a vaga para as oitavas da competição no dia 12 de maio no Morumbi.

Após este resultado, quem vencer na volta avança. Em caso de novo empate o classificado será decidido na disputa de pênaltis.

Tendo a vantagem de jogar em casa, em Caxias do Sul, o Juventude abriu uma vantagem de 2 a 0 ainda na etapa inicial, graças a gols de Pitta, de cabeça aos 24 minutos, e de Óscar Ruiz, com um chute de fora da área aos 33.

Porém, na etapa final o jogo mudou de figura, com o São Paulo descontando logo aos dois minutos, com Arboleda de cabeça, e arrancando o empate aos 47, em cobrança de pênalti de Reinaldo.

Tropeço do Peixe

Um time de São Paulo que perdeu nesta quarta foi o Santos, que foi batido por 1 a 0 pelo Coritiba no estádio Couto Pereira. O único gol da partida foi marcado por Alef Manga.

A vaga das oitavas será definida no dia 12 de maio na Vila Belmiro.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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