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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Neste primeiro dia de fevereiro, um homem foi detido pela Guarda Municipal na rua Riskaladad, no bairro Romeu Tortorelli, em São Carlos.

De acordo com a GM, os agentes do GAM (Grupo de Apoio Motorizado), realizava o patrulhamento, quando ouviram gritos de socorro, e ao localizar de onde estava vindo os gritos, foi visualizado um indivíduo saindo correndo de frente à residência. Foi realizado a abordagem e durante o procedimento, foi localizada a mulher que havia gritado, informando que R.M.F. acabará de invadir sua residência pulando o muro e estava tentando arrombar a janela e a porta.

Diante dos fatos, as partes foram conduzidas ao plantão policial onde a autoridade decidiu por lavrar o RDO por invasão de domicílio e liberou as partes.

ANTÁRTICA - O iceberg que um dia foi o maior do mundo se partiu no ano passado em milhares de pedaços menores no oceano, para em seguida derreter até desaparecer: conhecido como A68, o bloco de gelo tinha uma área de quase 6 mil km2 quando se desprendeu da Antártica, em 2017, com uma dimensão que então ameaçava afetar diversos padrões oceânicos, como o nível da água, rotas animais e até mesmo o subsolo do mar.

Foi para registrar e estudar esses impactos que cientistas da Universidade de Leeds, na Inglaterra, registraram os passos do A68 até o imenso iceberg – o sexto maior já registrado na história – derreter por completo, em abril de 2021.

 

Impactos do derretimento do iceberg

O estudo acompanhou o iceberg por cerca de três anos e meio, utilizando medições de satélite e informações coletadas diretamente, e foi publicado em artigo na revista científica Remote Sensing of Enviroment, revelando que o iceberg se transformou em 152 bilhões de toneladas de água doce no oceano da região da Geórgia do Sul, potencialmente causando forte impacto sobre o ecossistema da ilha desabitada próxima às Malvinas.

De acordo com o artigo, a quantidade de água liberada pelo gigantesco bloco de gelo é equivalente a 61 milhões de piscinas olímpicas “derramadas” no oceano ao longo do período.

Estima-se que, ao todo, um trilhão de toneladas de gelo tenham derretido desde o momento em que o bloco de gelo se desprendeu do continente. Desde 2017, o A68 percorreu cerca de 4 mil quilômetros até desaparecer, se deslocando inicialmente para a região norte da Antártica e em seguida na direção do Atlântico Sul.

Ao se aproximar das águas quentes do Território Ultramarino Britânico da Geórgia do Sul, a preocupação dos cientistas era de que o iceberg encalhasse nas águas rasas da região e bloqueasse a rota de animais como focas, baleias e pinguins.

A perda de espessura e altura, e o início do processo de rompimento, no entanto, impediu que o bloco de gelo encalhasse. Além das informações de satélite, o instituto de pesquisas polares britânico British Antarctic Survey conseguiu implementar planadores robotizados ao redor do A68, a fim de monitorar os últimos períodos “de vida” do iceberg, e coletar ainda mais informações.

As mudanças de forma e o impacto sobre os luxos de água e correntes a partir do derretimento estão presentes no artigo recente: os próximos estudos irão medir os efeitos dos bilhões de litros de água sobre o ecossistema da região.

 

 

Vitor Paiva / HYPENESS

SÃO CARLOS/SP - Uma oficina mecânica foi alvo de bandidos na noite da última 6ª feira (28), no bairro Jardim Novo Horizonte, em São Carlos.

Segundo informações, o alarme do local foi disparado e vigilantes da empresa que faz a segurança foram ao local e se depararam com o portão caído, imediatamente o proprietário foi acionado e ao adentrar na oficina sentiu falta de um caminhão Mercedes Benz branco, com placas HDQ-9668.

O dono da oficina foi até a Central de Polícia Judiciária e registrou a ocorrência.

Ningué foi preso.

Expectativa é elaborar diretrizes aplicadas à prática de profissionais que prestam assistência a gestantes e parturientes

 

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de Iniciação Científica (IC), desenvolvida no curso de Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), está buscando voluntárias que estejam no pós-parto (até seis meses) de parto vaginal. O objetivo do estudo é verificar o que influencia a sensação de dor durante o parto em mulheres que tiveram parto vaginal e identificar o que pode contribuir para uma melhor satisfação com o parto. As participantes deverão apenas responder um questionário online, com duração média de 15 minutos. 
O trabalho é feito pela graduanda em Fisioterapia Alice Moralez de Figueiredo, sob orientação de Patricia Driusso, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar, e coorientação de Ana Carolina Sartorato Beleza, também professora do DFisio, e da doutoranda Jordana Barbosa da Silva, do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPFt).
De acordo com Figueiredo, "a análise de fatores preditores relacionados à experiência e à dor durante o trabalho de parto e parto vaginal de mulheres brasileiras pode contribuir para a elaboração de novas diretrizes relacionadas à prática clínica de profissionais de saúde que prestam assistência a gestantes e parturientes, uma vez que algumas ações e características associadas positiva ou negativamente à experiência da dor poderiam ser avaliadas e modificadas previamente, por meio da educação em saúde". 
Atualmente, a taxa de cesárea no Brasil é de 55%, número que excede as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera ideal a taxa de cesárea entre 10 e 15%. Conforme relata Alice Figueiredo, diversos fatores podem interferir na redução dos índices de parto vaginal e aumento da taxa de cesarianas, sendo eles o medo do parto vaginal, estresse durante a gestação, falta de suporte social, depressão e ansiedade. "Dentre esses fatores, destaca-se a dor, presente no momento do trabalho de parto e durante o parto vaginal", completa.
Diante disso, a expectativa é comprovar que há fatores associados à satisfação e à dor relacionados ao trabalho de parto e parto vaginal. "Com os resultados, nossa intenção é contribuir na elaboração de novas diretrizes para a prática clínica de profissionais de saúde que prestam assistência a gestantes e parturientes", afirma a graduanda da UFSCar.
Para realizar o estudo, estão sendo convidadas mulheres que estão no pós-parto vaginal, no máximo há seis meses, de qualquer idade e região do País. As interessadas precisam apenas responder este questionário online (https://bit.ly/questionarioparto) até o mês de abril. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética da UFSCar (CAAE: 48779121.4.0000.5504).

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