Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - A Guarda Municipal em parceria com a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e o Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano, realizou na terça-feira (12/04) uma operação para averiguação de comércios de compra e venda de sucatas.
Com apoio dos representantes das empresas de telefonia e internet Vivo e Claro, as equipes trabalharam nos bairros Monte Carlo, Vila Prado e Vila Morumbi, visando inibir o comércio de materiais ilegais.
Durante as vistorias nada de ilícito foi encontrado, porém foram realizadas orientações e notificações administrativas.
Confira o resultado da operação:
- Estabelecimento no bairro Vila Morumbi foi notificado para adequação a Lei Municipal 19.388/2019 que dispõe que os materiais que forem doação, devem ser registrados pelo recebedor, bem como possuir documento comprobatório da sua origem com os dados do doador.
- Estabelecimento no bairro Vila Prado foi interditado até a regularização devida;
- Estabelecimento no bairro Monte Carlo foi orientado quanto ao cumprimento da lei vigente sobre o ramo de atividade exercida.
SÃO CARLOS/SP - Em sessão realizada na terça-feira (14), o vereador Bruno Zancheta teceu duras críticas quanto à eficiência da zeladoria da Secretaria Municipal de Serviços Públicos no que diz respeito ao número de buracos em nossa cidade.
Ele destacou: “Não posso e não vou me calar diante dessa situação vexatória. Protocolei muitos documentos solicitando tapa buraco em diversos pontos em nossa cidade e simplesmente nada acontece. São Carlos está um verdadeiro queijo suíço, com enorme crateras há muitos meses e isso é inadmissível. Nós vereadores, somos cobrados diariamente, encaminhamos as demandas e a prefeitura, ineficiente, nada faz”.
“O serviço de tapa buraco simplesmente não existe e a cidade está uma vergonha. Estamos com diversas ruas intransitáveis e necessitando de manutenção, além de toda sujeira, mato alto e abandono em diversos pontos. A população não pode ser penalizada pela incompetência do poder público (Secretaria de Serviços Públicos)”, completou o parlamentar indignado com essa situação.
ARARAQUARA/SP - O Fundo Social de Solidariedade de Araraquara distribuirá 8.488 unidades de absorventes arrecadados pelos organizadores da corrida Atalanta Run, realizada em 27 de março, em homenagem ao Mês Elza Soares e ao Dia Internacional da Mulher. O evento no Centro da cidade reuniu 550 atletas, que percorreram cinco quilômetros na prova principal e dois quilômetros na caminhada.
A entrega dos produtos ocorreu na terça-feira (12), na sede da instituição, na Vila Yamada. Segundo a presidenta do Fundo Social, Cidinha Silva, o órgão distribuirá os absorventes para a Casa Abrigo da Coordenadoria de Mulheres e para a direção da Associação São Pio Feminina. Os produtos também serão inseridos no kit de higiene pessoal das cestas básicas doadas às famílias em situação de vulnerabilidade social no município. A ação promovida propõe combate à pobreza menstrual.
O que é pobreza menstrual?
A pobreza menstrual é caracterizada pela falta de acesso a produtos que ajudam a manter uma higiene básica e cuidados essenciais durante o ciclo menstrual. Este fator está atrelado à infraestrutura social e à condição de saneamento básico dos indivíduos, bem como a falta de acesso à educação necessária para reger a higiene menstrual e obter conhecimentos mínimos do próprio corpo.
Situação das pessoas que menstruam no Brasil
De acordo com o relatório "Pobreza Menstrual no Brasil: desigualdade e violações de direitos”, 713 mil meninas vivem sem acesso a banheiro ou chuveiro em seus domicílios e mais de 4 milhões não têm acesso a itens básicos de cuidados menstruais nas escolas. Ainda, 900 mil mulheres não têm acesso à água encanada e 6,5 milhões vivem em casas sem ligação à rede de esgoto, prejudicando assim, a higiene.
Devido à dificuldade em comprar absorventes, muitas vezes associada à condição financeira, pessoas que menstruam usam algodão, papel higiênico e até miolo de pão durante o período de menstruação. A pobreza menstrual gera estigmas, discriminação e acarreta na privação social e suspensão de atividades cotidianas, como ir à escola e frequentar o ambiente de trabalho, por exemplo.
A pobreza menstrual é uma pauta urgente e deve ser combatida a fim de melhorar e garantir qualidade de vida às pessoas que menstruam.
Doações
O Fundo Social de Solidariedade de Araraquara tem sede na Rua Imaculada Conceição, 3885, na Vila Yamada, com ala administrativa, galpão para armazenamentos de alimentos, roupas, material de higiene residencial, higiene pessoal e farmácia.
As doações podem ser levadas à sede ou retiradas nas residências ou endereços comerciais dos doadores. Com farmacêutica no atendimento, os remédios são dispensados mediante receita médica. Também há o serviço de descarte do medicamento vencido, que visa a qualidade de vida e preservação do meio ambiente.
Mais informações pelo telefone (16) 3331-5406, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
Lucas Molinari / PORTAL MORADA
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