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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Foram apreendidas cerca de 80 porções de entorpecentes na ação

 

PRESIDENTE PRUDENTE/SP - A Polícia Civil prendeu dois homens, de 20 e 26 anos, por envolvimento com o tráfico de drogas na região de Presidente Prudente, no interior do Estado. As detenções ocorreram na terça-feira (8) e resultaram na apreensão de aproximadamente 80 porções de entorpecentes.

Equipes da 2ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) local, realizavam atividades para combater o comércio de substâncias ilícitas quando flagraram um homem praticando o delito em sua residência, na cidade de Presidente Prudente.

Com apoio policial, os agentes detiveram o suspeito e localizaram em sua residência quatro tijolos de maconha, 63 comprimidos de ecstasy, duas porções de cocaína e cinco de haxixe, além de outros itens usados no tráfico.

No local também foi encontrada uma embalagem dos Correios, a qual tinha como destinatário um homem que tinha passagens criminais por tráfico de entorpecentes, levantando a suspeita de ambos estarem associados no crime.

BRASÍLIA/DF - O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse na 5ª feira (10) que quer discutir o fim da reeleição no país. Segundo ele, o instrumento “não foi bem-sucedido” no Brasil.

“Temos que discutir de maneira muito séria o fim da reeleição no Brasil. Não que isso seja um ponto definitivo, mas eu considero que a experiência de reeleição no país não foi bem sucedida e essa é uma discussão que precisa ser feita no Congresso Nacional”, declarou.

Pacheco citou a possível mudança ao ser perguntado sobre um grupo de trabalho para debater o semipresidencialismo no Brasil. A ideia tem o apoio do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

De acordo com Lira, a ideia seria uma alteração de governo para 2030. “Sem perspectiva de votação antes da eleição. Para deixarmos qualquer texto que possa ser discutido, analisado e escolhido, para ser votado com o congresso novo”, disse.

SÃO PAULOSP - O Itaú Unibanco registrou lucro líquido gerencial de R$ 7,159 bilhões no quarto trimestre de 2021, o que corresponde a um crescimento de 32,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo balanço divulgado na quinta (10).

Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, o lucro do banco avançou 5,6%.

No acumulado do ano fechado de 2021, o lucro líquido da instituição financeira alcançou R$ 26,879 bilhões, alta de 45% ante 2020.

"Entre os fatores que mais influenciaram os resultados estão o crescimento da margem financeira com clientes, impulsionado pelo maior volume de crédito e da mudança de mix de produtos, com maior crescimento relativo de produtos com melhores spreads. Também contribuiu para os resultados o aumento das receitas de prestação de serviços em razão da melhora na atividade econômica e do consequente crescimento das receitas com cartões", diz o banco, em nota.

A carteira de crédito do banco chegou a R$ 1,027 trilhão em dezembro, um aumento de 18,1% em 12 meses e de 6,7% em bases trimestrais.

Entre as pessoas físicas, o avanço da carteira de crédito do Itaú foi de 30,1% no ano passado, para R$ 332,6 bilhões.

Segundo o banco, o aumento está relacionado aos volumes de linhas associadas a crédito garantido, como imobiliário (53,7%), e também de outras linhas, como cartão de crédito (30,0%), na comparação com o mesmo período de 2020.

No caso das grandes empresas, o aumento foi de 16,6%, para R$ 313,7 bilhões. Entre as micro, pequenas e médias empresas, a carteira atingiu R$ 157,5 bilhões, avanço de 23,4%.

Para 2022, o Itaú projeta um crescimento da carteira de crédito entre 11,5% e 14,5% no Brasil.

"Esperamos expandir nossa carteira de crédito de forma sustentável e retomar os resultados recorrentes em níveis superiores aos de antes da pandemia. Nossa perspectiva para 2022 considera a manutenção da trajetória de recuperação e de bons resultados que obtivemos no ano passado", afirmou Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco.

Em linha com os pares privados Santander e Bradesco, o Itaú também registrou um aumento nos índices de inadimplência no ano passado.

ARGENTINA - O Fundo Monetário Internacional (FMI) destacou na quinta-feira (10) seu desejo de chegar a um acordo definitivo com a Argentina "o mais rápido possível" para refinanciar a dívida bilionária do país, revelando que há "debates intensos" para consegui-lo.

Em 28 de janeiro, o pessoal técnico do FMI e o governo de centro esquerda do presidente Alberto Fernández chegaram a um pré-acordo para renegociar uma dívida de 44 bilhões de dólares, em troca de reformas econômicas, inclusive uma redução gradual do déficit orçamentário (atualmente de 3% do PIB), com o objetivo de voltar ao equilíbrio em 2025.

"Não tenho um cronograma em termos do acordo, mas estamos trabalhando muito intensamente, assim como as autoridades argentinas. Estamos trabalhando em estreita colaboração e buscaremos fazer isto o mais rápido possível", disse a jornalistas o porta-voz do FMI, Gerry Rice.

"O que estamos vendo é uma abordagem realista e pragmática para desenhar um programa confiável, que possa abordar a estabilidade macroeconômica da Argentina e começar a abordar os desafios profundamente arraigados que o país enfrenta", explicou, negando-se a dar detalhes sobre as discussões.

Rice disse não ter uma data para o eventual envio de uma missão do FMI à Argentina.

Tampouco respondeu se o FMI aceitaria adiar um próximo vencimento da dívida de cerca de 2,9 bilhões de dólares em março se o novo acordo não estiver aprovado na ocasião.

"Não especularia sobre outras alternativas", disse.

O governo de Fernández pagou recentemente vencimentos do empréstimo: uma cota de capital de mais de 700 milhões de dólares em 28 de janeiro, e 370 milhões de dólares em juros em 4 de fevereiro.

A Argentina recebeu cerca de 44 bilhões de dólares de um empréstimo de 57 bilhões de dólares aprovado em 2018 durante o mandato do presidente de centro direita de Mauricio Macri. O acordo exigia desembolsos de 19 bilhões de dólares a partir de 2022 e de US$ 20 bilhões em 2023, algo "insustentável" segundo o governo de Fernández.

Os debates atuais entre o FMI e as autoridades argentinas se referem em particular ao calendário de pagamentos.

Rice lembrou que o pré-acordo anunciado em 28 de janeiro inclui um consenso sobre a "via fiscal que melhoraria de forma sustentável as finanças públicas e reduziria o financiamento monetário", assim como a "redução duradoura dos subsídios à energia" e a "mobilização de apoio externo para fortalecer a resiliência da Argentina".

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